História A Outra - Capítulo 2


Escrita por: ~ e ~Jeff-Sama

Postado
Categorias Fairy Tail
Personagens Erza Scarlet, Gajeel Redfox, Lisanna Strauss, Lucy Heartfilia, Natsu Dragneel, Sting Eucliffe
Tags Nalu
Exibições 772
Palavras 3.792
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Hentai, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Insinuação de sexo, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Oie pessoas! Jeff-Sama aqui o/
Vim trazer nosso segundo e último capítulo.
Foi uma história bem curtinha, mas como comentei no primeiro cap, adorei poder escrevê-la unindo a escrita da Vivi com a minha >.<

Agora as palavras dela para vcs:

Bom, primeiramente quero agradecer a todos que leram a fic, ou como chamo "Fic-Neshout". Eu havia esquecido de dizer que a história só teria dois capítulos ;--; podem me bater... Não, não podem não!!
Fiquei feliz em escrever com o Jeff, ele é um ótimo parceiro e de uma escrita e ideias maravilhosas. Não tenho mais palavras a dizer.
Agradeço a todos e principalmente ao meu parceiro por ter me aguentado esse tempinho rsrs e é isso, beijos da Vivi.

Boa leitura e se preparem para o Hot ( *---* )

Capítulo 2 - Capítulo 2 - Final.


Fanfic / Fanfiction A Outra - Capítulo 2 - Capítulo 2 - Final.

POV NATSU.

 

Lucy é sempre muito impulsiva e não mede esforços para esfregar na minha cara que eu a deixo como segunda opção, ou como a outra.

Será que ela não consegue enxergar o quanto eu a amo?!

Mas, infelizmente sentimentos não podem ser a prioridade na minha vida. Tenho um compromisso de longa data com Lisanna e não posso simplesmente abandoná-la, por mais que eu deseje isso loucamente todos os dias.

Quando comecei a seduzir a Lucy, foi porque vi nela uma beleza extraordinária e incomparável. Eu esperava que ela me gritasse todo o tipo de baixas palavras e me desse uns tapas quando sugeri que nos encontrássemos para aventuras entre quatro paredes.

Mas estranhamente e ironicamente ela concordou no mesmo momento em que fechei a boca. Aquilo me deixou surpreso. Como ela poderia aceitar os meus caprichos egoístas tão facilmente?

Contudo não questionei, pelo contrário, fiquei feliz com a resposta e logo comecei a fazê-la minha. Cada beijo, cada deslize de mão pelo corpo, cada olhar e palavras de desejo sussurradas. Tudo era muito verdadeiro e reciproco entre nós.

Meses depois, quando eu já me encontrava afogado nessas ondas de prazer tão viciante, Lucy começou a agir diferente. Não me tratava mais com toda a alegria de sempre quando eu ia até sua casa.

Questionei pesado sobre suas novas atitudes e depois de muito hesitar ela se rendeu. Confessou que estava me amando e que não era pouco. E que isso estava fazendo seu coração despedaçar a cada vez que eu ia embora e que ela lembrava de Lisanna me esperando em casa.

Eu não consegui argumentos, nem quis me defender. Sabia que o erro era meu, mas ela sabia das consequências desde o inicio. Sabia que eu não posso deixar a Lisanna assim do nada como tanto deseja que eu faça.

 

- Que droga! – Gritei chutando a cama antes de me atirar nela. Encarei o teto, pensativo – Porque aquela loira tem que ser tão melhor do que a mulher que o destino pôs primeiro na minha vida?

 

Seria porque o destino tem dessas coisas? Ele gosta de brincar com todos, sem exceção, em algum momento. Sempre que estamos vivendo algo maravilhoso, uma bomba é solta sobre tal somente para nos confrontar. Isso é muito irritante.

 

- Ahr... – Suspirei por fim, desistindo de entender a minha própria vida – Onde está a Lisanna?

 

Só então percebi que ela não havia vindo ao quarto para me abraçar como sempre faz quando chego do trabalho.

Gritei por seu nome e fiz um tour pela casa, mas Lisanna simplesmente não deu sinal de vida.

Tomei um banho demorado, enquanto as duras palavras da Lucy cintilavam com tudo em meus pensamentos. E, ao me deitar novamente, me peguei morto de sono, desejando que aquela fosse a casa da Lucy, que aquela fosse a cama dela, que a loira estivesse entre os meus braços sem se importar com meu egoísmo.

 

# HORAS DEPOIS, 22H.

 

Acordei com os olhos pesados.

