História A Princesa da Lua - Capítulo 57


Escrita por: ~

Postado
Categorias Naruto
Personagens Asuma Sarutobi, Itachi Uchiha, Karin, Kushina Uzumaki, Madara Uchiha, Minato "Yondaime" Namikaze, Naruto Uzumaki, Sakura Haruno, Sasuke Uchiha
Tags Drama, Misticismo, Naruto, Romance
Exibições 686
Palavras 12.717
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ficção, Romance e Novela, Sobrenatural
Avisos: Adultério, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Olá pessoal, como vocês estão? Eu estou muito bem graças a Deus, muito empolgada, feliz! Ontem fiz um cronograma para a Fic e descobri que temos mais 7 capítulos pela frente fora esse que estou postando, espero conseguir encerrar ela até dezembro e janeiro lançar a de Lobos, estou ansiosa demais. Leiam as notas finais coloquei uma previa do próximo capitulo que já está quase pronto, aguenta coração!

Me desculpem, eu não consegui responder os comentários, mas vou tentar fazer isso essa tarde. Eu estou aproveitando cada minuto que tenho de folga para escrever, o capitulo 58 já está em andamento e espero postar até segunda no máximo, Bora fazer essa Fic andar.

Obrigada pelos comentários e pelo carinho, pelos favoritos e tudo mais. A opinião de vocês sera decisiva nos próximos capítulos, eu estou esperando a reação de vocês e os comentários para decidir que caminho tomar em relação a certos casais que tenho mais de um opção.

Boa leitura!

Capítulo 57 - Decisão Dificil


Fanfic / Fanfiction A Princesa da Lua - Capítulo 57 - Decisão Dificil

CAPITULO 57

DECISÃO DIFICIL

REINO DA FOLHA

 

Kurenai está muito preocupada com Tenten, a jovem está distante dos filhos e da família, sempre dando um jeito de se encontrar com o jovem príncipe que chegou a algumas semanas na Folha. O comportamento de ambos não está passando despercebido por Minato, Kushina e Hinata que mostram todo seu desapontamento quanto o comportamento de Tenten.

Apesar da esposa de Asuma tentar conversar com a filha, ela se esquiva. Tenten tem se mostrado agressiva e desleixada com as crianças. A feiticeira está desconfiada que haja algo maligno sobre ela, ela conhece a filha que possui e mesmo que ela não amasse mais Neji, coisa que a feiticeira julga impossível, não trataria seus filhos da forma distante e fria que vêem agindo.

Após Minato e a família real partir para o Fogo, os visitantes ainda ficaram para acertar os últimos detalhes de um acordo comercial vantajoso para ambos os Reinos com os conselheiros do Rei. Em uma tarde de sol, Tenten deixou as crianças aos cuidados das pajens e sumiu com o Príncipe de cabelos brancos, após duas horas de espera as crianças começaram a chorar de fome e como ela não aparecia, Kurenai mandou que dessem uma mamadeira de leite para os netos. Quando a filha retornou já se fazia noite e estava agitada, aquilo tinha sido a gota da água para mulher de olhos vermelhos.

- Você passou dos limites hoje mocinha. O que pensa que está fazendo? Deixou seus filhos com fome hoje, sumiu a tarde toda.

Tenten deixa a mãe falando sozinha e segue até a casa de banho começando a se despir sem se importar com a presença da mais velha.

- Eles já podem comer outra coisa, não vou mais dar meu seio a eles.

- O que? – Kurenai segura a filha pelos pulsos.

- Isso mesmo, meus seios são lindos e se continuar amamentando vão ficar caídos, e eu não vou agradar homem nenhum. – Kurenai dá um passo para trás, apavorada.

- Onde está minha filha? Quem é você?

- Está aqui na sua frente mãe, não pode me julgar por querer ser feliz, ter alguém que me ame e me deseje.

- Esse homem te enlouqueceu filha. Como pode falar assim de seus filhos?!

