História A Paixão do Último Uchiha (SasuSaku) - Capítulo 5


Escrita por: ~

Postado
Categorias Naruto
Personagens Hinata Hyuuga, Kakashi Hatake, Naruto Uzumaki, Sakura Haruno, Sasuke Uchiha, Tsunade Senju
Tags Romance, Sakura, Sasuke, Sasusaku
Visualizações 358
Palavras 2.565
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo
Avisos: Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Yo minna, como estão?
Obrigado pelos comentários e favoritos. Foram eles que fizeram eu não deletar essa fic. 😉
Sem mais delongas, vamos ao capitulo.
Bejitos

Capítulo 5 - Pai e filha


Fanfic / Fanfiction A Paixão do Último Uchiha (SasuSaku) - Capítulo 5 - Pai e filha

A campainha tocou interrompendo a constrangedora conversa entre madrinha e afilhada. Tsunade, imediatamente, levantou para abrir a porta e suspirou aliviada quando viu a cabeleira prateada.

- Graças a Deus, entre Kakashi. – ela suspirou e abriu passagem para o homem altivo adentrar o recinto. Ele tinha ambos as mãos enterradas dentro do jaqueta de couro. Os olhos negros do pai encontraram com os chorosos e verdes da filha.

– Sente-se. - Tsunade indicou a poltrona. - Estava conversando com Sakura sobre você.

- Sim, eu sei. – ele disse e sorriu para ela.

- Por que, Tio Kakashi? Por que não me disse a verdade? Por que não me contou que era meu pai? – lágrimas rolavam de seus olhos.

- Oh, princesa. Não chore! Foi uma promessa que fiz a sua mãe antes dela morrer.

- Vou deixa-los sozinhos! – Tsunade levantou-se para retirar-se.

- Não, Tia Tsunade, fique aqui, por favor. – Sakura eleva seus olhos verdes até ela implorando sua presença.

- Está bem, minha querida. Ficarei aqui quietinha, lhe dando apoio.

- Sakura, meu anjo, por favor, espero que me perdoe. – Kakashi ajoelhou-se a sua frente, segurou uma de suas mãos e a beijou com cuidado. - Ouça até o fim... e procure manter a mente aberta. - ela concordou com a cabeça e manteve os expressivos olhos no prateado que continuou o discurso:

- Eu sou seu pai. - Ele disse firme com aquele vozeirão escandaloso como o de Deus no dia do juízo final e ambas as mulheres estremeceram perante aquele timbre potente. – Eu a amo mais do que tudo nesta vida e só os deuses sabem o quanto foi difícil me manter afastado, sem poder a abraçar devidamente, dizer que sou seu pai e lhe contar a verdade. Prometi a sua mãe que a protegeria da minha realidade, do meu mundo de inúmeras guerras. Precisei fazer isto para sua proteção, para que você crescesse como uma criança e adolescente normal. Minha filha, eu sou um ser sobrenatural e me apaixonei por sua mãe que era humana. Assim você é uma híbrida entre duas etnias.

- Calma! Auto lá! – ela levanta as duas mãos afastando-as das de seu pai – Como espera que eu acredite nisto?

- Deixe-me terminar o discurso, depois terei de provar. Mas antes de mais nada, não tenha medo de mim. Eu a amo acima de qualquer coisa e jamais faria mal a você.

- Está bem, continue por favor. – ele suava frio, preferia certamente lutar numa guerra do que contar-lhe a verdade. Até então estava de joelhos, sentou-se a seu lado.

- Eu sou um Askaryano, mas os humanos mais comumente nos chamam de... vampiro. - murmurou mais por medo de sua reação, entretanto, aquilo soou ligeiramente assustador.

- V...v...va...vampi...pi... ro? – ela gaguejou estridente sem acreditar muito no que ele disse.

- Existe muitas coisas para você entender da minha realidade, então, precisará ser devagar. Primeiro, existem nós os sobrenaturais e os humanos. Você é uma mestiça e a pedido de sua mãe eu lacrei seus poderes e seus hormônios vampíricos para que nenhum outro sobrenatural a encontrasse ou sentisse seu aroma ou presença. No entanto, quando você completar vinte anos irá passar pelo que nós chamamos de rito de passagem para a idade adulta e sofrerá uma mudança, quero dizer que seu sangue vampiro acordará e irá sobressair ao humano, tomando controle e prioridade trazendo uma transformação em você. Ou seja, você se transformará numa vampira mestiça, nós chamamos de Misra. O problema é que, sem a ajuda devida, as chances de seu corpo não suportar a transformação é... digamos enorme.