Olhei em volta do quarto escuro, continuava sozinho.

Pus a camisa vermelha pendurada sobre a cabeceira da cama e calcei meus chinelos. Porém continuei sentado, de mãos firmes na cabeça.

 

- Ele está dormindo agora... Mas não é bom que conversemos por telefone sobre isso! – Escutei a voz de Lisanna soar da porta do nosso quarto – Acho que vou dizer pra ele somente amanhã... sim, pode soltar os fogos, será a prisão perfeita.

 

Aquela conversa estava bem estranha. Como assim prisão? Como assim soltar os fogos?! 

Quando percebi que ela estava para entrar no quarto eu rapidamente fingi estar dormindo. Escutei os saltos se distanciando e abri um dos olhos na direção da porta.

 

- Sim, ele está mesmo dormindo! – Ela reconfirmou numa risadinha – Dá tempo de ir até ai e voltar, beijo. Vejo você daqui a pouco.

 

Senti uma estranha sensação. Seria possível Lisanna estar... Não. Ela não seria capaz. E todo o amor que dizia sentir por mim? E todas aquelas demonstrações de carinho?

Seriam todas parte de uma excelente atuação? Se sim, eu descobria. E não deixaria nenhum pouco barato.

 

Corri até a janela e vi quando ela acabava de dar partida em seu carro.

Fui feito um louco até a garagem, onde peguei o meu carro e logo sai pela rua também.

Segui-la sem deixar evidente foi um desafio. Ela estava fazendo uma rota conhecida por mim e qualquer deslize alguém me cumprimentaria pelo caminho. Fechei as janelas por completo, o vidro fumê me salvaria desta vez.

Encarei Lisanna saindo de seu carro ao longe. Havia parado no estacionamento da delegacia onde eu trabalho. Agora sim aquilo estava estranho de verdade. Qual o motivo dela ir até o meu local de trabalho quando deveria estar em casa comigo?

Estacionei do outro lado da rua e fui discretamente atrás dela. A esta hora na delegacia estariam apenas um ou dois policiais de plantão. Entrar sem o fardamento poderia ser ignorado, afinal eu mando na porcaria toda e coitado de quem questionasse alguma coisa.

 

- Senhor Natsu? – Um de meus subordinados se espantou, como se não fosse o primeiro susto desde um minuto atrás – Sua esposa acaba de entrar na sua sala!

- Ela falou o motivo?

- Não senhor, apenas disse que veio pegar uma coisa e que o senhor está sabendo disso. Mas, porque está aqui agora então?

- Fica na sua Lins, preciso que não deixe ninguém se aproximar da minha sala – O encarei. Ele assentiu confuso – Só tem você de plantão hoje? – Lins assentiu novamente – Ótimo, nada de espalhar o que está para acontecer.

- S-Sim senhor.

 

Algo me dizia que eu não iria gostar nada do que quer que estivesse acontecendo dentro da minha sala.

Toquei a maçaneta com cuidado e a girei vagarosamente, sem fazer ruído algum. Estava trancada. Encarei a porta e me lembrei que Lucy tinha uma cópia guardada no almoxarifado.

Fui até lá e voltei depressa com a mesma na mão, pronto para abrir.

Um giro e estava feito. Abri vagarosamente, dando apenas um passo para dentro.

Senti um arrepio correr por todo o meu corpo e congelei subitamente diante da cena  em minha frente.

Lisanna estava sentada no colo de Sting, que estava sentado na minha mesa. Estavam se beijando-o tão prazerosamente que nem se deram o desprazer de perceber o chiado de minha respiração pesada.

 

- Mas e se ele for loiro que nem o pai? – Sting disse num tom de voz irônico, com os lábios prensados no pescoço dela – O que o Natsu vai pensar disso?

- Hahaha... – Lisanna apenas riu, abraçando mais firme o pescoço dele para ser beijada novamente – Daqui para que o bebê tenha traços que o entreguem não ser filho do Natsu, nós dois já estaremos separados... Eu já terei muito dinheiro...

- É mesmo? – Perguntou divertido.

- Sim, sim... Então vê se não demora a conquistar o seu lugar como o superior aqui dentro... Não quero demorar mais com farsas.

 

Senti-me um lixo.

Ergui o braço para trás, fazendo a porta estrondar o som de minha raiva.

Lisanna e Sting quase caíram da mesa no susto. Ambos me encaram desnorteados.

 

- N-Natsu... – Sussurraram juntos com as expressões pasmas.