- Vou entregar eles a Neji, não quero ficar com eles. Neji conseguira se casar tendo três filhos, eu não! Não vou conseguir arranjar um marido se eu ficar com as crianças.

- Não pode estar falando a verdade!

- Eu conversei hoje com Yashiro, e nós decidimos... - Um tapa forte acerta a face direita de Tenten que leva a mão ao rosto, assustada com a atitude de Kurenai, a mais velha não deixa ela nem terminar de falar.

- Decidirão? Vocês estão juntos? – Kurenai mostra todo seu pavor e nojo ai escutar as palavras da filha.

- Não faça essa cara, Neji me abandonou. Tudo que eu sei é que seu compromisso está firme com aquela mulher e você quer que eu faça o que? – Ela grita sentindo sua face queimar, latejar onde recebeu o golpe.

– Eu não quero nada que me ligue a ele, quero que ele fique com os filhos e me deixe ser feliz ao lado de Yashiro. - Tenten está fora de si e Kurenai não sabe o que fazer pela primeira vez.

- O que aconteceu minha filha? – A mulher de olhos vermelhos tenta se aproximar e Tenten se afasta dela.

- Me deixe em paz, leve aquelas pragas para seu quarto, eu não quero mais ver eles, vou ir embora com Yashiro quando ele for daqui a algumas semanas, você nunca mais me verá, nunca mais vai tocar em mim, vai se arrepender do que fez!

- Não pode estar em seu juízo perfeito Tenten, eu vou trancá-la aqui se for preciso até descobrir o que aconteceu com você. Não ouse me desobedecer, não quero que você chegue mais perto daquele homem.

- Não pode fazer isso, você não manda em mim.

Tenten anda de um lado para outro e irritada prende seus longos cabelos para cima, Kurenai se arrepia ao ver uma marca no pescoço da filha, um símbolo a muito esquecido e der repente tudo fica claro. Com movimentos precisos e palavras certeiras ela lança um feitiço sobre a filha que cai em seus braços desmaiada.

Ela acomoda a filha no chão da casa de banho e sai às pressas fechando o quarto e levando a chave consigo, seus passos são rápidos.

- Asuma!

- O que foi mulher? – O homem está em seus aposentos assinando alguns papeis.

- Tenten foi enfeitiçada, está falando em ir embora com aquele maldito príncipe e deixar os filhos para Neji. E agora vi no pescoço dela o símbolo de uma casa muito antiga de bruxos, eu achei que eles nem existiam mais Asuma. – Kurenai anda de um lado para outro muito agitada, o moreno não entende nada do que ela diz.

- Tem certeza?

- Ela deixou as crianças hoje e foi se encontrar com Yashiro, eu tive que dar leite de vaca para elas, chegou e foi se arrumar, ia se encontrar com ele novamente sem ao menos ia ver as crianças. Me enfrentou, me falou muitos absurdos.

- O que vamos fazer? Você pode quebrar esse feitiço?

- Se é o que eu estou pensando, apenas o amor verdadeiro pode fazer isso Asuma. A ligação entre ela e Neji pode quebrar o feitiço, mande alguém atrás dele, enquanto isso eu vou levá-la daqui com as crianças, em minha casa posso protegê-la dele, aqui não.

- E se Neji estiver realmente noivo daquele jovem?

- Asuma será que só eu estou vendo que a muitas coisas erradas acontecendo? Todos estão cegos e surdos. Nem Neji e nem o pai dele respondem as cartas de Hinata e Minato, algo está acontecendo homem. Eles podem estar em perigo também.

- Acha que a família real do trovão está por trás disso Kurenai?

- Não sei, mas sei o que vi em minha filha. Precisamos tirar ela daqui agora.

- Vou arrumar uma carruagem, onde ela está?

-Lancei um feitiço do sono, ela não irá acordar até eu ordenar.

- Vá arrumar as coisas dela e das crianças, eu já vou lá pega-la. Tranque a porta e só abra para mim, ninguém mais.

- Certo!

