História A Ordem das Damas Brancas - INTERATIVA - Capítulo 2


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Categorias Eldarya
Personagens Ezarel, Jamon, Keroshane, Leiftan, Miiko, Nevra, Valkyon
Exibições 75
Palavras 1.655
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Fantasia, Ficção, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Visual Novel
Avisos: Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Demorou? Demorou.
E eu realmente peço desculpas por isso...
Sim, ainda tem vaga para ser par do Valkyon, se quiserem refazer as personagens e mandar as fichas novamente.

Capítulo 2 - Capítulo 1


Fanfic / Fanfiction A Ordem das Damas Brancas - INTERATIVA - Capítulo 2 - Capítulo 1

Deitada na cama do seu novo quarto no QG, Aelin relembrava o dia movimentado que tivera...

Não eram nem 6 da manhã, e três garotas estavam dispostas em filas na biblioteca. Miiko, juntamente com Keroshane, faziam os testes para designar a Guarda de cada novata.

– Então, qual desses objetos contém mais maana? – Perguntava Keroshane para, Allvaret uma elfa de pele rosada, longos cabelos lilases, com mechas amarelas e verdes.

– Água purificada – Respondeu a garota categoricamente.

Enquanto Keroshane fazia o teste de Allvaret, Aelin resolveu dar uma olhada na outra novata. Havia outra garota, além de Allvaret e da própria Aelin. Uma menina baixinha de traços felinos com longos cabelos negros, que alcançavam o tornozelo, pele alva, lábios cheios, juntamente com uma cauda e orelhas de gato. Aelin a observou com curiosidade, algo lhe dizia que aquela garota não era comum, “Na verdade”, ela pensou, “Nenhuma das duas parece ser uma pessoa comum, de alguma forma, elas parecem se destacar das demais...”

As três garotas eram bem diferentes, enquanto Allvaret tinha cabelos coloridos, e Maryko cabelos negros, Aelin tinha uma pele mais rosada que as demais, cabelos dourados como o trigo, e grandes orbes castanhos e brilhantes.

Enquanto Aelin se perdia em perguntas sobre as outras novatas, uma voz a tirou de seus devaneios.

– Senhorita Galathynius? – Keroshane a chamou. – Está pronta para o seu teste?

– Uh.... Sim, estou. – Respondeu a jovem feiticeira constrangida.

Aelin se encolheu ligeiramente ao ouvir o próprio sobrenome, os Galathynius não era lá muito “queridos” entre o povo de Eldarya...

Ela podia sentir os olhares sobre si, e um medo que emanava das demais recrutas, juntamente com Miiko que a analisava com olhos os olhos azuis brilhantes.

Aelin respondia às perguntas sem hesitar, terminando o teste em poucos minutos. Kero a agradeceu educadamente e continuou fazendo o teste com as outras. A próxima foi a garota de longos cabelos negros, que Aelin descobriu se chamar Maryko Tsukihime, aparentemente era uma mestiça, mas Aelin não conseguiu identificar quais eram as raças dos pais, muitas pessoas tinham características de animais em Eldarya, provavelmente ela descendia de Bakenekos.

Maryko falava com uma voz calma, e aparentemente costumava falar bem baixo. As roupas escuras lhe atribuíam um ar ligeiramente sombrio e a baixa estatura fazia a garota parecer ser um pouco mais nova do que realmente era.

Aelin se surpreendeu quando Maryko se aproximou dela. Primeiro, Aelin pensou que a garota fosse lhe dirigir algum insulto, mas ela não disse nada, apenas ficou ali parada, olhando para o nada. A atitude estranha da garota intrigou Aelin, que resolveu tentar uma aproximação, mas quando a feiticeira abriu a boca para falar, foi interrompida por Kero, que havia acabado de terminar o teste de, e as chamou:

– Deixem–me ver... – Kero começou. – Aelin, você pertence a guarda da Sombra, Maryko e Allvaret espero que se deem bem, estão na Absinto.

Bem. – Disse Miiko, que se mantivera calada até então. – Vamos até a Sala do Cristal, os líderes de guarda estão nos esperando lá.

