História A place to love - Capítulo 35


Escrita por: ~

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Categorias Christopher Uckermann, Dulce María, Ian Somerhalder, Jamie Dornan, Maite Perroni, Mats Hummels, Nina Dobrev
Personagens Christopher Uckermann, Ian Somerhalder, Mats Hummels, Personagens Originais
Exibições 88
Palavras 2.795
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Romance e Novela
Avisos: Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Hein gente!! Cheguei com mais um capítulo. Capítulos finais se aproximando. Uma boa leitura e beijos

Capítulo 35 - I still believe


Fanfic / Fanfiction A place to love - Capítulo 35 - I still believe

Outubro de 1847, Berlim

 

Ame, mas não ame apenas. Viva o amor antes que ele lhe apresente a dor da morte.

 

A lareira que havia perto da cama do rei, fez com que ele pudesse ter uma visão privilegiada da esposa. Olivia tirou a camisola, revelando seu corpo nu. Ela sorriu com o suspiro dado pelo marido. Fazia tanto tempo que eles não faziam amor, que ela mal conseguia se lembrar dos detalhes, mas ele lembrava de cada pedacinho dela e de como era bom vê-la entregue ao desejo que sentia. As duas vezes que transaram depois que ela voltou, deixou claro que os dois ainda tinham uma química perfeita. Tinham até mais que isso.

- Eu ainda odeio você. – Disse ela, tirando as roupas do rei, revelando a ereção grande dele. Mats riu. – Só pra deixar bem claro.

- Pode continuar me odiando enquanto você desce mais para baixo. – Insinuou ele, ironicamente mas cheio de desejo. Olivia entendeu o que ele queria, e céus, ela queria também.

Num ato não pensado, ela tirou a coberta que cobria o rei e começou a tirar a roupa que ele usava. A ereção dele era assustadora. Dava um frio na espinha só de imaginar aquele pau grosso dentro dela. Olivia chegava a suar frio. Mas por mais que amasse olha-lo, ela começou a beijar seu abdômen definido, descendo os beijos até sua intimidade. Céus, ela amava chupa-lo. Sempre ficava extremamente excitada vendo ele se segurar para não se entregar, e quase gozava quando ele se entregava por completo. Sim, aos poucos ela foi se lembrando de como era seu gosto. Do quão delicioso era quando Hummels gozava em sua boca. Como nos velhos tempos, ela começou a masturba-lo com ritmo e intensidade, alternando entre chupados e lambidas. Mats estava completamente entregue, vivendo um sonho.

- Assim...mais forte, Liv. – Dizia Mats, sentindo-se quase se forças enquanto ela o masturbava.

Olivia continuou com a tortura e quando sentiu o pré gozo, tirou sua boca do pênis dele e sentou no colo do marido. Mats começou a estimular o clitóris da esposa enquanto ela mantinha seus olhos em cima dele. De tão excitada que estava, a rainha começou a apertar os seios, tentando conter os gemidos. Mas era inevitável se segurar. Ele colocou um dedo, depois dois e por fim colocou três dedos dentro dela, arrancando um gemido alto. Liv começou a rebolar, sem vergonha alguma. Aquilo realmente era maravilhoso. E quando ela sentiu ele tirar os dedos de dentro dela e voltar a tocar seu clitóris, seu orgasmo veio. Mats segurou os quadris dela, impossibilitando que ela se movesse. Após voltar ao normal, Liv sorriu, entrando dentro do pau do marido. Mats gemeu satisfeito.

- Você continua perfeita. – Disse ele, rouco.

- E você continua sendo um cretino e tarado. – Rebateu Liv, rebolando no pau dele.

Sentindo-se completamente preenchida pelo rei, a morena, começou a cavalgar com intensidade, sem desgrudar os olhos de cima dele. Mats segurou um dos seios dela, fazendo com que a mesma se inclinasse em sua direção, o beijando apaixonadamente. Mats chupou a língua dela como se estivesse chupando sua intimidade. Liv sentiu um frio percorrer sua espinha com o ato. Mesmo que estivesse em tais condições, ele continuava lhe deixando completamente inebriada e satisfeita.

- Fica de costas. – Mandou ele. Por incrível que pareça, aquela voz autoritária não incomodava ela, não quando eles estavam fazendo amor. Ela obedecia com total prazer.

