História A pair of shoes - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS), Sistar
Personagens Hyoryn, Rap Monster
Tags Bts, Felizmente Flop, Hetero, Heterossexualidade, Hyojoon, Hyolyn, Hyoryn, Kim Hyojung, Kim Namjoon, Namlyn, Namryn, Rap Monster, Sistar, Takeachance
Visualizações 6
Palavras 1.133
Terminada Não
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


olha spirit é a segunda vez que tou a tentar postar esta fic e eu to cansada entaaao gente vou resumir O QUE TINHA DITO NA PRIMEIRA VEZ NE:

EU TINHA IDO VER O PERFIL DE UMA MENINA QUE FAVORITOU A MINHA FIC DO BAMBAM COM A LISA E EU DESCOBRI O PROJETO TAKE A CHANCE!!!!!!!!!! QUE DEDICA-SE À POSTAGEM DE FICS HETEROSSS AHH!! E SIM EU SHIPPO O RAP MONSTER COM A HYOLYN E EU VOU EXPLICAR NA FIC TA UM BEIJO!!

EU REESCREVI A FIC, ELA É DE 2013 E A C H O QUE NAO CHEGOU A SER POSTADA NO SITE!! TUUUUT desta historia para a original, só muda o facto da hyolyn nao ter cabelo taaaaaao grande, por a minha personagem tinha o cabelo a rastejar no chao e usava-o pa limpar os pés ao final do dia porque nao tinha sapatos ;ww; SIM EU SÓ TENHO IDEIAS ESTRANHAS RSRS

VIM DIVULGAR O RAP MONSTER COM A HYOLYN VAMOS SHIPPAR OS OTPS CERTOS BORA

Capítulo 1 - Tudo bem, até que


De facto, já faziam alguns anos que Hyo Jung tentava botar areia nos seus próprios olhos, cegando-se, e enganando-se a si mesma de que era realmente feliz.

Nascera e crescera no seio de uma família pobre. Então, desde muito cedo, contava-se muito com o pouco que tinha. Fora criada somente pela sua mãe, uma vez que o seu pai teria abandonado as suas duas maiores preciosidades da vida com a desculpa de que não aguentava lidar mais com a pobreza do seu antes doce lar.

Mal o pai de Hyolyn, nome que dissera à mãe que gostava mais de ser chamada por conta dos seus amigos de infância, desaparecera; nem ela e nem a mãe voltaram a ter uma única novidade do outro progenitor. Não que lhes importasse muito, mas seria sempre bom saber quando alguém está vivo ou morto. Apesar de tudo, as duas gostavam de lhe mais tarde fazer àquele Senhor, um luto honrado. O homem não teria culpa do seu ser psicológico não saber lidar com os problemas da vida.

Acontece. Ninguém devia de ser menos amado por ser fraco.

Porém, nada a Hyolyn faltou. Seja a comida ou um banho (unicamente) diário. Roupa no corpo e um par de sapatos extremamente lindo nos seus pés. Estes, seriam a única proteção que a sua mãe tinha perante a sujidade de diversos tipos de chão.

Sim, a mãe de Hyo andava descalça. Em casa, na rua, em todo o lado. Para que pudesse observar, com um sorriso grandioso nos seus lábios, a sua filha a brincar com os amiguinhos na terra seca do bairro, ao jogo da apanhadinha.

Amava o jeito como a sua pequena ficava tão feliz ao ponto de inclinar o seu pescoço ao alto e, com as outras crianças, lançava altas gargalhadas para o céu. Para que Deus a pudesse ouvir e abençoar o seu futuro talvez já traçado e sem chance alguma de sofrer mudanças.

Ao menos os seus longos e ondulados cabelos davam para desviar a atenção de terceiros para a sua ligeira dificuldade em andar. Um tamanho de calçado tão grande para um pezinho… Ao menos era feliz, e isso é o que realmente importa! Era feliz com o que tinha.

Mais problemas, a separação dos dois Kims mais velhos tinha trazido para a mãe de Jung, originando-lhe uma profunda depressão. Não bastava mal ter dinheiro suficiente para pagar por completo a renda da casa, já não teria a ajuda do seu marido para contribuir para a educação da sua filha.

