História A Outra Malfoy - Capítulo 24


Escrita por: ~

Postado
Categorias Harry Potter
Personagens Alastor Moody
Exibições 63
Palavras 2.197
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Escolar, Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Ficção Científica, Romance e Novela, Saga
Avisos: Insinuação de sexo, Spoilers
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Oi Pessoas!!
Eu não morri, quase mas não foi desta vez. KKKKK
Bom, peço desculpas, mas durante este tempo que fiquei sem postar foi por 3 motivos de força maior.
* Primeiramente eu fiquei bastante doente, e quebrei a mão, quando melhorei e iria voltar a postar.
* Depois, como não tenho irmãos, minha mãe decidiu ferrar com as minhas Fanfics e trazer minha priminha para passar uma semana aqui em casa. E a vaca formatou "Sem querer" meu note.
* Após as refiz e porém perdi o carregador. KKKKK

Sério alguém deve ter me rogado alguma praga, pois não é possível. Enfim sem mais delongas, ótimo cap!!!

Capítulo 24 - Uma baita confusão...


P.O.V Autora
Harry, Vitória e Narcisa aterrisaram na lareira da sala de Dumbledore. Ao saírem dela Snape abraçou o filho, mas logo o largou e começou a reprimi-lo
– Harry, o que passou na sua cabeça para sair de Hogwarts sem permissão e sem avisar a ninguém? -Falou ele encarando os olhos verdes do garoto.
– Eu e Vitória achávamos que iríamos só buscar Guelricho e que em seguida voltaríamos. - Explicou o menino.
– Mesmo assim, o que custava avisar? - Repreendeu Snape. - Eu e Narcisa quase infartamos quando não procuramos vocêse não os encontramos. Por sorte Murta avisou-nos de que vocês haviam saído. Vocês dois tem noção da gravidade do que fizeram? Sete comensais da morte a solta e os dois decidem bancar os suicidas!!
- Nós não sabíamos que eles haviam fugido. - Respondu Harry recebendo um cutucão da namorada.
- Padrinho, Mãe, Professor Dumbledore e Professora McGonnagall, nós estamos cientes de que erramos e agimos com irresponsábilidade, e iremos arcar com as consequências de nossos atos. Temos conciência também de que quebramos no mínimo umas cinco regras da escola e se quiserem suspender-nos e tirar-nos do torneio, nós iremos entender. Peço desculpas pelos nossos atos. - Falou Vitória com um tom de arependimento na voz, Harry assentiu.
-Realmente, como a senhorita Malfoy acabou de dizer, vocês infringiram regras da escola, e do ministério da magia também. De acordo com o Estatuto de nossa escola, a pena para este tipo de ato é expulsão...- Falou Dumbledore. As bocas de Harry e Vitória escararam-se. - Contudo, vocês dois são campeões tribruxos, e como tais, tem direito a sair uma vez a mais por mês do que o restante dos estudantes, claro que estas saídas devem ser informadas, e como eu não cheguei a ler e explicar as cláusulas de seus contratos de participação no torneio, como fizeram os outro diretores, não haveram quaisquer formas de punição da parte da escola e do ministério. - Explicou Dumbledore. Harry e Vitória sorriram alíviados por cinco segundos, porém quando tudo pareciaestar resolvido, Narcisa resolveu intervir.
- Vitória, como você mesma falou, irá arcar com as consequêcias de seus atos. Dirija-se agora até seu dormitório, arrume suas coisas em seu malão. - Vitória abriu a boca para protestar, porém antes mesmo que algum som pudesse sair de sua boca Narcisa ergueu a mão e falou - Eu ainda não acabei. Pegue seu passaorte e o deixe na mala de mão. Ainda está noite você estará na França. Dumledore, você e Olimpia poderiam por gentileza assinar a transferência de Vitória para Beuxbatons? E se pudesse, gostaria de usar o telefone para marcar o vôo para esta noite. - Completou a loira.
- O que? Você vai me mandar para França novamente? Dumbledore acabou de dizer que não haverão punições.
- O que ele disse, foi que não haveriam punições da parte da escola e do ministério. Quando eu lhe transeferi para cá, deixei bem claro que não queria que você arrumasse  confusões, agora faça o que eu estou mandando.
- Mas Mãe... - Vitória iria protestar, porém sua voz foi cortada po Narcisa.
- Vai reclamar?
- Vou sim, você está tomando uma atitude drástica. Agora que eu me adaptei a escola,a senhora vai simplesmente me mandar para Beuxbatons, cujo o ensino é muito inferior? Ano que vem eu tenho N.O.Ms. - Justificou-se.
