História A Outra Face de Rubi - Capítulo 10


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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção, Mistério, Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Introdução aos novos personagens da trama, ainda continuará com o mesmos personagens da história original, mas com o tempo irei adicionar outros personagens. Boa leitura!

Capítulo 10 - Apresentações


Fanfic / Fanfiction A Outra Face de Rubi - Capítulo 10 - Apresentações

Mansão Herrera

- Alonso, está é Rubi Pérez, ela será sua cuidadora. Pois eu irei viajar e não vou ficar com você - disse Cíntia.

- Muito prazer senhor - disse Rubi estendendo a mão, mas Alonso não a cumprimentou.

- Ora, não seja tão grosso. Ela não é linda? Vai ter uma ótima companhia - disse Vera, em um tom sarcástico.

- Posso muito bem cuidar de mim sozinho - disse Alonso.

- Alonso, não seja indelicado - disse Vera - Cíntia converse com seu irmão enquanto vou levar senhorita Pérez para seu quarto.

- Claro, sinta-se em casa senhorita Rubi - disse Cíntia.

Vera e Rubi saíram, e deixaram Alonso e Cíntia sozinhos.

- Alonso... - dizia Cíntia, mas foi interrompida por Alonso.

- Não admito que me trate como um coitado. O que pensou quando chamou essa moça para cá? Pra me fazer idiota?

- Alonso por favor, deixa eu explicar.

- Então explique, vamos, eu estou ouvindo.

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- Bem senhorita Rubi, aqui está o seu quarto, espero que esteja a seu gosto... - disse Vera.

- Sim, está. Obrigada - disse Rubi.

- Bem... já viu que o Alonso é um homem de temperamento muito forte, terá que ter paciência - disse Vera.

- Não se preocupe, aposto vamos nos dar muito bem.

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Cancún

Sofia e Alessandro estavam tomando um café no restaurante Gallas.

- Aí Alessandro... Eu lamento por você e pela... Rubi - disse Sofia.

- Eu também lamento, mas no momento vou me dedicar a minha carreira. E o futuro a Deus pertence.

- Sim. E... O que você achou da Sônia?

- A Sônia? Bem, ela é muito bonita, muito educada...

- Eu notei um interesse nela e que ficou desapontada quando falei na sua namorada.

- Eu não tenho cabeça para isso, Sofia. Como eu disse, vou me dedicar a minha carreira.

- Tá bem, tá bem. Olha... Aquele ali não é o seu amigo do apartamento de Nova York? Heitor... - disse Sofia apontando para mesa onde estavam Heitor e Maribel.

- Sim, é ele mesmo. Heitor - disse Alessandro acenando.

- Olha meu amor, é o Alessandro - disse Heitor tocando em Maribel.

Alessandro saiu de sua mesa e foi em direção a mesa de Heitor e Maribel. Sofia foi logo atrás.

- Mais que maravilha ver vocês, aposto que estão aproveitando a lua de mel - disse Alessandro, dando um abraço em Heitor.

- Pois é, mas ainda temos muito que aproveitar. Nós vamos passar um mês em Cancún - disse Heitor.

- Que ótimo. Mas vou tentar não acabar com a lua de mel de vocês. Essa é minha irmã Sofia, o Heitor já a conhece mas você não Maribel.

- Muito prazer - disse Sofia cumprimentando Maribel.

- O prazer é todo meu, é muito bonita Sofia - disse Maribel - Alessandro preciso falar com você... É sobre a Rubi.

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Mansão Herrera

- Quer dizer que o pai do Heitor matou a esposa e depois se matou? - disse dona Elisa, em estado de choque.

- Sim. Quando soube, imediatamente fui pegar o Heitor e o trouxe para cá. Inventei aquela história de acidente para não deixar o Heitor mau.

- Mas Genaro, você tem que contar ao Heitor sobre isso.

- Não posso, isso é a última coisa que irei fazer. Heitor jamais me perdoará por ter escondido isso toda sua vida.

Mansão Herrera

Rubi se instalava em seu quarto, quando alguém bate a porta.

- Pode entrar.

- Oi, vim saber se precisa saber de alguma coisa senhorita Rubi - disse Estela entrando.

- Primeiro... Pode me chamar de Rubi, segundo... Não preciso de nada, mas obrigada - respondeu Rubi.