- Então é isso... Esteve me traindo todo esse tempo Lisanna...

- Calma Natsu, não é bem por...

- CALA A BOCA!

- Natsu, só faz alguns meses... – Sting confessou cínico – A gente iria contar em algum...

- MANDEI CALAR A BOCA, SEU MERDA! – Senti que a qualquer momento o mataria por pura força de vontade no olhar – Iam me enganar... Dizendo que eu serei pai de um filho que pertence a vocês dois!!! Tudo por uma posição melhor e grana!

 

Mas, diante daqueles dois, notei que aquela era a minha chave para a liberdade que não conseguia encontrar.

Uma calma absurda se instalou em meus pensamentos bagunçados e em meu peito acelerado pela raiva. Soltei o ar, que saiu junto de um sorriso debochado.

 

- Lisanna... Sting... Sejam felizes juntos.

- N-Natsu, o quê está...

- Estou dizendo que você é dispensável na minha casa, é dispensável da minha vida! – Dei de ombros – Tem até amanhã de tarde para pegar as suas coisas e dar o fora da minha casa.

- Natsu! Não pode fazer isso comigo!!! – Estourou arrependida, ou talvez quisesse me fazer de trouxa para continuar me extorquindo – Podemos conversar Natsu? Eu vou te dizer tudo direitinho como as coisas acont...

- Não!!! Não quero conversar com você sobre nada! Já falei, foi o meu veredicto Lisanna... Vai pegar as suas coisas o quanto antes.

 

Dei as costas.

Antes de sair da sala, uma coisa maluca se passou pela minha cabeça.

Virei-me de leve e sorri para ambos.

 

- Sabe Lisanna, você fez bem em ter escolhido o Sting... Cedo ou tarde seria descartada.

- Por que diz isso?! – Perguntou em pranto, trêmula.

- Porque a Lucy, sim, a minha colega de trabalho. Que é muito mais bonita, gostosa e de personalidade que você... Ela vale muito a pena para que eu perca minha vida com você!

- N-Natsu... vocês...

- Nós. Sim, não era só você que estava traindo – Dei as costas outra vez, sentindo um alivio enorme por desabafar aquilo – Eu amo a Lucy, ela me ama. Obrigado por abrir caminho a este sentimento.

 

Sai da sala, ouvindo os gritos altos da albina.

Lins nada disse, pareceu ter ouvido tudo por de trás da porta. Mas conseguiu fingir muito bem o contrário.

Entrei no meu carro, a primeira coisa que fiz foi pegar o telefone e logo encontrei o contato dela para a chamada.

 

- Natsu? – Perguntou desconfiada – Não me diga que resolveu ficar de plantão...

- Não Lucy, não estou. Eu vou até a sua casa agora mesmo – Sorri de canto, imaginando a cara de surpresa dela – O que acha de uma noite divertida? E desta vez eu garanto, serei todo e somente seu.

- C-Como assim Natsu?! – Indagou em total surpresa – Você...

- Deixei a idiota da minha esposa? Isso mesmo. Ou melhor, ambos nos deixamos por alguém a quem amamos de verdade.

 

XXX

 

Segui diretamente até a casa da Lucy. Bati na porta sem me importar se estava parecendo alguém prestes a entrar lá para roubar ou se os vizinhos dela simplesmente me apontariam como um louco.

Na décima ou vigésima batida, quem sabe, a Lucy já estava abrindo a porta para mim. Eu entrei sem dizer nada, vendo-a me encarar confusa e nervosa.

 

- Natsu, porque está aqui agora?! – Indagou de voz trêmula – O que houve entre você e Lisanna?!

- Eu e a Lisanna, isso não existe mais! – Sorri feliz por poder dizer isso de consciência limpa. Pagamos na mesma moeda o que fizemos um com o outro, então nada poderia me deixar com culpa.

- C-Como assim Natsu? Lisanna está grávida não é verdade? – Gritou irritada, abrindo a porta – Vai embora, não pensei que fosse idiota ao ponto de deixar a mulher que está esperando um filho seu... Vai!

- Lucy me escuta!!!

 

A loira se encolheu encostada na porta após eu fechá-la outra vez.

Desviou seu olhar para o chão, chorando baixinho para que eu não a escutasse. Mas foi em vão, eu percebi toda a sua dor.

 

- Vai... Me fala então, o que você pretende? – Sussurrou, enfim me deixando explicar.

