História A preciosa história de uma vida perdida - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Tags Depressão, Hentai, Romance
Exibições 26
Palavras 349
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Bishoujo, Bishounen, Crossover, Drama (Tragédia), Ecchi, Festa, Hentai, Mistério, Romance e Novela, Shoujo-Ai, Terror e Horror, Violência, Yaoi, Yuri
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Pansexualidade, Sadomasoquismo, Self Inserction, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Espero que gostem.

Capítulo 2 - Primeiro longo dia


Fanfic / Fanfiction A preciosa história de uma vida perdida - Capítulo 2 - Primeiro longo dia

Abro os olhos. Hoje tudo parece mudar, meus olhos estão ardendo e vejo tudo nublado. Desço para a cozinha de forma que meu corpo parece flutuar. Hoje não lavo o rosto antes do café, só vou de fininho. Ouço minha mãe falando algo no telefone. Diferente do que faria normalmente tento ouvir o que ela diz, ouço algo sobre divórcio... jamais poderia imaginar algo assim. Volto correndo para o meu quarto e ligo para meu namorado. Ele atende e sinto sua preocupação, antes que pudesse perceber lágrimas molhavam o meu colo. Tomada por uma fúria inexplicável desligo o celular e corro para o banheiro, bato a porta e sento no chão. Meu mundo parecia desabar. Finjo estar bem para mim mesma e lavo o rosto e a boca com preguiça de escovar os dentes, passo a mão molhada pelo cabelo e saio de fininho como se estivesse me escondendo de mim. Deito no chão assim que saio do banheiro, meu coração vulcânico me faz sentir além. Choro até dormir...
Acordo 11hrs da manhã e vou arrumar a cama. Faço tudo rapidamente devido ao stress que está sobre mim. Quando acabo de cuidar de tudo desço para o almoço. Faz horas que não falo com meu namorado. Penso nele enquanto saltito sobre os degraus da escada. Digo um bom dia alto como se estivesse radiante. Reparo em cada ruga e expressão de preocupação presente em meus pais. E sento à mesa, permaneço toda refeição em silêncio. Noto que meus irmãos não estão, mas não ouso interromper o silêncio cortante. Remexo a comida que nem lembro como veio parar em meu prato e quebro o silêncio com uma pergunta neutra."Posso dormir fora?" -digo- "Onde?" -diz minha mãe- "Namorado...".
Reparo no espanto de todos e ouço algo como um sermão sobre filhos na adolescência. Quando perco a esperança de obter algo ouço minha mãe dizer que posso ir bem baixo, quase sussurrando. Levanto da mesa na mesma hora e beijo o rosto dos meus pais. Esqueço os bons modos e saio correndo para mandar mensagem avisando que hoje teria algo a mais.



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