História A nova substituta (emison) - Capítulo 5


Escrita por: ~

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Categorias Pretty Little Liars
Personagens Alison DiLaurentis, Aria Montgomery, Caleb Rivers, Emily Fields, Hanna Marin, Jason Dilaurentis, Jenna Marshall, Maya St. Germain, Mona Vardewaal, Noel Kahn, Paige McCullers, Pam Fields, Samara Cook, Spencer Hastings, Toby Cavanaugh, Wayne Fields
Tags Alison Dilaurentis, Emily Fields, Emison, Hanilly, Hanna Marin, Pll, Sashay, Spoby
Exibições 212
Palavras 1.822
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Eu sei que estou indo rápido de mais mais para tudo tem seus motivos... Como eu disse essa fic terá mais ou menos 100cap ou seja, tem mt coisa para acontecer aínda haha

Capítulo 5 - Meu óculos Ray- ban


- Esta louca? – Alison parecia ter voltando a si e me empurrou. Cai de bunda no chão.

- Ai!!! Isso doeu, sabia?! – levantei passando a mão na bunda.

- Por que fez isso, hein?!! – ela estava furiosa. – Eu sou a sua professora...

- Ora, eu... Você correspondeu... Professora só na faculdade... E não vem com essa, já beijou outra mulher antes não sei por que tanta... – parei, só aí me dei conta da bobagem que havia dito.

 

- Que história é essa?!!– vi o rosto daquela mulher se transformar. Deu medo. – Quem disse uma bobagem dessas?

 

Merda, merda, merda...

- Fiquei sabendo por ai... – resposta vaga.

- Eu sou noiva, gosto de homens e nunca havia beijado nem uma mulher até você me agarrar e...

- Por que esta negando? – a interrompi. – Bem que você estava gostando de ser agarrada. Não cometeu nem um crime Alison. Relaxa

- Relaxa? Relaxa? – ela perguntava incrédula. – Quem falou um absurdo desses? Anda, diz logo. – a mulher estava uma fera.

 

- Um carinha na faculdade. – ela sentou no sofá, passou a mão nos cabelos.

 

- Na faculdade? O que ele disse, Emily? – ela perguntava de cabeça baixa, doeu vê-la assim.

 

- Bom, que você quando era estudante havia tido um caso com sua professora... Esqueci o nome. – me ajoelhei na sua frente, segurei suas mãos. – Ei, pra que se importar? Não deveria se abalar por tão pouco.

 

- Pouco? – ela soltou minhas mãos e levantou. – Já imaginou o escândalo se isso se espalha por toda a universidade? O que aconteceu, ficou no passado... Eu era apenas uma adolescente confusa. – ela andava de um lado para o outro.

 

- Então é verdade? – uma esperança surgiu.

 

- Não! - gaguejou - Sim, mas não é mais a minha realidade. Eu amo meu noivo e deixei isso no passado, tenho minha vida bem resolvida e não deixarei você estragar isso, me ouviu? Quero deixar isso bem claro.. – acho que minha esperança foi pro Havaí. Ouvir aquilo doeu. – Não teremos mais contato a partir de hoje, apenas na faculdade.

 

- Quer saber? você bem que gostou ‘’disso’’ que aconteceu aqui e quer enganar a si própria, o problema é seu. – fiquei puta da vida, peguei minha carteira que estava em uma mesinha atrás do sofá e fui em direção à porta.

 

- Onde vai? Vou te levar, afinal eu te convidei...

- Não precisa. – a interrompi. – Eu pego um taxi. – abri a porta. – Não se preocupe, professora Alison não irei dizer a ninguém o que aconteceu, não irei estragar sua vida ‘’ bem resolvida’’. – fechei a porta.

 

“Que ridículo, ela enfia a língua na minha boca e vem dar uma de hetero... Que droga!”. Sai do prédio debaixo daquela chuva que em segundos me deixou totalmente molhada, a minha sorte era de ter uma carteira de couro, se não minhas coisas estariam encharcadas. Olhei em volta e nada de taxi, andei umas duas quadras e finalmente um taxi apareceu.

- Senhor? Estou muito molhada. – falei da janela do carona.

- Entre moça, não tem problema. – abri a porta do carona e entrei.

- Obrigada... O senhor é gentil.

- Que isso moça. Para onde?

- Condomínio green-ville. Por favor.

