História A primeira inscrita - Capítulo 71


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Categorias Alan Ferreira (EDGE), Felipe Z. "Felps", Flavia Sayuri, Rafael "CellBit" Lange
Personagens Alan Ferreira, Felps, Flavia Sayuri, Rafael "CellBit" Lange
Tags Cellbit, Cellbits, Felipe Z, Felps, Flavia Sayuri, Rafael, Rafael Lange, Sasa, Sayu, Sayuri
Exibições 50
Palavras 714
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 71 - Resultado dos sintomas


  Andamos um pouco até que finalmente chegamos, ele abria a porta enquanto conversávamos, como eu já conhecia os pais deles de tantas vezes que já vim aqui, já sabia que eles eram de boa, já Maethe e Alan nunca tinham vindo, pareciam estar bem nervosos. Ele abre a porta e encontramos sua mãe sentada no sofá.

  - Oi Rafa! - Ela me cumprimenta sorrindo.

  - Oi - Disse sorrindo, ela cumprimenta Alan e Maethe gentilmente.

  - Só aguardem um pouco - Disse sorridente, ela sai da sala e ficamos ali.

  - Sentem-se no sofá, falta muito para irmos busca-la - Falou Felipe se sentando no sofá, eu me sento e o resto faz o mesmo.

  - Viu? Nós dissemos que ela é legal - Disse Felipe e eles se sentem aliviados.

  - Mas como assim: '' Irmos busca-la ''? - Perguntou Maethe, ele coloca sua mão na parte de trás da cabeça, como estivesse escondendo algo de nós.

  - Bom... - Fica em silêncio por alguns segundos - É que ela não vai direto para sua casa, nós vamos buscar ela e sua família no aeroporto e de lá eles vem para cá e depois minha mãe vai leva-los para sua casa - Continuou.

  - Seus pais são amigos da família dela? - Ficou curioso Alan.

  - Sim, por isso que eles irão fazer isso - Respondeu.

  - Bom, menos mau - Eu falei.

  - Então quando vamos ir? - Perguntei, quando o Felipe ia abrindo a boca para responder, o Alan corta.

  - Pera ai, pera ai, pera ai - Disse rápido - Como vai levar nós 4 sendo que ainda vai levar a família dela? - Perguntou olhando seriamente.

  - O carro da minha mãe, é um carro utilitário, cabe todo mundo - Alan tira sua dúvida e volta a ficar quieto.

  - Ta, agora responde, quando vamos ir? - Permaneci na pergunta.

  - Daqui a pouco, deixa minha mãe terminar de se trocar que nós vamos - Falou olhando no relógio, na mesma hora meu celular vibra, eu tiro ele de meu bolso, era uma chamada da Flávia, estava aliviado por ela finalmente ter dado notícias.

  - Calma ae, vou atender uma ligação aqui - Eu me levanto e me isolo deles e atendo.

  - Oi Rafa! - Disse.

  - Oi Flávia, como vai? - Perguntei com um sorriso no rosto.

  - Vou bem, e você? 

  - Bem também - Fico mais aliviado ainda por ela ter dito que está bem - Foi no médico? O que ele disse? O que você tem? - Perguntei preocupado.

  - Calma Rafa - Disse dando risada - Eu ainda não sei o que tenho, ele pediu para eu fazer um Raio X, mas ele pediu para eu ficar de repouso até eu fazer o Raio X e entregar para ele - Continuou, aquele meu sorriso foi embora, o que era para eu ficar menos preocupado, fiquei mais ainda.

  - Pera ai, mas se ele pediu para você fazer um Raio X, é porque você tem algo! - Eu realmente estava muito preocupado e dava para ver claramente em mim.

  - Calma Rafa, não é nada demais, é só uma coisa boba, confia em mim - Falou com aquela voz doce que só ela consegue fazer, com aquilo me fez relaxar, sem tirar minha preocupação, mas mesmo assim, me fez tirar aquele peso.

  - Eu só quero que você fique bem - Justifiquei o porque de não estar calmo.

  - E eu vou ficar, Rafa - Continuou. 

  - Ta bom - Falei com uma voz de desânimo significando que não estava tão convencido assim - Talvez eu passe ai para te visitar então - Continuei.

  - Não é pra tanto Rafa... - Eu suspiro.  

  - Eu quero ver como você está, então me aguarde que posso bater ai na sua porta - Brinquei para descontrair.

  - Ela sempre estará aberta para você entrar - Deu uma pequena risada.

  - Vamos Rafa, ela já deve ter chega a esse ponto - Disse Felipe me apressando.

  - Tenho que desligar agora, mais tarde a gente se fala melhor, beijo, te amo - Volto com o sorriso.

  - Também te amo - Logo em seguida desligo, coloco o celular no bolso já saindo pela porta atrás da Maethe...


Notas Finais


O que acharam? Deixem ae!


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