História A Ordem do Prazer - Capítulo 72


Escrita por: ~

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Categorias Once Upon a Time
Personagens August Wayne Booth (Pinóquio), Capitão Killian "Gancho" Jones, David Nolan (Príncipe Encantado), Dr. Archie Hopper (Jiminy Cricket), Emma Swan, Henry Mills, Isaac (O Autor), Lacey (Belle), Mary Margaret Blanchard (Branca de Neve), Neal Cassidy (Baelfire), Regina Mills (Rainha Malvada), Robin Hood, Ruby (Chapeuzinho Vermelho), Sr. Gold (Rumplestiltskin), Ursúla (Bruxa do Mar), Xerife Graham Humbert (Caçador)
Tags Emma Swan, Once Upon A Time, Regina Mills, Swan Mills, Swan Queen, Swanqueen, Swen
Exibições 543
Palavras 1.396
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: FemmeSlash, Orange, Romance e Novela, Saga, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Voltei, finalmente!!!
Boa leitura ;)

Capítulo 72 - Eu tenho uma proposta pra você.


Emma e eu estávamos em seu carro indo para algum lugar que eu não fazia ideia de onde. 

Depois de Emma insistir bastante para me levar em algum lugar, acabei cedendo, mas com a condição de que eu fosse dirigindo, pois ela não estava em condições, por mais que dissesse estar tudo bem para não me preocupar, mas eu sabia que ela estava com dor.

Entrávamos e saíamos de várias ruas. Mas para onde estávamos indo?

– Pare aqui. – Swan pediu quando chegamos em frente a um… Cemitério? 

O que Emma tinha para me mostrar em um cemitério?

Mesmo com relutância da parte de Swan, ajudei-a a sair do carro. 

– O que viemos fazer em um cemitério, Emma? – perguntei curiosa.

– Vamos entrar e eu te explico. – disse simplesmente. E mesmo não gostando muito da ideia, aceitei.

Passávamos por entre os túmulos e em mim persistia uma sensação de desconforto. Swan então parou em frente a uma das lápides de mármore preto, logo me posicionei ao seu lado.

– Veja isso. – apontou para uma pequena foto de uma criança loira na lápide. Aproximei-me um pouco mais para analisar os traços daquele singelo rostinho.

Meu Deus, era Emma!

Olhei-a confusa, em uma súplica silenciosa por uma explicação.

– Este foi o fim do Eliel Arendelle. A forma com que meus pais biológicos encontraram para o meu desaparecimento. – explicou.

– Mas como eles fizeram isso, Emma? – questionei.

– Com a morte do meu avô em um acidente de carro. – disse. E quando olhei mais uma vez para aquela lápide, notei que, ao lado da foto de Emma, também havia uma foto de um homem já de idade avançada. – Acontece, Regi, que quando eu falei que Ingrid e Leopold passam por cima de qualquer um para conseguir o que eles querem, eu não estava exagerando. Ingrid foi capaz de arquitetar a morte do próprio pai para herdar finalmente toda a sua fortuna. E ainda, de quebra, arrumou um pretexto para o meu desaparecimento, matando dois coelhos com uma só cajadada. – aproximou-se um pouco mais da lápide, tocando levemente com seus dedos a foto de seu avô. – O que tinha naquele envelope, Regina, eram as provas do homicídio. – disse com a voz um tanto fraca. Aquele senhor parecia ter marcado a curta vida que Emma teve ao lado dos seus pais biológicos, e aquilo nitidamente a afetava. – Eu, sinceramente, ainda cheguei a ter esperanças de que eles não teriam sido capazes de cometer tamanha atrocidade, mas quando eu recebi todas aquelas provas... – suspirou pesadamente. – Eu não sei... Acho que meu coração realmente queria que eles fossem inocentes, pelo menos disso, sabe? – soltou um sorriso triste. 

– Eu.. sinto muito. – foram as únicas palavras que consegui proferir.

De repente, um silêncio desconfortável se instaurou entre a gente.

Meus olhos vagavam entre aquelas duas fotos na lápide. Emma já havia passado por tanta coisa, admirava-me o fato de ela ainda permanecer firme.

– Já está ficando tarde, nem jantamos ainda e, bom.. Acho que um cemitério não é o melhor lugar 'pra se passar muito tempo à noite, não é? – falou quebrando um pouco o clima pesado.

Apenas sorri e concordei, então voltamos para o carro.

~

– Dorme aqui. – Swan pediu enquanto terminávamos de jantar. Estávamos em sua casa.

– Você precisa descansar, Emma. – falei. Depois de um dia como aquele, todos precisávamos.

– Preciso, realmente. Mas estou lhe chamando apenas 'pra dormir, Regi. Podemos até assistir algum filme, conversar um pouco.. só isso. – explicou. – Eu quero que as coisas voltem a ser como eram entre a gente. Não tudo, eu sei que muita coisa tem que mudar, e vai mudar, mas quero minha namorada de volta, e isso não se resume a sexo. – deu de ombros. – Eu quero dividir minha vida com você, passar bons momentos ao seu lado, as coisas mais simples, entende?

– Como assistir com filme? – questionei sorrindo.

– Exatamente. – confirmou, devolvendo-me o sorriso.

