História A Nova Influência - Capítulo 9


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Categorias Naruto
Personagens Boruto Uzumaki, Gaara do Deserto (Sabaku no Gaara), Ino Yamanaka, Inojin Yamanaka, Sai, Sakura Haruno, Sarada Uchiha, Sasori, Sasuke Uchiha, Shinki, Yodo
Tags Drama, Naruto, Romance, Sasusaku
Exibições 155
Palavras 1.628
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Musical (Songfic), Romance e Novela, Universo Alternativo

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Oi gente! Tudo bem? Não vou me estender muito... Então, boa leitura!

Capítulo 9 - Encontro em grupo


No sábado, Shinki estava ansioso para encontrar com Sarada. Não tinha conseguido vê-la em Julliard nos últimos dias, talvez ela estivesse até se escondendo para atiçá-lo. Shinki não gostava de admitir mais, a cada dia de passava, ele estava ficando mais interessado pela Uchiha. Kankuro logo percebeu que o seu “chefe” estava todo arrumado para impressionar a menina.

— Não imaginava que você fosse se apaixonar tão fácil. – Opinou Kankuro ao ver o menino se olhar no espelho e verificar o cabelo.

— Não to apaixonado. – Foi seco.

— Claro, eu que to. – Brincou e Shinki revirou os olhos.

— Eu só quero conhecê-la, Kankuro. Durante minha vida toda, me relacionei apenas com as pessoas que a minha família indicou. Pela primeira vez, estou encantado – acho que a palavra é essa – por esta garota.

— Só uma coisa... Você sabe que seria melhor você não se apaixonar por ela né? Se for uma aventura tudo bem, mas se for pra casar...

— Eu to muito novo pra casar.

— Eu sei, mas não custa nada lembrá-lo que a sua família tem regras. Embora essa menina seja filha de uma mulher mega famosa, ela não é nobre. E, seu pai faz questão que a sua esposa seja da nobreza.

— Kankuro, eu nem saí com a garota e você já está me casando com ela. Vá com calma. Eu só quero conhecê-la.

— Tudo bem. Só não diga que eu não avisei, porque depois quem escuta do seu pai sou eu.

— Ok. Você já fez o relatório pra ele sobre a minha semana aqui?

— Sim. Contei que está indo bem em Julliard e que entrou numa banda. Não falei da menina porque não acho que ela vá querer alguma coisa com você.

— Você menospreza minhas habilidades de conquista.

— Sou realista, Shinki.

 

[...]

 

Na cobertura, Sarada já havia explicado para Obito quem era o convidado para comer pizza com eles. O primo ficou admirado por Sarada já fazer amizade com o filho de um Duque e Chouchou botou a maior pilha que era para ninguém interrompê-la na hora de conquistar o nobre. Sarada disse que Chouchou poderia atacar que ela não tava a fim de se envolver com alguém por um bom tempo, até porque já bastava os problemas que ela havia tido com Boruto.

— Deixa eu ver se entendi direito... Apesar da Sarada não ir muito com a cara do tal Shinki, ela convidou o garoto pra nossa casa porque quer apresentar ele para a Chouchou. Acertei? – Recapitulou Obito.

— É por aí. – Concordou Sarada.

— Não sei quem é mais louco nessa história. Sarada de trazer um moleque não gosta pra cá. Ou Chouchou por se oferecer de bandeja. – Comentou Obito.

— Por que? – Questionou Chouchou.

—  Chouchou, homem não se conquista desse jeito. – Disse Obito.

— E se conquista como? – Disse Chouchou.

— Dessa forma que não é. Ele nem te conhece! – Disse Obito.

— Mas vai conhecer agora!

— Gente, chega da DR de vocês ok?

— Não tem DR nenhuma aqui. – Rebateu Chouchou.

— Exatamente. – Concordou Obito.

— O importante é que vamos receber a visita bem tá? Eu to começando a achar que por detrás de toda aquela pose tem um cara legal e, se ele for legal mesmo, eu jogo ele pra você Chouchou. – Confessou Sarada.