- Está bem - disse Estela sorrindo - O que achou da casa?

- Eu ainda não vi muita coisa, mas conheci o dono.

- Ai, o senhor Alonso. O que achou dele?

- É um homem bem assustador e bastante rude - respondeu Rubi.

- Sim, ele é assim com todo mundo. Mas você se acostuma.

- Estela, me fale um pouco sobre as pessoas dessa casa. Quero saber com vou conviver de agora em diante.

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- Eu e a Vera resolvemos que seria bom deixar alguém cuidar de você... Alguém de nossa confiança. Já que ficarei um tempo fora... - disse Cíntia sendo interrompida por Alonso.

- Um tempo fora? Você não vai a lugar algum sem minha permissão...

- Eu não tenho mais 15 anos, Alonso. Já sou uma mulher feita e tenho total direito de fazer minha vida. Com sua permissão ou não.

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- Bom... O seu Alonso é um homem muito rancoroso, só vive dentro do quarto, sabe-se lá fazendo o quê. Quase não fala com os empregados, só entra eu e a dona Cíntia na maioria das vezes. Eu para tirar a roupa suja e trocar a roupa de cama - disse Estela.

- E por que e a quanto tempo ele está naquela cadeira de rodas? - pé Rubi.

- Uuuuh, já faz tempo. Quando eu comecei a trabalhar aqui ele já estava na cadeira. E pelo que me contou a dona Carlota, ele sofreu o acidente que deixou ele inválido da parte inferior do corpo - respondeu Estela.

- Quem é dona Carlota?

- É a empregada mais antiga aqui. Se quiser posso te apresentar a ela depois, o resto do pessoal quer te conhecer também.

- Claro que sim, mas continua me falando do resto da família. A dona Vera, a Cíntia, esse irmão do senhor Alonso - disse Rubi.

- A dona Vera é uma mulher muita chata. Ela não suporta o seu Alonso, diz que não vê a hora dele bater as botas.

- E por que ela o odeia tanto?

- Só Deus sabe. Eu acho que é porque ele muito as pessoas.

- E esse irmão dele? Eu ainda não o vi por aqui.

- Ah, o seu Antônio. Ele é bem diferente do seu Alonso, é bonito, elegante, charmoso... ele trata os empregados muito bem, pena que é casado com uma megera - disse Estela.

- Huuum, será que eu notei um certo sentimento nesses elogios? - disse Rubi rindo.

- Aí, não. Ele é meu patrão e jamais olharia para uma mulher como eu.

- Você que pensa. É só jogar um charme que ele estará aos seus pés.

- Se ele não fosse casado.

- Hahahahah...

- Mas continuando, a dona Cíntia é também diferente da dona Vera. Ela é uma patroa do céu, sempre compreensiva e amiga. Pena que vai viajar por um tempo agora.

- Percebi que ela é um pouco triste. Você sabe por quê?

- Só uma pessoa pode responder as suas perguntas, a dona Carlota. Vem, vamos na cozinha para você conhece-la - disse Estela.

- Está bem, vamos.

- Tenho certeza que ela vai gostar de você... Eu gostei, acho que vamos ser ótimas amigas...

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Cancún

Helena chega no escritório um pouco distraída.

- Conde, trouxe os papéis que pediu - disse ela colocando os papéis na frente de Lúcio.

- Muito bem Helena, obrigado. Soube que o arquiteto Ferreira está no hotel.

- E o que tem?

- Como assim? Ele será o nosso futuro sócio.

- Sócio? Ele está aqui para comprar ações do hotel?

- Provavelmente, mas ele ainda não sabe disso - respondeu Lúcio, acendendo um charuto.

- Não estou entendendo... - disse Helena confusa.

- Com o tempo você entenderá minha querida Helena.

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Alessandro e Maribel sentaram-se em um bar próximo a praia para conversarem a sós, enquanto Sofia mostrava o hotel a Heitor.

- Alessandro... Por que deixou a Rubi? Não sabe o quanto ela sofreu.

- Maribel, antes de mais nada, eu deixei claro a Rubi que jamais queria vê-la e me arrependo disso. Mas agora está feito.

- Não, a Rubi tentou te impedir de viajar. Ela saiu no meu casamento​ para ir atrás de você no aeroporto, mas você já havia partido.

