História A Nova Influência - Capítulo 4


Escrita por: ~

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Categorias Naruto
Personagens Boruto Uzumaki, Gaara do Deserto (Sabaku no Gaara), Ino Yamanaka, Inojin Yamanaka, Sai, Sakura Haruno, Sarada Uchiha, Sasori, Sasuke Uchiha, Shinki, Yodo
Tags Drama, Naruto, Romance, Sasusaku
Exibições 215
Palavras 1.461
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Musical (Songfic), Romance e Novela, Universo Alternativo

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Oi gente! Tudo bem? Quem aqui tá acompanhando a fic? o que estão achando? Contem-me tudinho nos comentários, ok? Apreciem o capítulo! Boa leitura! ♥

Capítulo 4 - Entre quatro paredes


Há pouco mais de dois anos Inojin era prisioneiro de sua própria mãe. Ino havia trancafiado o filho num colégio interno na Suíça para que ele esquecesse o passado e pudesse recomeçar a vida ao lado dela e de sua nova família. No início, Inojin ficou deprimido, mas, após as ameaças da mãe de matar tanto Sai quanto Sarada, ele resolveu que seria mais forte e que um dia tentaria fugir. Para isso, ele precisava conquistar a confiança da Yamanaka. E isso não era nada fácil.

A primeira vez que Inojin saiu do internato foi para passar as férias de final de ano com Ino e sua nova família. Não gostou. Até porque ela havia inventado para o novo marido que o filho era mudo. Segundo ela, era uma medida de precaução para que Inojin não falasse nada para o seu marido e o enteado. Inojin, obviamente, ficou frustrado. A casa de Ino ficava fora dos Estados Unidos. Ela morava no sul da França em uma espécie de fazenda e adivinha? Lá a internet tinha senha e o adolescente não tinham acesso.

Inojin até tentou descobrir com o enteado de Ino, mas ele disse que ela havia trocado a senha e que ele não sabia da nova. Inojin tentou usar a senha antiga no aparelho de celular do enteado de Ino, mas não conseguiu acesso. Poderia tentar mandar uma mensagem ou ligar, mas a fazenda não tinha sinal de telefone. No final das férias, Inojin descobriu que Ino não morava lá. Na verdade, ela morava em Paris e aquela fazenda era só para as férias. Uma nova espécie de prisão para Inojin. Ino, que não era boba, percebeu a aproximação entre Inojin e seu enteado, então chamou a atenção do filho para que ele não lhe causasse problemas.

— Querido, agora que estamos a sós, eu quero ter uma conversinha com você. – Disse ao filho quando seu marido e enteado tinham saído para cavalgar.

— Não to a fim. – Escreveu Inojin num papel e mostrou pra Ino, que amassou em seguida o papel.

— Agora já pode parar o teatrinho e falar comigo direito. – Exigiu.

— O que quer?

— Vi sua aproximação com o filho de meu marido e não quero que seja amigo dele.

— Por que?

— Vá que ele descobre que você não é mudo? Não quero ter problemas.

— Sinto pena do seu marido e do seu enteado. Eles não sabem a bruxa que você é?

— Querido, eu entendo que ainda esteja revoltado por conta do seu pai e tudo mais, mas pensei que já tínhamos superado isso. No próximo ano você sairá do internato, continuaremos a viver em pé de guerra?

— Eu vou sair do internato e voltar pra Konoha.

— Já disse, se você tentar fugir eu mato o seu pai e a Sarada.

— Você não seria capaz.

— Seria. Eu sou capaz de tudo, Inojin. Tudo pra ver o seu pai infeliz e aquela família Uchiha sofrer. Você namorar a herdeira do Sasuke foi o que eu precisava para acabar com a raça dele. Feri o Sasuke fazendo a filha dele sofrer por sua causa. Isso já me deixa um pouco mais feliz.

— Fazer o seu filho infeliz te deixa satisfeita?

— Você está sendo dramático demais Inojin. Te dei uma boa educação, um novo pai, que é muito rico por sinal. Você vai poder fazer uma boa faculdade. Aliás, você poderá fazer qualquer coisa, menos voltar para Konoha e pra perto de Sai e dos Uchiha. Logo mais você conhecerá uma nova garota e esquecerá da Sarada. Ainda é muito jovem para saber o que é o verdadeiro amor.

— Eu serei “livre” no próximo ano?

— Mais ou menos. É claro que você andará escoltado por seguranças para não fugir e que não terá celular, internet, nada disso.

— Todo mundo tem celular e usa internet, mãe.

— Se você precisar usar para algum trabalho da faculdade, usará com supervisão de um segurança. Não vou colocar em risco você entrar em contato com o seu pai ou qualquer outra pessoa de Konoha.

— Você é uma péssima, mãe.

— Nada te falta. Não sei por que reclama.

— Falta amor.

— Você tem o meu amor, filho. – Ino tentou abraçar Inojin, mas ele se esquivou.

— Se a senhora me amasse, não teria me sequestrado.

