História A preciosa história de uma vida perdida - Capítulo 3


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Categorias Originais
Tags Depressão, Hentai, Romance
Exibições 25
Palavras 256
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Bishoujo, Bishounen, Crossover, Drama (Tragédia), Ecchi, Festa, Hentai, Mistério, Romance e Novela, Shoujo-Ai, Terror e Horror, Violência, Yaoi, Yuri
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Pansexualidade, Sadomasoquismo, Self Inserction, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Tirem as crianças da sala... ou não

Capítulo 3 - Um pingo de (in)felicidade


Fanfic / Fanfiction A preciosa história de uma vida perdida - Capítulo 3 - Um pingo de (in)felicidade

Dormi a tarde inteira esperando que a noite chegasse mais rápido. Meu banho durou quase 2 horas doce lar. Tirei todos os pelos do meu corpo e senti minha pele como pêssego. Arrumei minha mochila. Coloquei a melhor calcinha. Todos os problemas haviam sumido. Gritei um boa noite e sai antes que meus pais desistissem da ideia. O caminho passou super rápido e quando vi estava gritando no portão novamente. Ele vem abrir o portão e beija meu rosto, pergunta se minha mochila está pesada e então ele a carrega. Entro flutuante e vou em rumo ao seu quarto. Ele sai e diz que vai pegar água. No meio tempo tiro toda a roupa e arrumo minha lingerie. Deito sexy de costas e finjo não notar o que aconteceu comigo, me mantendo fiel ao papel de mocinha. Ele chega no quarto e começa a rir. Rir? Olho em volta e parece que a piada sou eu. Pergunto o que foi não fazendo ideia do porquê daquela reação e minha única resposta são mais gargalhadas. Então ele joga minha roupa no meu rosto e sai. Me sinto um verme. A escória. Estou com tanta raiva que me torno incapaz de chorar. Levanto o mais rápido que posso, pego minhas coisas e saio daquela casa. Infelizmente chegando ao portão ele segura meu pulso e diz: "Você tá ridícula". Puxo meu braço e corro pela rua, então percebo que ainda estou de lingerie. Não demora muito pra me perguntarem o preço da hora então acelero o passo para casa.



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