História A Patricinha e o Tímido - Capítulo 11


Escrita por: ~

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Categorias Fairy Tail
Personagens Cana Alberona, Erza Scarlet, Gajeel Redfox, Gray Fullbuster, Jellal Fernandes, Jude Heartfilia, Juvia Lockser, Levy McGarden, Lucy Heartfilia, Mavis Vermilion, Mirajane Strauss, Natsu Dragneel, Sting Eucliffe, Virgo, Zeref
Tags Bullying, Fairy Tail, Nalu
Exibições 1.049
Palavras 2.445
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Colegial, Drama (Tragédia), Ecchi, Escolar, Famí­lia, Festa, Fluffy, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Shounen, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá meu povo! Depois de muito tempo, eu finalmente retornei! Mil desculpas pela demora... ;^;
Mas, agora, prometo não abandonar tanto esta fic.
Talvez ela seja postada uma vez por semana...
Boa leitura...

Capítulo 11 - Capítulo 10: Eu Quero Fazer de Você Só Meu...


Lucy On

Ai... Por que está tudo escuro? Onde estou? Oh my Gosh, será que eu morri? Não, isso não pode acontecer! Eu sou bonita demais pra morrer!

Calma, tem uma luz fraquinha aparecendo... Espera. Sou eu abrindo os olhos!

Ai, finalmente consigo enxergar tudo, mas... Where am I? (Onde estou?). Estou em um hospital? Mas, por que? Não me lembro de ter dirigido alcoolizada e nem de sofrer acidente nenhum! O que está acontecendo?

Espera... Isso não é a realidade. É um sonho! Ou melhor, uma lembrança... Eu estou com o corpo de uma criança. Será que eu e machuquei ou sofri um acidente quando era pequena? Não me lembro praticamente de quase nada da minha infância.

Eu estava deitada na cama do hospital, quando de repente, um garoto entra correndo no quarto e vem até mim. Atrás dele vinham alguns adultos tentando o impedir de se aproximar de mim. Eu não conseguia ouvir o que os adultos diziam, só conseguia escutar o que o garoto falava.

- Lucy, me perdoa. Me perdoa! Foi tudo culpa minha. Minha culpa! – o garoto gritava enquanto chorava e apertava fortemente minha mão. O mais estranho é que eu não consigo me lembrar do rosto dele – P-PPor favor, Lucy... Me perdoa. Eu não queria que você se machucasse! – ele soluçava enquanto falava – Fala alguma coisa Lucy! – ele pediu e a única coisa que eu disse, ou melhor, que minha “eu” criança disse, foi...

- Quem é você?

SONHO OFF

- Ah! – eu falei assustada ao acordar e me ver de volta ao meu quarto. Eu olhei em volta pra confirmar que estava no meu quarto de verdade e suspirei aliviada depois – Era só um sonho... – falei a mim mesma – Mas... Um sonho bem estranho. Tava mais pra lembrança... Mas, quem era aquele garoto? Por que eu não me lembro do rosto dele? Por que eu estava no hospital?

Eu suspirei cansada e baguncei meus cabelos. Estava cansada de tanto pensar e de não me lembrar de nada. É a treva quando não conseguimos lembrar de alguma coisa importante.

Eu levantei e tomei um banho gelado na esperança de esquecer o meu sonho/lembrança. Depois, vesti uma roupa qualquer e desci para tomar meu café. Quando desci, me encontrei com meu Papi sentado na mesa, tomando seu café e lendo seu jornal.

Se tem alguém que pode responder as minhas perguntas, esse alguém é ele.

- Papi... – o chamei com voz manhosa.

- O que você quer, Lucy? – ele perguntou com uma cara entediada – Desembucha logo.

- Nossa Papi. Assim o senhor me ofende! – falei brava me fazendo de ofendida.

- Você só fala assim comigo quando quer alguma coisa. – ele disse com tédio na voz – E, na maioria das vezes essas coisas que você quer são caras!

- Não se preocupa. Eu não quero nada, pelo menos, nada de comprar... – falei emburrada.

- Fala logo, Lucy. – ele disse impaciente.

