História A Nova Potter II - Capítulo 8


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Categorias Harry Potter
Personagens Abraxas Malfoy, Alvo Dumbledore, Blásio Zabini, Daphne Greengrass, Draco Malfoy, Fred Weasley, Jorge Weasley, Lucius Malfoy, Luna Lovegood, Personagens Originais, Remo Lupin, Severo Snape, Sirius Black
Exibições 96
Palavras 2.056
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Escolar, Ficção, Magia, Romance e Novela
Avisos: Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Spoilers
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 8 - Chapter VIII


Fanfic / Fanfiction A Nova Potter II - Capítulo 8 - Chapter VIII

 

Chapter VIII

 

❄ Diagon Alley ❄

 

De longe a casa dos Weasley era um dos lugares mais estranhos que ele já visitara, ao mesmo tempo em que era um dos mais incríveis.

A casa parecia ter sido no passado um grande chiqueiro de pedra, a que foram acrescentando cômodos aqui e ali até ela atingir vários andares e era tão torta que parecia ser sustentada unicamente por magia (O que Harry lembrou que era possível). Contudo o que Harry mais havia gostado era a maneira em como as coisas funcionavam no interior da casa, muitas com o auxilio de mágica. Pratos se lavavam sozinhos, facas picavam legumes para as refeições, vassouras e esfregões esfregavam o chão e o melhor, tudo sem ninguém precisar fazer nada. Isso seria bem útil quando tia Petúnia o colocasse para fazer as coisas em casa, pensou Harry assim que viu aquilo.

O moreno também conheceu mais dois integrantes daquela família, o senhor Weasley, o pai de Rony, e Gina, a irmãzinha caçula do ruivo.

O mais estranho de tudo não era o espelho que falava, nem as coisas que se arrumavam sozinhas e muito menos o fato de ter um vampiro morando no sótão. O que mais espantava o moreno era o fato de todos parecerem gostar dele.

Senhora Weasley gostava de fazê-lo repetir a comida, por no mínimo, umas três vezes por refeições e parecia se preocupar muito com o estado de suas coisas. O senhor Weasley gostava que Harry sentasse ao seu lado na hora do jantar, para bombardeá-lo com perguntas sobre os trouxas e suas invenções. Num certo dia ele lhe questionou qual a utilidade de um patinho de borracha!

Alice também costumava mandar cartas para ele com freqüência, porque sempre que ele mandava uma resposta por Edwiges a menina lhe mandava uma nova carta-bilhete, lhe contando banalidades e fazendo perguntas sobre como estava sendo na casa do amigo.

Na segunda semana na casa do amigo ele teve noticias de Hogwarts e de Hermione, essa ultima, como Alice dissera, usou metade da carta para lhe dar broncas por causa da imprudência deles.

Coisa chata, marquei com Pansy de ir ao Beco Diagonal no fim de semana. Tem chances de você poder ir comprar o material no mesmo dia? E avise aos gêmeos que eu amei o presente deles, o resultado foi incrível!

E lembre-se de responder rápido, só eu que posso demorar.

Alice sorriu para sua imagem refletida no espelho.

Ela amava os cabelos alaranjados, mas tinha que admitir que estava simplesmente encantada pelo tom que eles adquiriram com a poção que Fred e George haviam mandado de “presente”, mas ela sabia que eles só queriam que ela testasse a poção que eles criaram mesmo.

Seus cabelos estavam em um tom de branco acinzentado meio azulado em alguns pontos e também pareciam um pouco mais ondulados que o normal, mas Alice nem estava ligando. Seus cabelos estavam, como Pansy mesmo havia falado no dia que viu, fabulosos.

– Alice, Alice!

A menina rolou os olhos ao ouvir os berros desesperados de Pansy vindos do espelho.

– Fala, Pan.

– Já esta pronta? Eu to na duvida sobre qual roupa devo usar, como você vai?

– Serio isso? – questionou, rolando os olhos e pegando o espelho, mantendo-o levantado para conseguir ver a loira. Ela assentiu – Certo, eu vou de com um short jeans azul de cintura alta com alguns desenhos bonitinhos. Sabe aquela blusa preta que mostra um pedaço da barriga? – ela assentiu de novo – Então eu vou com ela e por cima um cardigan fino, azul com alguns detalhes mais claros. E de tênis.

Pansy pareceu se levantar e começou a mexer em alguma coisa, Alice só viu varias peças de roupas voando por cima do espelho que estava com Pansy.

Já sei! – gritou, voltando a aparecer para Alice. – Eu vou com uma blusa de manga curta preta, que tem uma menininha e alguns detalhes azuis. Uma camisa xadrez em tons de cinza e branco, com um short jeans. Hm... E de bota!

A mais nova riu rolando os olhos. O presente de Pansy era maravilhoso, era como ter a amiga sempre com ela, mesmo que elas estivessem muito longe uma da outra.

– Ainda vamos de nos encontrar as dez na sorveteria?