Kurenai dá ordens as empregadas para arrumar os pertences dos netos, enquanto ela veste Tenten com dificuldade e arruma rapidamente o que ela vai precisar, antes do jantar Asuma aparece e leva a filha nos braços. Eles partem rumo a floresta onde a velha bruxa poderá proteger a família. Durante o caminho ela pronuncia palavras que arrepiam Asuma, ela está lançando um feitiço para despistar o jovem príncipe e sua família, para que não possam ir atrás de Tenten.

A floresta se fecha assim que eles passam e mais uma vez ela dá ordens que ninguém passa sem ela permitir. Já na casa de Kurenai, Asuma coloca a filha no quarto e volta para ajudar com os netos que choram assustados.

- Vá atrás dele querido!

- Vou ficar com você não posso deixá-la sozinha, mandei um homem de minha inteira confiança. Entreguei um pergaminho a ele onde conto tudo a Neji, só nos resta esperar Kurenai. Ele já partiu e dentro de 15 dias chegara ao Reino da Terra, mandei uma escolta com ele para garantir sua segurança. Também avisei que enviasse pássaros para me informar da situação, pássaros que devem chegar no segundo ponto de observação da floresta, não fica longe daqui.

- Obrigada!

- E quanto a ela?

- Vamos manter ela dormindo Asuma, se acordar vai querer fugir e usar seus poderes contra nós, ela está fora si.

- Entendo, é melhor não haver mais conflitos.

- Não quero que ninguém se machuque Asuma, se eu tiver que enfrentá-la, não será fácil.

Eles se abraçam e depois seguem juntos para cuidar dos netos, nada mais eles podem fazer apenas esperar que Neji venha o mais rápido possível.

 

REINO DO FOGO

Sasuke está assumindo o Império do Fogo a cada dia que passa, nenhuma reunião é feita sem ele, nenhuma decisão é tomada sem seu consentimento. Ele passa os dias analisando os relatórios dos conselheiros, todos assinados por Naka, tantas decisões erradas, tanto dinheiro jogado fora, tantas obras paradas e investimentos equivocados. Após uma semana mergulhado em papeis e relatórios, ele pede conselhos para seu sogro.

- Não acredito que tanto dinheiro está indo fora. São coisas absurdas Minato, não sei nem por onde começar.

- Seu pai deixou tudo nas mãos de Naka, mas se permite vou lhe dizer o que estou achando de tudo que me falou e mostrou.

- Diga meu sogro!

- Naka é um homem experimente e muito sábio, astucioso. Se ele quisesse que o império prosperasse ele faria Sasuke.

- O que quer dizer com isso?

- Que esses erros são bobos demais para um homem como Naka. Construções longe da cidade, em campos onde não há nada. Viagens que não renderam acordos nenhum ao Reino, contratações absurdas de pessoal para o castelo, sendo que não há necessidade disso.

- Acha que esses dados são falsos?

- Acho!

- Ele está roubando o Reino?

- Acredito que sim, bem embaixo do nariz do seu pai.

Um soco é desferido contra a mesa de madeira maciça. A ira, o ódio nos olhos do Uchiha mais novo assusta Minato.

- Precisa de provas. Quer um conselho?

- Sim!

- Mantenha tudo isso em segredo. Chame os conselheiros, diga a eles que de agora em diante, não sairá uma sequer moeda de ouro dos cofres sem você saber, nem Naka e nem ninguém aprova mais nada. Mande parar as obras até você visitar elas. Sasuke está na hora de você conhecer seu Reino, será exaustivo, mas você precisa fazer.

- Visitar todos esses lugares e ver com meus olhos o que está acontecendo?

- Eu fiz isso quando assumi a Folha, fiquei uma semana toda fora, mas pude presenciar muitas coisas e descobri como governar meu Reino de forma sabia.

- Você viria comigo?

- Seria uma honra Sasuke!

- Partiremos assim que eu falar com meu pai e organizar a viagem.