- Tá bom... – falei virando o rosto – Eu só queria fazer uma pergunta. Por acaso, eu sofri algum acidente grave quando era criança? – perguntei direta e só vi meu pai arregalar os olhos e cuspir todo o café dele fora.

- Cof, cof, cof... – ele tossiu – E-Eu lembrei agora... Estou atrasado pra trabalhar! – ele disse sorrindo tentando mudar de assunto – Tchau querida, te amo. – falou apressadamente.

- Espera Papi! Espera! – gritei, mas de nada adiantou. O velhote saiu correndo que nem um flash, eu nem ao menos consegui vê-lo sair de tão rápido. Todo mundo é rápido, até mesmo a Randy. Eu tenho que aprender a ser rápida deste jeito também.

Eu não entendo o meu pai. Toda hora que eu falo do meu passado com ele, ele muda de assunto ou sai correndo. E, também teve aquela vez que eu mencionei o Natsu e ele também agiu de forma estranha. O que será que está acontecendo? Tantos mistérios e não tem ninguém pra me ajudar! Que saco!

 

Natsu On

 

Eu estou na escola agora, sentado na minha carteira, ou melhor, com a minha cabeça deitada na carteira. Estou cansando... Cansado de tanto ficar pensando na minha conversa que tive ontem com o tio Jude.

Para minha alegria o Sting faltou de novo. O único membro do grupinho dele que veio hoje foi a Minerva. Ela me encarou com um olhar horrível. Pelo jeito, eu vou ser atormentando muito ainda. Que saco.

Lucy e Lisanna chegaram juntas e já começaram a brigar. Francamente, essas duas só sabem ficar brigando. Mas, eu tenho que me focar agora no que o tio Jude me pediu. Não posso deixar ele na mão.

FLASHBACK ON

Quando eu vi o tio Jude na minha frente, eu não conseguia acreditar. Fazia tantos anos que não o via. Fiquei tão feliz com a visita dele.

Assim que nos cumprimentamos, nos sentamos no sofá, todos juntos. Eu sentei em frente ao tio Jude, e Mavis se sentou no canto com Reiki em seu colo.

- E então, tio Jude? O que aconteceu pra você aparecer assim do nada? – perguntei confuso.

- Eu vim aqui conversar com você sobre a Lucy. – ele disse direto.

- Hm, entendo... – falei de cabeça baixa.

- Hm, pelo jeito, você continua amando a minha filha, não é, Natsu? – ele perguntou sorrindo e eu corei.

- U-Um sentimento forte como o amor não muda da noite pro dia... – falei envergonhado.

- Eu sei... Eu fiquei até sabendo que vocês tem uma amizade colorida! – ele exclamou e eu corei fortemente. “Não acredito que a Lucy disse este tipo de coisa pro pai dela... Que vergonha!”

- Mamãe, o que é amizade colorida? – Reiki pergunto na sua forma inocente.

- Isso é coisa de gente grande, Reiki. Esqueça isso. – Mavis disse e se levantou – Agora, meu querido, vamos para o quarto. Isto aqui é conversa de adulto, tá bom? – ela andou com Reiki em seu colo, mas parou e me encarou – Ah, Natsu... Depois eu e o Zeref vamos ter uma conversa séria com você sobre esta história de amizade colorida. – ela disse seriamente e apenas desvie o meu rosto.

“Era só o que me faltava... O meu irmão e a Mavis no meu pé também!” pensei enquanto chorava por dentro de tanta vergonha.

Assim que Mavis saiu, tudo ficou em silêncio. Eu não conseguia encarar o meu tio por causa de tanta vergonha.

- T-Tio Jude... Eu juro. Eu e a Lucy não fizemos nada... – falei envergonhado.

- Não se preocupe com isso. Não vim até aqui para critica-los. Se vocês quiserem fazer sexo, a decisão é de vocês. – ele disse calmamente e eu corei “Como ele consegue dizer este tipo de coisa, assim? Tão naturalmente...” – Se bem que... Conhecendo minha filha, eu acho... Que ela fica tentando abusar de você, estou certo? – ele perguntou.

- D-De certa forma, sim... – respondi desviando o olhar e corando ao me lembrar de todas as vezes que a Lucy tentou me agarrar ou falou besteira – Mas, e então? O que o senhor veio fazer aqui?