Empinando a bunda, Liv voltou a sentar no pau de Mats, soltando um suspiro aliviado. Sua intimidade continuava pulsando por mais orgasmos e ela sabia que teria porque ele sempre lhe proporcionava orgasmos múltiplos. Seus movimentos eram intensos e lentos, entrando bem fundo nele. Mats começou a lhe dar tapas na bunda e a cada tapa, ela gritava mais. De repente, ela sentiu um dedo invadir seu anus e por incrível que pareça, Liv gemeu atordoada. Era pecaminosamente delicioso a forma como ele fazia aquilo. Não havia dor, somente um prazer inesgotável.

- Rebola mais...assim, bem rápido. Ahhh... – Mats adorava falar com ela, mandar ela fazer tudo o que ele queria e algo lhe dizia que Liv não ia se impor a suas ordens porque ela estava adorando tudo tanto quanto ele. – Agora se acoca e vai bem ligeiro.

- Está tentando me cansar? – Perguntou ela, fazendo o que ele pedira.

- Estou tentando fazer você gozar de novo. – Respondeu ele, voltando a colocar um dedo em seu anus.

Liv começou a pular, literalmente, no pau dele, segurando os seios com força. Mats enfiava e tirava o dedo com avidez. Rápido demais, intenso demais. Ela poderia gozar assim e gozou, mais uma vez. Mats não deixou que ela parasse por completo, se contentando com movimentos mais lentos e contidos, devido ao fato dela gozar sem parar. Aos poucos, ela foi recobrando os sentidos e voltou a rebolar, tentando voltar ao ritmo avassalador de novo.

- Está na hora de você gozar, campeão. – Disse ela, passando a mão pelo cabelo suado.

Mats conseguiu se sentar, trazendo ela para mais perto de si. Ele ficou lhe depositando beijos molhados no pescoço, enquanto ela rebolava calmamente, como quem aprecia um momento. Seus beijos eram quentes e alternavam com algumas chupadas, que provavelmente lhe deixariam marcas no dia seguinte. Mas nada importava. Que ele fizesse aquilo que sentia vontade enquanto podia.

- Posso ficar horas aqui, apenas fazendo você gozar. – Disse ele, mordiscando sua orelha, lhe causando arrepios.

- Mas eu preciso fazer você gozar, preciso sentir o seu gozo dentro de mim, Mats. – Disse Olivia, se virando, ficando de frente para o rei.

Aquelas palavras lhe invadiram de uma forma arrebatadora. Ele gemeu e puxou com força os cabelos dela, se apossando de sua boca de uma forma faminta. Os dois ficaram um bom tempo apenas apreciando o beijo, como se fosse o último que dariam. Talvez fosse mesmo. Só tempo dirá. Mas, naquele exato momento, eles eram um só. Unidos como nunca estiveram desde que se casaram. Havia algo que os prendia um ao outro. Uma força bem maior. Inexplicável. E quando ao ar faltou, Olivia aproveitou para fazê-lo gozar. Ela se acocou na cama, sentando lentamente no pau dele, sem deixar de olhá-lo. Mats gemeu e agarrou a cintura dela com as mãos, fazendo-a pular em seu pau. O vai e vem frenético, os seios de Liv pulando, o olhar descarado, foram o ápice para o rei, que urrou quando gozou, soltando-a. Liv, ficou vendo-o se recuperar com um sorriso no rosto. Mats riu de olhos fechados.

- Acho que já posso morrer agora. – Disse ele, abrindo os olhos e vendo o sorriso dela morrer com suas palavras.

- Vou para o meu quarto. – Disse Olivia, tentando voltar a ser aquela megera que havia se apossado de sua alma boa.

- Eu pediria para você dormir aqui, mas sei que é pedir demais. – Disse ele, com os olhos tristes.

- Você tem sido compreensível demais comigo, com minhas atitudes, mas se soubesse... – Em um momento de completo arrependimento, a rainha quase falou sobre seu plano. Ela mordeu os lábios, balançando a cabeça negativamente e resolveu sair dali o mais depressa possível.

Ela pegou sua camisola e a colocou rapidamente. Quando encontrou o olhar de Mats, ela soube que o rei perguntaria o que significava suas palavras.

- Esqueça o que eu disse. – Disse Liv.

- O que você está fazendo? Por acaso, você trouxe o Dornan aqui para ficar com ele? – Perguntou o rei.

Olivia arqueou a sobrancelha. Não, aquilo não era nenhum pouco verdade. Mas ela não podia contar o que realmente estava fazendo. Uma dor terrível alcançou seu coração quando ela percebeu que daqui a pouco tempo ele não estaria mais ali. Ele pedia a verdade, tentava descobri-la....mas a verdade as vezes é tão destruidora, que é melhor deixarmos ela quieta, num canto escuro de nossa mente.

