História A Origem dos Guardiões: O retorno do Rei dos Pesadelos - Capítulo 4


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Palavras 938
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 10 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Famí­lia, Fantasia, Ficção, Luta, Romance e Novela
Avisos: Spoilers
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Noel planeja algo grandioso para esse natal.

Capítulo 4 - A maquina de brinquedos


As luzes da fábrica se acenderam em um flash de soltar faíscas. Os Yetis corriam de um lado para o outro, carregando brinquedos e mais brinquedos. Nessa época os duendes só faziam era atrapalhar. Tão desorientados, ficavam andando em círculos no meio do caminho.

            Toothiana voava ao redor, orientando as fadinhas. Não que não houvessem dentes a recolher, longe disso, mas esse ano Noel parecia muito desesperado por ajuda, então escalou algumas fadinhas para ajudar na fábrica.

-Não, não, querida. Fio dental não é um bom presente de natal. Cuidado! Isso é muito grande pra vocês carregarem! Baby tooth! Isso dá choque!

            Toothiana soltou um suspiro. Era muito mais fácil coordená-las para recolher dentes e deixar moedas.

-Muito trabalho?

            De repente todas as fadinhas pararam para fazer “Ah”. Exceto por uma que, já muito familiar com a aparição, voou para dar-lhe um abraço e alguns beijinhos.

-Olá Jack. –disse Toothiana, sem jeito. Pousando ao seu lado e ajeitando as penas da cabeça. –O que faz aqui? Dias de neve são seus dias com Jamie.

            Jack fez que tinha uma boa e animada resposta. Chegou a abrir um sorriso, mas simplesmente fez uma careta de e abaixou a cabeça, desapontado.

-Meu Deus, Jack! O que houve?! –perguntou, levantando-lhe os ombros e sacudindo.

-Eles… são adolescentes agora. –disse em meio a um suspiro de pesar.

-Ah, Jack… vem aqui.

            Toothiana puxou Jack consigo até o grande globo de Noel. O Coelhão, que estava logo ali ao lado, ajudando os Yetis a pintar brinquedos, veio juntar-se a eles.

-Aconteceu alguma coisa? –perguntou ao ver Toothiana voar até o globo e rodeá-lo, pensativa.

            Jack fez que não sabia e os dois voltaram suas atenções a ela.

-Veja só Jack. Cada um desses pequenos pontos representa a crença de uma criança. E é o que nos faz fortes. Você sabe disso, não é?

            Jack Frost fez que sim.

-Mas o que você não sabe é que nem todos esses pontos são crianças. –disse, abrindo um sorriso e circundando o globo com alegria.

-Ah, sim. –disse Coelhão, cruzando dos braços e sorrindo. –A Toothiana está falando dos “Peter Pans”, então eu suponho que o seu amiguinho tenha crescido.

-Meu amiguinho e a irmãzinha dele também. –disse Frost, cruzando os braços e abrindo um meio sorriso, meio careta de irritação. – Ou você acha que eu não vejo você indo esconder ovos na casa dela, fora de época.

-Você está me vigiando?! –disse, apontando-lhe o dedo no nariz.

-MENINOS!! –berrou Toothiana, atraindo de volta sua atenção. –Jack, o que estou querendo dizer é que algumas crianças não deixam de acreditar só porque envelhecem. Assim como você e Jamie, eu também tenho algumas crianças com quem estabeleci laços e que hoje já são adolescentes, até mesmo senhores e senhoras, mas que ainda assim acreditam em nós.

-São crianças que nunca deixam de acreditar. –completou Coelhão. –Não importa as circunstâncias, como Jamie acreditou quando ninguém mais acreditava. São tão importantes quanto os Guardiões.

-Até mais importantes! –declarou Toothiana. –E todos nós já conhecemos e cuidamos de uma criança assim.

-Até o Noel?! –perguntou Frost, um pouco desconfiado.

-SHIU!! –gritaram Toothiana e Coelhão, fazendo-o se encolher todo.

-Até o Noel, Jack. Principalmente o Noel. –sussurrou Toothiana.

-Nossa...

-JACK FROST!

            O sotaque Russo fez os três se arrepiarem. E lá veio o Papai Noel, todo cheio de marra. Ele ficava ainda mais imponente quando chegava Dezembro.

-Que bom que você está aqui! Venha cá, preciso do seu cerne divertido para concertar uns brinquedos!

            Noel apanhou Jack em seus braços enormes e deu-lhe um dos maiores (e mais doloridos) abraços de urso que já havia recebido. Enquanto o seguia para sala particular, viu Toothiana fazer-lhe sinal de segredo.

-Como vai você, Frost? –perguntou dando-lhe um amigável sopapo no braço.

-Inteiro, ainda. –respondeu esfregando o braço e abrindo um sorriso sem graça.

            Noel soltou uma daquelas deliciosas risadas de encher o ar de alegria.

-Como vão os preparativos desse ano, bom velhinho? –perguntou batendo o cajado na barriga do homem barbudo.

-Frost… esse vai ser o MELHOR natal de todos os tempos!

-Como se você não dissesse isso todo ano.

-Não, não! Venha cá, veja só!

            Jack acompanhou Noel até o armário, de onde um brilho magnífico se espalhava. E ele reconhecia aquele brilho dourado.

-Sandy! Mostre para Jack Frost o que estamos planejando.

            Noel abriu o armário, junto com o sorriso de Jack. Brinquedos! Milhares e milhares de brinquedos magníficos, nunca vistos antes. As areias de Sandy moldavam sonhos que passava por uma engenhoca antiquada e se tornavam reais! Os planos de Noel para esse ano era dar as crianças o que elas mais queriam: Os brinquedos de seus sonhos!

-WOOOW NOEL! –Jack correu para a esteira por onde saiam os brinquedos. Não conseguia parar de rir ao ver um cachorrinho marrom de pelúcia olhá-lo e começar a latir e se mover como um de verdade!

-Mas Santa! Como?! Por quê?

            Sandman conjurava os mais magníficos sonhos sobre a máquina. Jack Frost nunca havia visto algo tão incrível.

-Foi ideia da Lua. –disse Papai Noel, levando a mão ao seu ombro. – Este ano alguma coisa impressionante vai acontecer.

-E o que vai ser? –indagou, admirado.

            Noel abaixou-se e chamou-o para perto. Jack Frost aproximou-se com grandes expectativas. O papai Noel fez mistério, como se fosse algo estupendo, o que o deixou ainda mais curioso.

-Eu não sei! HÁ!

            Ele começou a gargalhar da cara de bobo de Jack.

-Hahaha... seu velinho metido a comediante…

-O importante, Jack, é que precisaremos do seu cerne divertido para entregar esse presente especial.

            Jack abriu um grande sorriso.

-Mas é claro que sim!


Notas Finais


E o próximo capítulo já está ali em baixo! Boa leitura =)


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