História A Perdição De Um Sonho - Capítulo 1


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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Hentai, Mistério, Orange, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Estou um pouco nervosa se flopar, mas, eu espero que gostem do primeiro capítulo. - XL

Capítulo 1 - Do Final Para O Começo


Fanfic / Fanfiction A Perdição De Um Sonho - Capítulo 1 - Do Final Para O Começo

Eu, Mindy Kate, nasci em 31 de março, na cidade de Rio de Janeiro, Brasil. Sou estudante do 3º ano médio, a garota popularmente chamada de “nerd”, que praticamente o ginásio inteiro perde tempo para comentar sobre meu exemplo para muitos. Fiz cursos de inglês avançado; dança de rua; natação; violão; piano (melhor parar, se não quiser ficar um ano lendo) ... E estou terminando o cursinho de língua coreana. Várias pessoas me perguntam porquê escolhi que minha terceira língua seja o coreano, e eu digo que simplesmente gosto de tudo da cultura asiática, principalmente músicas... Ah... Música... Não consigo imaginar um mundo sem ritmo, com ela tudo fica mais divertido e colorido.

Não tenho uma família normal, digo... Com mãe e pai verdadeiros... Vivo com meus avós desde que nasci. Mas tenho que os considerar como pais, pois cuidam de mim como filha! Minha vó, ela ama fazer alguma coisa e nunca fica parada, uma das coisas que admiro nela. Meu vô curte muito ler, dê um rótulo de xampu que ele não vai reclamar, não é por acaso que ele sabe de quase tudo... Foi por causa dele e da escola que comecei a ler, mas ainda não gosto. Eu tenho os olhos verdes e cabelos loiros com franjinha, e uma cicatriz na bochecha (não me pergunte o porquê, nem eu sei como fui ter) que acho horrorosa, meus avós também não sabem, eles falam que já nasci com ela.

Terminando o colégio e principalmente o curso de idioma coreano, tenho vários planos. Primeiro, vou para a Coreia do Sul, lá, eu irei para a universidade Global Cyber University (Especialização em Entretenimento e Transmissão). Arrumarei um emprego e provavelmente farei outros cursos para ficar mais profissional. Com isso morarei no país por muitos anos... É o que espero, mas a vida, nossos pensamentos e gostos mudam instantaneamente, com isso, não tenho certeza.

Falarei um pouquinho mais sobre minha vida aqui no Brasil... É bastante complicado vida de adolescente, principalmente a de garotas, são roupas que não ficam bem por causa da evolução corporal, cólica e chuva de sangue todo mês, mudanças de humor a cada segundo, e o fato de que nada do meu gosto e que eu queira dá certo. Relacionamentos, viagens, dinheiro, serviços (é difícil de arrumar em dias normais, e ficou mais ainda com a crise, mesmo sendo profissional não é contratado por ter que receber um salário mais alto...). Tem muitos garotos, lindos até, que imploram para eu ser a namorada deles, porém, eu rejeito... Depois do meu ato, espalham para todos comentando que sou metida só pelo motivo de eu ser “linda de mais” e por acharem que eu não mereço eles. Entretanto, não é nada disso. Apenas desejo alguém que me complete, me aceite como sou... Que me faça sentir especial, que seja verdadeiro comigo... E á cima de tudo, que me ame intensamente. É essencial que o garoto seja assim, são coisas básicas, mas que não senti por nenhum garoto que já conheci e quando eu sentir sei que é o ideal para mim. Ah... Claro, mais uma coisa: eu nunca beijei alguém de língua. Sempre estive com aquele pensamento de que o cara perfeito apareceria, mudaria isso e seríamos felizes para sempre. Porém, não estou mais pensando desse modo, eu quero curtir a vida, quero me entregar, me apaixonar.

Amigos, na verdade nunca tive algum leal. A única que tenho amizade no colégio é com a Gláucia Joana, que está durando mais ou menos cinco anos, e por mais incrível que pareça, GJ ainda não me decepcionou. Ela me ajuda, me acompanha em todos meus afazeres e minhas dificuldades (ela chegou até me defender de situações críticas). Já dá para considerar uma “melhor amiga”. Às vezes... É bom ter com quem contar, por mais que seja uma planta, a planta pode ser melhor que ficar sozinho e melhor que muita gente.