As ruas estavam cheias, a chuva não dava trégua... Minha cabeça doía a cada vez que as lembranças de agora há pouco jorravam...Segurei ao máximo o choro... Alison não merecia nem uma lagrima minha...  Entramos no condomínio, pedi o senhorzinho que parasse em frente a minha casa.

 

- Aqui senhor e muito obrigada.

- De nada moça.

 

Entrei sem fazer barulho, na certa haveriam muitas perguntas e naquele momento eu só queria tomar banho e deitar em minha cama... E foi o que fiz... Entrei no meu banheiro já nua, vestido, carteira e os sapatos ficaram espalhados pelo quarto... Debaixo do chuveiro não segurei e deixei a água quente leva minhas lagrimas junto... “Afinal, por que o choro? Eu não sabia, simplesmente eu não sabia. Paixão? Assim, tão rápido? Não podia ser, mas por que sentia meu coração rasgado? Estou mesmo apaixonada? Eu não quero estar apaixonada... Não por essa mulher... O que faço? Não, apaixonada não.”

 

Depois de quase uma hora, sai debaixo do chuveiro... Parecia mais um zumbi. Olhei-me no grande espelho que havia no banheiro... Meus olhos inchados e vermelhos.

 

‘’Ótimo’’. Pensei.

 

Peguei o roupão e cobri meu corpo nu, sentei na beirada da cama.

 

- ATIIIIIIIIIIM!! Que beleza, resfriada!

 

Busquei minha carteira pelo quarto... Tirei meu celular e não estava molhado.

‘’ Ainda bem’’. Pensei.

Olhei e vi várias chamadas, mensagens... Desbloqueio a tela e haviam três chamadas da Hanna, duas de Alison e mais algumas de outros números... Olhei as mensagens e a última era da Alison, abrir: “Me avise quando chegar na sua casa, não me sentiria bem se lhe acontecesse algo”. Decidi não responder, eu estava extremamente magoada e se respondesse, na certa iria acabar xingando ela.


Deitei na minha cama e decidi ouvir música, acabou uma agitada e logo deu espaço para outra que naquele momento foi bem ruim... Luan Santana um cantor brasileiro para dor de cotovelo

 

“ Te falo tanta coisa enquanto tento segurar a lágrima que insiste em cair

Entro no meu carro

 abro o vidro e antes de ir embora eu te digo:

” olha aqui, ainda vou te esquecer...  escreve aí”.

Chego em casa, e dou de cara com sua foto

Uma ducha e um vinho pra acalmar

E eu penso” vou partir pra outra logo”

 Mas quem é que eu tô tentando enganar?

Mas quem é que tô tentando enganar?

É você fazer assim

Que eu volto

É só você fazer assim

Que eu volto

Que eu volto

É que eu te amo

E falo na sua cara

Se tirar você de mim

Não sobra nada

O teu sorriso me desmonta inteiro

Até um simples estalar de dedo 

Talvez você tenha deixado eu ir

Pra ter o gosto de me ver aqu

Fraco demais para continuar

Juntando forças pra pode falar

Eu volto é só você sorrir

Que eu volto

É só fazer assim

Que eu volto

Que eu volto

 

Adormeci ouvindo aquela música, quando dei por mim já se passavam das três da madrugada, tirei os fones e empurrei o celular para baixo do travesseiro, ainda ouvir a chuva lá fora antes de apagar novamente.

 

‘’Acorda gostosa, acorda delicia, acorda meu bebe.... Acooooooooooooooorda Emily’’

 

 - Acordei, mas que merda...

 

”Como ela sempre trocava o bendito alarme?”

 

Sai procurando o celular e não encontrei, só aí lembre que havia deixado debaixo do travesseiro... Mas que coisinha mais escandalosa... Credo! Desliguei aquilo e fui direto pro banheiro tomar banho e escovar os dentes. Fique olhando no espelho, os meus olhos que continuavam inchados, iria de óculos para a faculdade... Lembrei de Alison e senti meu coração apertar. Balancei a cabeça de um lado para o outro.

 

Me enxuguei e joguei a toalha no chão, entrei no closet e peguei uma calça jeans preta, rasgadas em alguns lugares ao logo das pernas... Uma blusa de alças finas, e nos uma sapatilha, parecia um tênis... Depois de me vestir, fui até uma gaveta aonde deixava meus óculos e escolhi um ray ban, modelo aviado, de lentes azuis. Desci para tomar café...

 

- Bom dia família. – sai distribuindo beijos, inclusive na Lili e na Marcinha, que ajudava a Lili na cozinha... Recebi beijos de volta.

