História A Nova Távola Redonda - Capítulo 2


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Categorias Originais
Tags Ação, Original
Exibições 1
Palavras 2.840
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Ficção, Magia, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 2 - A Busca Pelos Guardiões, O Primeiro Cavaleiro Surge?


Fanfic / Fanfiction A Nova Távola Redonda - Capítulo 2 - A Busca Pelos Guardiões, O Primeiro Cavaleiro Surge?


Capítulo II: A Busca Pelos Guardiões, O Primeiro Cavaleiro Surge?

Cidade de Bartrosa, Hispânia, 870 D.C.
5 meses depois...
O dia começa a dar seus primeiros sorrisos matinais, e junto ao sol, Arthur se levantava e começava a se aprontar, já despertando Magnus ao gritos, porém sem muita resposta do sonolento.
 
 -Sim, sim, já estou me levantando, ipsum. Era Magnus, um ancião, como milhares de anos, tantos, que nem ele sabia dizer, era mais baixo do que outros anões, vestia roupas com combinações verdes e brancas, olhos pretos e cabelo vermelho. Magnus era um anão, para a surpresa de todos, e também, um feiticeiro, característica na qual ele tinha muito orgulho de pronunciar. Anões são desprovidos de quaisquer tipos de magia corpórea, mas isso não impediu Magnus de estudar magia, feiticeiros são diferentes de magos, por assim dizer; Eles usam itens mágicos para usar magia, mas não conseguem utilizar magia corpórea, como magos e bruxas usam. Magnus falava sua língua nativa, a "Língua da Vida", uma espécie de latim, porém era muito mais antigo, essa linguagem também era utilizada por dragões, e outros seres mais antigos do que a própria existência.
 -Magnus, estamos a meses em busca do Guardião, e você só me enrolou durante todo esse tempo.
 -Paciência é a melhor virtude que um homem pode ter, Sir Arthur. Disse Magnus enquanto calçava suas botas de coro siberiano.
 -Eu entendo, mais enquanto Merlin estiver a solta por aí, ninguém estará seguro, meu bom homem.
 Arthur então abriu a porta e saiu do estabelecimento onde ele tinha hospedado, era um lugar rustico, comum na região onde eles se encontravam, Bartrosa, a capital da madeira. Bartrosa era uma daquelas cidades que parecia não ser afetada pelo Mago Negro Merlin, pelo fato de se encontrar no Reino de Hispânia, considerado uns dos melhores lugares para se viver, por não ter jurados de guerra com nenhum dos outros 3 reinos: Reino da Antiga Gália, Reino da Britânia e Império de Shao Lee.
 -De qualquer forma, Hispânia tem um tratado com a Antiga Gália, e certamente seus soldados devem estar a sua procura por todo esse reino. Disse Magnus, enquanto subia em seu cavalo, sem muitas dificuldades, em meio a uma cidade muito movimentada, com carroças e pessoas circulando.
 -Maldição, essas cidades grandes não dormem? deorum. Continuou Magnus.
 -Galahad não é um problema para mim, enquanto eu continuar no anonimato, ele certamente não ira me encontrar.
 Sir Galahad era o rei do norte da Antiga Gália, foi um dos 12 cavaleiros da Távola Redonda, e o único, além de Arthur, a sentar no Trono Perigoso, e continuar vivo. Considerado por muitos o salvador de Britânia, pois conforme os contos locais, foi ele o responsável por matar o Louco Arthur, nome dado ao povo de Britânia a Arthur, acusado na ocasião Loucura de Merlin e a Quebra da Távola,de ter matado sua esposa, a Rainha Genebra. Depois de ter matado o Louco Arthur, Galahad foi nomeado pelo Imperador da Britânia, como o novo Rei de Camelot. Porém não demorou muito até Galahad mostrar quem ele era realmente, ao tentar matar sua filha, por não aceitar casar-se com um rei da Antiga Gália; Ele então foi deposto, mas a Antiga Gália tinha interesse em Galahad, e o convidou para reinar o norte. Com ajuda dos feiticeiros e magos locais, ele conseguiu criar a Espada Branca, uma versão, como diz Galahad, melhor da Excalibur (espada na qual se encontra desaparecida). Galahad tinha uma aparencia jovem, cabelos castanhos e longos, levemente penteados para trás, seus olhos eram vermelhos como de um predador, sua aparência selvagem originou muitos apelidos, tais como: Rei da Espada Branca, e o mais conhecido por seus inimigos, O Vampiro de Camelot.
 Depois de algumas horas a cavalo, Arthur e Magnus chegam ao local localizado no mapa mágico.
 -Magnus, você tem certeza que é esse o lugar?
 -Não podemos buscar um Guardião no momento, mas pelo menos o mapa nos deu uma localização de uma Cavaleiro.
 -Sim, mas eu quero dizer, olha para esse lugar, parece um chiqueiro. Disse espantado, Arthur.
 O lugar era uma casa muito antiga, completamente diferente das casas comuns de Bartrosa.
 -Hunf, disso o homem que passou meses morando em um chiqueiro.
 -O-oque? Olha, eu tive que fazer isso, aquele lugar estava infestado de soldados brancos.
 -Não estava falando dessa última vez, Sir Arthur, fatuus.
 -... Foi o que Arthur disse.
 Os dois então se aproximaram da porta, na qual aparentava não ser muito resistente, quando a pedra começa a brilhar uma luz bem fraca, os dois se olham e percebem que este é lugar correto. Arthur então bate a porta, um som de madeira oca se misura com o vento, formando uma bela canção, porém, sem respostas, Arthur bate novamente, continuando sem respostas, até que a paciência de Magnus se esgota (o que não é muito difícil para um anão, não é preconceito, são apenas fatos).
 -Escute meu bom homem, acredito que vocês estão começando a me aborrecer, se não abrirem essa porta, serei forçado, infelizmente, a abrir esse porta com magia, eu sou um feiticeiro, o Grande Magnus.
 -Hunhun... esboça uma risada, Arthur.
 -Quieto Arthur.
 -S-sim, siiimm, ele não está brincado, hein. Complementa Arthur.
 Então a porta se abre lentamente, deixando apenas uma frecha mostrando somente o olho do senhor.
 -V-vocês não são cobradores, são? Diz o homem entre a frecha.
 -Não meu senhor, acredito o senhor ira ficar muito contente com tenho a lhe falar.
 -Escute, não quero comprar nada, não tenho dinheiro para isso, pelor amor dos deuses!
 Dizendo isso o homem fecha a porta rapidamente, esgotando de vez a paciência de Magnus,lhe obrigando a pegar um saquinho de couro e abri-lo em direção a porta. Arthur então grita.
 -RÁPIDO, SAIA DE PERTO DA PORTA!
 Dizendo isso, o saquinho de couro solta uma rajada de vento incrivelmente forte, fazendo quebrar a porta sem nenhuma dificuldade.
 -É sério, usando Dis na casa do sujeito? Questiona Arthur.
 -Bobagens, olhe, o homem está bem. Retruca Magnus, apontando para o senhor, que se encontrava paralisado.
 