- Aquele filho não é meu! – Lucy rapidamente ergueu a cabeça, me encarando com uma surpresa enorme, seus olhos brilhando em lágrimas. Eu sorri, dando um passo para perto dela – Lisanna esteve me traindo com o Sting! Ele é o pai, ele e não eu!

- E-Ela o quê?! – Foi tudo o que conseguiu falar, presa em pensamentos – Aquela desgraçada me impediu de me aproximar de você todo este tempo... E nunca o amou de verdade!

- Pois é Lucy – Sorri de canto, pegando-a pelo braço para unir nossos corpos em um abraço apertado. Lucy afagou seu rosto no meu peito, chorando baixinho, agora de felicidade – Não chora Lucy... Isso não é do seu feitio.

- Idiota, eu choro sim! – Me apertou mais forte – Eu o amo muito. E agora está me dizendo que tenho o caminho livre para tê-lo somente para mim. Eu choro sim, isso me deixa muito aliviada e feliz!

- Eu sei. Eu também estou muito feliz por ter aberto os olhos para enxergar quem realmente me faz um homem completo... Obrigado por não me odiar Lucy, obrigado por me esperar todo esse tempo.

 

Quando nos afastamos, Lucy enxugou suas lágrimas e abriu um sorriso contagiante, tocando o meu rosto. Também toquei o seu, secando a lágrima solitária que restara no canto de seu olho.

 

- Eu vou procurar um hotel para passar a noite... Não quero que ver a cara da Lisanna quando ela for pegar suas coisas lá em casa – Comentei vagamente, afastando-me. Sabia que a Lucy reagiria em um segundo.

- Não faz isso! – Me impediu de ir até a porta – Fica comigo. Dorme comigo Natsu... Podemos nos divertir para comemorar a ruptura de suas correntes.

- Sem arrependimentos depois hein? – A agarrei, rindo.

 

Joguei a loira no sofá, que mordiscou seu indicador enquanto assistia-me tirar a camisa. Ela se abanou, livrando-se de sua blusinha também.

Observei os peitos enormes saltando assim que o sutiã foi jogado para algum canto da sala e imediatamente me aproximei do sofá, pegando a Lucy e sentando-a no meu colo.

 

- Ei loira, me diz... – Nos fitamos divertido – O que acha de uns personagens para esquentar a nossa noite?

- Hum... Prossiga com os detalhes.

- Você – Mordisquei seu pescoço, sentindo seu perfume. A vi em arrepios, arqueando suas costas – será a bandida mais cruel e gostosa do mundo... E eu, o policial que está caçando-a loucamente para puni-la.

- Hahah... – Chegou mais perto, sussurrando – Adorei a ideia, policial Natsu. Mas adianto que não sou uma bandida das fracas.

- Claro que não.

- Vamos para o meu... ou melhor, o nosso quarto. Lá o nosso teatrinho vai pegar fogo.

 

Eu estava no quarto, sentado numa cadeira com as mãos algemadas, sem camisa, sem calça, sentindo um volume aumentar dentro da cueca ao ver certa gostosa em minha frente, que também estava seminua.

Meus braços continuavam amarrados, a Lucy decidiu me deixar assim por um tempo, só para poder começar tudo.

 

- Não vou me arrepender de usar você? – Perguntou se ajoelhando em minha frente, tocando sua calcinha – Olha que eu gosto de torturar policiais, são minhas melhores presas.

- Não vai se arrepender de nada, bandida... – Sussurrei a última palavra e a vi dar um sorriso de canto – Também é a minha presa predileta.

- Já disse para me chamar de Lucy! – Se aproximou de meu pescoço, mordendo de leve – Ou me chama de vadia... – Sorriu – Adoro isso...

- Uh... – A fitei louco de tesão. A loira tentou me beijar, mas neguei, virando o rosto – Sem beijo... Primeiro vamos ao que interessa...

- Gostei de você! – Levantou-se – É o primeiro homem que me nega um beijo e sai vivo... – Andou até a cama – Isso porque eu quero muito sentar agora... – Tocou sua bunda, me fazendo imaginá-la sem a calcinha.

 

Me levantei e fui até a cama. Lembrando que eu só estava usando uma cueca box vermelha e nada mais. Lucy começou a me libertar das algemas enquanto observava meu corpo.

 

- Cara... – Mordeu o lábio inferior – Você é muito gostoso para ser de uma mulher só... – Continuava girando a chave – Mas sou egoísta, vou te fazer apenas meu.

- Você acha? – A fitei – Tenho namorada...

- Traindo, fica mais gostoso! – Assim que me libertou, a joguei na cama – Uau...