A Senhora teria sido mais corajosa a enfrentar todos estes contratempos. Nunca tivera deixado que a tristeza tirasse de si o brilho que só os seus olhos teriam. O calor do seu sorriso nenhuma vez se haveria dispersado, e o tamanho deste nunca tivera reduzido.

Tinha uma filha novíssima ainda para acabar de criar, não podia ir-se abaixo agora.

 

- Hyolyn, queres continuar a estudar, não é mesmo? Certo?

- Sim, claro que sim, mãe!

 

Bem, a sua filha é que mandava! E, se mais tarde, Lyn até quisesse ingressar na Universidade, pela parte da sua mãe não ia faltar nem um tostão para uma caneta para que ela pudesse escrever nas tão massivas aulas.

Mas, infelizmente, o destino mudou mais uma vez.

Arranjara um segundo emprego. Não teria chegado. Um terceiro, já dava para arremediar. Os anos foram passando e à medida que Hyolyn avançava na educação, os custos desta também aumentavam como consequência. Para quem frequenta o Ensino Secundário, sabe-se do que se fala.

A Senhora Dona mãe começou a fazer opções: o pagamento da renda da casa que há tempos atrás até tinha estado controlada, voltou a ficar sem qualquer rumo e os avisos de despejo bateram à porta novamente.

Mais cortes as duas obrigaram-se a fazer. Dispensaram as noites de novelas e até conseguiram ganhar uma boa quantia de dinheiro com a televisão que venderam…! Mas parecia que o mínimo esforço e a mínima ajuda provinda disso chegava.

Mas já focaram no quão, deveras, Hyo Jung ficava bem linda com aquele uniforme tremendamente espantoso…?

A camisa era branca. A saia azul escura e com pregas, ia até ao joelho. A única peça de vestuário que não mudava certamente seriam os sapatos da mãe que agora se acomodavam melhor nos seus pezinhos! Ela crescera tanto…! Era o maior orgulho da sua mamã.

E da própria Hyolyn. Amava ver-se com a nova roupa e sentia-se tão bem! Rodopiava só para ver as interações do vento com a saia.

Um sorriso caloroso de amostrar os dentes ela amostrava sempre para quem por ela passava no bairro. Todos os seus amigos com quem tinha partilhado a sua maior parte da infância teriam crescido também, os adultos continuavam a chamar-lhe de pequena. Os rapazes, em especial, lhe diziam que ela ter-se-ia tornado numa jovem tão charmosa! Raras eram as vezes que as suas bochechas do rosto se tingiam de uma outra cor, se não o escarlate.

Um dia, a mãe de Hyolyn começou a ter fortes dores no lado esquerdo do seu peito. Desde que fora diagnosticada com depressão numa consulta de rotina, não teria levado um único comprimido à boca porque certamente existiam outras matérias mais importantes a se serem pagas (como por exemplo, alimentos). E só sabe Deus, o sacrifício que fora realizado para que aquela ida ao médico fosse realizada.

A mãe de Hyo teria falecido, sofrera de um ataque cardíaco.

Foram os nervos e as ansiedades que tomaram conta da sua vida, apoderando-se de tal forma dela, que a tiveram que levar.

Foi a tristeza, a intensidade dos pensamentos maus na sua cabeça. Não aguentou com os contratempos da vida, e o coração é só músculo e não de ferro.

A Kim mais nova chorou o Universo, sem exageros. Via-se, pelas estrelas que nas suas lágrimas flutuavam e se afogavam. Também ela, sentia por instantes que a sua existência teria perdido todo o seu sentido por meros instantes e que não valia mais a pena manter-se neste mundo.

 

‘Não, eu não quero que ela vá descalça.’

 

Dos seus pés descalçou o único par de sapatos que em todos os anos (que só a ela lhe pertenciam) calçara. Antes do início do enterro da mãe, pediu a alguém que lhos calçasse porque ela própria não estava mentalmente preparada para tomar posse de uma ação como aquela, naquele momento.

Calçaram a sua mãe. ‘Aceita este meu gesto de amor por mim, para minimamente compensar tudo aquilo que fizeste para o meu bem’ Pensava, à medida que pedia para agora tapar o rosto da sua querida e doce mãe com um fino pano de tecido rendado. Era branco.

Remexia os dez dedinhos dos pés. Aquele mármore negro era tão gélido e cortante, e tão difícil de se acostumar… Tal e qual todo aquele momento.


Notas Finais




Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...