História A nova integrante na Magcon - Capítulo 182


Escrita por: ~

Postado
Categorias Magcon
Personagens Cameron Dallas
Tags Cameron Dallas, Comedia Romantica, Juanpa Zurita, Lele Pons, Magcon
Visualizações 252
Palavras 2.407
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Ficção, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


4/4

Capítulo 182 - Noite do Terror part. 2


Maddie Pov

- Hayes. - pego o celular da mão dele e vejo a foto da garota.

ÓTIMA ESCOLHA!!!

Bloqueio a tela do celular e entrego pra ele de volta.

- Posso começar? - perguntou Nash.

Todos nós falamos "pode" e ele começou a contar a história.

"Susy era uma garota trabalhadora. Tinha 19 anos e trabalhava durante o dia como balconista em uma farmácia no centro da cidade. Nas horas vagas, trabalhava como babá para complementar a renda e, assim, poder cuidar de Karina, sua filha de um ano e meio de idade. Naquela noite de 14 de abril, Susy iria cuidar das duas crianças do casal Fithberg, amigos de sua família. A garota chegou à bela residência dos Fithberg às 9 horas em ponto. Amanda Fithberg estava lhe esperando já completamente arrumada. Ela e o marido, Astolfo, iriam jantar a negócios e, por esta razão, precisavam de uma babá para cuidar de Alice e Natasha, suas duas filhas, de três e cinco anos, respectivamente.

- Oi, Amanda, tudo bom? – perguntou Susy, cumprimentando Amanda

- Tudo bom, Susy, e você? – perguntou Amanda

- Tudo bom também.

- Bom, as crianças já estão dormindo no quarto. Você pode ficar assistindo TV aqui em baixo sem problema nenhum. Dificilmente as crianças acordam de noite, exceto para ir ao banheiro ou quando estão doentes. Se elas acordarem e te chamarem, você as atende. – Amanda estica a mão, com um pequeno papel – Tome. Aqui está o meu número. Qualquer coisa, se precisar, me ligue.

- Certo. – disse Susy. Cumprimentou Amanda, que se despediu da babá e saiu junto de Astolfo da residência.

Susy sentou-se no sofá da sala da residência dos Fithberg. Era um sofá confortável e espaçoso. À frente dela, um belo hack, com um TV de 42´ em cima. À direita, havia uma estante e uma porta, que dava ao interior da residência. Atrás, se encontrava a escada, que dava ao andar superior. Ligou a TV e colocou o volume no mais baixo possível. Postou-se a assistir um programa de humor..."

- Ela estava assistindo nossos Vines. - falou Gilinsky.

- Shhh, a história tá interessante. - digo.

- Enfim... - continuou Nash.

"Dez minutos haviam se passado. Susy ria quase o tempo todo do bom programa de humor que assistira. De repente, escutou choros oriundos do andar de cima. “São as crianças”, pensou. Subiu as escadas. Desembocou-se em uma pequena sala frontal, onde três portas, uma de cada lado. As três portas estavam fechadas, o que lhe causou dúvidas acerca de qual delas desembocava no quarto das crianças. Entretanto, ao ouvir os choros saindo do interior do cômodo atrás da porta da direita, não restou dúvidas em Susy. Caminhou a passos apressados até o local e abriu a porta. Era um pequeno quarto de criança. Havia duas camas frontais à porta de entrada. Encostado na parede à esquerda, havia um grande guarda-roupa, todo rosa. Entre as camas, havia um criadinho, com um abajur de luz bruxuleante. As paredes estavam com ornamentos de cor rosa."

- Para de descrever o quarto das meninas. - taco pipoca em Nash.

- Shh Maddie. - disse o mesmo enquanto ria.

"Sentados sobre as camas, haviam duas crianças, com semblante assustados. Ao ouvirem a porta abrindo, as crianças assustaram-se novamente.

- Olá, crianças. – disse Susy, em tom animador – Meu nome é Susy. Sou a babá de você esta noite.