Dentro da casa era pior ainda, tinha muita sujeira e muitos móveis quebrados, o homem vestia trapos era baixo, tinha um cabelo preto, aparentava não dormir a dias, tinha uma certa calvície. Depois de Arthur preparar um calmante para o homem, ele então começa a explicar.
 -Escute, meu senhor, estamos em busca de algo.
 -Algo, que tipo de coisa o senhor pode querer de mim? Responde o homem com uma sonolência.
 -Escute, se você não percebeu esse é o Re... Responde Magnus, enquanto é interrompido por Arthur.
 -Ehhh, Eu sou o responsável por uma guilda de guerreiros, e saio em busca do mundo inteiro por bons homens para que eu possa lhe dar treinamento especial. Diz Arthur mostrando um folheto de contrato, segurando a Runa Mística ao mesmo tempo.
 -Ohhhhh, então vocês realmente não são cobradores!
 -Claro que não, fatuus! Responde Magnus.
 -CRIANÇAS! ESTÁ TUDO BEM! Grita o homem, quando de repente várias crianças saem de seus esconderijos, gritando e fazendo bagunça.
 -Esses são meus filhos, bom a maioria, eu e minha esposa podíamos ser pobres, sabe, mas ela tinha um bom coração, não deixava uma criança sequer na rua.
 -E-entendo. Diz surpreso, Arthur.
 -Deixe que eu me apresento, meu nome é Manuel, não quero decepcioná-los, mas não sou um homem de batalhas.
 -Bom, acredito que o Cabaleiro que procuramos seja uns dos seus filhos. Responde Magnus,olhando para Arthur.
 -B-bom, a maioria são crianças... exceto...
 -Exceto quem? Retruca Arthur.
 -Ele está nos fundos, mas dificilmente ele fala com alguém, vocês podem tentar.
 -Não se preocupe, amigo, persuasão é o nosso ponto forte. Responde Magnus, apontando com o polegar a porta quebrada.
 -Não Magnus, deixa que irei sozinho. Retruca Arthur, enquanto se levanta a vai para os fundos da casa.
 Arthur então chega até o quintal, tinha uma arvore bem grande lá, e uma visão linda de um lago aos fundos, e vários brinquedos de madeira, onde as crianças costumam brincar. E lá estava ele, era um garoto um pouco alto, pele branca, cabelos lisos e castanhos, por volta dos 17 anos, ele era muito parecido com Galahad, o que surpreendeu Arthur. Ele estava pegando vários gravetos, parecidos com lanças, estava arremessando em direção a uma roda de carroça que estava pendurada na arvore, apesar de um grande esforço, ele falhava todas. Arthur então se aproximou do garoto, se interromper ele, ficou ali por um tempo, observando ele arremessar os gravetos.
 -Qualé, não é possível que sou tão ruim assim. Murmurou o garoto, e continuou.
 -Hey, se quiser cobrar, o Manuel fica lá nos fundos hein.
 -Na verdade, eu gostaria de falar com você.
 -o que? pera aeh cara, se foi pela maçãs roubadas, eu posso explicar!
 -Haha, não garoto, escute, qual é o seu nome?
 -Carlos, só Carlos.
 -Me chamo Arthur, muito prazer.
 -Arthur? do rei lá? pensei que o nome tinha sido proibido por causa do maluco, que matou a própria esposa, que loucura. Retrucou Carlos, enquanto lança outro graveto.
 -Não se você é o próprio Arthur.
 -O-que? besteira, andou bebendo com o velho?
 -Não, posso provar que sou o Arthur.
 -Ah é? então prova aí.
 Depois disso Arthur pediu para que Carlos se afastasse um pouco, depois dele obedecer, Arthur então recitou uma magia.
 