— Fechado! – Disse Chouchou.

 

[...]

 

Quando Shinki chegou a cobertura onde Sarada morava, ficou admirado. Era uma casa muito grande pra uma pessoa só.

— Você mora aqui sozinha? – Perguntou.

— Não, Shinki. Moro com meu primo, Obito, e minha melhor amiga, Chouchou. Eles estão esperando por você lá no terraço. Já levamos a primeira pizza pra lá. – Informou e conduziu o menino pela casa.

— Essa casa aqui é sua?

— É. Na verdade, é da minha mãe. Mas como ela mora com meu pai em Konoha, deixou que eu viesse morar aqui com meus amigos.

— Entendi. Sua mãe é bastante mente aberta.

— Sim, muito mais que o meu pai.

— Eles não colocaram nenhum segurança pra tomar conta de você?

— Não precisa. Além disso, tem o meu primo, minha amiga e tem a Shizune também.

— Quem é Shizune?

— A assessora de imprensa da minha mãe e grande amiga dela.

— Entendi.

Quando chegaram no terraço, Shinki ficou impressionado com a paisagem. Era linda. Depois disso, Sarada apresentou Shinki a Obito e Chouchou que, de cara, simpatizaram com o nobre. Perguntaram mil coisas sobre como era ser da realeza, já que Sarada não tinha coragem de fazer essas perguntas.

— Deve ser legal ser filho de um Duque. – Comentou Obito.

— Não é tão legal assim. Ser da família real implica em muitas regras rígidas. Deve ser muito mais legal ter uma vida como a de vocês. – Respondeu Shinki.

— Vem cá, Shinki, sabemos do seu pai, mas na matéria que eu li não tinha nada sobre a sua mãe. Quem é ela? – Perguntou Chouchou na cara de pau e levou um cutucão de Sarada para deixar de ser intrometida.

— Minha mãe faleceu há alguns anos. O nome dela era Matsuri Sabaku no Akasuna. Era uma mulher muito bonita, gentil e caridosa. – Contou Shinki.

— Sentimos muito, não é mesmo Chouchou? – Disse Sarada.

— Claro que sentimos! – Respondeu Chouchou.

— Sei como você se sente. Sabe, eu era órfão. Perdi meus pais biológicos ainda criança e fiquei sozinho. Só quando os tios da Sarada me adotaram eu ganhei uma nova família. Sem dúvida, depois disso voltei a ser feliz, mas ainda sinto a perda dos meus pais biológicos. – Contou Obito.

— Então, você é adotado? Foi um gesto muito nobre dos tios da Sarada. – Disse Shinki.

— Obito foi um presente para nossa família. Além do mais, ele é tão Uchiha quanto eu. – Sorriu Sarda já abraçando o primo e dando vários beijos no rosto dele.

— Eu sou o primo preferido. – Riu Obito.

— E único também! – Riu Sarada.

— Liga não Shinki... Esses dois vivem assim! – Comentou Chouchou. Shinki estranhou a proximidade entre os primos, mas é que Sarada e Obito eram muito ligados. A menina abraçou ele como da família desde o primeiro dia, o tinha como a um irmão.

— Acho que eu estranhei porque não estou acostumado a demonstrações de afeto. Lá em casa as coisas são diferentes. – Comentou Shinki.

— Como é a sua família? – Perguntou Sarada dando margem à sua curiosidade.

— Bem, meu pai é um homem rígido, mas ainda assim gentil. Ele se dá muito bem com o meu tio que é o Rei Sasori I. Após a morte da minha mãe, meu pai se casou de novo.

— Parece uma família normal. – Comentou Chouchou.

— Mas, como eu falei, existem muitas regras. – Disse Shinki.

— Tipo quais? – Questionou Obito.

— Tipo não poder casar com uma plebeia. – Exemplificou Shinki.

— Sério? – Chouchou murchou.