As crianças acalmaram-se um pouco, mas Susy percebeu que ambas ainda estavam assustadas.

- O que aconteceu, crianças? Eu escutei vocês chorando.

- Eu não gosto de palhaços. – disse uma delas, sentada à direita, apontando em direção a Susy. Por ser a mais velha, Susy logo imaginou ser ela Natasha

Esta olhou para trás. Sobressaltou-se, tamanho o susto. Logo atrás dele, distanciando-se poucos centímetros, atrás da porta, havia uma figura de palhaço. Era horrenda e assustadora. Era do tamanho de uma pessoa, tinha um macabro sorriso com dentes grandes e roupas coloridas.

“Que palhaço medonho!”, pensou Susy, enquanto se recuperava do susto “Por que os pais delas teriam esse boneco tão assustador? Ainda mais, dentro do quarto delas?”.

- Tô com medo... – choramingou a outra garota

- Acalmem-se. – disse Susy. Caminhou até ambas e ajoelhou entre as camas. Começou a acariciá-las, enquanto cantavam uma canção de ninar. As garotas adormeceram, lentamente.

Após, Susy levantou-se. Sorriu ao visualizar duas crianças de rosto angelicais dormindo. Virou-se para sair do quarto. Sobressaltou-se pela segunda vez. Jurava que sentiu o palhaço lhe fitando com os olhos. Mas este estava olhando fixamente para outro ponto. Imaginou que fosse sua cabeça. Saiu do local, fechando a porta atrás de si. Desceu as escadas e sentou-se novamente no sofá, procurando o conforto do programa de humor que estava assistindo. Mas não se sentia mais confortável. O rosto daquele boneco de palhaço voltava constantemente em sua cabeça, deixando o seu coração aflito.

- Por que diabos alguém teria um boneco de palhaço como aquele? – se perguntou.

Susy estava sentada assistindo a outro dos incontestáveis programas de humor que passavam na TV naquele horário. Havia se passado cerca de meia hora, ou mais, desde que as crianças acordaram e já estava mais calma. Voltara a rir das piadas do dito programa. De repente, escutou um pequeno barulho, quase inaudível, oriundo do andar de cima. Parecia algo estourando – mas muito, muito pequeno. Ficou de alerta. Quando os choros das crianças ecoaram por toda a residência, Susy levantou-se em um só pulo e correu em direção ao andar de cima. Abriu a porta rapidamente, escancarando-a. Visualizou novamente Alice e Natasha chorando, sentadas sobre a cama.

- O que aconteceu desta vez, crianças? – perguntou Susy, preocupada

- Ele estourou um balão para nos assustar. – disse Natasha

Susy olhou para trás. Visualizou, ao pé do palhaço, pedaços de um balão estourado. Sentiu um aperto gigantesco no peito, como se uma facada o rasgasse.

- Ele fica rindo pra gente, pra nos amedrontar. – disse Alice

A garota sentiu a espinha congelar, tamanho o medo.

- Crianças, eu vou ligar para seus pais voltarem. – disse Susy

- Fica aqui com a gente. Estou com medo. – disse Natasha

- Não vou demorar. – disse a garota, saindo do interior do quarto, sob protestos das crianças. Estas ainda choramingavam quando Susy desceu as escadas.

A garota caminhou em direção a sua bolsa, deixada sobre o sofá e pegou o seu aparelho celular. Em seguida, retirou do bolso o papel com o número do telefone de Amanda e o discou, levando o telefone ao ouvido.

- Alô? – perguntou alguém, do outro lado da linha

- Amanda? Tudo bem, sou eu, Susy. – disse Susy

- Oi, Susy, tudo bom? Aconteceu alguma coisa?

- Só queria lhe perguntar se poderia tampar ou retirar aquele boneco de palhaço do quarto das crianças. Elas estão com medo dele.

- O quê?! – gritou Amanda, assustada – Não temos nenhum boneco de palhaço.