- Não, eu não tenho mais nada com ele, por Deus. – Respondeu ela, exasperada.

Mats suspirou de alivio, liberando toda uma tensão. Ele já havia percebido o quão estranha ela estava. Parecia estar sempre viajando em um mundo paralelo, sempre receosa com ele e cheia de meias palavras. Suas atitudes ultimamente demonstravam que algo estava errado. Podia ser apenas por conta de sua saúde, mas Mats ainda achava que havia algo mais.

- Olivia, sente aqui. – Pediu ele, calmamente.

A rainha estava em dúvida se sentava ou não. Ela queria sumir dali, mas seu coração mole, estava fincado naquele chão, deixando-a indecisa e sem reação. O que diabos estava acontecendo com a Olivia que queria vingança acima de tudo?

- O que foi? – Disse ela, sentando-se ao lado dele.

- Eu sei que você mudou depois de tudo o que aconteceu... – Começou o rei, tentando encontrar as palavras certas. Olivia engoliu em seco. Queria desaparecer daquele quarto, mas a mão de Mats sob a sua, lhe trazia uma paz inimaginável. – Eu sei que, talvez, você nunca me perdoe e que gostaria de se vingar, mas sua cede de vingança levou toda a sua alegria, levou sua essência. E a última coisa que queria ver antes de morrer, é sua infelicidade.

Olivia respirou fundo tentando fazer as lágrimas, que se formaram em seus olhos, desaparecem. Cada palavra dita por ele parecia uma faca sendo fincada em seu ventre, que denunciava uma dor insuportável. Incapaz de dirigir sequer uma palavra ao rei, a morena se levantou as pressas, saindo do quarto aos prantos, tropeçando nos próprios pés.

- Olivia...Olivia...droga. – Exclamou o rei, na intenção de que a esposa voltasse e lhe contasse o que estava acontecendo.

Tarde demais.

 

 

O dia amanhecera cinza. Uma forte neblina caia em Berlim naquela manhã. A rainha levantara sentindo-se pior do que quando conseguira dormir. Sua mente girava e seu coração parecia sofrer, mas mesmo assim, vestiu sua máscara de rainha feliz e desceu para tomar café.

- Você está com cara de quem transou. – Caçoou o francês, tomando um gole de seu café.

- Engraçado, eu ia dizer o mesmo de você. – Retribuiu Olivia, com um sorriso sarcástico. Jamie riu gostosamente. Sua noite com Ana realmente fora maravilhosa. Os dois se entenderam e ele prometeu a ela que enquanto estivessem juntos, seu poder não iria atrapalhar e que se terminasse os dois teriam apenas uma ótima lembrança. Parecia que ia funcionar.

- Realmente transei. – Disse ele, com um sorriso largo no rosto.

- Com minha dama de companhia. – Completou Olivia.

- Isso irrita você? – Perguntou calmamente.

- De forma alguma. O que me preocupa é como Ana vai ficar quando você for embora. E sabes que não vai se demorar por aqui, não com sua ex querendo estourar nossos miolos. – Disse Olivia, com sua voz doce, mas com seu olhar letal. Aquilo de fato era a verdade pura, mas ele estava se sentindo jovem outra vez, como se estivesse descobrindo o amor novamente. Só que, dessa vez, com alguém que valia a pena.

- Vou fazer o que for preciso para que ela não se sinta mal. – Disse ele.

- Ana é uma boa moça. Perdeu os pais a poucos anos, teve que se virar sozinha. Lavava as roupas das senhoras das fazendas perto do vilarejo onde morava. Mesmo vilarejo que eu fui parar quando fui expulsa de casa. – Disse Liv. O rei teve vontade de sorrir e dizer a sua amiga que aquela garota doce estava voltando, mas preferiu se calar e continuar conversando sobre Ana e todo tipo de assunto alheio ao que Olivia estava passando. Ele sabia que ela havia transado com Hummels e isso era um fio de esperança, perdido em um lugar qualquer, que podia acabar com muita coisa ruim que estava acontecendo. 

- Sei disso. E toda vez que vejo ela, sinto algo diferente. Não é só uma atração inebriante. É algo mais, algo muito maior. Eu sinto como se... – Ele tentou encontrar as palavras certas, mas foi interrompido.

- Sente como se tivesse encontrado sua verdadeira alma gêmea? – Perguntou Liv.

- Talvez seja cedo demais para usar palavras tão fortes, mas o que posso te garantir é que eu sinto que com a Ana eu poderia voltar a sorrir, só que de uma forma completamente verdadeira, com sentimentos envolvidos e sem interesse algum. Me entende? – Perguntou ele, tomando um gole de café.