- Sasuke não esconda nada de seu pai, ele precisa saber com o que está lidando. Você precisa aprender a confiar em seu pai, ele tem o direito de uma segunda chance.

O jovem de cabelos negros observa o sogro silenciosamente por alguns minutos.

- Obrigado Minato, eu vou falar com ele

- Notícias de Naruto? - Minato está angustiado com filho.

- Ele chegou ao campo de batalha Minato, ele e Itachi vão invadir o castelo e acabar de vez com isso. Assim que eles voltarem, vamos planejar um ataque maciço ao Reino das Águas Escuras.

- Precisamos falar com Rasa antes

Sasuke passa as mãos nos cabelos nervoso.

- Sei que está cansado e tem muitas coisas a fazer meu genro, mas você é jovem e forte dará conta do recado.

 - Preciso ficar a par da situação que o Fogo se encontra. Tenho que ir a Suna e ver o que consigo por lá, depois montar um ataque contra o inimigo.

- Vamos começar por seu Reino, eu te ajudarei. Dê-me alguns dos relatórios e eu vou começar a me atualizar da situação, sou muito bom com relatórios, além do mais, Shikamaru está aqui ele vai ajudar muito para descobrimos o que está acontecendo aqui.

- Os pergaminhos, os relatórios estão todos no cofre. Eu vou lhe dar a senha e vocês podem usar o gabinete para trabalhar com tranqüilidade.

- Vou falar com ele agora mesmo!

Os dois homens se despedem e Sasuke vai atrás de seu pai que está no quarto paparicando Mikoto, a mãe do príncipe agora que sabe do que se tratam seus maus estares está mais calma, só aproveitando os mimos que os empregados, Fugaku, Sakura e Sasuke fazem a ela.

O jovem príncipe entra e encontra o pai deitado ao lado da mãe acariciando a barriga lisa ainda. Por alguns instantes ele observa aquela cena e seu coração acelera, seus pensamentos voam em direção a sua pequena. Por alguns instantes ele deseja que Sakura esteja grávida, que ele possa ter momentos como aquele com sua esposa amada. O casal sente a presença do filho no quarto e percebem o olhar perdido dele.

- Sasuke! – Mikoto se levanta e segue até ele preocupada.

- Mãe, não deve se esforçar volte para cama. – Ela o abraça e ele retribui.

- Querido, estamos bem! – Sasuke acaricia os cabelos longos e negros com tanta ternura que Mikoto sente vontade de chorar.

- Eu estou tão feliz filho, só falta Itachi voltar em segurança.

- Preciso resolver algumas coisas mãe, e se quando eu voltar ele ainda não estiver aqui, eu prometo a você que irei buscá-lo pessoalmente.

- Onde você vai?

- Preciso sair por uma semana, talvez uns dez dias. Não quero que se preocupe, são assuntos do Reino, eu vim falar com papai. – Sasuke acaricia a bochecha da mãe com as pontas dos dedos e sorri para ela, nem nota que a palavra papai saiu de seus lábios, Mikoto percebe e se emociona deixando as lagrimas molharem seu rosto. Fugaku também se surpreende e se coloca em pé no mesmo instante.

- No que eu posso te ajudar filho? – O moreno vira-se para o pai e o que vê nos olhos de Fugaku são sentimentos que ele não lembra de ter visto antes. Devoção e amor são alguns, isso mexe com o moreno que não sabe como lidar com seu pai daquela forma.

- Preciso falar com o senhor sobre assuntos internos do Reino, vou viajar por nosso Reino nos próximos dias, Minato vai me acompanhar, porque sei que o senhor prefere ficar com minha mãe, mas antes de partir quero lhe mostrar algumas coisas que descobri. – O olhar sério de Sasuke faz Fugaku ficar confuso, mas imediatamente ele se aproxima e dá um leve tapa nas costas do filho.

- Vamos filho! Estou ansioso para te ouvir. Eu sei que você fará o melhor para nosso Reino, eu confiou em você!