Então... Aqui estou eu, 2014, faltando um mês para terminar a escola e umas semanas para ser classificada como “fluente” em coreano­ – isso por que ainda sou bem atrapalhada. Confesso, estou muito nervosa para isso tudo que vem a diante. Fiz esses dias a minha matrícula na Global Cyber University e em uma escola de aprofundamento do coreano, tudo deu certo até agora, espero que continue dando, porque como eu já falei tudo que eu faço dá errado. Estou ansiosa, com medo e triste. Aí é o momento em que você deve estar se perguntando “por quê?”, simples, vou abandonar tudo do Brasil e viver uma nova vida com pessoas que nunca vi na vida, com uma cultura diferente, vou viver praticamente sozinha – mais do que já sou. Tirando isso, estou escolhendo o meu vestido para a formatura da escola, estou pensando em um verde-água... Azul? Rosa? Que dúvida cruel, não consigo, sou indecisa para isso. Mas voto pelo verde-água. Eu o achei lindo e a minha mãe (vó) também achou, era cheio de brilho até a cintura e o resto era liso com enchimento que seu comprimento era até os joelhos. Sabe aqueles tipos de vestidos que vemos nos desenhos da Barbie? Isso. Exatamente. De princesa.

Chegou o dia, a formatura, a despedida dos colegas da escola e quem mais chorou fui eu, nem foram eles. Beleza, a gente releva isso. Foi tudo dançante, animado e ousado, todo mundo ficou loucão e eu tomando doses de água. Até que a GJ inventou de trocar minha água por vodca e eu nem tinha percebido de tão distraída eu estava, só senti minha garganta queimar e daqui uns minutos eu fiquei louca – sim, só com uma dose eu fiquei bêbada imagine se eu bebesse mesmo. Aí eu “fiquei na Disney”, como diz a Gláucia e no final eu tinha que experimentar maconha, eu morria de curiosidade em saber como era a sensação. Caramba! Que onda. Eu não estava enxergando meus pés e minhas mãos, tudo estava tão colorido e distorcido e do nada, tudo ficou escuro. ------ Acordei e eu estava na minha linda cama, a minha fiel amiga que sempre está comigo após dias corridos. Mas, ué... Como fui parar aqui? Liguei pra Gláucia.

– Bom dia, GJ.

– Bom dia, beijoqueira. Tudo bom contigo?

Que? Beijoqueira? Mas, mas?

– Que história é essa de beijoqueira?

– Óbvio que não iria lembrar, você estava chapada para cassete.

Gláucia, me conte isso, o que foi que eu fiz? Socorrooo...

– Você simplesmente pegou o garoto mais gato da escola, aquele que você sempre me dizia... O Igor. Estávamos dançando na pista, vocês se abraçaram e se pegaram ali mesmo, todo mundo viu. E não foi um beijinho só, foi pegação total, mona!!! – disse ela toda empolgada e rindo.

– Pior que eu não me lembro de nada, só de um breu, acordei e estava aqui. Que vergonha!

Realmente, o Igor era um menino muito lindo, eu ficava descontrolada quando o via. Como dizem, em um vocabulário mais especifico, com excitação. E eu não estava acreditando naquilo, eu tinha feito isso mesmo? Só tinha um jeito de descobrir

– Meu Deus, sem o que falar... Mas tenho que resolver uma coisa. Tchau amiga, obrigada, se cuida, beijos.

– Falou gata, beijinhos.

Peguei meu celular, que era um iPhone 4 e mandei mensagem para o “Igão”, era como chamávamos ele, a junção de ‘Igor’ com ‘gatão’, mentira, eu que inventei isso mesmo.

“Oi, tudo bem?” “Melhor agora, Min.”

Poxa, a coisa ficou séria mesmo.

“Aconteceu algo entre nós ontem?” “Não se lembra mesmo?”

Que chato falar que não, mas vamos ser realistas né?

“Desculpa, mas não me lembro de nada.” “Nós ficamos e devo dizer que foi muito bom.” “Eita... eu não acredito.” “Por que não, moça?” “Digo... E você permitiu que eu te beijasse?” “Claro, eu sempre gostei de você. Não sabia?”.

Opa, galera. Revelações. Eu estou impressionada!

“Sério? Eu também.”

Papo vai e papo vem. Ele era legal de conversar, bem humorado e tal, mas minha mente estava totalmente focada na nova vida que viria daqui uns dias e me prender a mais alguém daqui não me faria muito bem. Comecei a fazer minhas malas. Calcinhas, sutiãs, shorts, blusas, calças, vestidos, meias, tênis, saias... Olha, eu não sei fazer malas, eu sempre esqueço as coisas pra trás por isso vou levar só as coisas que eu gosto e renovar meu guarda roupa na Coreia... Escova de dente, pasta, desodorante, resto de xampu e condicionador, sabonete, cremes, protetor solar... Horas se passam e finalmente eu consigo arrumar tudo. No fim, cinco malas vão ser minha companhia no avião, Jesus Christ, e ainda desconfio que vai faltar algo... Lá vou eu e minhas amigas malas comigo durante uma viagem de 22 horas, 42 minutos, ou seja, 18134 km. A hora tinha chegado.


Notas Finais


Esse foi o primeiro capítulo, não sei se ficou bom, mas estou tentando. - XL


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