- Eu vim aqui pra conversa com você sobre a Lucy. – ele disse seriamente – Você sabe muito bem de tudo que eu e ela passamos depois do acidente.

- Sim, eu sei... – falei cabisbaixo – Foi tudo culpa minha...

- Não se culpe, Natsu. Não foi culpa sua! – tio Jude disse – Vocês eram crianças na época. Não tem porque se culpar.

- Foi minha culpa sim, tio Jude! – falei aumentando o tom de voz – Se eu não tivesse escutado a Lucy naquele dia, nada daquilo teria acontecido. Se eu tivesse ignorado a ideia dela, eu nunca a teria afastado de mim... – falei com a voz entristecida – Se hoje, a Lucy não se lembra de mim, é por culpa minha.

Um clima ruim se instalou na sala. Eu sabia que este clima tinha ficado assim devido a tudo que eu falei. Eu sei que o tio Jude não gosta de falar deste ocorrido, e nem eu.

- E então, tio Jude? O que exatamente o senhor queria conversar comigo? – perguntei mudando de assunto.

- Eu apenas queria te pedir pra tomar conta da Lucy. – ele disse sorrindo minimamente e eu me espantei.

- Como assim cuidar? – perguntei confuso.

- Como você já deve ter percebido, a Lucy não é mais aquela menininha que ela era... – ele disse suspirando – Ela já me deu muita dor de cabeça. Ela já foi presa, já fumou, já bebeu... Você não faz nem ideia das outras coisas que ela fez.

- Eu posso imaginar... – falei cabisbaixo. “Nossa, a Lucy realmente mudou... Eu não conheço nada desta nova Lucy com quem converso... Se é que nossos encontros podem ser chamados de conversas.”

- Por isso, eu queria pedir pra você tomar conta dela. Colocar ela no caminho. – tio Jude pediu sorrindo – Apesar dela não se lembrar de você, eu sei que lá no fundo, ela sente o mesmo que você!

Eu me espantei com tais palavras e não pude deixar de sorrir ao ouvir tal coisa. “Então, a Lucy deve realmente gostar de mim.”

- E então, Natsu? Você pode me ajudar em relação a Lucy? – tio Jude perguntou.

- Claro! – respondi sorrindo.

FLASHBACK OFF

Eu realmente não faço a mínima ideia de como vou fazer a Lucy mudar. Ela está tão diferente de quando ela era criança. Sem falar, que eu acho que ela nem sequer vai querer me escutar.

Depois que o tio Jude foi embora, eu acabei levando bronca do meu irmão e da Mavis por ter este tipo de relação com a Lucy. Eles ficaram o tempo todo me alertando sobre sexo seguro, sobre como se proteger. E, podem ter certeza que eu quase morri de vergonha ao conversa este tipo de coisa com eles.

 

 

As aulas passaram rapidamente. E, como eu e a Erza já tínhamos terminado o trabalho do professor, já entregamos hoje mesmo. Lucy e Lisanna também entregaram o trabalho delas. Fiquei impressionado com isso. Pensei que elas se matariam para fazer este trabalho juntas, mas pelo jeito, conseguiram sobreviver.

Agora, está na hora do intervalo. Eu e Lucy estamos no “nosso” esconderijo. Lucy fez questão de trancar a porta para não sermos “interrompidos” pela Lisanna. Realmente, não faço ideia do porquê da Lucy ter tanto ciúmes da Lisanna. Ela é como se fosse uma irmã pra mim.

Hoje parece que a Lucy na está com tanto fogo quanto nos outros dias. Estamos ambos sentados no sofá, um do lado do outro. Eu estou estudando uma matéria nova que o professor passou e a Lucy está digitando alguma coisa em seu celular.

De certa forma, eu estou meio inquieto. É estranho não ter a Lucy tentando abusar de mim... “Será que estou começando a gostar das perversões dela?” pensei e corei levemente.

De repente, do nada, Lucy me abraça e mordisca o meu pescoço.

- L-Lucy! – gritei corado, me afastando dela – Você quer deixar outra marca no meu pescoço? – perguntei corado – A sua última marca ainda não saiu. – falei emburrado.