-HASTA IGNIS.
 Então surge uma lança de fogo das mãos de Arthur, ele então imediatamente lança contra arvore, fazendo com que ela queimasse em chamas em segundos. Até mesmo Carlos sabia que o único usuário de fogo existente, era o legítimo Rei Arthur.
 -Cara, primeiro, minhas irmãs irão ficar muito puta com você, segundo, OOOHHHHHHHH.
 -É, eu sei, Magnus depois conserta isso.
 -N-não acredito, cara, quero que saiba que acredito 100% em sua inocência! Mas espera, o que um Rei quer comigo?
 -Sei, olha, irei ser direto, como sempre, estou saindo pelo mundo buscando novos Cavaleiros, irei criar um nova geração de ouro, A Nova Távola Redonda, e acredito que você seja uns dos escolhidos.
 Carlos fica imóvel por um tempo, não consegue absorver tudo aquilo tão rapidamente, mas Arthur continua:
 -Precisamos ser rápidos, os soldados brancos já devem estar perto.
 -Cara, eu não sou o cara que você está procurando, qualé, olha pra mim, você cha realmente que posso ser um Cavaleiro?
 -Sinceramente, não.
 -Poxa, valeu pela sinceridade.
 -Mas uma pessoa uma vez me disse que sempre surgiram heróis em momentos difíceis.
 -Ah é? e quem te disse isso? o anão que está lá dentro fazendo tranças com minhas irmãs?
 -Não, minha esposa. 
 Depois de algum silencio rápido, um brisa toca em seus rostos, então Carlos continua:
 -Eu sinto muito, mas não tenho o dom, não posso ajudar você.
 -Haha, não tem o dom? garoto, olha para você, desde que cheguei aqui, mesmo passando por tudo isso, abandonado por seus pais, preso diariamente e torturado pelos oficias locais. Dizendo isso, Arthur olha para suas canelas, que aparentavam mordaças e golpes locais, e continua:
 -Esse pobreza... você ainda... ainda continua com esse seu sorriso!
 -...
 -Sabe porque sua família continua? porque você continua forte, sorrindo, trazendo alegria para seus irmãos, e isso... é um dom especial, Carlos. Enquanto diz isso, Arthur joga a Runa para Carlos, que dessa vez está brilhando muito forte.
 