- Como assim? Você está me dizendo, basicamente, que eu sou uma vampira, daquelas coisas que chupam sangue das pessoas, que tem medo de alho e odeiam crucifixos e água benta? E que não poderei mais ir a praia e tomar sol? E que daqui a seis meses eu vou morrer!? – ela falava aflita com a voz esganiçada embargada na garganta e gesticulava estabanada.

- Calma, deixe-me terminar. – ela estava apavorada e consentiu com a cabeça, tremendo. - Muito bem, quando chegar na altura do rito, você sentirá uma sede enlouquecedora por sangue e para ajudar na transformação é essencial que beba de um vampiro puro da linhagem mais antiga.

- Meu Deus! Diga-me que isto é um pesadelo semelhante a um filme de terror. – ela entrelaçou os dedos em frente ao peito e elevou os olhos para cima, rezando. – Como assim? Eu sou praticamente vegetariana, como posso sentir sede por sangue de uma hora pra outra!?!

- Sinto muito, mas não é um filme de terror. Esta é a sua verdadeira natureza, essa é a verdade e sua nova realidade daqui para frente e por isso nunca contei antes. Acredite em mim, se eu pudesse lhe pouparia deste sofrimento, mas isto vai além de qualquer um de nós. É algo natural para um vampiro.

- Supondo que todo este filme de terror seja verdade, é você quem precisarei ‘morder’ - fez aspas com as mãos - especificamente para sobreviver?

- Eu não sou um original, é a Uchiha Sasuke quem deverá morder.

- Como assim não é você?

- Não, eu não pertenço a família anciã. Meu sangue é fraco para sua transformação. Há somente um original vivo e este é Uchiha Sasuke. Suas chances de sobreviver aumentam... digamos incrivelmente muito.

Uchiha... Aquele sobrenome ficou girando em sua cabeça. Ela parecia conhecer aquele nome.

- Ei você está falando de alguém da casa Uchiha’s bank, a família mais influente do mundo?

- Exatamente.

- Como assim, você está afirmando que é uma família de vampiros?

- Sim. No entanto, restou somente um Uchiha.

- Magnífico! Como se eu fosse acreditar nessa história de vampiro. Para de brincar comigo tio. – ela deu uma gargalhada nervosa.

- Eu não estou brincando, minha princesa.

Ele encarou-a dentro dos olhos e o profundo negro tornaram-se vermelhos como sangue com pequenas gotas negras dentro, seus dentes caninos ficaram mais proeminentes aparecendo através dos lábios que agora estavam muito vermelhos. Ele passou a ponta da língua acariciando uma de suas presas de uma forma charmosa. Sakura arrastou-se no sofá para trás, afastando-se dele, sentindo um temor assaltar-lhe o peito.

Kakashi levantou-se do sofá em toda sua elegância e masculinidade e agarrou Tsunade pelo pulso, puxou-a de uma forma sensual abraçando-a pela cintura. Abaixou-se à altura de seu pescoço inalando seu aroma.

- Você não vai fazer isto na frente de Sakura, não é Kakashi?

- Você disse que eu podia. – ele responde simplesmente.

Arranhou o canino que já havia crescido na pele branca da mulher fazendo-a estremecer e perfurou leve e delicadamente, deixando-a rubra. A expressão prazerosa da mulher era algo constrangedor, parecia prestes a derreter-se em gozo. Soltou um gemido abafado pelos lábios entreabertos.

- Oh, Kakashi!

Sakura mantinha os olhos arregalados nas presas de seu pai sugando o pescoço delicado de sua madrinha.

- T..tio Ka...Kakashi, já pode parar. Eu acredito em você. – ela gaguejou escandalizada. – Acho que a está machucando.

- Oh, não minha querida. Sinto um enorme prazer, sem comentar que ele sugou com todo meu stress. – Tsunade disse toda rubra enquanto Kakashi lambia os pequenos furinhos que ficaram de suas presas em sua pele casta, fazendo-os sumir completamente entre sua saliva. – Eu dou meu sangue a Kakashi de bom grado. Prometi a sua mãe, sem falar que ele tem o poder de acabar com meu nervosismo.

- Meu Deus! É muito pra mim, é muita informação. Depois conversamos, deixem-me sozinha um pouco – ela saiu correndo casa a dentro o mais rápido que podia, deixando os dois na sala, trancando-se em seu quarto e jogando-se na cama, aos prantos.