- O quê? A Rubi ainda foi no aeroporto por mim?

- Sim Alessandro - respondeu Maribel - se você ainda a quer, ligue para ela. Ainda tempo, sei que a Rubi te ama e... Aí meu Deus, eu esqueci de avisa-la que já estava em Cancún - disse Maribel pondo a mão na testa e pegando o celular na bolsa - Vai querer falar com ela?

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- Sabe Helena... Conheci um homem incrível aqui no hotel - disse Sônia.

- Só você? Me esbarrei com outro no corredor que parecia um príncipe encantado de tão bonito que era - disse Helena nos risos.

- Mas veja só... Achei que não estava interessada em relacionamentos - disse Sônia.

- E não estou. Mas aquele homem era de tirar o fôlego de qualquer mulher...

- Duvido que seja tão bonito quanto Alessandro Cárdenas.

- Já sabe o nome dele? Huuum, que maravilha... Se o Pietrosanto não souber disso.

- Tiago não é meu dono e muito menos tivemos algo sério, Alessandro me interessa. Pena que ele já tem namorada.

- Que pena, bem vamos ver se ele não fica solteiro né - disse Helena rindo.

- Ai para. Não quero ter esperanças. Ele é irmão de uma funcionária daqui do hotel...

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Mansão Herrera

Rubi e Estela iam em direção a cozinha e passam pela porta da frente, quando alguém entra. Era Antônio, irmão de Alonso que dá de cara com as duas.

- Seu Antônio... Achei que viria ao meio dia - disse Estela.

- Eu também, mas não tinha muito o que fazer na empresa - disse Antônio - E quem está moça com você?

- Essa é a Rubi, a cuidadora do seu Alonso.

- Muito prazer senhorita... Rubi - disse Antônio, olhando Rubi nos olhos.

- O prazer é todo meu - respondeu Rubi sem graça.

- Onde está a sua patroa? - perguntou Antônio à Estela.

- A dona Vera deve estar no quarto senhor.

- Certo, com licença. Foi um prazer Rubi - disse Antônio, subindo às escadas.

- Agora entendo porque se sente atraída por ele - disse Rubi.

- Reparou como ele te olhou? - perguntou Estela.

- Não... Agora vamos conhecer os empregados.

- Certo.

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Cancún

- Eu liguei para casa da dona Lola, mas ela disse que a Rubi saiu e não sabe quando volta - disse Maribel.

- Que estranho, será que aconteceu alguma coisa? - perguntou Alessandro.

- Espero que não... Será que veio atrás de você para Cancún? - disse Maribel animada.

Alessandro se sente esperançoso.

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Sofia mostrava a piscina do hotel a Heitor.

- Sofia, tem alguma piscina particular para mim e Maribel?

- Posso reserva uma pequena em seu nome.

- Quero que para essa noite, quero que tudo seja especial para Maribel - disse Heitor.

- E será, não se preocupe.

Ia se aproximando Sônia e Helena, mas só tinham reconhecido Sofia.

- Sofia, que bom te ver - disse Sônia cumprimentando Sofia - essa é a Helena Navarro, secretaria do Conde de Aragão.

- Oi, muito prazer - disse Sofia cumprimentando Helena - que indelicadeza a minha, esse é o Heitor Ferreira, amigo do meu irmão Alessandro.

Helena ficou surpresa ao ver o mesmo homem com quem esbarrou antes.

- Mu... Mu... Muito prazer - disse Helena nervosa.

- Você... Desculpe por hoje, eu não te vi... - disse Heitor.

- Tudo bem, não se preocupe, foi eu que não te vi também.

- Já se conhecem? - perguntou Sônia.

- Sim, foi com ele que acabei derrubando os papéis do Conde.

- Ah, que ótimo. Sofia, onde está seu irmão? - perguntou Sônia

- No bar perto da praia com a esposa do Heitor - respondeu Sofia.

- Esposa? - perguntou Helena sem acreditar.

- Sim, eu estou em lua de mel - respondeu Heitor.

- A gente vai se encontrar com eles agora, querem vir conosco? - perguntou Sofia.

- Claro, vamos Helena - disse Sônia, puxando Helena pelo braço, que não acreditava que Heitor era casado.