 Novamente uma brisa mais forte toca em seus rostos, no qual enche os olhos de Carlos de lágrimas, fazendo o  pensar o quanto Arthur está certo.
 -V-você, realmente, é um rei bondoso. Diz Carlos enquanto limpa o rosto com o braço.
 Os dois então voltam para a casa, decididos a partir imediatamente, Arthur então chama Magnus, que se encontrava cheio de tranças da barba ao cabelo. Depois de explicar para Manuel o real acontecimento, eles finalmente decidem partir.
 -*Sniff*, meus irmãos e irmãs, cuidem de vosso pai, adeus meninas, Jesenia, Isona, Ginesa, Ixeya, Lluvia, Javiera, Rubí e Fuensanta, sentirei muita falta de todas, e também de vocês garotos, Marcelino e Aristeo. Prometo voltar assim que puder!
 Porém as despedidas são interrompidas pela marcha de alguns soldados brancos que chegam por trás.
 -ATENÇÃO! EM FORMAÇÃO!, Atenção Arthuro sem sobrenome, diante ao assassinato de 3 soldados brancos em Redwood, você está condenado a forca!
 -Arthuro? entendo, Galahad não quer que ninguém saiba que estou vivo, bela criatividade para nomes.
 Os Soldados então tiram suas espadas e entram formação, preparando par o ataque.
 -Deixe comigo, acabei com isso em um instante! Fala Magnus preparando seus itens.
 -Não, você pode machucar inocentes com isso, deixe comigo, hey, Carlos, que isso sirva como sua primeira lição, vidas inocentes primeiro!
 Um pouco antes de terminar sua frase, Arthur chuta uma mesa velha de madeira petrificada que estava logo a sua frente, a força era incrível, fazendo quebrar a mesa e alguns soldados que estavam com escudos. Antes mesmo da segunda fileira de soldados entender o que estava acontecendo, Arthur já estava na frente da segunda fileira, mas para a surpresa dos soldados, ele não sacou a espada, apenas chutou o peito  do soldado que estrava na sua frente, o arremessando longe, quebrando totalmente a formação, então todos soldados partiram para o ataque, Arthur então começou uma sequencia de esquivos e golpes, enquanto Carlos percebia que o corpo de Arthur estava completo de marcas estranhas,"Essas marcas, já vi elas em alguns livros de magia, são as marcas dos Cavaleiros,li que quando uma pessoa treina muito, ela pode recitar essas magias em seus corpos, aumentando velocidade, força, resistência e até melhorar seus sentidos, incrível", pensou ele.
 Até quando finalmente sobrou 5 soldados, eram os mais experientes, estavam a cavalo, eles então partiram para cima de Arthur, "Um cavaleiro?, o rei não mencionou nenhum cavaleiro", pensou um deles enquanto corria em seu cavalo.
 -Ahh, Magnus, dessa vez não posso fazer nada sem sacar minha espada, uma ajudinha aqui!
 -Espera um pouco, droga!
 Enquanto os cavalos cercavam Arthur, Carlos se viu obrigado a ajudar, ele então viu uma lança de um soldado caída no chão.
 -Droga! Eu tenho que ajudar, como Arthur disse! eu tenho um dom!
 Carlos pega a lança e a atira com toda sua força, porém a lança atravessa a roda de cavalos, mas Arthur pega ela com sua mãe esquerda.
 -Obrigado Carlos, muito bem pensado!
 -A-ah, c-claro!
 Um dos cavalos parte em cima das crianças.
 -Sem testemunhas!
 Mas antes que ele chegasse mais perto, Arthur vira a lança ao contrário, e a lança em direção do homem atingindo sua cabeça com o cabo da lança.
 -Prontinho. Diz Magnus, abrindo outro saco de couro, e de lá, sai um enorme dragão esfumaçado roxo.
 -MERDA! Eles tem um mago! fujam! Dizendo isso, os restos dos soldados saem fugidos em seus cavalos.
 -Um Cavaleiro e um Mago, ninguém mencionou nada disso! Retrucou o outro soldado já sumindo no horizonte.
Depois de abaixar a fumaça, os guerreiros finalmente partem. Depois de algum tempo andando a cavalo:
 -Escuta, não perigoso deixar eles para trás? Pergunta Carlos.
 -Eu até tentei convencer seu pai deixar aquele lugar, mas ele diz que tem muitas lembranças de sua mulher de lá.
 -Pff, bobagem, depois do nosso show, duvido que tenham bolas para voltarem lá, rideat. Responde Magnus.
 -Entendo, a além de que, vocês deixaram coroas de ouro para eles, eles são fortes... vão ficar bem. Responde Carlos. E continua:
 -Hey, pensei que anões não pudessem ser magos.
 -Sou um feiticeiro, garoto! Aquilo era só magia de ilusão.
 -Ow, então foi você que fez o céu ficar verde?
 -Bom, tecnicamente sim.
 -Cara, eu tô tão animado! E Arthur, porque você não sacou sua espada?
 -Segunda lição garoto, poupe crianças de verem algumas cenas, o mundo já está violento demais. Respondeu Arthur.