As três garotas saíram da biblioteca, e seguiram a jovem Kitsune pelos corredores decorados do Q.G, parando em frente a uma longa escadaria.

– Por aqui. – orientou Miiko.

A Kitsune andava de forma rápida, de modo que Maryko e Aelin, ficaram para trás.

O silêncio era algo constrangedor, – pelo menos para Aelin – que tentar uma aproximação.

– Er... Olá – Disse a feiticeira.

Maryko olhou Aelin ligeiramente surpresa, as pessoas não costumavam falar com ela, quanto mais serem educadas...

– O...lá? – Respondeu meio insegura.

– Eu... – Quando Aelin abriu a boca, a voz de Miiko soou confusa.

– Onde aqueles três estão? Disse que deveriam estar aqui!!

– Talvez tenham tido algum imprevisto. – Allvaret disse, tentando acalmar Miiko, que já demonstrava sinais de irritação.

– Eu avisei eles! – Exclamou exasperada. – Quando eles chegarem eu vou-

– Ahn... Miiko? – A pequena Maryko chamou baixinho.

– O que foi? – Indagou a Kitsune claramente contrariada.

– Acho que deveria se virar.

Foi então que Miiko notou as expressões surpresas das meninas, que olhavam para um ponto atrás dela, para ser mais específica, o Grande Cristal.

Lentamente, a morena se virou, e se deparou com uma luz ofuscante, que cegou a todas por alguns instantes.

Quando conseguiram enxergar novamente, as quatro arfaram surpresas, o Oráculo estava diante delas, mas...

O que era aquilo?

Ela parecia...doente...

As penas multicoloridas caíam, a pele translúcida estava ficando cinzenta, e a expressão demonstrava sofrimento.

– Não pode ser. – Miiko sussurrou, o desespero começava a se apoderar dela.

– Elas – O Oráculo disse com a voz fraca. – Vão.... Nos ajudar. Mas, não conte a ninguém.

E do mesmo modo que surgiu, o espírito desapareceu, deixando quatro garotas completamente perplexas.

Aelin se sentou, e olhou pela janela, lembrando-se do resto daquele dia. Parecia tão vago...

Depois daquele acontecimento, as quatro concordaram em seguir as ordens do Oráculo, e manter aquele acontecimento em segredo, e após isso, o dia se prolongou até aquela hora, sem mais nenhum acontecimento estranho.

A feiticeira sacudiu a cabeça, tentando afastar aquelas lembranças da memória, talvez não fossem tão importantes, talvez o Oráculo estivesse enganado.

Enquanto criava teorias loucas sobre o cristal “defeituoso”, Aelin caiu no sono...

 

Naquele mesmo momento, outra pessoa se encontrava perdida em pensamentos, mas, não era sobre o cristal...

Allvaret se encontrava deitada no novo, incomodada.

“Será que aquela garota é realmente uma Galathynius? Tipo, da família daqueles Galathynius? Argh, não é possível! Por que eu tive que entrar no mesmo dia que ela?! Aquela assassina! ”

A elfa, que quase nunca perdia a calma estava quase explodindo, também, não era para menos, seus avós viviam naquela aldeia.

“Mas, se ela está livre significa que é inocente, certo? ”

“Ora essa! Que bobagens eu estou pensando! Todos eles são culpados, aquela garota provavelmente não foi presa pois era uma criança!

“Uma criança que não devia saber de nada...” sussurrou sua consciência.

 – Mesmo assim – Ela murmurou, a voz carregada de ódio.

Imagens de uma aldeia pegando fogo invadiram a mente de Allvaret, os gritos de medo e dor perfuravam os ouvidos de Allvaret. Ela inspirou profundamente e desejou não se lembrar daquele dia.

O dia em que uma família de feiticeiros idiotas, resolveu realizar um feitiço proibido, sem nenhum motivo aparente e “acidentalmente” incendiou toda uma aldeia. Aldeia essa, onde viviam os avós de Allvaret, que morreram, como a maior parte da aldeia, um ou outro morador conseguiu escapar, mas não sem ferimentos graves. A sorte de Allvaret, que deveria estar na aldeia durante o acidente, foi o fato dela e do resto da família, estarem atrasados naquele dia. Eles chegaram a tempo de ouvir os gritos.