- Entendo...então, aprovo que você se relacione com ela, sabendo é claro que eu estarei aqui para me vingar de você caso faça ela sofrer. – Disse Olivia com um sorriso angelical. Jamie sorriu mais uma vez.

- Eu gosto de você. – Pontuou ele, rindo.

De repente, quando ele parou de rir, percebeu que havia algo errado. O tempo que passara com Olivia em Paris, foi o suficiente para ele a conhecer bem.

- Ameaças à parte, agora podemos falar sobre o que está te incomodando. – Disse ele, sério, mostrando a amiga que ela não teria como fugir dessa conversa.

Olivia respirou fundo, criando coragem para contar sobre a noite passada, sobre as coisas que Mats lhe disse e principalmente sobre como estava se sentindo. Depois de longos minutos, ela começou a falar. Jamie prestava atenção em cada palavra, com medo de perder algo e não conseguir lhe dar um conselho adequado. Em certo momento, não conseguiu conter a vontade de sorrir. Ela estava arrependida do que fizera com Hummels, estava com medo de que ele morresse. Só havia uma coisa que pudesse ser feita.

- Eu tinha esperanças de que esse dia chegaria. – Começou ele, recebendo um olhar fuzilante em troca. – Olivia, você já se vingou dele, mais do que deveria, porque você simplesmente poderia ter devolvido na mesma moeda todas as coisas que Mats lhe fez.

- Eu sei, pelo amor de Deus, eu sei disso e não me venha com sermões sobre como eu devia ter agido. – Disse ela, exasperada.

- Não se preocupe, não é nesse aspecto que quero chegar. O que eu quero lhe dizer, é que nem sempre a vida vai nos trazer a nossa alma gêmea – como costumam rotular – de uma forma calma, bonita, como se lê em livros românticos, mas quando a gente sabe que faria de tudo para ficar com aquela pessoa, quando nós sabemos que não conseguiremos viver num mundo onde quem amamos não exista mais, quando nosso coração não é capaz de amar mais ninguém, nós temos que nos deixar guiar pelo amor...por mais duro que seja, por mais cicatrizes que nós possamos vir a ter. – Disse Jamie.

- Eu não sei se consigo perdoar o Mats. Não sei se consigo esquecer o que ele fez. Só sei que eu não quero que ele morra, meu coração não quer isso, Jamie. – Disse Olivia aos prantos.

- Você sabe que a cada vez que ele toma aquele chá, é dias a menos que ele perde de viver, não é?! – As palavras ditas pelo francês fizeram com que a rainha parasse de chorar.

Foi como um sopro, um aviso de que ela precisava fazer aquilo parar. Sabia que estava na hora do café dele e que o chá sempre era servido naquele horário. Se ela precisava fazer alguma coisa, aquele era o momento para isso.

Caminhando a passos largos, ela deixou o rei francês tomando café sozinho, sem se importar com nada. Aquelas escadas eram realmente um obstáculo irritante. Mas com muita pressa de agir, ela conseguiu chegar a tempo.

- Me diz que você ainda não tomou esse chá. – Disse Olivia entrando no quarto do rei.

- Alguns goles, apenas. Por que? – Perguntou o rei, estrando o jeito da esposa. Olivia suava, o cabelo estava todo desalinhado e seus olhos vermelhos por conta do choro.

- Porque isso vai te matar. – Respondeu ele, indo em direção ao rei e lhe arrancando das mãos a xícara.

- Do que você está falando? O médico me recomendou esse chá junto com os remédios. – Disse ele, sem entender nada.

- Sim, eu sei, mas ele se enganou e entrou em contato comigo. Ele acha que o chá está piorando sua situação. – Disse ela, tentando se conter para não falar demais.

O rei a olhou desconfiado, mas vendo o estado da esposa, resolveu acalma-la.

- Hei, vem cá. – Pediu ele.

Olivia o encarou, ainda com os olhos vermelhos e foi caminhando em sua direção.

- Você está assim por causa do chá? – Perguntou ele. A rainha apenas assentiu, confirmando sua pergunta. – Eu vou ficar bem, não se preocupe. – Mats tirou a xícara da mão dela, largando em cima do bidê e a abraçou com carinho. Olivia se permitiu chorar em seus braços, se permitiu demonstrar suas fraquezas.

Porque na guerra do amor, não há vencedor ou perdedor. Quando duas pessoas se amam, o destino delas está traçado para viverem juntas, mas quando isso não acontece, ambas perdem.

 

E eles se amavam, ah e como se amavam!

 



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