História A Órfã - Sizzy - Capítulo 7


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Categorias Dominic Sherwood, Emeraude Toubia, Katherine McNamara, Matthew Daddario, Os Instrumentos Mortais, Shadowhunters
Personagens Clary Fairchild (Clary Fray), Isabelle Lightwood, Jace Herondale (Jace Wayland), Luke Graymark, Magnus Bane, Maryse Lightwood, Personagens Originais, Raphael Santiago, Rebecca Lewis, Robert Lightwood, Simon Lewis
Tags Drama, Romance, Sexo, Violencia
Visualizações 19
Palavras 1.292
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Lírica, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Hey, galera, me desculpem pela demora para postar. Tive problemas pessoais. Sei que o capítulo não está tão bom quanto poderia estar, mas prometo tentar melhorar nos próximos.

Boa leitura! 💙

Capítulo 7 - Erros


Fanfic / Fanfiction A Órfã - Sizzy - Capítulo 7 - Erros

Povs. Simon

— Já posso abrir os olhos? Só uma coisa, não quero ver ninguém ensanguentado. — Eu realmente não estava afim.

— Sério, Magnus? Trouxe um medroso para trabalhar com a gente? — disse Alec passando por mim. — Você já foi melhor.

— Agora não, Alexander. — abaixando sua arma, Magnus tentava controlar sua respiração. — Ok, a festa acabou. Todos para fora. — As pessoas estavam paralisadas. — Agora! — gritou Magnus. As pessoas deviam ter ido logo, pouparia meus ouvidos.

— Eu vou indo também. Tenho coisas para fazer e...

— Você fica. — Magnus fechou a porta depois que todos passaram e impediu minha passagem com o braço. — Agora que trabalha com a gente...

— Não, eu não trabalho com vocês. Eu preciso ir, tenho realmente muita coisa para fazer. — fui em direção à porta sendo barrado de novo.

— Não tem não. — disse um loiro surgindo de um corredor próximo à sala. — Pelo menos se tivesse, não teria vindo até aqui.

— Olha, eu não gosto de armas e...

— Não somos polícias. — disse Alec.

— Eu imagino. — respondi.

— Então não tem porque ter medo de nada.

— Porque eu teria? — perguntei.

Todos na sala riram, pareciam mais zombar da minha cara do que estar realmente achando graça de alguma coisa.

— Ok, você acha mesmo que convidaríamos um total estranho para trabalhar conosco? — disse a ruiva. Seus olhos eram verdes, seu olhar, doce.

— Foi o que Magnus fez.

— Foi o que você achou que ele estava fazendo. — disse o loiro em tom de correção.

— Olha, tudo bem, quem é você? — perguntei — Não mandam em mim, então simplesmente não podem me prender aqui e dizer que me conhecem só porque...

— Só porque você roubou a empresa da sua própria namorada? — Alec me olhava com uma sombrancelha arqueada.

— Eu não fiz isso. Aliás, como vocês souberam disso?

— Diz que não fez, mas quer saber como descobrimos? Você é mais idiota do que eu pensei. — disse o loiro se sentando. — Aé, e meu nome é Jace.

— Nós investigamos você antes de chamá-lo para qualquer coisa que fosse. — Magnus se jogou em uma das poltronas da sala enquanto Alec continuava dizendo. — Para falar a verdade, Magnus gostou de você, então só depois que te chamamos que buscamos saber quem você era.

— E para alguém com cara de santo, — sorriu a ruiva — Você parece bem ameaçador quando está de frente para tela de um computador.

— Eu não roubei a empresa da minha namorada! — gritei.

— Ei, cara. — disse Jace — Não precisa ter vergonha, somos todos mafiosos aqui, não tem do que se envergonhar.

— Eu não sou um ladrão.

Foram minhas últimas palavras naquela casa. Senti Alec ir atrás de mim, mas olhando para trás vi Magnus o segurando. Mais uma vez vi Isabelle em seu rosto e balançando a cabeça, tirei aquele pensamento de mim.

— Deixe ele ir. — ouvi Magnus — Ele ainda voltará.

Entrando em meu carro, quis sumir dali. Não sabia se ir para casa seria a melhor opção e depois de pensar tanto, dirigi em direção à casa de Izzy. Fui tão idiota em agir com ela daquela maneira mais cedo, ela precisa de mim e por mais que eu esteja hiper chateado, triste por suas escolhas, não devia ter feito aquilo. Não com ela.