Enquanto lágrimas escorriam dos olhos da garota, ela adormeceu, se lembrando dos avós...

 

Maryko acordou sobressaltada, o corpo coberto de suor e coração acelerado. Outro pesadelo...

Ela olhou o cômodo a sua volta, e se lembrou de onde estava.

É, aquele era seu novo lar...

Mas, seu “lar” não era exatamente aconchegante, paredes e o chão sujo, juntamente com a cama de madeira velha não eram lá muito acolhedores.

Ela suspirou e olhou pela janela, o céu escuro indicava que já era noite, e provavelmente estava de madrugada, ela resolveu sair e dar uma volta, não queria voltar a dormir...

Abriu a porta lentamente, não queria que o barulho da madeira velha rangendo acordasse as outras novatas, que dormiam nos quartos ao lado...

E silenciosamente, ela começou a andar pelo Q.G, explorando o lugar

Aelin se remexeu na cama, a garganta estava seca, teria que ir na cantina, pegar um pouco de água...

Ela saltou da cama, para se encolher rapidamente depois, com uma expressão culpada no rosto, tinha se esquecido do barulho que a madeira velha da cama fazia. Não queria acordar Allvaret, que dormia no quarto ao lado, na verdade, tudo o que ela não queria era comprar briga com a elfa, que parecia desconfortável com sua presença.

Ela andou até a porta, abriu, e colocou a cabeça para fora, olhando se alguém a tinha escutado.

“Não, aparentemente eu não acordei ninguém”

AH! Se ela soubesse como estava enganada! No quarto ao lado, Allvaret tinha despertado com o som produzido por Aelin, como uma boa guerreira, ela tinha sido reinada para escutar o menor barulho.

E já estava de pé, passando pela porta apenas para encontrar Aelin andando de forma suspeita durante a noite

“Não acredito que considerei a possibilidade de ela ser inocente! ” Pensou indignada.

Silenciosamente, com movimentos furtivos, Allvaret resolveu seguir a feiticeira.

Aelin passava pela escadaria da Sala do Cristal, quando pensou ter ouvido um sussurro vindo de lá.

“Por aqui”

Intrigada, resolveu subir, e ver o que era.

Os pés descalços faziam um som estranho ao bater contra o mármore frio dos degraus, e silenciosamente, ela desejou que ninguém a escutasse, seria muito difícil explicar o que ela estava fazendo na Sala do Cristal a essa hora da madrugada.

Ela parou na soleira da porta, hesitante. Ela realmente tinha ouvido alguma coisa? Ou tinha sido só uma pegadinha da sua imaginação fértil? O que quer que fosse, ela resolveu voltar para o quarto.

Quando a jovem de cabelos dourados se virou, ela percebeu a quão encrencada estava, pois de pé, escorada na porta, se encontrava Allvaret, com uma expressão impassível no rosto.

Maryko estava voltando para o quarto, quando escutou sussurros vindo da Sala do Cristal, curiosa como era, resolveu dar uma olhada.

Ao chegar lá em cima, ela encontrou Allvaret e Aelin tendo uma discussão calorosa. Elas não tinham notado sua presença ainda, e quando ela percebeu que as vozes estavam ficando altas demais, ela resolveu intervir.

– Meninas! – Ela sussurrou com veemência.

– Era só o que me faltava. – Gemeu Aelin. – Outra para me dedurar.

 

Maryko abriu a boca para dizer algo, mas algo chamou sua atenção. Allvaret e Aelin a olharam confusas, até que perceberam que ela encarava algo atrás delas.

Sentada no chão da sala, o Oráculo as olhava de forma apática.

– Sentem-se, eu vou contar uma história... – Disse com um sorriso triste e apático.

 


Notas Finais


Pois é, o primeiro capítulo não está lá essas coisas, mas eu queria muito saber a opinião de vocês, isso me incentiva muito! Eu me alimento de comentários gente!


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