A fala de Amanda sobressaltou Susy. Seu coração saltitou nervoso dentro do peito. Sentiu a espinha congelar nas costas e seu corpo tremer. Sua boca secou.

Percebeu não estar escutando mais o choramingo das crianças.

- Meu Deus. – soltou

- O quê, Susy? – perguntou Amanda. Não obteve respostas. – Susy? – novamente, não obteve respostas. Começou a ficar desesperada. – Susy? Susy?

Susy correu em direção às escadas a toda velocidade. Subiu-as a passos velozes, saltando alguns degraus e pisando em outros. Chegou ao andar superior em poucos segundos – que mais pareciam séculos – e rapidamente adentrou no andar superior. Amanda escutava os passos largos e a respiração ofegante de Susy do outro lado da linha. A garota não guardara o celular ou encerrara a ligação. Gritava continuadamente para que Susy lhe atendia, mas esta não escutava seus gritos oriundos do celular em sua mão. Abriu a porta do quarto das garotas. Gritou. Amanda escutou algo caindo no chão, pesadamente, logo após o grito de Susy. Amanda e Astolfo vieram às pressas do jantar onde se encontravam, largando-o pela metade. Atravessaram a cidade a toda velocidade e chegaram em sua residência cerca de doze minutos depois. Enquanto Astolfo guardava o veículo na garagem, Amanda corria ao interior da residência. Adentrou-a, atravessou a sala e correu em direção ao quarto das crianças. Chegando lá, assustou-se. Visualizou Alice, Natasha e Susy mortas no chão, sobre poças de sangue, com violentos golpes de faca no peito. O rosto de todas estava pintado de palhaço, e um balão de gás hélio estava amarrado no braço de cada uma das mortas.

E até hoje não se sabe quem, ou o quê, matou as garotas e a babá."

Ele começou a fazer uns barulhos e todo mundo gritou.

- Quem tá com medinho agora? - falou Nash apontando a lanterna pra mim.

- Engraçadão você, hein. - digo.

- Mereço o Óscar depois de uma história dessa. - falou Nash se sentando ao lado de Lox.

- Eu sei um de boneca. - falou Hayes, pegando a lanterna da mão de Nash e logo levantando.

- Olha só quem está interagindo com a família. - digo.

- Também te amo.

Ele ligou a lanterna e começou a contar a história.

"Era uma vez, uma menina gótica de exatos 13 anos de idade chamada Mackenzie, que..." 

- Minha assistente. - falou Cam.

- VAI MORRER! - gritou Johnson pulando em cima dele.

- Continuando...- falou Hayes enquanto ria.

"Mackenzie era humilhada na escola por garotas mais velhas e em sua casa, toda a tenção era voltada para sua irmã menor, que acabara de nascer. Quando pequena a garota era completamente diferente de hoje, tinha muitos amigos e todos a amavam. Sempre carregava consigo uma boneca vitoriana do século passado, que havia sido deixada pelos antigos donos da casa no velho sótão. A boneca foi encontrada pelo pai da menina quando estava reformando o local. Cansada de sua vida ser assim, a garota resolveu que na noite de seu anivesário, que por considência era no Halloween iria se matar. Enquanto olhava para fora e via as outras crianças pedindo doces, ela escrevia um bilhete para seus pais, onde falava, que se vissem isso não iriam se importar e que gostaria que sua vida tivesse sido melhor. Logo em seguida ela foi até o sótão e pegou a boneca, mergulhou-a numa bacia com água e sabão e a deixou nova. Foi a seu quarto e tomou a boneca em seus braços. Foi a última coisa que ela fez antes de morrer. Uma gota de sangue caiu no olho da boneca e a mesma se levantou e ganhou vida."

- Pronto, é possuída! - falou Johnson e todo mundo fez "shh" pro mesmo.