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Mansão Herrera

- Você realmente vai seguir com isso né? - disse Antônio entrando no quarto onde estava Vera.

- Chegou cedo hoje... E não sei do que está falando - respondeu Vera, fazendo pouco caso enquanto penteava os cabelos.

- Não se faça de desintendida. Se pensa que vou apoiar nesse seu plano diabólico, está enganada - disse Antônio.

- Você já está me apoiando, quando antes não se opôs com minha decisão - disse Vera, colocando a escova na penteadeira e se levantando - veja bem… Só assim para seu irmão nos deixar em paz. Ele já nos humilhou tanto e não aguento mais - disse Vera indo para os braços do marido.

- Mas o matando não é a solução...

- Eu sei, mas não temos outra escolha. Ele também não deixaria sua irmã em paz. Foi correto trazer essa moça que precisava de trabalho. Vamos fazer algo bom também, ajudando uma pobre coitada.

- Não me pareceu uma pobre coitada - disse Antônio afastando a esposa.

- Achou ela bonita? - perguntou Vera, mostrando que estava com ciúmes.

- É uma bela moça... Mas não se preocupe, só tenho olhos para você - disse Antônio puxando a esposa e lhe beijando.

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Cancún

Maribel e Alessandro continuavam no mesmo lugar, quando iam chegando Heitor, Sofia, Helena e Sônia.

- Demoramos? - disse Heitor dando um beijo em Maribel.

- Não, eu e Alessandro ainda não terminamos nosso assunto.

- Bem, quero apresentar a minha amiga Helena Navarro - disse Sônia.

- Muito prazer, Alessandro Cárdenas - disse Alessandro cumprimentando.

- Muito prazer, Maribel dela Fuente.

- O prazer é todo meu.

- Já é quase hora do almoço, por que não vamos comer todos juntos? - perguntou Sônia.

- Ah, eu sinto muito. Mas eu e a Maribel estamos em lua de mel, e queremos passar a maior parte do tempo juntos - disse Heitor firmemente.

- Heitor... Não vamos fazer essa desfeita. Podemos passar a tarde juntos... E a noite também - disse Maribel dando um beijo em Heitor.

- Está bem, se você não se incomoda, então vamos - diz Heitor.

- Bem... então vamos para o restaurante, será tudo por minha conta - disse Sônia.

- O quê? Não, imagina. Faço questão de pagar - disse Alessandro.

- Não, por favor. São meus convidados e quero que se sintam a vontade - disse Sônia - E você também está convidada Sofia, pode tirar a tarde de folga hoje.

- Ah, Sônia. Obrigada, pelo menos verei o Luís hoje.

- Luís Duarte é seu namorado? - perguntou Heitor curioso.

- Sim, você o conhece?

- Nos conhecemos na minha despedida de solteiro.

- Você nem me falou como foi essa "despedida" - retrucou Maribel.

- Não se preocupe meu amor, vou te contar tudo.

Na vila

Dona Lola bate na porta de dona Rosário.

- Oi dona Rosário, a Maribel ligou procurando a Rubi. Mas a ligação estava tão ruim que eu apenas disse que a Rubi saiu e não tinha hora para voltar - disse dona Lola.

- Ah, que pena. Ela ia mesmo ligar para Rubi. O pior que não tenho o número de telefone desse trabalho da Rubi para dar a senhorita Maribel, caso ela ligue de novo.

- Paciente dona Rosário. Quem sabe com esse dinheiro a Rubi consiga colocar um telefone aqui na sua casa novamente?

- Não é algo que faço questão, mas eu espero. Até porque é uma necessidade.

- Sim, sim - concordou dona Lola.

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Mansão Herrera

Rubi e Estela entram na cozinha, quem estava presente era Carlota, Joana e Sara; fazendo o almoçou.

- Meninas, aqui está a misteriosa é famosa cuidadora do senhor Alonso, Rubi - disse Estela, apresentando Rubi - Está é a dona Carlota quem te falei, ela que cuida cozinha e antiga governanta da casa. Aquela é a Joana, que cuida da roupa e a Sara, que cuida ajuda na limpeza comigo.

- É um prazer conhece-las - disse Rubi.

- Seja bem-vinda senhorita, espero que se sinta bem em nossa companhia - disse Carlota, cumprimentando Rubi.

- Já estou me sentindo.



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