- Se o problema é Beuxbatons, nós podemos resolve-lo. Caso você queira, pode ir para um internato Trouxa. É só entregar-me sua varinha.- Respondeu já perdendo os últimos resquícios de paciência que lhe restavam.
- Ah, claro, agora eu entendi. O problema não é eu ter infringido as normas, a questão aqui é que você assim como o papai não me querem perto de vocês. Eu sempre soube que você preferia que somente o Draco tivesse nascido.
- Pelo menos com o seu irmão eu não tenho tanta dor de cabeça. - Completou. As bocas de todos naquela sala escancararam-se. - Agora faça o que eu ordenei.
- Ótimo. - Falou Vitória ironicamente enquanto se dirigia a passos duros e largos em direção ao dormitório. Por mais que tentassse segurar, lágrimas escorrriam de seus olhos em uma velocidade impressionante. Ela entrou no Dormitório e sentou-se na cama. No mesmo instante, milhões de Flashbacks passaram por sua cabeça. Momentos felizes e leves ao lado dos amigos, do namorado e do imão. Momentos que não se repetiriam mais, completou tristemente em sua cabeça.
Ela levantou-se e foi em direção ao seu armário, abriu as portas do mesmo e ficou por cerca de 10 segundos encarando as roupas, e assimilando a ideia de aquilo era real, e não um pesadelo. Puxou seu malão e encarou as iniciais V.M acima do logo da escola, aquele malão cor de caramelo lhe trazia exelentes lembranças. Vitória sabia que assim que deixasse Hograts, aquele brasão se alteraria imedatamente, assim como a cor, que se tornaria aquele azul glacial, da escola Francesa. O colocou em cima da cama e foi pegando pilhas de roupas já bem dobradas e separadas. Arrumou-as por curta e comprida e depois as organizou conforme as cores. Em um canto restante Vitória colocou seu uniforme Grifino, pelo menos uma lembrança ela teria daquela escola. Colocou um feitiço e em seguida empacotou seus sapatos, agradeceu mentalmente por poder usufruir de magia.
Após terminar, pegou sua bagagem de mão e colocou pequenos objetos, como jóias, biquínes e Langeries. Colocou em sua bolsa, uma preta que selecionou, um broxe em formato de leão dourado e dentro da mesma colocou uma carteira, o passaporte e uma garrafa d’água. Pegou sua escova de dentes e de cabelos, creme dental e tudo o que precisava para fazer su higiene pessoal. Empacoutou-os também. Colocou tudo sobre a cama e olhou para seu dedo. Lá continha o anel que Harry havia lhe dado como pedido de namoro. Sorriu fracamente. Pegou uma fotografia tirada a alguns dias anteriores e a observou. Nela continham Harry, Ronald, Hermione e ela. Como todas as fotografias do universo bruxo, esta se mechia, mostrando todos felizes até que Draco cutucava Hermione e a mesma lhe dava um tapa. Vitoria guardou o objeto da mala e então vestiu o uniforme azulado da antiga escola. Mal havia terminado de fechar os sapatos de salto na cor branca quando ouviu a porta do dormitório ser escancarada. Por ela entrou Narcisa, A garota ergueu os olhos ligeiramente para a mãe e em seguida levantou-se. E Falou.
- Eu já estou quase pronta, vou só pegar meu shampoo que deixei no box. - E foi em direção ao banheiro.
- Vih, minha filha espere.
- O que foi? Vai repartir minha varinha? Ou veio jogar na minha cara novamente o quanto você gosta mais do Draco do que de mim?
- Vih, meu amor, eu não quis ter falado nada daquilo que falei. Me desculpe, você é minha filha, claro que eu lhe amo.
- Me ama tanto que irá me mandar para outro país. - Falou enfurecida e magoada.
- Eu conversei com Dumbledore, e cheguei a conclusão de que uma mudança de escola só lhe faria mal. E além disto, estive pensando, e se você e Harry não estivessem na mansão, não seria somente Lúcio que estaria solto, mas sim os piores Comensais de Voldemort. Me desculpe minha filha. Você fica aqui, confio na sua justificativa. Confio em você. - Exclamou a mulher.
- Claro que sim mamãe. Muito Obrigada por confiar em me deixar aqui. - Respondeu a garota simplemente. E Vitória pôs-se a desarrumar suas malas.
No dia seguinte todos estavam muito anciosos com a prova que ocorreria no dia seguinte, porém os cinco campeões destacavam-se no quesito nervosismo. Harry e Vitória foram para o salão principal como todas as manhãs, de mãos dadas. Assim que o adentraram avistaram um Rony mais vermelho que os próprios cabelos brigando com Draco Malfoy, por conta de o Sonserino estar na mesa da Grifinória. Hermione se encontrava no salão tentando acalmar os ânimos. Quanto aos professores, estes pareciam se divertirem com a cena.