Continua...




  "Eu lhe prometo, o poder eterno meu querido Arthur... Mas com uma condição
                                                   .... Seja o que for, eu aceito, Dama do Lago"







-Meu Lorde, a cidade já está aos pedaços e em chamas, não há mais nada para se fazer aqui.
-HAAAAA, sempre odiei Redwood sabe, cidade pequena e inútil, tudo aqui me deixa com tédio, apenas esses soldados brancos me tiram um o pouco o tédio, HAHAHAHA.
 Lá estava ele, flutuando no céu em meio a brasas voando, o terrível Mago Negro Merlin, que tinha acaba de destruir toda Redwood, Merlin usava uma máscara de ferro, tinha apenas buracos para os olhos, verdes e hipnotizantes, sua aparência, já tinha mudado a muito tempo, ninguém sabe como ele é agora. A baixo dele estava Vullsemor, o último Ogro vivo, e servo de Merlin, ele levava consigo 10 espadas, todas iguais, em suas costas.
-Sabe Vull, eu senti o cheiro de Arthur aqui, e sabe, eu quero muito vê-lo novamente, sentir suas entranhas em mim, sentir seu sangue correndo nos meu olhos... haaaaaaa, Vull que pena, que pena, que pena, que pena.
-Hun. Respondeu o ogro.
 Em meio a escombros, uma sobrevivente, fica escondida, esperando por um milagre, mas infelizmente ela acaba sendo encontrada.
-Você é o Arthur, você é? você é? Dizendo isso. Merlin ergue a garota no ar, e subitamente a rasga em vários pedaços.
 -Que pena, HAHAHAHAHA, eu irei te achar... Rei Arthur. Clama olhando para a lua, Merlin.




Próximo Capítulo - Capítulo III: O Voar da Fênix



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