– Claro que sim. E acho bom a senhorita chegar na hora.

– Eu já estou quase pronta, só falta calçar os pés. A senhorita aí é que ainda esta de toalha.

Pansy rolou os olhos.

– Vou me arrumar, beijo.

– Beijo.

Ela largou o espelho na cômoda, sentindo Snow se enroscar em suas pernas e sorriu para o felino, se abaixando para pegá-lo.

– Seu nome perdeu a graça, amorzinho. – comentou sentando na cama, colocando ele ali – Quem mandou você inventar de ir lamber o pote da poção, hein?

O gatinho miou, rolando na cama e parando perto dos travesseiros, com as patinhas pra cima.

– E você ainda acha isso divertido, Snow? – riu, calçando o tênis. – Você continua fofinho, claro. Mas me diz qual a graça do teu nome quando você me vira uma bolinha de pelos brancos?

Ele miou em resposta, balançando as patinhas no ar, fazendo a menina soltar uma risadinha antes de voltar a pegá-lo no colo.

- Eu acho bom que você não vá se meter com o cachorro daqueles dois projetos de satanás, ouviu bem? – perguntou com os olhos estreitos na direção do bichano – Não quero você contaminado por aquele pulguento.

Remus, que tomava café lendo uma edição do Profeta Diário, riu quando a menina entrou na cozinha com o animal nos braços e brigando com ele.

– Bom dia, padrinho. – saudou, deixando um beijo na bochecha dele antes de ir pegar a bacia do gatinho e encher de leite morno.

– Dia, filhote. Eu já te disse para não chamar os meninos desse jeito, lembra? E o cachorro deles não tem pulgas.

– Pulguento é um ótimo apelido para cachorros no geral. – sorriu, enchendo uma tigela com cereal e depois colocando leite, antes de ir sentar de frente ao padrinho. – E aqueles dois são projetos de satanás mesmo, eu nem estou mentindo. A sorte deles é que eu não posso fazer magia fora da escola.

– Falando nisso, como está Harry?

– Bem, ele parece esta se divertindo muito na casa dos Weasley. – deu de ombros, sorrindo. – Perguntei pra ele se poderia ir hoje ao Beco, mas ele não respondeu. Ele sempre demora séculos pra mim responder, não sei qual a necessidade disso!

Remus sorriu nostálgico. A cada dia que passava na companhia da menina ele conseguia achá-la ainda mais parecida com os pais, ao mesmo tempo que não tinha nada haver com eles.

– Eu sei que ele deve ta com saudades daquele cabeça de fósforo idiota, mas ele deveria me responder. – continuou, rolando os olhos parecendo realmente chateada. – Eu sempre respondo as corujas dele rápido, antes até das dos outros.

– Isso se chama ciúmes.

– E eu lá vou ter ciúmes daquele leão estúpido que não me responde? – retrucou – Eu tenho amor próprio, padrinho.

O homem voltou a sorrir levando sua xícara de café a boca, continuando a conversa tranqüila e banal com a menina por longos minutos, até dar a hora dele ir para o trabalho e deixá-la no Beco, para encontrar com os amigos.

Harry definitivamente não era fã de Pó de Flu. Muito menos de se perder por causa do mesmo e ter que encontrar Draco Malfoy e seu nada adorável pai no processo.

Ele realmente esperava que quando encontrasse Alice – isso se a encontrasse, por que o Beco estava lotado aquele dia – ela não tivesse com nenhum dos dois Malfoy.

Quando passou na sorveteria com Rony e Hermione achou ter visto um rosto bem parecido com o da irmã, mas, bem, Alice era ruiva e não tinha aquele cabelo loiro estranho.

Encontraram alguns rostos familiares de Hogwarts enquanto compravam algumas coisas que precisariam durante o ano, como penas, tintas e pergaminhos. Na hora marcada, foi com os dois amigos para a Floreio e Borrões, encontrar com os outros dois amigos, na esperança de talvez encontrar a irmã no local.

A livraria estava abarrotada de gente. Varias pessoas se acotovelavam na porta, tentando entrar. A razão disso, presumiu Harry, era uma grande e chamativa faixa estendida no primeiro andar falando que Gilderoy Lockhart autografaria sua autobiografia.

Rony e Harry acharam aquilo uma coisa banal, mas Hermione pareceu imensamente feliz com a noticia.

Quando, finalmente, depois de algumas cotoveladas e pisões conseguiram entrar na loja viu que mais filas se estendiam no fim da loja, onde o tal autor estava para autografar. Eles apanharam um exemplar do livro de feitiços e se enfiaram no inicio da fila, onde a senhora Weasley os aguardava.

Ficou surpreso ao ver Fred e George lá, conversando animadamente com a menina loira que tinha visto mais cedo e com Pansy Parkinson.

.

– Eu ainda não acredito que você usou no seu cabelo! – Fred exclamou baixo, animado, esticando a mão para alcançar os cabelos de Alice.