- Vai se arrepender por ter atiçado esse cara aqui! – Sorri – Eu estou louco por isso... Não me culpe se não conseguir andar depois!

- Uhm... Vamos ver se tem toda essa energia! – Ela demonstrava estar gostando cada vez mais da ideia. Nossa encenação estava mesmo apimentando o momento – Me fode gostoso... Delicia de policial...

 

Subi na cama, ficando sobre a Lucy. Apoiei meus cotovelos deixando-a entre os meus braços. Pude sentir a respiração quente que ela tinha, ela também sorria o tempo inteiro.

Aproximei minha boca de sua barriga, lambendo-a com a ponta da língua, deixando a safada arrepiada.

 

- Ahr... É um bom começo... – Falou num sussurro.

- Que bom... – Subi até seu sutiã. Virei seu corpo de lado por alguns instantes e logo tirei a peça, despindo seios enormes e bem durinhos – Caramba, que mulher é essa? – Conclui já abocanhando um de seus seios e chupando com imensa vontade – Uhm...

- Arh... Ahr... – Começou a se contorcer de prazer – Q-Que lingua gostosa... Ahrm... – Gemia baixinho.

- Uhm... – A fitei – Você não sentiu nada ainda! – Passei a língua vagarosamente pelos seios dela, alternando entre um e outro em questão de segundos – Uhm... Uhm...

- Ain... Arh... – Segurou um travesseiro, na tentativa de conseguir algo para se apoiar – Natsu... Nha...

- Segura nas minhas costas... – Sugeri. De imediato ela fez isso – Está gemendo bastante hum – Sussurrei beijando seu pescoço.

 

Enquanto eu beijava e dava leves mordidas em seu pescoço, Lucy apenas respirava profundamente e gemia ofegante. Se ela estava gemendo assim antes da minha parte preferida, eu consegui imaginar quando chegasse lá.

 

- Vem cá gostosa... – Me sentei na cama, apoiando minhas costas na cabeceira. A puxei, fazendo-a sentar entre as minhas pernas, deixando sua bunda encostada no meu membro, que ainda estava escondido.

- N-Nossa! – Simulou espantou. Afinal ela conhece bem o tamanho do que está por invadi-la. E então prosseguiu de forma manhosa – Policial, você tirou a sorte grande!

- Não fale... – Me movimentei de leve, roçando meu pau em sua bunda – Apenas sinta...

- Uhr... – Me fitou de ladinho – Vai logo...

- Como é que se fala, bandida? – Provoquei, beijando seus ombros.

- Nha... P-Por favor... 

- Isso ai, seja educada com uma autoridade e vai ter o que merece sempre.

 

A deixei de quatro. Rapidamente peguei um preservativo que estava jogado em cima da cômoda e voltei para a cama, ficando de joelhos bem atrás da Lucy.

 

- Que caralho enorme... – Falou manhosa – Eu quero sentir dentro do meu corpo... Todinho... – Concluiu com um tom de ousadia.

 

Fiquei ainda mais excitado, o membro já pulsava de tão excitado que eu estava. O tesão só aumentou quando ela começou a balançar sua bunda perfeitamente desenhada e avantajada, de um lado para o outro.

 

- Não olha para trás! – Ri pervertido – Ou pode se arrepender de continuar...

- Jamais... –  Lucy me desobedeceu e virou seu lindo rosto para trás, arregalando os olhos ao me ver sem cueca – Natsu... – Lambeu seus lábios – Estou sonhando...

- Eu disse para não olhar! – Segurei sua cintura e ergui meu corpo para frente rapidamente, penetrando a entrada da loira sem dó – Orh...

- Ahrn... – Engoliu seco, fechando os olhos – Nhaa... Que... Gostoso...

- Ohr... E-Eu disse que... Iria dar conta de você – Sorri em meio as caras e bocas que fazia por causa do prazer – Ohr...

 

Imaginem o quanto o meu “Brinquedinho sexual” estava adorando aquele entra e sai, vez rápido, vez lento... Uma completa sensação de prazer invadia o meu corpo inteiro.

Com a loira não estava sendo diferente. Gemia meu nome e arfava bem alto a cada vez que eu entrava mais fundo.

Segurei a cintura dela com um pouco mais de força, comecei a fazer movimentos circulares dentro de sua entrada, forçando um pouco mais para dentro. Ambos soltamos gemidos altos de prazer.