— Eu só uni o útil ao agradável. Busquei você para viver ao meu lado e ainda por cima consegui atingir o Sai, que me expulsou de casa como uma vagabunda, e atingi o Sasuke, pois ele vai ver a filhinha dele sofrer por um bom tempo.

— Eu tenho vergonha de você.

— Um dia você se acostumará com a sua nova vida.

 

[...]

 

Inojin passou as férias todas desenhando Sarada. Na verdade, ele fazia os desenhos sem um rosto, mas só os traços do corpo e do cabelo já dava para perceber que se tratava da garota. Um dia, o enteado de Ino flagrou o menino desenhando e viu que ele tinha muito talento.

— Você desenha bem, Jin. – Comentou o garoto que só conhecia o “irmão” pelo nome falso que Ino dera.

— Obrigado. – Escreveu Inojin no caderno e mostrou.

— Quem é a garota? Estuda com você no internato? – Perguntou interessado.

— Não. – Resumiu.

— Acho que você não gosta desse assunto, certo? – Perguntou curioso, mas, antes que Inojin pudesse respondê-lo, Ino apareceu.

— Queridos, precisamos arrumar o restante das coisas. Vamos voltar para Paris e o Jin irá retornar para o internato ainda hoje.

— Ok. – Respondeu o enteado e Inojin assentiu com a cabeça.

Ino sempre atrapalhava qualquer contato de Inojin com o enteado. Ela não gostava do filho do marido e achava que Inojin poderia dar com a língua nos dentes qualquer dia se sentisse confiante perto do outro garoto.

 

[...]

 

No ano seguinte, Inojin já estava habituado à sua rotina de prisioneiro. Embora ainda sonhasse com a fuga, ele fingia para a mãe que estava conformado. Com isso, ganhou de presente da mãe o direito de escolher o curso que gostaria de cursar na faculdade. Afinal, Ino o ameaçou dizendo que se ele não se comportasse bem nem a isso teria direito.

Inojin já havia abandonado tantos sonhos, que se recusou a abrir mão de pelo menos esse: estudar arte. Como Ino disse que dinheiro não era o problema, Inojin pediu para se candidatar a Royal Academy School of Arts, em Londres. Certamente, seu padrasto gastaria um bom dinheiro para mantê-lo lá, ainda mais por causa dos seguranças. Então, quando Ino assentiu ao pedido, ele respirou aliviado. Ficaria longe da mãe, pelo menos.

— Você tem certeza que quer ir para Londres? Tem várias escolas de arte em Paris. – Disse Ino.

— Você disse que eu poderia escolher qualquer uma.

— Pode. Tudo bem.

— E eu queria fazer um pedido.

— Qual?

— Quero que lá eu possa falar. Não quero mais fingir que sou o aluno mudo.

— Tudo bem. Pedirei para que a diretora da sua escola ao fazer a carta de recomendação não diga nada sobre você ser mudo. Você acha que se sairá bem nas provas e entrevistas?

— Vou tirar de letra. Tenho excelentes notas e, modéstia à parte, meus desenhos são bons.

— É verdade. Você é um excelente aluno. Meu marido sempre joga isso na cara do filho dele sabia?

— Não.

— Pois agora sabe. Meu marido tem orgulho de você assim como eu.

— Mãe, eu quero recomeçar. Precisa mesmo colocar os seguranças na minha cola?

— Você sabe que sim. Além do probleminha do seu passado, meu marido é um homem muito rico. Ele e eu temos medo que algum inimigo dele queira fazer mal a você.

— Como eu vou viver lá?

— Vamos comprar um apartamento e eu vou reduzir o número de seguranças. Só um irá com você.

— Continuo sem internet e sem celular?

— Sim, o seu segurança terá um celular para quando eu precise falar com você e a senha da internet. Mas eu quero que me prometa que não vai burlar as regras até porque se isso acontecer...

— Meu pai e a Sarada morrem. Eu já sei. Você é bem clara.

— Ótimo! Bom saber que os últimos anos fizeram você entender as nossas regras para uma boa convivência. – Sorriu.

— Mãe, posso passar as minhas férias já em Londres? Quero ir me habituando ao local em que vou morar.

— Isso é tudo uma desculpa para não passar as férias comigo e seu padrasto?

— Prefiro conhecer um lugar novo. Só isso.

— Tudo bem.

— Aliás, qual guarda-costas vai comigo para Londres?

— Kiba.

— Logo ele?

— Kiba é o mais fiel funcionário de meu marido. Ele jamais cederá a uma chantagem emocional sua, Inojin. Ele é muito bem pago pra isso.

— Droga. E ele vai levar o cachorro?

— Claro. Mas diga a todos que ele é seu amigo e não seu segurança, só pra parecer um garoto normal.

— Eu estou longe de ser normal.

— Finja que é. É um recomeço, Jin! – Aconselhou.


Notas Finais


Com quem será que a Ino casou hein? Algum palpite? Até o próximo capítulo!


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