História A Posse Interna - Capítulo 7


Escrita por: ~

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Categorias A Lista Negra (Hate List)
Personagens Nick Levil
Tags Crimes
Visualizações 2
Palavras 831
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Luta, Mistério, Policial, Suspense
Avisos: Álcool, Drogas, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Vocês sabem falar em inglês?

Capítulo 7 - Just One


-Ela sou eu.. (penso alto e quase sem conseguir falar)

Não consigo acreditar que eu tenho uma irmã clone, só pode ser brincadeira.

-Precisamos sair daqui. Adler está nos esperando. (Falo já descendo da caixa d'agua junto com Marcus)

Quando estamos descendo as escadas, a minha "clone" nos ver e atira na madeira da escada onde estávamos descendo. Eu consigo pular de uma vez e impedir que eu caia. Mas Marcus caiu de costas no chão e ficou sem ar por causa da pancada, eu sento Marcus no chão mas não tenho tempo de fazer ele pegar o ar de novo, ao olhar para frente vejo minha "clone" chegando perto com uma pistola na mão –Preciso pensar logo em alguma coisa- quando finalmente consigo pensar em algo, eu sinto o cano quente da pistola na minha testa e vejo eu mesma querendo me matar..

-Aqui só tem lugar para uma!

Como ela pode ter a mesma voz que eu?. Quando olho o dedo dela puxando o gatilho da arma lentamente, de repente, não sinto a bala entrar em minha cabeça. Abro os olhos e vejo ela no chão com a mão sangrando, olho para o lado e vejo ADLER!!. Adler se aproxima e me ajuda a carregar Marcus que ainda não estava completamente com ar, ao nos levantarmos eu sinto a minha mão queimar como se estivesse derretendo por dentro, vejo o sangue escorrer e vejo que eu mesma havia atirado e mim.

-VOCÊ NÃO VAI SAIR ILESA ALEXA!

O fato dela ter a mesma voz que eu é bizarro demais –ótimo, estou com uma bala entre a minha mão, assim como minha "irmã clone". Puta merda- Adler, com ajuda de alguns amigos da central, nos ajudam a levar Marcus para baixo, Adler me ajuda a descer e a estampar o sangue. Alguns homens fizeram massagem cardíaca em Marcus, pois por ser mais velho, tinha mais dificuldade em controlar os pulmões após uma queda, e eu estava estampando meu sangue com um pano grande e grosso.

-Você precisa de um médico Alexa, você pode ter uma hemorragia.

-Adler você pirou?

-Tem razão, desculpa, mas eu quero ajudar..

Uma mulher se aproxima de nós dois e fala

-Eu conheço alguém que pode ajudar, mas precisam vir rápido.

Eu já tinha visto aquela mulher antes, ela era da central.

-Nós vamos! (Adler responde por mim)

Ele me ajuda a levantar e corremos por muitos corredores dentro da central, cada passo que eu dava parecia que o sangue se espalhava mais pelo pano, o pano estava começando a ficar coberto pelo líquido vermelho.

Finalmente entramos em uma sala, a mulher tranca a porta e derruba objetos pesados para tampar a passagem da porta.

-Henry!! (Ela grita por alguém)

-Os tiras já se mandaram?! (saí uma voz de algum lugar)

-Sai logo daí covarde! (ela rebate)

Vejo um homem magro, baixinho e muito tatuado.

-Quem são esses?!

-Essa garota precisa de ajuda.

Ele olha para a minha mão e se impressiona com o tanto de sangue que estava acumlado.

-Tirem esse pano agora! Querem que ela tenha uma infecção?!!

Adler tira rapidamente mas com cuidado o pano da minha mão que estava pesado de tanto sangue. Ele se aproxima de mim e ver que a bala foi tão funda que o sangue estava escuro por dentro da onde a bala passou.

-Vish.. Logo na mão moça..

Ele põe a minha mão em cima de um pano limpo que estava em cima de uma mesa.

-Olha pra lá e se eu fosse você mordia alguma coisa..

-Por que?(Perguntei)

-Porque se você gritar e escutarem a gente ta fodido.

Adler pega alguma coisa que eu não sei direito o que era pra mim morder. Eu coloco o objeto entre a minha boca e fico preparada para a dor..

-Agora olha pra lá..

Eu sem conseguir discutir com o objeto na boca, viro. Em menos de 2 segundos que virei eu sinto uma dor insuportável. Começo a morder o objeto com toda a minha dor, se fosse algo de plástico eu já teria quebrado ele –ISSO TA DOENDO MUITO- por dentro eu estou gritando muito.. Eu olho pra ver o que merda ele esta fazendo e vejo ele com um estilo de pinça tentando puxar a bala que estava na minha mão.

-Prontinho...

PRONTINHO? ESSA MERDA DOEU PRA CARALHO!

-Martha, pega aquele vidrinho pra mim! (ele fala olhando para a mulher que nos trouxe)

Ela pega um vidrinho pequeno com um liquido nele, e o homem sem avisar joga o liquido por toda a minha mão. Aquilo queimava mais que fogo –PUTA QUE PARIU- a dor era insuportável, eu mordia aquele troço que estava na minha boca como se quisesse partir ele ao meio, eu mordia com tanta força que meus dentes e minha boca estavam ficando dormentes.

Ele pega um pano bem grosso e enrola muito apertado na minha mão.

-Pronto senhorita.. Agora saiam pelos fundos antes que sejam pegos por mais uma bala, ou ate mesmo pela polícia.

-Obrigado senhor.. (Adler fala em quanto tira o objeto da minha boca)

Passamos para buscar Marcus e vamos nós três para a antiga casa dos pais de Adler.

Puta merda, eu tenho uma irmã clone mesmo.. E agora?



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