- Calma, ela vai entender, dê-lhe tempo. – Tsunade disse procurando o acalmar.

- Que escolha eu tenho?

- No momento, nenhuma! Vá descansar, já é noite, durma um pouco.

- Tsunade, ainda não está no meu período de hibernação. Esqueceu?

- Bem, vá descansar então. Beba alguma coisa e pronto.

- Sabe que precisarei beber todo seu estoque para me fazer alguma cosquinha.

- Ah, preciso fazer umas pesquisas para encontrar um bom entorpecente para vocês, vampiros sexys.

- Obrigada, Tsunade. Você sempre esteve me ajudando, não sei o que seria de mim sem você.

- Não vá se apaixonar, meu bem, porque meu coração já tem dono.

- Sim, eu sei. Você é minha melhor amiga, não se preocupe com isto; além do mais, nós, os Askaryanos amamos uma única vez, meu coração pertence a Renée.

- Vá, se você não precisa, eu preciso dormir. Isto foi a coisa mais agonizante que precisei fazer em toda minha vida.

- Certo, ficarei aqui, e vou confiscar seu estoque de álcool. Depois o reponho.

Ela não disse nada, virou-se rumo a seu quarto.

Kakashi passou a noite, fumando cigarro de canela e bebendo todo o whisky, tequila, vinho, vodka, cerveja e até mesmo licor. Tudo quanto era álcool disponível que encontrou pela casa, Kakashi bebeu, sem medo ou receio.

Amanheceu e ele estava sentado no sofá rodeado por inúmeras garrafas vazias. Fumando seu terceiro maço de cigarros com sabor de canela. Qualquer ser humano nesta situação, já estaria acabado, com olheiras e um hálito de onça. No entanto, ele não era um ser humano e mantinha a mesma feição linda de anjo caído dos céus.

Sakura ao contrário, tinha os olhos inchados de chorar. Passou praticamente a noite inteira pensando e quase surtando com o que acabara de ouvir. De uma hora pra outra descobre que seu padrinho, na verdade é seu pai, que é um vampiro, que ela mesma era uma vampira e que sua vida corria perigo. Não era algo para se aceitar num piscar de olhos.

Mas se tudo aquilo fosse verdade e sua vida estivesse mesmo correndo perigo precisaria enfrentar a situação. Aquilo parecia algo de outro mundo, mas realmente só algo de outra dimensão para justificar a cor natural rosa de seus cabelos.

Saiu do quarto disposta a falar com seu pai e conversar decentemente com ele. Muitas perguntas rondavam sua cabeça e querendo ou não aquele parecia seu novo mundo agora. Passou pela sala e viu a triste imagem do lindo homem de cabelos prateados rodeado de garrafas vazias.

- Meu Deus! Tio Kakashi, o que você está fazendo?

- Acabando com o estoque de sua madrinha.

- Em uma noite?

- Precisava ficar bêbado.

- Mas tantas assim? – ela arregala os olhos verdes e ele deu de ombros.

- Sou um vampiro afinal, só agora é que isto começou a fazer efeito.

- Mon Dieu! Mas agora já pode parar de beber. Quero conversar com você. – murmurou tímida, sentando-se a seu lado fazendo Kakashi quase derreter-se.

- Oh, minha princesinha. Fico tão feliz!

- Não se anima muito não! Primeiro tenho algumas perguntas. – ela disse meio aborrecida – Mas antes quero uma café. Aceita?

- Claro, mas deixe-me pegar as garradas antes que Tsunade me mate.

- Vocês parecem casados.

- Nunca daria certo sua tia e eu. Somos completamente incompatíveis. Tsunade tem um gênio de leão.

Sakura precisou concordar, aquela era a melhor descrição para sua madrinha.

Seguiram para a cozinha, depois de enfileirarem as garrafas todas, rente a parede perto da porta de saída.

Caminharam em silêncio ate a cozinha. Sakura moeu os grãos de café na hora e depositou em uma máquina de expresso retirando um longo para si e outro curto para seu pai. Ela já sabia como ele gostava, estava acostumada com tudo nele.

- Então... vocês comem? É... quero dizer, comida de gente?

- Sim, sim... é um grande prazer, no entanto, não é exatamente por necessidade, um bom sangue fresco é o que nos dá energia. Carnes crua de animais são substitutos para o sangue mas nunca é a mesma coisa, nos alimentamos dos sentimentos e energia vital contidas no sangue. - Sakura fez uma careta discreta contorcendo os lábios. – Não precisa fazer estas caras. Até em restaurantes, existem carpaccios e bifes muito mal passados.

