História A Nova Távola Redonda - Capítulo 1


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Categorias Originais
Tags Ação, Original
Visualizações 3
Palavras 1.915
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Ficção, Magia, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 1 - O Porqueiro


Fanfic / Fanfiction A Nova Távola Redonda - Capítulo 1 - O Porqueiro


Capítulo I - O Porqueiro.

 Província de Redwood, Antiga Gália, 870 D.C.
 Na mesma província em questão se encontra o estabelecimento Porco Talhado, famoso em toda região por saciar a fome de dezenas de soldados gauleses, que por matar milhares de vidas inocentes em nome do Rei da Espada Branca, abrem um apetite insaciável, e por se localizarem perto de Redwood, seu local de abastecer não podia ser outro lugar.
 
Já era tarde quando 3 soldados gauleses se aproximavam no estabelecimento, festejando pela batalha ganha.  
 -Pelos deuses, você deveria ter visto como decapitei aquela mulher britânica rápido!
 -Tsc, isso não se compara a flechada no joelho que acertei metros de distância.
 -É uma pena que um maldito Grifo tenha matado nosso mago, ele tinha tanto a oferecer em nome de nosso reino.
 -Eu sempre digo, guerra não é lugar para essas aberrações.
 -Britânia sempre tem as melhores mulheres, hehehe.
 
O dono do estabelecimento se aprontou rapidamente para atender os soldados, abriu a porta e com toda simpatia atendeu os mesmos.
 -B-boa tarde, q-querido Soldados Brancos, Glória Império!
 -Glória, idiota. Empurrando o atendente, entra o primeiro soldado.
 -P-por favor, n-não quebrem nada hoje, prometo atender-los com todo a dedicação.
 -Calado, minha espada ainda clama por sangue, ainda mais tratando-se de um britânico! Quebrando alguns pratos que se encontravam na mesa.
 -Os melhores porcos assados, rápido!
 Joe era o dono daquele lugar, era um jovem, com 25 anos, cabelo curto e castanho,pele um pouco queimado por causa do seu trabalho, herdou aquele lugar de seus pais, que por vontade do pai, continuou a atender os bárbaros e Soldados Brancos (Gauleses).
 Joe foi até os fundos de sua loja, onde se encontrava, porqueiro, um nome ridículo que Joel deu a um sujeito estranho que apareceu em sua porta a alguns meses, o homem misterioso usava um capuz e pediu trabalho, mesmo que recebe-se pouco, e então nunca mais falou uma palavra sequer. Joe então pediu para que o homem misterioso matasse 3 porcos, em meio a berros dos soldados; Mas o homem não moveu um músculo sequer, ele simplesmente ficou ali, sentado em meio aos porcos, olhando uma estranha pedra que segurava como se sua vida depende-se disso. Depois de repetir o pedido algumas vezes, Joe ficou sem paciência.
 -P-porqueiro, preciso que você se levante imediatamente, o-ou será jogado para fora daqui!
 Sem resposta por alguns breves segundos.
 
O estranho então se levantou, ainda com o capuz na cabeça, ele apenas olhou firmemente para a pedra, 
enquanto Joe estava sem entender nada. Quando Joe percebeu que se demorasse mais um pouco, sua vida seria tirada do Soldados Brancos, mas antes mesmo que ele esboça-se qualquer palavra, ele foi interrompido em seus pensamentos quando de repente a pedra que estava na mão do estranho começa brilhar um brilho esverdeado fortemente, esboçando um forte sorriso do Porqueiro.
 -Finalmente, minha querida, podemos... Disse o Porqueiro, expressando um ar de felicidade.
 -E-eu não consigo entender, o qu...
 -Não se preocupe meu amigo, você cuidou de mim, agora é hora da retribuição.
 Dizendo isso, o estranho passou pelo Joe, fazendo com que o dono do estabelecimento percebesse que o Porqueiro levava uma espada embainhada nas costas, a espada era um pouco curta comparada com as demais, porém ela chamava atenção do Joe, pois ele percebeu que o cabo da espada, tinha as mesmas marcas da pedra misteriosa que estava a brilhar.
 
