História A Piscicopata e a Suicida - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Lendas Urbanas
Tags Policial, Romance, Suícidio
Exibições 31
Palavras 1.197
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Bishoujo, Colegial, Drama (Tragédia), Ecchi, Escolar, Fantasia, Festa, Ficção, Hentai, Luta, Magia, Mistério, Orange, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Yuri
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir culturas, crenças, tradições ou costumes.

Notas da Autora


Yooooo!
Aqui estou eu depois de uma eternidadeeee!!
Boa leitura!!

Capítulo 1 - Chapter 1 - A Piscicopata


Fanfic / Fanfiction A Piscicopata e a Suicida - Capítulo 1 - Chapter 1 - A Piscicopata

                   Ficha Criminal 

Nome: Corinne Miller

Nascimento 27/05/2001

Reconhecida como: Sombria

Idade: 17

Número de Vítimas: ???

Último Avistamento: ???

"Habilidade": Consegue se dissolver em sombras

Relatório: Caso a encontre, em nome do que você acredita, fuja. Melhor, tente fingir que não a viu mas aí já será tarde demais, ela já terá te avistado e agora você é seu novo brinquedinho... hahahahaha "    -- * " O antigo encarregado do caso acabou por enlouquecer após um confronto direto com a jovem ".

             -------- - --------

Corinne. Uma jovem mulata de 17 anos, cabelos encaracolados e longos da cor marrom escuro e olhos cor de ambar. Perdeu os pais aos dez anos e a partir dai o governo começou a pagar seus estudos. Sempre reservada e sem nenhum amigo, mas em compensação se dedicava muito aos estudos na universidadeonde estudava, e no começo do ano conseguiu uma bolsa para uma faculdade de direito em Harvard. No fundo, no fundo, sentia ódio por quem havia assasinado seus pais, e mais secretamente ainda, desejava vingança contra o culpado.

Apesar de seu bom desempenho e sempre estar em primeiro lugar na turma, constantemente era atacada, e os argumentos de seus agressores em grande maioria se baseavam no fato dela ser negra, orfã e bolsista. Porém, isso aconteceu somente no primeiro mês e meio de aula, com exceção de certo grupo de estudantes - mas isso ficará para depois.

Mesmo com isso, Corinne continuou sendo humilde e estudiosa, sempre tentando orgulhar os falecidos pais - estes quase sempre faziam pouco caso das boas notas que a filha tirava desde cedo - e a possibilidade de que eles poderiam se decepcionar com ela, mesmo mortos, a assombrava, e não tendo nenhum amigo para desabafar, escrevia tudo o que sentia em um diário de capa xadrez - cujo qual foi descoberto pelo tal grupo de outras estudantes..

 

                          Corinne

O sinal para o intervalo tocou e com isso, a sala logo ficou vazia, a deixa perfeita para abrir o fundo falso da mochila e pegar o pequeno diário que guardava com tanto carinho.

Folheava as páginas com cuidado observando a evolução de sua letra desde que havia ganho-o até a escrita mais recente, notando sempre que possível os arredores do cômodo. O pequeno livrinho sempre foi e será seu segredo, seu único amigo e confidente, como foi dois anos depois da morte de seus pais. Como todo pré-adolescente, se deixou levar pelos companheiros do orfanato onde ficou. Diziam-na que se a vissem escrevendo qualquer coisa nele como uma criancinha idiota, iriam ler e depois raga-lo por inteiro, e após isso dariam uma " lição " nela. Quando finalmente teve condições de sair dali com o dinheiro que conseguia trabalhando escondido, começou a escrever nele, e foi uma sensação maravilhosa finalmente poder desabafar...

-- Ownt, que fofo. A bolsista idiota escreve um diário! -- Disse Miriam Collins arrancando o pequeno caderno das mãos de Corinne -- Aparentemente até a mais perfeita da turma tem seus fetiches estúpidos!

Miriam fez uma falsa expressão de surpresa. Corinne se chutou mentalmente, havia se distraído perdida em antigas memórias.

-- Mesmo sendo simples é ao mesmo tempo complexo para uma mente pequena como a sua entender. -- Tentou continuar com a expressão neutra e socar a cara daquela vadia -- Me devolva.