 

 Minha família era tudo para mim, sei o quanto meus pais deram duro para ser o que são hoje, mas sem deixar a família de lado... E o momento das refeições eram sempre especiais... Deixei a bolsa em uma cadeira e sentei. Marcinha me serviu, eu não gostava... Sempre preferi  pegar a minha própria comida, mas aquelas duas me mimavam muito.

 

- Tira esses óculos menina. – brigou Lili.

 

- Como foi ontem minha filha? Se divertiu? – meu pai sempre curioso. Tirei aos poucos os óculos.

 

- Por que esta de olhos vermelhos e inchados? Andou chorando? O que aconteceu? – mamãe chegou mais perto, segurando meu rosto em suas mãos.

 

- Prometo que mais tarde te explico mãe. – ela me analisou por alguns segundos.

 

- Espero mesmo e nem pense que não vou cobrar. – ela voltou pro seu lugar.

 

Tomamos café e seguimos cada um para o seu destino. Cheguei na faculdade e no estacionamento encontrei Hanna.

 

- Obrigada por ter me respondido. – ela dizia visivelmente chateada.

 

- Desculpa, ontem eu não estava legal. – disse lhe dando um sorriso tristonho.

 

- O que aconteceu meu anjo? – ela passou o dorso da mão em meu rosto.

 

- Vamos para a nossa árvore e lá te conto. – falei já puxando sua mão para me acompanhar.

 

Ao chegarmos Han sentou e eu deitei em colo, narrei tudo o que havia acontecido, minha amiga ouvia tudo em silencio fazendo carinho em meus cabelos.

 

- E foi isso... – deixei algumas lagrimas escaparem.

 

- Mas que cachorra, essa, essa... Vaca. – ela dizia com raiva.

 

- A culpa foi minha, como pude achar que a senhorita “ HETERO” seria algo minha. - Hanna limpava as minhas lagrimas teimosas.

 

- Não fica assim meu anjo, você se precipitou demais Emily, rápido demais... – ela beijou minha testa. – Você logo esquece essa doida, sei que sim.

 

- Eu não sei o que deu em mim, Espero que não demore...

Conversamos mais um pouco, depois fomos para a sala. Hoje teria aula da Alison e eu não sabia ao certo se queria vê-la, entramos na sala e passamos direto pro fundão. Dois minutos depois Alison entrou na sala esbanjando bom humor, seu olhar veio de encontro ao meu, senti meu coração bater tão forte que doeu o peito e logo em seguida ela desviou dando inicio a aula.

 

“Coração idiota, o que pensa que estar fazendo? “

 

Eu não prestei atenção na aula, senti meus olhos arderem e comecei a espirrar, tentei sufocar e não consegui, minha cabeça começou a doer, era sempre assim... A gripe nunca vinha só, sempre acompanhada de dor de cabeça.

 

- Não estou me sentindo bem, Han...

 

- Dor de cabeça?

 

- Sim, você sabe que piora, então vou pra casa. – levantei

 

- Vou com você. – ela pegou minha bolsa e a dela.

 

- Onde pensam que vão? – Alison perguntou autoritária.

 

- A Emily, não esta bem professora, Alison. – Hanna respondeu por nós. – Vou leva-la pra casa.

 

- O que você tem, Emily? – Alison se aproximou e pós a mão no meu rosto, mas logo em seguida retirou dando se conta de sua aproximação. Ontem ela me esculacha e hoje vem cheia de preocupação? Sua preocupação logo deu lugar a uma expressão mais seria.

 

- Estou muito gripada e com dor de cabeça. – falei a olhando, mas ela não via meus olhos... Eu ainda estava de óculos por causa do inchaço e vermelhidão.

 

- Sendo assim, podem ir. Espero que melhore, Emily. – senti sinceridade em suas palavras, mas ela continuava seria.

 

- Obrigada, Alison. Vamos, Hanna? – não quis prolongar aquela conversa.

Saímos da sala e pude sentir os olhos de Alison sobre mim... Ou era o que eu queria que estivesse ocorrendo?  Hanna não estava de carro, segundo ela estava na oficina. Dei as chaves para ela, eu não queria dirigir pois sentia que minha cabeça iria explodir...

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


Notas Finais


estou imensamente feliz com a participação de vocês... suas lindas... este cap e para vocês... voltarei a postar amanhã ou na sexta... porém irei responder a cada comentário... muitíssimo obrigada❤😍...


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