História A Nova Ordem - Capítulo 8


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Categorias A Seleção
Personagens America Singer, Avery, Carter Woodwork, Celeste Newsome, Elise Whisks, Gavril Fadaye, Marlee Tames, Maxon Calix Schreave, May Singer, Personagens Originais, Princesa Daphne, Princesa Nicoletta, Shalom Singer
Tags Amizade, Drama, Maxerica, Super Poderes, Suspense
Exibições 11
Palavras 1.502
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Ficção Científica, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Saga, Suspense, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Linguagem Imprópria, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Pessoal vou postar agr pq eu tô em semana de provas e tá uma merda viu! E sinceramente eu tenho que estudar história. Vamos ao capítulo que tá um pouco engraçado.

Capítulo 8 - Dia Ruim


Fanfic / Fanfiction A Nova Ordem - Capítulo 8 - Dia Ruim

  A primeira aula do dia não era exatamente uma aula. Tínhamos que correr em volta do campus. Já tinha se passado minutos e eu tinha a total certeza que minhas bochechas estavam vermelhas igual a um tomate. Minhas pernas estavam bambas e meu ritmo de corrida era mais lento que os demais já que eu nunca fiz corrida na minha vida. Por fim, o último aluno me ultrapassou. Apoiei os braços nas minhas coxas dando um tempo para respirar. Escutei o apito ao longe.

 — Vamos Singer! Você é a última sua palerma! — Gritou treinador Banksy do outro lado do campo.

 Voltei a correr sentindo meus batimentos cardíacos nos meus ouvidos. Treinador Banksy dava aulas de circuito e corrida, ele era um tanto bruto e mandão. Ele usava uma blusa de malha até os pulsos e uma bermuda que deixava suas pernas cabeludas a mostra. Uma meia 3/4 preta junto com seu tênis, usava um boné e nas mãos carregava uma prancheta. Pendurado em seu pescoço, um apito.

 Mesmo que voltasse a correr eu nunca conseguiria ficar no ritmo dos outros.

 — Continue Singer, antes que eu faça você fazer vinte flexões! — Gritou. Eu queria dar um murro nele. — Pode parar!

 Minha respiração estava pesada. Ele apitou em bom e alto som. O treinador seguia ficando mais perto da turma. — É só ameaçar vocês de lavar o banheiro por um mês que começam a correr direito.— Ele balançou a cabeça em negação. Seus olhos azuis frios passavam por cada um de nós. — Muitos melhoraram, para outros não posso dizer o mesmo. — Disse olhando para mim. Revirei os olhos. — Se revirar os olhos para mim outra vez terá que ouvir as conversas malucas da Srta. Markson por um dia inteiro. — Respondeu. Algumas pessoas riram e me controlei para não revirar os olhos novamente. — Agora ande logos seus bocós! Não temos o dia todo!

 Formamos uma fila para o seguir em direção a pista do circuito. O tempo não era um dos melhores naquela época do ano, já estávamos no final de novembro e logo, logo começaria a nevar. O vento gelado batia em nossos rostos e me trazia uma sensação de alívio. Brice caminhou do meu lado para me dar apoio mental para poder continuar com essa baboseira. Os cabelos de todas as meninas estavam presos em um rabo de cavalo, como estava escrito no livro de regras.

 — Depois você se acostuma com o jeito dele. — Comentou tentando quebrar o silêncio. Assenti bocejando. Eu não tinha conseguido dormir quase nada nessa noite. Dizem que os sonhos refletem o que sentimos, mas o que significaria tudo isso?

 Brice ficou calada pelo resto do percurso o que era bem estranho já que ela gostava de se comunicar com as pessoas. Chegando na pista o treinador não perdeu tempo para começar a mandar novamente.

 — Mesmo percurso da semana passada, agora vão seus molengas! — Gritou soprando o apito. Ele se virou pra mim é deu um sorriso sarcástico. — Espero que você saiba escalar, Singer.

 — Não foi tão ruim assim, poderia ter sido bem pior. — Disse Brice ao tentar me animar.

 — Claro. Tirando o fato que eu caí muitas vezes na lama e que não consegui escalar metade da parede. Sim, eu fui ótima! — Respondi irônica. Minha  roupa estava suja de lama. Imunda para falar a verdade.

 — Estas duas últimas aulas vão ser melhores. Te garanto. — Respondeu. Apenas concordei irritada.

 

 As aulas pelo período da manhã foram cansativas. Eu não conseguia fazer metade do que outros faziam e não havia dominado fácil. As aulas de tiro ao alvo era com o professor Kirkwood. Ele tentou de qualquer jeito me ensinar a pegar em uma arma fazer com que eu atirasse no alvo, no final ele acabou se irritando e desistindo. Nas aulas de arco e flecha eu não conseguia colocar uma flecha no arco. Professor Walden foi paciente comigo e no final consegui acertar uma flecha no alvo, com a ajuda de Brice que estava do meu lado.