 

- AHHHR... AHRR... – Ela se entregou de vez, gemendo sem parar – Ahr... D-Delicia... Me fode mais Natsu!

- Orh... Como é que se pede mesmo?

- Por favor policial... ahr...

Muito bem – Continuei estocando bem forte, sem parar um segundo sequer – Ohrr...

- E-Eu vou... Fazer você ser meu parceiro de crime... Ahrr... Só para ter mais disso – Dei uma palmada forte em sua bunda, metendo mais rápido ainda – Ain... Ahr...Continua Natsu... Ahr...

- Ohr... Ohr...

 

Lucy começou a rebolar, parei os meus movimentos e deixei que ela continuasse sozinha. Estava bom demais, ela realmente caprichava no vai e vem, entrando a saindo de mim como bem entendia.

 

- Wour...

- V-Você geme tão Fofo... – Rebolou lentamente, me fitando de ladinho toda ofegante – Q-Que eu quero... Ouvir mais...

- Ohr... N-Não brinca... Eu quem quero ouvir v... – Ela foi para trás com força, me presenteando, pude sentir meu pau todo entrar nela – OHRRR...

 

Sai de dentro da Lucy, tirei o preservativo e o joguei num canto. Ela deitou-se de boca aberta e eu subi meu corpo, deixando o meu pau bem acima de sua boca.

 

- Vai aguentar? – Perguntei sorrindo pervertido.

- Manda a ver delicia... – Piscou sexy.

 

Ergui minha cintura para frente, Lucy abocanhou toda a extensão do meu membro e pude ouvir o barulho de engasgo, o que não foi motivo para ela parar de me chupar.

 

- Ohrr... Ohr... – Continuei penetrando em sua boca, rapidamente. Já podia sentir arrepios de prazer com as investidas da língua dela  – Vai vadia... Chupa... Ohr...

- Uhm... Uhm... – Ela passava suas mãos pela minha bunda e coxas enquanto sentia meu pau entrando e saindo de sua boca – Uhm...

- Eu... Eu vou... – Sussurrei, perdendo as forças.

 

Gozei em sua boca. Minha respiração pesada demonstrava o quanto estava satisfeito. E ela de mesma forma.

Lucy engoliu tudo e fez biquinho em seguida. Cai exausto na cama e a puxei para mim, afagando suas costas.

 

- Ahr... – Suspirou – Nunca vou esquecer de você policial! – Sorriu me fitando – Admito que foi melhor que todos os que já que peguei!

- Não precisa me esquecer, eu vou ficar com você loira, pelo bem das pessoas – Sorri bobo.

- Muito bem, serei sua. E você será todo meu.

 

Nos fitamos em silêncio por algum tempo e caímos na risada juntos. Decidimos que já era hora de sair dos personagens.

 

- Adorei isso Natsu, devemos tentar mais vezes. Só que eu serei a policial e você o criminoso.

- Nada contra – Assenti, roubando-lhe um beijo demorado.

- Natsu... Estou muito feliz por ter escolhido a mim – Disse corada, invadindo-me com um olhar profundo – Ser a outra era doloroso, mas agora sinto o quão bom é ser a única.

- Eu fico feliz por tê-la comigo loira – A beijei novamente, de forma mais carinhosa. Quando paramos para respirar, sorri divertido – Uhm, somos dois apaixonados que merecem a felicidade, só acho.

- E eu super concordo! – Abraçou-me.

 

Decidi que apagaria toda e qualquer lembrança da Lisanna, tudo o que vivemos juntos, porque nada daquilo foi verdadeiro e prazeroso assim como os momentos que tive com a Lucy.

Lucy não deveria ser a outra, jamais.

Desde quando a conheci melhor, deveria ter percebido que o sentimento reinando entre nós dois era amor. 

Mas agora que enfim isso foi esclarecido, não hesitarei em apresentá-la para todos como aquela que sempre foi a verdadeira mulher da minha vida.

¨ FIM ¨


Notas Finais


É isso gente, a Vivi e eu esperamos que tenham gostado ˆ.ˆ
Obrigado a todos que dedicaram tempo na leitura da nossa história, que favoritaram e comentaram.

Mas não vão embora ainda! Tenho um recado >.<
Para quem ama Nalu - Porque é vida - E gosta de muita comédia e coisas pervertidas - Que tbm é vida - Tenho uma ótima recomendação.
Minha fic Nalu "Um felino em minha vida"
Segue link para quem quiser dar uma olhada -> https://spiritfanfics.com/historia/um-felino-em-minha-vida-5074520

Jya o/


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