– Sai daqui Malfoy, a mesa das serpetes é para lá - Falou Ronald com os olhos semicerrados.
– Eu fico onde eu quiser e bem entender Weasley, você não é ninguém para me mandar. - Respondeu idiferentemente Draco.
– Ora seu... - Ronald ameaçou segurando o colarinho do loiro.
– Larga meu irmão, Ronald - Vitória decidiu intervir.
– Eu vou largar, mas só por que você me pediu. - Disse Ronald e em seguida sentou-se co nanco com cara de poucos amigos.
– Bom Dia pessoas. - Falou Vitória, em seguida deu um beijo na Buchecha de Draco e um na cabeça de Hermione. Se sentou ao lado de Harry.
– O que vocês farão hoje? - Indagou a loira, como era sábado eles tinham o dia inteiro livre.
– Eu vou treinar Quadribol, faz meses que não treino. - ExclamouHarry.
– Vou treinar com você - Afirmou Draco.
– E eu também -Falaram Ronald e Vitória em uníssono.
– Você joga Quadribol Vitória? - Perguntou Harry espantado.
– Sim, eu e Draco treinávamos no time de Júniores do Chudley Cannons. Mas ai fui para Beuxbatons e tive que parar de jogar. -Falou ela.
–Em que posição você joga? -Perguntou Harry.
– Batedora, Artilheira e Apanhadora. Ano que vem irei fazer teste para o time de Quadribol da Grifinoria. Como Artilheira e como Apanhadora substituta. -Falou a loira.
- Meu Merlin, você é perfeita. - Falou Harry dando um selinho na namorada.
– Tudo bem, chega desta melação. Vamos jogar nos quatro divididos em dois times. Os irmãos Malfoy e eu você, Harry. - Sgeriu Rony.

Depois do jogo que acabou com o placar final empatado Harry, Ronald, Hermione, Draco e Vitória foram almoçar. Após o almoço Vitória e Harry foram para o dormitório que compartilhavam. E ficaram conversando, rindo, divertindo-se, estudando e decidindo táticas para prova do dia seguinte durante a tarde inteira. Mais ou menos as 16 horas ambos acabarm pegando no sono.

Vitória começou a ter novamente o sonho em que Voldmort retornava. Acordou assustada e suando frio. Olhou para o lado e constatou que eram 19:30 Harry ainda dormia. A menina foi pegar as plantas que eles usariam para a segunda tarefa, mas estas, estavam murchas. lCom receio de que as plantas pudessem nãoproporticonarem bons resultados, a loira decidiu então retornar a mansão pegar mais Guelricho e passar a noite lá.

Ela sabia que em casa se sentiria calma. Não pensou duas vezes, pegou um punhado de pó-de-flú e falou, não muito alto para não acordar Harry:
– Mansão Malfoy. - Logo se viu na sala de estar de sua casa.

Assim que aterrissou na enorme sala, Vitória ascendeu as luzes da cozinha e da sala de estar, fez um café e pegou alguns biscoitos em um armário sentou-se no sofá e começou a ler um livro, O chamado do Cuco.
 Após algum tempo, Vitória pegou sua xícara de café e o prato onde havia colocado os biscoitos e começou a lava-Los. Em certo momento a garota olhou para o pátrio da casa e notou que perto da piscina havia um Pavão Albino, ela logo o reconheceu.
– Jura que você vai ficar vivendo em forma Animaga achando que ninguém vai desconfiar que é você? - Perguntou Vitória baixando os olhos para a pia e em seguida para o ANimal novamente.,  Este a olhou parecendo intrigado. – É Lúcio, é com você mesmo que eu estou falando. -Completou ela, em seguida o animal se aproximou mais da porta lateral. Lúcio a abriu já em forma Humana.
– Como você me reconheceu? - Perguntou o loiro.
– Ah por favor né Lúcio, você é o primeiro pavão que tem uma especie de "M" na penagem. - Falou Vitória, Lúcio sorriu.
– Então você acha que não estou irreconhecível em minha forma animaga? -Falou ele.
– Qualquer pessoa da família ou alguém que te conheça bem saberá que é você, mas pouco me importa a sua vida. Tomara que apodreça em Azkaban. -Falou ela.
– A propósito, vou passar esta noite aqui, se reclamar te denuncio para o ministério. Sei que não vai adiantar eu lhe pedir para apassar a noite em outro local, então me acorde amanhã as 6:30, e não ouse tentar me matar ou me azarar, você sabe que tenho sono leve, por qualquer coisa eu acordo. Além disto, irei dormir com a varinha ao meu lado, e o primeiro feitiço que lembro quando acordo, principalmente quando assustada, é a maldição da Morte. Boa Noite. -Depois de dizer isto Vitória deu um de seus sorrisos cinicos e foi para o seu quarto deixando Lucio com uma cara de tacho porém este respondeu-lhe.
- Eu sempre soube que lá no fundo você gosta de mim. - Respondeu ele.
- Gostar eu gosto de meu irmão, de você eu tenho é pena. - Falou subindo os degarais da escadaria.
- EU também te amo Vitória. - Gritou ele de onde estava. Permitiu pela primeira vez em muitos anos, um sorriso bobo e sincero formar-se em seu lábios.
 Já de seu quarto, Vitoria respondeu lhe:
- Vai se Ferrar Lúcio. - Em seguida colocou um despertador para caso Lúcio não a acordasse. Colocou sua varinha a seu lado sob o criado mudo e adormeceu quase instantemente.

 



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