Quando chegou ao centro do estabelecimento, o estranho se deparou com os soldados.
 -Oh sujão, já estamos aqui a algum tempo, cadê o "Idiotajoe" com a porra da nossa comida?!
 -Cuide das palavras, meu senhor.
 -Haha, o que porra você disse?! sabe quem nós somos seu sujão?! Retrucou o segundo soldado.
 Quando de repente surge Joe, interrompendo a a discussão.
 -S-senhores, por favor não discutam, e-esse lugar é um lugar de paz.
 -Cala a boca seu merdinha, esse sujeito está nós desrespeitando!
 -Senhores, o único que está sendo desrespeitado aqui, esse sujeito, meus senhores, sou eu. Irritando os soldados de vez, fazendo com que eles levantasse da mesa.
 -Não gostei de você, não gostei do seu jeito de falar, fala com se fosse um engomadinho, mas a aparência é pior do que qualquer plebeu. Disse o soldado,e continuou:
 -Sabe quem eu sou, oh seu merda? eu sou o General Barosa, e você está me desrespeitando,e me desrespeitar, é desrespeitar o Reino Branco.
 -Olha meu senhor, e-ele está segurando na mão... É uma Runa!
 -O-oque? esse é um Artefato Mágico! Apenas a realeza e magos pode possuir um! isto é um crime, seu merda! você está preso em nome do Rei da Espada Branca!
 -Ora, ora... parece que encontramos um problema aqui, tudo bem, eu me rendo, aliás, eu não quero enfrentar um general branco, não é mesmo?
 -Hahahaha, isso mesmo! coloque as mãos para o alto!
 Porém o porqueiro saca suavemente a espada na qual ele carregava, mirando-a para os soldados. 
 -Largue isso, imediatamente!
 -Calma meus senhores, calma, estou apenas depositando ela no chão, porque seria muito perigoso um prisioneiro almejar uma espada, não acha?
 Dizendo isso, o porqueiro solta a espada no ar, e com tudo em câmera lenta, enquanto a espada caia no chão, ele apenas cantava, "Será você, mas o ogro bateu, será você, mas o dragão comeu", em sua mente. Então antes da espada cair ele a equilibra com o pé, jogando-a para cima e a segurando, ele então rapidamente com a espada em mãos gira rapidamente em direção dos soldados, o general dá um pulo para trás, enquanto os dois soldados partem para cima do porqueiro, mas ainda no giro, ele corta a barriga do primeiro soldado, e depois dando uma cotovelada no mesmo, o arremessando longe, o segundo então faz um corte horizontal com a espada, mas o porqueiro vira a espada para trás com a mão e se defende, o impacto é tão forte que faz com que o soldado deixa a espada cair no chão, dando um brecha para o porqueiro, no qual corta seu pescoço sem hesitação.
 
O General vendo aquela cena, no qual aconteceu com muita rapidez, entra em um estado de pavor, imediatamente, e fala:
 -P-por favor, não me mate, eu imploro, eu lhe dou a sua liberdade! Disse o general entre choros.
 -Oras, você não era o General Barosa, lute por sua vida então.
 -N-não, e-eu menti, eu não passo de um homem inútil, meu nome é Cahill Larsson, pelos deuses, eu tenho família!
 -Realmente, você é um grande mentiroso.
 -N-não, eu juro, poupe-me!
 O Porqueiro então corre em direção ao soldado, e corta seu pescoço com uma tremenda força, o decapitando.
 -Poupar-lhe como fez com a mulher britânica.
 O Porqueiro então guarda sua espada, na qual surpreendentemente, não estava manchada sangue, pela velocidade dos cortes feitos. Joe estava perplexo com toda aquela cena, quando finalmente conseguiu abrir a boca, disse:
 -O-oque v-você fez?
 -Fiz o que você me pediu amigo, matei os três porcos. Respondeu o porqueiro.
 Ele se aproximou de Joe, e finalmente tirou o capuz, revelando sua real identidade; Fazendo com que Joe se ajoelhasse imediatamente:
 -OH MEU DEUS, R-R-R-REI ARTHUR! Gritou espantado.
 Arthur era um homem mediano, cabelo liso e loiros, uma barba por fazer. 
-Levantasse, Joe, não sou mais rei, a muito tempo.
 -E-eu não acredito, esse t-tempo todo você... OH DEUSES, EU PEÇO DES...
 -Joe, acalme-se, você foi um grande amigo, me ajudou muito por esses meses, foram os meses mais calmos da minha vida.
 -Q-que isso, meu rei, eu n...
 -Joe, eu preciso ser direto, esse lugar logo vai se infestar de Soldados Brancos, você precisa sair desse lugar, fecha-lo por um tempo.
 -M-mas senhor, essa é uma herança da minha família, e além do mais, eu preciso de dinheiro para me sustentar.
 Dizendo isso, Arthur vai até um dos cadáveres, e retira um saco de moedas de ouro no qual ele levava,e então ele joga em direção a Joe.
 -Tome, isso deve ser o suficiente para abrir um restaurante em outro lugar.
 -E-eu n...
 -Você deve, se quer continuar vivo.
 -E-eu pensei que a Távola Redonda proibisse tal coisa.
 -A Távola não existe mais, Joe, ela quebrou a muito tempo, junto com seus juramentos.
 Joe então percebeu que já era hora de partir daquele lugar.
 -Eu preciso perguntar, como você me reconheceu, eles acham que o rei já morreu a muito tempo.
 -M-minha família era muita grata ao senhor, meu rei, a-até esses malditos ratos brancos matarem todos... E quero que saiba que nossa família acreditava em sua inocência.
 -Entendo, foi uma grande tolice de Galahad... Retrucou Arthur, e continuou:
 -Joe, preciso de mais alguns favores.
 -T-todas, meu rei.
 -Preciso de um banho, roupas novas, e um cavalo.
 -C-claro, mas um cavalo, p-para onde o senhor vai? E roupas o senhor pode pegar as de meu pai, ele também tinha algumas armaduras peitorais, o senhor pode pegar também.
 -Te explico mais tarde, se apronte você também.
 