Povs. Isabelle

Se era para me afogar em tristeza, que fosse. Voltando da casa de Simon, passei em um bar, comprei todas as bebidas que pude. Era para mim voltar ao trabalho e manter a pose? Sim, mas não era o que eu queria fazer. Ligando para Raphael, expliquei o que havia acontecido e desliguei a chamada ouvindo sua voz dizer que iria até minha casa. Não discordei. Melhor do que poder beber, é beber com um amigo.

— Que bom que chegou, Sr. Raphael. Trouxe algumas garrafras para você. — Tentar falar as palavras corretamente não estava sendo uma das missões concluídas.

— Você já está bem altinha, não é?! — Raphael sorriu. Ele era tão lindo.

— Isso é só o começo.

Puxando Raphael para dentro de casa, entreguei uma garrafa em suas mãos.

— Jake Daniels Honey de mel. — analisou a garrafa. — Quantas dessa você trouxe?

— Não sei, umas cinco talvez.

— Ok, Izzy, porque está fazendo isso? Porque está bebendo?

— Porque eu quero. — virei mais um gole — Aliás, eu estou me permitindo. Não banque o chato.

— Não estou, mas se essa é a única forma que você vê para escapar da sua realidade, melhor parar.

Encarando seus olhos, entendi o que ele queria dizer. Eu havia acabado de repreender Simon por beber e estava fugindo dos problemas assim como ele. Bebendo. Mas o que teria de mal nisso? Se é só por uma noite, não vejo problema. Não devia ter visto problema nem quando senti o hálito de bebida na boca de Simon. Para que me preocupar com ele se ele é que não se importa comigo? Não mais.

— Só por essa noite. — disse me livrando de uma lágrima que eu senti escorrer ao me lembrar de Simon.

— Tudo bem.

Pegando a garrafa, Raphael virou um gole e assim, quando menos percebemos mais de duas garrafas já estavam vazias. A lua enfeitava a noite.

— Você tem que parar de me olhar assim. — disse para Raphael. As vezes a forma como ele me olhava me dava a impressão de que estava apaixonado. Se não estivesse bêbada, diria que seus olhos até brilhavam.

Raphael delicadamente passou as mãos pelo meu rosto. Quando menos me dei conta, nossos lábios se tocaram, me fazendo estremecer. Raphael pediu espaço com a língua e me assustei com a minha própria permissão. Senti um pouco de culpa por estar ali, por fazer o que sei que não devia, mas era tarde. Apesar de estar ali beijando Raphael, eu não sentia o beijo. Talvez estar bêbada fazia com que meu corpo fizesse o que minha cabeça mandasse, mas não o que meu coração pedia.

Abrindo os olhos de repente, vi um homem parado olhando para nós. Se não estivesse tão bêbada, diria que era Simon. Parando o beijo, continuei a olhar para aquele homem parado ali, digamos que chocado. Com a vista voltando ao normal tirando os borrões dos meus olhos, vi Simon caminhar para trás. Uma lágrima escorria de seus olhos.

— Simon...

Sem responder, ele apenas deu as costas e sumiu dali sendo escondido pela noite. Vi o sorriso de Raphael se formar em seu rosto.

— Quero continuar de onde paramos. — disse Raphael voltando a se aproximar de mim. Em um leve gesto, me afastei.

— Não posso, me desculpe.

— Qual é, Izzy?! Estava ruim? Para mim estava tão bom.

Me puxando para seu corpo, Raphael passou a beijar meu pescoço. Eu tentava sair de suas mãos, mas uma força incrível às dominavam.

— Me solta! — gritei o empurrando.

Sem me dar conta, minha mão já estavam em seu rosto. — Desculpa...

— Se você me chamou aqui para me fazer de passatempo para esquecer o idiota do Lewis, você fez errado, Isabelle. Muito errado.

— Raphael, eu não...

— Cala a boca. Eu quero que você se foda. Vai se arrepender muito do que acabou de fazer, Isabelle. Muito.

Saindo dali, Raphael bateu a porta. Mais uma vez eu estava sozinha e mais uma vez, eu havia cometido um erro.

Liguei para Simon muitas vezes e nem sei o porque. Ele não atenderia de forma alguma. Liguei para Raphael e ele também não atendia. Subi para o meu quarto e fui direto para a água quente.


Continua...



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