Então fomos para o quarto de Swan. Tomamos banho separadamente e acabei vestindo um de seus pijamas.



POV. Emma Swan.



– Amanhã quero comprar um carro. – Regina falou, sentando-se entre minhas pernas na cama, deitando sua cabeça em meu ombro. Logo a abracei, mas acabei sentindo um incômodo na região onde eu havia levado o tiro de raspão, e me ajeitei melhor na cama para que o incômodo passasse. – Te machuquei? – perguntou receosa.

– Não, ‘ta tudo bem. – respondi rapidamente para não preocupá-la. – Mas então, que carro quer comprar?

– Na verdade, ainda não sei. Vou em algumas concessionárias e decidir lá mesmo. – explicou.

– Se quiser vou com você, 'pra te ajudar a escolher. – sugerí.

– Vou adorar. – disse.

Regina pegou o controle da TV no criado mudo e escolheu um filme de ficção científica para assistirmos.

Já na metade do filme, lembrei de algo que eu já estava pensando em propor a Regina desde ontem, mas antes disso, eu precisava falar algo a morena, uma coisa que já estava entalada em minha garganta há um bom tempo.

– Regi? – chamei sua atenção.

– Oi, amor. 'Ta tudo bem? – perguntou. E lhe ouvir chamando-me de “amor” novamente encheu meu coração de alegria.

– Não totalmente… Eu preciso te pedir desculpas. – falei.

– Pelo quê, exatamente?

– Por eu ter sido idiota com você por muito tempo. Regi, eu não entendo como fui capaz, mas eu acabei sendo abusiva com você algumas vezes, que não foram poucas, e eu não notava isso. Mas nesse tempo que passamos separadas eu pensei muito em tudo que a gente viveu e percebi isso, percebi o quanto fui uma completa idiota. E mesmo te amando tanto algumas atitudes minhas não eram amor. Por mais que por muito tempo eu não negasse 'pra mim mesma que te amava, nada justifica um ciúme muitas vezes possessivo, ou até tentar te privar de estar com seus amigos, entre muitas outras atitudes minhas. Agora eu consigo enxergar claramente tudo isso e eu tenho que te pedir perdão por tudo, e entendo se não quiser me perdoar, ou precisar de algum tempo 'pra pensar…

– Emma.. – me interrompeu.

– Por favor não tente me inocentar disso, eu sei que eu estava errada. – falei rapidamente.

– Eu não vou te inocentar. – disse, me pegando um pouco de surpresa. – Emma, tudo que você falou eu tenho consciência. Talvez na época eu não tivesse, mas hoje tenho. O bastante 'pra também ver que você não é mais assim. Ninguém nasce totalmente desconstruído, todo mundo já teve alguma atitude errônea, seja ela machista, ou preconceituosa e etc, mas todo mundo tem a chance de mudar, de reconhecer os erros e aprender, e você aprendeu. Mas não merece nenhuma comemoração por fazer nada além da sua obrigação. – disse.

– Eu sei. – concordei.

– E é bom saber que eu não vou mais tolerar nem uma atitude abusiva da sua parte, Swan! Se quer mais uma chance, já tem, mas não ache que terá outras. – pontuou.

– Não vou te decepcionar. – falei sorrindo, e logo ela selou meus lábios rapidamente.

– É bom ver você se arrependendo dos seus erros, e pedindo desculpas. Mas não é só a mim que você tem que se desculpar. – olhei-a confusa. – Suas ex-amantes, Emma. Você foi muito pior com elas. – lembrou-me.

– Tem razão, meu amor. Vou pedir desculpas com cada uma delas, pessoalmente. – prometi.

– Tire um dia só 'pra isso, pois eu sei que não são poucas. – deduziu.

– Também não são tantas, Regi.

– A quem você quer enganar, Emma Swan? – olhou-me com os olhos semicerrados, o que me fez rir, contagiando-a com meu riso. – Mudando um pouco de assunto, depois que a gente foi no orfanato eu fiquei bastante pensativa… E eu acho que quero adotar o Henry. – disse, surpreendendo-me.

– Regi, isso é… maravilhoso! Henry é um ótimo garoto, e eu vi o quanto ele gostou de você.

– Então foi recíproco. – sorriu. – Aquele garoto me causou um sentimento indecifrável quando o vi, ele é especial.

– Assim como você. – concluí, fazendo-a se aconchegar mais a mim. – Eu tenho uma proposta 'pra você. – lembrei.

– Qual? – perguntou curiosa.

– Eu, você, uma semana em Paris. O que acha? – propus. Eu tinha uma grande surpresa planejada para essa semana.

– Emma, isso seria perfeito! – virou-se de frente para mim, animada. – Mas quando a gente vai?

– Nesse fim de semana. E eu já organizei tudo, você não precisa se preocupar com nada. – avisei. – Só com as roupas que vai levar. – brinquei, fazendo-a rir. E o som de sua risada era tudo que eu queria escutar naquele momento.

Agora, tudo que eu precisava era terminar de organizar tudo para a grande surpresa que eu faria para Regina Mills.

Essa viagem seria inesquecível!










Notas Finais


E é isso, pessoas! Comentem! Seus comentários são muito importantes!
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A fic tem um grupo no Whats, quem quiser entrar mande o número.
Evil Kisses. xxo ;)


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