"Logo depois tomou a faca para si e saiu dali. Foi a uma loja de brinquedos simples que ficava no próximo quarteirão e encontrou em uma prateleira baixa uma boneca de exemplar único na loja e entro na caixa. A boneca verdadeira foi jogada no lixo que ficava nos fundos da loja (ela entrava e saia por uma pequena janela aberta). A boneca escondeu a faca ensanguentada num pequeno vão entre a caixa e a colocação da boneca. Se colocou numa pose amigável e substituiu seu vestido manchado de sangue. Esperou até a manhã seguinte para que alguém viesse até a loja e deu certo. Por volta de nove horas da manhã um rico casal entrou na loja para comprar uma boneca para a coleção de sua filha de 15 anos, que era uma daquelas garotas que humilharam sua antiga dona. O aniversário da garota era daqui a dois dias. Era a oportunidade perfeita para a boneca começar sua vinagnça. A garota era rica e tinha uma enorme casa, como de costume abriu sue presente antes da data e se deparou com a boneca, e nem reparou na faca escondida na caixa. A garota rejeitou o presente e disse que não ia ter um item de "$1.99" em sua coleção, assim implorando para que seus pais comprassem outro presente. Os pais logicamente cederam o desejo da garota, e disseram que iam de volta a loja na manhã seguinte. A boneca estava presente na sala quando houve a conversa, e teve de tomar providências. Na madrugada a boneca foi até a loja de brinquedos e quando abriu a loja, matou o dono, e virou a placa de "aberto" para "fechado". Quando os pais da garota foram trocar o presente, a loja estava fechada. Neste dia, a garota teve uma surpresa quando acordou, a boneca estava em sua cama deitada. A garota nem ligou para o ocorrido, já que a mesma era meio esquecida. De noite, os pais da garota que eram médicos tiveram que sair para trabalhar, e só retornariam de madrugada. A garota estava acostumada com esse tipo de situação, então nem se encomodou. Ela pensava em chamar suas amigas para uma pequena festa, mas uma tempestade acabou com seus planos. As estradas ficaram bloqueadas, mas antes que isso acontecesse, recebeu uma ligação de seu pai dizendo que chegaram. O sinal de TV a cabo e telefone cairam, a Internet tinha apenas uma barra de sinal (não da pra fazer nada com uma barra de Internet). Sua única esperança era chamar a vizinha que morava a seis casa de distância para que viesse ali. A boneca foi mais rápida e cortou o fio de telefone, impossibilitando-a de qualquer comunicação. A garota então foi dormir, e como achava a boneca estranha, deixou-a trancada na sala e foi deitar. A caixa da boneca ainda estava na sala ou seja, a faca também estava. Fazendo uma pequena abertura na porta de madeira, foi até a lavanderia (ou a famosa área de serviço) onde encontrou um cachorro da raça golder retriever e o decapitou. Juntou a cabeça e o corpo novamente e escreveu um bilhete para garota com o sangue do cachorro e deixou tudo no seu quarto, o corpo do cão foi posto em uma caixa. A boneca bateu a porta do quarto e saiu correndo. A menina abriu e pensou que seus pais haviam chegado. Ela leu o bilhete em voz alta: " Estou aqui, você foi o motivo da morte de quem me amava. Agora como forma de vingança, estou matando quem você ama." A garota ficou confusa com o estranho bilhete e abriu a caixa, desmaiou de susto quando viu se cachorro morto. A boneca enfiou a faca em seu peito e arrastou o corpo para a sala. Pregou o corpo do cachorro e da menina na parede. Quando os pais chagaram morreram de susto literalmente. A boneca então revelou sua voz macabra e soltou uma enorma gargalhada maquiavélica."

- Acho que já tá tarde...- falou Lox.

- Também acho, tá todo mundo bocejando. - completou Lele. - Né?!

- Agora que tá ficando interessante. - falou Taylor.

- A pipoca acabou. - faço bico.

- Que hora é? - perguntou Hayes.

- 2h30.

- Melhor a gente dormir, né?! De preferência, todo mundo junto. - falou Lox.


Notas Finais


Desculpem mesmo, eu ia postar ontem só que meu celular bugou e não queria ligar


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