História A Nova Sonserina - Capítulo 24


Escrita por: ~

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Categorias Harry Potter, Supernatural, The Originals, The Vampire Diaries
Visualizações 54
Palavras 964
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Fantasia, Ficção Científica, Luta, Magia, Romance e Novela, Saga, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 24 - Taça


      Alex Granger Black


 Acordo sentindo alguns raios de sol batendo em meu rosto me forçando a abrir os olhos, foco minha atenção nos pequenos detalhes do cômodo e pulo da cama ao perceber que aquele não era meu quarto na masmorra do salão comunal da sonserina mas aos poucos as lembranças da noite anterior retornam  e percebo que estou na casa de Sirius Black.

 Me levanto e vou em direção ao enorme banheiro que ficava logo ao lado, tomo um banho demorado e saio enrolada em uma toalha rumo ao closet. Visto uma calça jeans preta, blusa verde com o brasão da sonserina, bota de cano alto preta mas sem salto e finalmente desço as escadas para tomar café da manhã. 

 Confesso que foi meio constrangedor passar pelo corredor onde ficavam os enormes e extremamente velhos quadros com retratos de todos os bruxos da família Black.  Praticamente todos diziam estarem felizes por ter alguém para honrar o sangue puro que corre em nossas veias, pura idiotice na minha opinião. 


- Bom dia - digo depositando um beijo demorado na bochecha de Sirius.


- Bom dia princesa - ri ao ver sua careta ao notar o brasão em minha blusa - Tinha mesmo que usar justo essa blusa? - perguntou franzindo o cenho mas em seu rosto permanecia um sorriso sincero e divertido.


- Mas é claro que sim - faço um coque simples no cabelo - Não tenho culpa se leões tem medo de serpentes - provoco um pouquinho e nesse momento nem me lembrava de Draco e muito menos de Severo.


- Mas isso é um absurdo - disse como se tivesse acabado de ouvir o maior absurdo de toda sua vida - Nos grifinorios somos corajosos além de ser a melhor casa de toda Hogwards - aquele maldito sorriso debochado e intimidador se alargou ainda mais.


- Quero ver você dizer isso quando sua doce e amada casa perder a taça de campeão para a casa das serpentes - peguei um pouco de suco de abóbora - Nem mesmo Harry Potter vai ser capaz de impedir que a sonserina levante a taça esse ano - nesse momento nos encaravamos sorrindo como pai e filha e esse pensamento de certa forma aqueceu meu coração. 


- Eu aposto que você está errada - nesse momento foi impossível conter uma risada.


- Ótimo - ainda lutava para conter o riso - Se eu perder faço o que você quiser e se você perder faz o que eu quiser. Feito? - estendi a mão e durante alguns segundos vi hesitação em seu olhar e um sorriso largo surgiu em meu rosto mas ao notar isso rapidamente pegou minha mão.


- Feito - agora é rezar a Merlim e Salazar para nos ajudar a ganhar essa maldita taça. 



     Quebra de Tempo



 Já era noite e durante o dia todo choveu de forma intensa o que nos impossibilitou de fazer qualquer coisa. Estávamos jogados no sofá nos encarando com expressões claras de tédio. Resolvi subir para o quarto e pegar minha varinha e tentar alguns feitiços para tentar passar tempo. 


- Onde vai? - meu pai pergunta ainda jogado no sofá.


- Pegar minha varinha - respondi voltando a subir a escada. Cheguei ao quarto e vi minha companheira de todas as horas em cima da cama.


 Desci as escadas correndo e novamente me joguei no sofá assim como meu pai. Fechei meus olhos tentando pensar em algum feitiço que não cause muita destruição.  Quando a guerra se aproximou me especializei em feitiços avançados tanto de defesa como de ataque e foi isso que manteve não só a mim como também o trio de ouro vivos. Me lembrei do momento em que descobri que era bruxa e resolvi deixar minha varinha de lado.


- O que vai fazer? - Sirius perguntou se ajeitando no sofá e me encarando com curiosidade.


- Espere e verá - respondi ainda rindo de sua curiosidade. 


 Esfreguei as mãos uma na outra e fechei meus olhos. Senti a magia fluindo por todo meu corpo e as lembranças felizes de quando era criança retornaram com um flash. Um sentimento de felicidade,  alegria,  alívio tomaram conta do ambiente. Um arrepio percorreu meu corpo e quando abri meus olhos um casal de bailarinos feito de fogo dançava pela sala de estar.


- Isso é lindo - meu pai me encarava sorrindo e parecia orgulhoso.


- Quando tinha três anos eu era apaixonada por balét e no dia do meu aniversário meus avós me levaram para ver um espetáculo.  Fiquei tão encantada com tudo aquilo que quando voltamos para casa, mas na hora de dormir acabei fazendo isso. Minha vó ligou para os Granger e durante meia hora fiquei ouvindo atrás da porta enquanto eles ficavam dizendo que eu era uma aberração,  cria do demônio e esse tipo de coisa - uma lágrima triste rolou por meu rosto.


- Sinto muito por isso. Eu sei que você deve me odiar por ter te abandonado mas saiba que todo aquele tempo que fiquei em azkaban você foi o único motivo que manteve minha consciência lúcida e capaz de raciocinar.  E peço perdão por não estar ao seu lado em momentos como esse - era claro a tristeza em sua voz.


- Não te odeio, na verdade admiro sua coragem. Você só queria minha segurança e eu nunca poderia te odiar pai. E quanto aos meus avós não se preocupe - um sorriso debochado surgiu em meu rosto - Fiquei tão brava naquele dia que acabei deixando a vovó careca, ela ficou tão desesperada que saiu correndo pela rua - gargalhamos juntos. 


 O restante do noite ficamos assim, relembrando histórias e rindo. E nesse momento percebi que não preciso me preocupar com nada porque Sirius é tudo que eu preciso, e vou fazer de tudo para que meu pai seja feliz novamente. 



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