- Está certo, concordo. Mas mesmo assim é estranho de pensar. – ela leva a xícara a boca saboreando seu delicioso café adoçado. – Mas se você acabou de afirmar que os sentimentos, emoções e energia vital contidas no sangue os alimenta, como serve também os animais.

- Animais sentem e possuem emoções também. Não há nada vivo que não sinta...

- Sério? E vocês conseguem distinguir?

- Sim, há sabores melhores que outros.

- E... vocês também se alimentam de vampiros?

- Sim, são extremamente saborosos, no entanto é mais difícil pois o vampiro precisa deixar que bebam, afinal, muitos tem poderes.

– Compreendo, e quanto as histórias das estaca no peito, queimar na luz do sol, alho, crucifixo, água benta?

- Não há histórias como estacas no peito, muito menos queimados na luz do sol, ou crucifixos e água benta. Veja bem! – abriu ligeiramente a blusa e mostrou o pingente em forma de cruz em seu peito. Isto tudo é conto para amedrontar as crianças.

- Então disto tudo o que é verdade?

- Que bebemos sangue e que, podemos transformar humanos em vampiros impuros a exceção do Uchiha, que cria vampiros ainda considerados sangue puros.

- Okey, muita informação! Estou hiperventilando... – respirou milhões de vezes e seu pai silenciou-se respeitando seus limites. Ela continuou o interrogatório - Então, quer dizer que tia Tsunade também é uma vampira porque você a mordeu ontem?

- Não, não – ele sorriu – não funciona assim, seria necessário um cerimonial que chamamos de Rito de Nascimento pelo Sangue e também que ela beba meu sangue numa lua nova.

- Nossa quantos rituais. Quando aos lobisomens?

- O que existe são alguns aliados que invocamos quando necessitamos. O de nossa família por exemplo são cães brancos. Os da família Uzumaki são raposas; o Uchiha, serpentes. O clã Nara são veados selvagens. E assim por diante.

- Supondo que isto tudo seja verdade, parece então que terei que re-aprender o vi nos filmes. E eu que achava criativas as histórias da tia Tsu quando era criança, mal sabia que eram verdadeiras.

- Acredite, minha filha: é verdade. Com o tempo ira entender melhor tudo isto. Preciso dizer uma última coisa e talvez essa você não vá gostar mesmo.

- Ai, mon Dieu. Algo ainda pior do que descobrir que meu pai é um vampiro e minha vida está por ter um fim?

- Bem... Uchiha Sasuke é um cara difícil, um banqueiro biliardário e dono praticamente do mundo inteiro. Ele mudou-se hoje de manhã, transferindo sua corporação para o Japão e teremos que encontra-lo lá. – ela suspirou. – Espero que entenda que terei que transferir seus estudos para a capital nipónica.

- É, não tenho opções. É isto ou a morte... – disse resignada. – Espero que tudo dê certo no final. Bem... – suspirou - quando partimos para o Japão?

- O quanto antes, irei resolver tudo com relação a sua transferência e assim podemos seguir. Creio que em dois meses já transfiro tudo para a ilha.

- E quanto a tia Tsunade?

- Bem, não sei, ela poderá vir conosco ou ficar no castelo. É o que ela preferir.

- Olha... isso tudo é muito estranho pra mim. Descobrir de uma hora pra outra algo assim, não é nada fácil e se não tivesse visto com meus próprios olhos você sugar o lindo pescocinho da tia Tsu não acreditaria. Mas parece que não tem jeito e terei de me acostumar com esta realidade, mas vamos aos poucos!

Continua...


Notas Finais


1. Trechos do proximo capítulo:
"Os olhos vermelhos não desviaram dos verdes e sem ao menos piscar ele segurou uma de suas mãos e, encarando-a profundamente, tomou a direita beijando-lhe o dorso."

Taanananananana, que rufem os tambores.... enfim, o momento em que Sakura conhece Sasuke. 😻😻

2. Bem, eu estou bastante enrolada com projetos de trabalho, então, vou passar postar cada uma das três fics que atualmente escrevo uma vez por semana, num dia específico:
A Paixão do Último Uchiha: terça.
Possua-me, Kakashi sensei: quarta
As Pedras das Inscrições: quinta
Espero que entendam!
Bejinhos 😘😘😘😘


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