– Seja lá o que for esse troço, é maravilhoso. – a menina retrucou no mesmo tom – Eu achava que, sei lá, meu cabelo podia cair todo ou ressecar.

– Na verdade eu que achei isso, ruiva. – Pansy rolou os olhos – Se dependesse só dela ela teria metido isso no cabelo logo de cara.

– É, é. Talvez Pansy que tenha me feito testar em uma madeixa antes. – admitiu, dando de ombros, sem perder o tom animado – E eu testei, o resultado foi instantâneo, mas esperei até amanhecer, só por garantia. Como não aconteceu nada, e a cor era incrível, então decidi lavar meu cabelo com a poção toda logo.

Os gêmeos estavam sorrindo de orelha a orelha quando puxaram Alice para um abraço esmagador, fazendo ela brigar por ar e esperniar, fazendo eles a soltarem, mas não antes de encherem o rosto dela de beijos.

– Eca, vocês dois. – disse fazendo careta, passando as mãos no rosto – E também funciona em animais, ou pelo menos funcionou no meu gato. Ele continua lindo, mas esta todo branquelo. O nome dele perdeu a graça!

– Ai meu deus! – exclamaram os gêmeos juntos, se possível, sorrindo mais ainda. – Você é incrível, menina!

A menina sorriu, levantando a mão para fazer um high five com os gêmeos e depois com Pansy.

– Já encontrou com Harry? – questionou Fred, do nada.

– Não, eu procurei ele, mas não o vi. – deu de ombros – Draco disse que achou que viu alguém parecido com ele na Travessa do Tranco, mas eu não entendi direito o que é isso.

– Harry também falou disso – lembrou George, apontando com cabeça para trás da menina.

Ela sorriu ao se virar, encontrando Harry olhando curiosamente para eles, junto de Rony e Hermione.

– Ele não me reconheceu. – disse rindo divertida – Vamos falar com ele, Pan?

A loira negou.

– Eu vou procurar Draco e Daniel, não passo mais tempo que o necessário perto do Weasley. – e lembrou dos gêmeos, sorrindo pra eles. – Nada contra os Weasley no geral, mas seu irmão é insuportável. Vou lhe esperar no primeiro andar, Ali.

– Certo. – concordou, antes de ir na direção de Harry. – Que feio, Haz, não reconheceu a própria irmã!

Hermione deu uma risadinha baixa, para não chamar atenção, enquanto Harry e Ronald olhavam chocados pra ela.

– O que houve com seus cabelos?!

– Não ficou incrível? – questionou animada, balançando a cabeça fazendo os fios se moverem. – O presente de Fred e George que lhe falei, lembra? Aqueles dois são fantásticos, simplesmente isso. Eles inventaram uma poção maluca aí e eu testei, não é maravilhosa?

– Você poderia ter ficado careca! – Hermione exclamou, com os olhos arregalados.

– Pansy me disse a mesma coisa – riu a menina –, eu testei antes, Mi. Não houve nenhum efeito colateral. Então Harry, não estou mais maravilhosa que antes?

– Nenhum pouco convencida. – Ronald resmungou, recebendo um olhar afiado da ruivinha.

Mas antes que ela pudesse soltar um comentário acido sobre isso, um homenzinho que dançava ali tirando fotos rosnou pra ela a empurrando.

– Saia do meio. Eu trabalho para o Profeta Diário.

– Grande coisa. – retrucou, devolvendo o pisão que ele tinha dando em seu pé, só que com mais força. – Pode ir à merda você e o seu jornal.

Ao que parece o tal de Gilderoy, o autor que Pansy havia falado desde quando as meninas se encontrara, ouviu e olhou para ela, mas logo focou o olhar em Harry. Ele deu um salto e gritou:

– Harry Potter!

Continua


Notas Finais


Vamos lá...

Podem xingar, eu mereço mesmo.
Mas eu não abandonei a fic e nem nada disso, certo? Eu só estou focada em uma coisa importante agora e toda vez que venho pro PC vou fazer só aquilo :( Mas prometo tentar mudar isso, postando pelo menos uma vez por semana. Nem que pra isso eu precise desligar o roteador.

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Alguem aqui já ouviu o Glory Days? Eu to apaixonada demais por ele! E outra coisa, alguem tem as musicas dele no celular e pode mandar pra mim? Eu apaguei todas as musicas do meu cartão sem querer ontem a tarde e não consigo achar lugar nenhum pra baixar.

Falando em GirlBand, vocês preferem LM ou 5H? Eu amo as quintas, mas prefiro as musicas de Little Mix.
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Tá, parei de falar coisas aleatorias.
Esse cap ficou grande demais e eu nem tinha terminado de escrever ainda, então decidi dividir em duas partes porque fica melhor pra mim e para vocês.

E como sei que todo mundo ama um certo loiro chato, ele vai aparecer no proximo. Podem esperar ♥

Xoxo, guys!


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