- Eu quero deixar todo o seu corpo marcado, little boy... – ela disse de forma sensual engatinhando até mim e ficando sob mim. Ela se deitou em cima do meu corpo e eu pude sentir os enormes seios dela se roçarem no meu peito – Natsuuuuu... – ela me chamou de forma manhosa e eu corei ao ver a carinha fofa que ela fazia.

- O... O-O que? – perguntei, mas ela não me respondeu, apenas me puxou e me deu um beijão. Um beijo molhado e sedento, cheio de luxúria.

Eu retribui o beijo, claro, já estava me acostumando a esses beijos calientes que nós dois dávamos. Era muito bom a sensação.

Só que hoje era diferente. O beijo estava mais quente que o normal... Enquanto nos beijávamos, Lucy roçava todo o seu corpo sobre o meu. Ela estava me atiçando. Ela estava praticante rebolando no meu colo, e eu estava cada vez mais ficando com MAIS calor!

Então, Lucy, sem dizer nada, adentrou uma de suas mãos por debaixo da minha camisa e começou a me apalpar. Eu não dei muita importância. Estava completamente entregado ao momento.

Mas, então, Lucy fez uma coisa pela qual eu não esperava... Ela colocou a sua outra mão em cima do meu membro, que já estava começando a se animar. E então, ela colocou a mesma mão, dentro da minha calça, passando a apalpar o meu membro por cima da cueca.

- Hm... Ah... L-Lucy... – eu gemi e corei fortemente.

Quando tomei conta do que estava acontecendo aqui, eu me afastei dela e acabei caindo no chão.

- Natsu... Por que fugiu? – ela perguntou manhosa.

- Agora eu tenho cem por cento de certeza. Você é uma grande pervertida... – eu disse corado de orelha a orelha.

- Você ainda tinha dúvidas. – ela falou se sentando novamente e me encarando com tédio – Natsu, eu vou te falar a real... – ela disse seriamente e suspirou – Eu quero transar com você! – ela exclamou brava.

Se tinha como ficar mais vermelho do que eu já estava? Claro que sim...

- O-O que? – perguntei completamente envergonhado – N-Não... Não seja apresada.

- Não estou sendo apresada. Já estamos com nossa amizade colorida a algumas semanas e até agora nada aconteceu.

- Claro que aconteceu! – exclamei.

- Mas, foram apenas uns beijinhos e umas apalpadas... nada demais. – ela falou.

“Nada demais pra você, sua grande pervertida...” pensei emburrado – Lucy, eu não sei se estou pronto... – falei coçando a cabeça e ela se levantou indo até mim.

- Natsu, lembra o que eu acabei de fazer com você? – ela perguntou sorrindo e eu corei de leve ao lembrar da apalpada dela no meu membro.

- S-Sim... – respondi corado.

- E você gostou. – ela disse sorrindo maliciosa – E nem adianta mentir. Eu pude “sentir” que você adorou... Por isso eu quero ir mais além. Quero fazê-lo só meu e quero que você faça o mesmo comigo. – ela disse sorrindo meigamente.

Eu apenas a encarei por vários minutos, pensando e pensando.

- E então? O que me responde? Quer dar o próximo passo na nossa relação? – ela perguntou e se aproximou – Quer sentir uma sensação melhor do que aquela que sentiu quando apertei o seu piu-piu? – ela perguntou com a voz rouca no meu ouvido, me causando um arrepio pelo meu corpo inteiro.

- S-Sim... – respondi envergonhado.

- Ótimo! – ela exclamou feliz.

- Mas, você pode esperar um pouco... Eu quero me preparar... – eu disse timidamente.

- Não se preocupa. Eu espero o tempo que for preciso! – ela disse sorrindo – E não se preocupa. Eu vou fazer desta sua primeira vez, i-nes-que-cí-vel! – ela disse pausadamente e mordendo o lábio.

“É Natsu... Melhor se preparar, pois a sua vida daqui pra frente vai ser quente... MUITO quente...” pensei.

Continua ....


Notas Finais


Bem, foi isso... Talvez o próximo tenha hentai.
Abraços de pandas pra vcs! ^^


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