-- Huum... -- Miriam fez que pensava seriamente no assunto equanto enrolava os cabelos ruivos e fitava o teto. Ela aproximou o caderno e os olhos da mulata brilharam com a possibilidade de te-lo de volta sem ter que apelar para uma briga em que estaria em desvantagem - mas a ruiva desviou o caderno do alcance de suas mãos. -- Não. Você acha mesmo que eu iria perder essa oportunidade? A chance de acabar com a sua imagem de senhora-perfeita-inteligentissima? Deixe de ser ingênua, negrinha. -- E bateu com o livro de leve na cabeça de Corinne.

Nesse ponto Miriam já estava praticamente no chão por causa de um soco a atinge no maxilar esquerdo e um minusculo filete de sangue escorre do canto de sua boca. Miller respirava pesadamente enquanto seus olhos se enchiam de lágrimas que lutava para segurar. Ela avançou para cima da ruiva e ambas rolaram no chão até as amigas de Collins decidirem intervir. Elas seguraram Corinne enquanto  esperavam a companheira sair do estado letárgico no qual estava no chão, enquanto sussurravam palavras odiosas no ouvido da mulata.

Miriam finalmente levantou-se, tossiu um pouco de sangue mas logo seu olhar tomou aquele brilho maldoso cujo Corinne conheceu e aprendeu a ficar longe logo no começo da aula.

-- Vadia, como ousa! -- A ruiva gritou cuspindo sangue na cara da rival. Não esperou resposta e deu um soco na boca do estômago dela, rindo sendo seguida pelas amigas. Ela golpeou-a mais várias vezes até Corinne estar quase inconsciente e com lágrimas escorrendo pelos olhos. Miriam pegou o queixo da garota encurvada de dor abaixo de si e a obrigou a encara-la nos olhos. A encarar a expressão que mesmo evitando, aparentemente algo conspirava para elas se encontrarem -- Acostume-se com isso orfãzinha. Acostume-se com o fato de que mesmo sendo a mais inteligente, sempre vai ficar abaixo de mim e de qualquer um, simplesmente porque não passa de uma negrinha que se acha especial.

Miriam complementou com um sorriso sarcástisco, mas mesmo assim Corinne conseguiu juntar a pouca dignidade que restava em deu ser para dizer:

-- Eu juro, você ainda vai perecer pelas minhas mãos..

-- É o que vamos ver. -- Retrucou a ruiva a empurrando no chão. Ela pegou o diário e saiu da sala com um ar vitorioso.

              *

Corinne cabulou o resto das aulas, havia sido humilhada demais por um dia só, e também não tinha porque voltar para a sala quando agora praticamente todo mundo sabe de sua vida pessoal. No final do dia, quando estava indo para o estacionamento do campus, sentiu olhares em suas costas e acabou se virando. Miriam estava cercada de um enorme grupo de pessoas, e lia o diário roubado. A multidão começou a rir espalhafatosamente quando ela terminou de ler uma página, e dentre essa multidão a ruiva fitava um garoto da outra sala chamado James, coisa não muito supreendente vindo dela.

Pessoas da aglomeração a avistaram e começaram a apontar loucamente, mas Corinne correu sem olhar para trás para sua bicicleta e pedalou apressadamente até seu minúsculo apartamento. Chegando lá, bateu a porta com tudo e nem se importou com o fato dos vizinhos poderem reclamar. Se jogou em sua cama e desabou em lágrimas. O diário que havia preservado tão bem até agora havia caído nas mãos de quem mais odiava, justo no momento em que mais precisava dele! Fazer amizade com alguém agora estava fora de questão, Miriam fez esse favor para ela.

Nem se interessou no fato de que não havia se preocupado em pegar o dever de casa, isso simplesmente não importava mais. Queimava de ódio por dentro. Sentia algo mudando mas não sabia o que era.

Foi até a cozinha que era menor ainda mais que o quarto e retirou cuidadosamente de uma gaveta um canivete. Estava mais que disposta a mudar sua situação...

 


Notas Finais


Vou parar por aqui, amanhã eu termino o cap!


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