 Evelyn e Angelina não era do mesmo grupo que nós e por coincidência, eu era do grupo da Brice. O líder do grupo 7 era Cohen, ele era o garoto que havia chegado primeiro e pegado o lugar de líder.

 Terminei de juntar meus cabelos em um rabo de cavalo no topo. Eu usava uma blusa cinza de mangas cumpridas que eu havia subido até os cotovelos, uma calça jeans e botas de cano curto.

 — Iremos nos atrasar America! — Exclamou Evelyn. Ajeitei os fios de cabelo e peguei a bolsa. Faltava poucos minutos para dar meio dia e a culpa poderia ser um pouco minha que me atrasei procurando um elástico de cabelo.

 Passamos correndo pelos corredores a fim de chegar na hora certa. O salão de jantar estava abarrotado de gente. Demos uma rápida despedida e segui rumo a mesa sete. Chegando lá só encontrei August na mesa. Trevor e Tarik estavam no café hoje de manhã, Will não aparecera desde hoje de manhã. Sentei em meu lugar de costume e comprimentei com um sorriso. Na mesma hora as portas se abriram e os professores entraram, no meio deles encontrei o treinador Banksy e como ele era detestável. Revirei os olhos. O almoço foi servido e era melhor do que o jantar e café da manhã que de fato era um mingau horrível. O almoço era uma refeição normal, poderia ser melhor se ela pelo menos tivesse gosto de comida de verdade.

 — Onde estão Trevor e Tarik? — Perguntei. August me olhou e parou de mastigar o seu bife.

 — Não os veremos mais. — Respondeu engolindo o que estava mastigando.

 — Como assim? — Perguntei confusa.

 — Eles os levaram. Esse é o preço por saber demais. — Respondeu cortando uma batata.

 — Quem são eles? E o que eles sabiam demais? — Perguntei mais confusa ainda.

 — Um dia você vai saber. — Disse. Ele voltou sua atenção para o prato e não me olhou mais.

 

 As próximas aulas eu teria com as meninas. O desarmo e preparo de bombas lecionado pelo professor Tarja que era indiano. A aula não correu como desejado já que eu explodi uma bomba caseira dentro da sala de aula e perdemos o resto do horário do lado de fora. Professor Tarja me olhava com ar de reprovação, completamente irritado. E por punição, eu deveria ajudar o treinador Banksy no final da aula.

 Na outra aula eu tomei o extremo cuidado de não fazer nada de errado. As armas que a qual nos entregavam eram cópias que não funcionavam. Falhei no desafio de identificar uma arma de fogo e montar uma.

 Eu andava com as meninas indo para a próxima sala.

 — Eu sou um desastre completo! — Comentei irritada. Evelyn soltou uma risadinha.

 — É normal nos primeiros dias. Depois você pega o jeito da coisa. — Respondeu tentando me animar. — O professor Markson é super paciente.

 Eu estava morrendo de sono e depois da aula tinha que ajudar o treinador. Mais horas para ouvir ele reclamando. Ótimo. Soltei um bocejo e me sentei em uma carteira com as mãos apoiadas no queixo. Outra aula para mostrar minha incompetência. O professor Markson entrou com uma caixa nas mãos. Repousou ela na mesa e foi para o centro.

 — Dando continuidade à aula anterior sobre como tratar de queimaduras e quais plantas medicinais que podemos encontrar para tratar delas. — O professor Markson pegou sua caixa e levou até a primeira mesa e mostrou para que pegasse o que estava na caixa. Uma pequena muda de babosa. Minha mãe usava para tratar de doenças. — O gel encontrado na babosa é muito bom para queimaduras térmicas. Pode ser usado para cortes já que ela é anti-inflamatória. — Ele parou na minha mesa e peguei minha muda. Coloquei ela em cima da mesa e comecei a brincar com ela. Depois que ele acabou de distribuir, voltou para a frente da sala. — Essa muda de babosa é suas, terão que cuidar delas para ficarem grandes o suficiente para que possamos fazer experimentos com elas. — Explicou.

 Deitei minha cabeça entre meus braços e espiei minha planta brincando com os dedos. Professor Markson explicava alguma coisa quando eu peguei no sono.

 Acordei com o sino tocando. Levantei a cabeça e as pessoas saiam pela sala. Minha planta continuava no lugar de onde eu havia deixado.

 — Você dormiu? — Perguntou Angelina incrédula.

 — Acho que sim. — Respondi coçando um olho.

 — Oh Meu Deus! — Exclamou levando as mãos a boca. As outras duas riram da colega que estava completamente surpresa com a minha resposta.

 — Acho melhor você se apressar antes que o treinador Banksy venha atrás de você. — Falou Brice tomando fôlego da crise de riso que tinha tido.

 Dei um gemido de frustração e escondi minha cabeça nos meus braços cruzados ouvindo as meninas rirem.



Notas Finais


Eu amo o Treinador Banksy! Ele é o melhor! Me digam o oq vcs acham e até semana que vem.😘😘


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