— Não há nenhuma exceção? – Perguntou Obito.

— Há. Lá em Suna, o Rei Sasori I estipulou que nobres podem se casar com plebeias apenas se ficarem viúvos.

— Então, obrigatoriamente, o primeiro casamento tem que ser com uma mulher também nobre. – Deduziu Sarada.

— Exato. Por exemplo, minha mãe era nobre, mas minha madrasta não é. – Contou Shinki.

— Entendi. – Respondeu Obito.

Após conversarem por horas, Sarada levou Shinki até a porta. O garoto tinha gostado muito de passar aquele tempo com ela e com seus amigos.

— Gostei muito de vir conhecer a sua casa, Sarada. – Disse Shinki na porta do prédio.

— Que bom! Até que você não é tão babaca quanto eu pensava. – Disse a menina.

— Isso quer dizer que posso voltar mais vezes?

— Não vão faltar oportunidades agora que estudamos no mesmo lugar e estamos na mesma banda.

— Podemos ser amigos?

— Acho que sim. – Sorriu e então Shinki puxou a mão da menina e beijou como um cavalheiro.

— Vejo que será o início de uma linda amizade. – Sorriu e eles ouviram a buzina de Kankuro.

— Acho que é o Kankuro. – Disse Sarada.

— É ele sim. Nos vemos amanhã.

— Até, Shinki. – Acenou.

 

[...]

 

— Amiga, esse Shinki só tem olhos pra você. – Comentou Chouchou assim que Sarada voltou.

— Até eu percebi o jeito como ele te secava, prima. – Completou Obito.

— Vocês estão vendo coisas! Vocês não ouviram o que ele disse sobre não poder casar com plebeias?

— E daí? Pra ele querer te pegar não quer dizer que ele vá casar com você. – Disse Chouchou.

— É que a Sarada sempre imagina um conto de fadas. Foi assim com o Inojin, depois com o Boruto... – Disse Obito.

— Eu não to imaginando nada! Vocês dois veem coisa onde não tem! Esse garoto vai ser só um amigo. – Afirmou Sarada.

— Nós sabemos como acabam suas amizades, Sarada. – Alertou Chouchou e recebeu um olhar mortal.

— Que bela amiga eu fui arrumar hein? Você não queria casar com ele?

— A vontade já passou. Ele é bonitão e tudo mais, mas combina muito mais contigo. – Confessou Chouchou.

— A Sarada prefere garotos loiros e de olhos azuis. – Lembrou Obito.

— Eu vou para o meu quarto e só volto a falar com os dois quando pararem de fazer insinuações sobre o Shinki! – Sarada saiu revoltada, enquanto Chouchou e Obito riam.

 

[...]

 

No carro...

— Como foi o encontro? – Perguntou Kankuro.

— Foi legal. Conheci o primo e a melhor amiga dela. Todos foram gentis.

— Rolou um clima?

— Acho que ainda é muito cedo. Vou me aproximar aos poucos para não assustá-la.

— Shinki, cuidado para não se apaixonar por essa moça.

— Eu sei o que estou fazendo Kankuro. Não se preocupe.

— Meu dever é me preocupar contigo! Seu pai me deu esta missão.

— Meu pai está muito ocupado divertindo a esposa dele para ligar pra mim.

— Não seja injusto com seu pai. Ele te adora, mas também é um homem e precisa ser feliz.

— Aquela mulher é uma cobra. Só ele que não vê.

— Seu pai é um homem apaixonado, Shinki.

— Preferia que não fosse.

— Não diga isso. Seu pai ficou desesperado quando sua mãe faleceu. Quando conheceu a Duquesa Ino, reencontrou forças para erguer-se.

— Algo me diz que essa mulher ainda vai acabar com a vida do meu pai.

— Não seja injusto, Shinki.


Notas Finais


Em relação ao par romântico da Sarada. Votação aqui. Preferem Boruto? Shinki? Inojin? O que ela fique sozinha?


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