História A Primeira Vista - Capítulo 36


Escrita por: ~

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Categorias Alice In Chains, Pearl Jam
Personagens Eddie Vedder, Jeff Ament, Matt Cameron, Mike McCready, Personagens Originais, Stone Gossard
Tags Amizade, Grunge, Pearl Jam, Romance
Visualizações 12
Palavras 1.136
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Romance e Novela

Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Sem muito bla bla bla

Capítulo 36 - 36


- E chegou o velhinho! – escuto Jeff me provocando assim que chegamos ao restaurante, onde todos nos esperavam para comemorar meus 47 anos.

- Qual e Jeff, você é mais velho que eu! – retruco enquanto meu amigo me dá um abraço.

- Mas estou mais conservado, fazer o que?! – ele responde rindo enquanto abraça Ana.  Que ri da sua piada.

- Tá concordando Ana? – pergunto desconfiado.

- Amor, não começa – ela me fala enquanto me abraça – para mim você está um gato, como sempre!

- Quero saber é se está dando conta do recado – Mike me provoca, com Eddie gargalhando atrás dele.

- Pelo amor de Deus, parem com isso – pede Ana, vermelha de vergonha.

E eu só levanto as sobrancelhas para meus amigos, que me respondem com mais gargalhadas, enquanto Ana parece querer sumir da face da tarde entendo pela troca de olhares que eu estava confirmando a pergunta de Mike.

A noite corre tranquila, com todos conversando, muitas risadas, comida e bebida. Vejo Judith e Ana trocando olhares a noite toda, a mais velha sempre com um olhar de vigia e esse comportamento é algo que já percebo há alguns dias.

Judith anda com um olhar de leoa, sempre de olho se ela está comendo, e implicando com as corridas das manhãs, não deixando que os cachorros pulassem nela. E eu comecei a ficar com uma pulga atrás da orelha, mas esperando que uma das duas me contasse o porquê do zelo maior de agora.

-Meu Deus Stone, você nunca vai perder essa cara de emoji apaixonado? – Jeff me provoca enquanto senta ao meu lado na cadeira de Ana, que estava do outro lado conversando com as outras mulheres, e me tirando dos meus pensamentos.

-Espero que não meu amigo – dou um tapinha nas costas dele.

- E o casamento? Ana já está enlouquecida?

- Nada, estamos planejando algo pequeno. E tirando a mãe dela que liga, a todo o momento no Skype, ela está bem tranquila.

- Vai dar tudo certo. – ele parece pensar um pouco e me pergunta – você quer filhos com ela?

- Eu penso nisso desde o início, mas a decisão final é dela. Mas eu estou doido para ter um filho.

Jeff dá uma risada alta, chamado a atenção de todos.

- Você tá tão ferrado meu amigo, e é uma diversão de ver. Só não pisa mais na bola, ok?

POV ANA

- Stone? – eu o chamo depois de um tempo que já estamos deitados no escuro do quarto – você ainda está acordado?

- Uhm – ele resmunga meio preguiçoso, indicando que o sono já estava quase chegando para ele.

- Eu preciso muito te contar uma coisa, você está prestando atenção?

- Sim estou te ouvindo. – sinto seu carinho nas minhas costas, e ele remexer embaixo de mim – quer que eu ascenda a luz? – ele pergunta.

- Não amor – respiro fundo – eu ando me sentindo mal – começo em partes – e eu tenho uma suspeita do que pode ser. – ouço seu coração acelerar e ele mexer procurando meus olhos mesmo estando escuro o quarto. – Eu acho que estou grávida.

Stone prende a respiração e sua mão para o carinho nas minhas costas.

- Não me diz que você tá brincando Ana, eu acabo de ficar mais velho e não sei se meu coração aguenta essas pegadinhas.

- Eu não sei se estou mesmo, calma! Ainda não tive coragem de fazer o teste, mas estou atrasada amor e ando enjoada, eu não sei – começo a falar me agitando um pouco e sentando na cama.

Quando Stone levanta em um pulo e pega a chave do carro.

- Aonde você vai Stone?

- Eu preciso saber Ana, não vou conseguir dormir com a dúvida. Eu vou atrás de um teste. – ele fala ascendendo à luz e com um sorriso gigante no rosto.

- Amor são duas da manhã, e você tá de cueca. – falo tentando segurar o riso.

- Ok, ok  - ele sai vestindo a primeira roupa que encontra, calça um tênis, e sai rápido quarto afora. Voltando sem fôlego para perto da cama um segundo após passar pela porta – fica aqui, não se mexe ok? Meu Deus Ana, você ainda vai me matar. - fala entre um sorriso e um beijo.

____

Ele volta quase meia hora depois com um saco de papel em uma mão e uma garrafa d’água na outra.

- O moço da farmácia falou que é melhor ser o primeiro xixi do dia, mas acho que não consigo esperar. – ele me fala aflito.

Sorrio para ele, e o puxo para mim, tentando acalma-lo e me acalmar junto no processo.

- Ok! Independente do resultado eu vou fazer um exame de sangue e ir ao médico ok? – falo olhando nos olhos dele. – Se der negativo, você ainda vai me amar não vai?

- Pelo amor de Deus Ana, eu vou te amar para sempre. E se der negativo, a gente vai treinar até dar positivo. Mas eu sei que vai dar positivo. Estou com pressentimento de pai. – ele fala rindo para mim, e eu passo a torcer para que dê mesmo, porque não queria nem pensar na cara que ele faria se desse negativo.

___

- E aí? – ele me olha, sentado na beirada da cama e mexendo os dedos, nervoso, assim que entro no quarto com o exame nas mãos.

- Eu ainda não tive coragem de olhar. – suspiro e olho para o palito branco na minha mão, buscando coragem em vira-lo e olhar o resultado que poderia mudar toda a minha vida.

- Você quer que eu olhe? – Stone me pergunta. E eu nego tomando a coragem que faltava e olhando o resultado. Meus olhos enchem de lágrimas assim que vejo – E aí amor?

- Positivo Stone. – Olho para ele, sentindo as lágrimas escorrendo pelo meu rosto, e ele me abre o sorriso mais lindo que já vi Stone dar, com seus olhos cheios de lágrimas.

 Ele vem para perto de mim, e me envolve em seus braços, sinto suas lágrimas no meu pescoço, e seu abraço apertar meu corpo.

- Nós vamos ser pais Ana! Meu Deus, eu acho que vou explodir de felicidade! – e ele sela meus lábios, calmo e demorado. E quando acho que ele não pode ser ainda mais perfeito, ele ajoelha em minha frente, levanta minha blusa e deixa um beijo abaixo do meu umbigo – Ei neném, é o seu pai. Bem vindo meu amor, não vejo a hora de te ter aqui. - e coloca o ouvido na minha barriga, chorando baixinho e me prendendo mais uma vez em um abraço desajeitado enquanto eu faço um carinho em seus cabelos e deixo a felicidade desse momento gravar na minha memória.  - Esse é o melhor presente de aniversário de toda a minha vida! Eu te amo tanto Ana.


Notas Finais


E a prática fez mesmo um neném!
Deixa aí aquele comentário maroto.


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