História A Oitava Criança - Capítulo 3


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Categorias Undertale
Personagens Alphys, Asgore Dreemurr, Asriel Dreemurr, Chara, Doggo, Flowey, Frisk, Gerson, Greater Dog, Grillby, Mettaton, Muffet, Napstablook, Papyrus, Sans, Toriel, Undyne, Vulkin
Visualizações 10
Palavras 385
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura
Avisos: Heterossexualidade, Homossexualidade, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Antes que venham tretar comigo, "Caída" se refere à Toriel, não a Frisk, ok?
Also, eu vou parar de escrever um texto pedindo desculpas toda vez que eu sumir porque eu sumo a cada dois dias e isso dá uma preguiça desgraçada

Capítulo 3 - Caída (Parte 1)


Fanfic / Fanfiction A Oitava Criança - Capítulo 3 - Caída (Parte 1)

Você percebe que tem um... hã... digamos... FURRY te observando.

-Não tenha medo, minha criança. Eu sou Toriel, a guardiã das Ruínas.

Toriel: Eu passo por aqui todo dia para ver se alguém caiu. Você é o primeiro humano que vem aqui há muito tempo. Venha, eu te guiarei através das catacumbas. Por aqui, por favor.

Toriel te guia através de um portal para fora do jardim. Uma longa escadaria se estende à sua frente, com uma espécie de mirante na parte de cima.

A sombra das Ruínas paira acima, te enchendo de DETERMINAÇÃO.

Jogo salvo.

Você segue Toriel, subindo as escadas. Suas pernas já estão doendo quando você chega no topo. A vista de cima é impressionante: As muralhas da antiga cidade, tingidas de um tom belo de roxo, se abrem em um detalhado portal com um símbolo, uma esfera alada, no topo. As aberturas para flechas deixam a luz do sol entrar, gerando um reflexo dourado lindo. As folhas caídas, típicas do outono, estão cuidadosamente arrumadas em um retângulo. A estrada, desbotada por séculos de uso, corre pelo centro da calçada de ladrilhos roxos. Você decide continuar e seguir Toriel através de outro portal. 

A nova sala tem uma imensa porta, aparentemente de aço, com alguns botões no chão e uma placa na parede oposta à saída. Os tijolos de pedra roxa contrastam com a escuridão que se estende sobre o teto aberto.

Toriel: Bem-vinda à sua nova casa, criança. Deixe-me lhe educar no funcionamento das Ruínas. Elas estão cheias de enigmas, fusões ancestrais entre fechaduras e passatempos.

Toriel pisa em quatro botões no chão e puxa uma alavanca. A porta se abre.

Toriel: Você precisará resolvê-los para ir de sala a sala. Por favor, se acostume a ver eles.

Toriel sai da sala. Antes de segui-la, você decide ler a placa na parede.

SÓ OS DESTEMIDOS PASSARÃO.

OS BRAVOS, OS TOLOS.

NENHUM DELES ANDA NO CAMINHO DO               MEIO.

Mais uma vez, você segue Toriel. Você está cheio de dúvidas. Mas algo bem fundo em sua alma, uma DETERMINAÇÃO fervente, te faz continuar.

Toriel: Para passar por aqui, você precisará puxar algumas alavancas. Não se preocupe, eu marquei aquelas necessárias.

Vinhas grossas crescem na parede. Você passa por um fosso, puxa a primeira alavanca e ouve um estrondo.

Vocês passam por outro fosso, e você aperta a segunda alavanca.

Toriel: Esplêndido! Estou orgulhosa de você, minha criança. Vamos à próxima sala.


Notas Finais


É isso aí. Eu decidi dividir esse capítulo em dois porque já tem UMA HORA que eu tô escrevendo e eu tenho vida social. Mas eu vou entrar de férias quinta, então eu prometo não demorar um Acre pra postar a segunda parte.













P.S.: ATA


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