Enquanto Arthur se aprontava, Joe se lamentava por deixar o lugar, afinal ele nasceu e foi criado ali, mas ele sabia o que era certo a se fazer. Enquanto ele selava os cavalos, Arthur chorava se despedindo de Beatriz, uma porquinha no qual ele tinha criado laços.
 -M-meu rei?...
 -S-sim, já vamos. *sniff*  
 Já era noite, enquanto os dois se encontravam no morro da província.
 -É aqui que nos separamos, meu amigo Joe.
 -S-sim, meu rei. Disse Joe enquanto olhava para a cidadezinha.
 -Sei que é difícil partir e deixar tudo para trás, mas se não fizesse isso...
 -Eu sei.
 
Arthur então coloca os dois dedos no pescoço, formando então um pequeno desenho no local onde ele colocou os dedos. Joe fica espantado, mas antes mesmo dele falar algo, Arthur começa a falar:
 -Magnus, a quanto tempo... Sim eu sei... Não exagere... Escute, a runa... De repente runa brilha fortemente novamente, mas dessa vez faz com que todo o céu fique verde, e uma nova voz ecoa no céu, com a força de um trovão.


 -Ignis, Aqua, Aer, Terra, Lux, Tenebris. QUAERERE QUOD HEROS!
 

Joe fica espantado novamente, nunca tinha visto tal magia, mas antes de perguntar qualquer coisa, Arthur continua:
 -Eu disse que era verdade, você nunca confia em mim... eu não brinco com coisas serias... ok, daquela vez foi diferente... ok, daquela também, mas a moça teve tanto culpa quanto eu... Magnus finalmente, eu poderei... criar a Nova Távola Redonda!

...Continua



 "Eu não consigo minha amada, nunca poderei.....
                                           .... Lembre-se meu amor, Heróis sempre surgiram em momentos difíceis" 
 





 Era um castelo todo feito de marfim, onde se encontra o Rei da Espada Branca sentado em seu trono em uma sala vazia, de repente entram alguns soldados, mas vestidos com armaduras brancas, aparentando ser fortes.
 -Meu rei, temos relatório de de Redwood.
 -Ahhnnnnn, onde fica isso? Responde o rei com um ar de sonolência.
 -A-ah, no norte da antiga Gália senhor, aparentemente três soldados nossos foram brutalmente assassinados.
 -Oque tem de mais nisso?
 -Meu rei Galahad, aquele era uma área restrita, não poderia entrar inimigos lá, e além do mais...
 -Além do que...?
 -O Céu senhor, o céu ficou esverdeado, e algumas palavras foram recitadas...
 -Hunnn, entendo. Disse o Galahad, levantando-se.
 -Então finalmente você começou a agir, Arthurzinho, eu esperei tanto tempo para isso. Continuou o rei, que dessa vez retirou uma enorme espada branca que estava enfiada no chão, quebrado pelo impactado da espada, ao lado de seu trono.
 -Eu me pergunto, qual será o gosto do seu sangue? Hunhunhun, hahahahaha!





Próximo Capítulo - Capítulo II: A Busca Pelos Guardiões, O Primeiro Cavaleiro Surge?
 



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