Sasuke vê o pai abrir a porta e sair por ela, sua carne treme. Será que ele tem noção do que suas palavras significam para moreno. Mikoto entende a confusão dos sentimentos do filho e coloca suas pequenas mãos no rosto bonito dele.

- Ele tem muito orgulho de você, sempre fala de você, como é valente, honrado e corajoso, de como está levando essa guerra nas costas e ajudando a todos os Reinos. Ele te ama querido, dê uma chance.

- Vou tentar mãe, agora descanse! – Sasuke beija a testa de Mikoto e se retira do quarto, deixando a matriarca com o sentimento de esperança que sua família voltara a ser feliz, que será mais feliz do que um dia ela almejou, acariciando o ventre ela sorri.

GABINETE REAL

- O que está acontecendo? – Fugaku pergunta ao filho com toda calma.

- Eu pedi os relatórios financeiros e de projetos dos últimos cinco anos do Fogo e achei muitas coisas estranhas e absurdas, todas assinadas por Naka. Eu e Minato achamos que ele está roubando o Reino a muitos anos.

- Isso é uma afirmação muito séria Sasuke. Naka sempre foi uma pessoa de total confiança para mim, ele nunca fez nada de errado.

- Então deixe-me mostrar os relatórios. – Sasuke mostra a seu pai as obras em lugares abandonados, as viagens feitas com a desculpa de arranjar parcerias comerciais e como nenhuma delas deu em nada. A quantia exorbitante de funcionários na folha de pagamento, sendo que aquela quantia não existe no palácio. Fugaku analisa tudo incrédulo, ele olha para os papeis e para o filho que continua a falar, das regalias que os conselheiros possuem, tudo que o Reino banca. Casas, viagens, e muitas outras coisas, até mesmo o relojoeiro real é usado pelos conselheiros e Naka, para presentear suas esposas, filhas e amantes, a conta é claro enviada para a tesouraria real. Enquanto o exército recebe míseros salários, enquanto o povo passa fome na cidade e enquanto a agricultura perde sua força.

- Como eu nunca vi isso? – O Imperador passa a mão no rosto, retirando o suor.

- Estava preso no passado, em sua dor como eu e Itachi também estávamos. Você errou, mas eu também errei. Eu deveria ter ajudado a manter o controle do Reino e não deixado tudo por sua conta, eu sabia que você não estava bem e mesmo assim não fiz nada.

- Isso pode ser revertido?

- Espero que sim! Vou correr todo o Reino e ver como anda a agricultura, o que precisam, vou visitar esses lugares e ver se essas obras existem, reunir documentos para tirar Naka do poder e todos os conselheiros que todos esses anos o acobertaram.

- Isso nãos será fácil, mesmo eu sendo o Imperador e você o futuro Imperador dissolver todo um conselho causa tumulto e medo em todos.

- Por isso que quero provas, para que as pessoas vejam que as coisas estão mudando e que estamos colocando o lixo para fora.

- Eu concordo. Enquanto você corre o Reino eu vou me encarregar das obras ao redor da cidade e da lista de funcionários, juntar tudo que precisamos para resolver isso.

- Seja discreto, não deixe nenhum deles desconfiar.

- Não me subestime filho, eu sei que errei muito, mas ainda sou o Imperador Uchiha Fugaku que levou o Fogo a ser um dos maiores Reinos sobre essa terra.

- Assim espero! Preciso organizar a viagem, vou atrás de meu general e depois preciso conversar com minha esposa.

- Eu cuido do resto, não se preocupe.

- Enquanto eu estiver fora, não deixe Sakura sair do palácio, nem ela e nem Kushina. Minato e Shikamaru irão examinar os documentos antes de partimos para estarem por dentro da situação.

- Eu concordo!

Sasuke vai atrás do albino que está nos jardins conversando com Konan.

JARDINS DO PALACIO

- Eu não entendo Konan! –Suigetsu fala andando de uma lado para outro, enquanto Konan alimenta Hideki.

- Eu achei que você estava com ela, der repente ela aparece aqui desesperada e me pergunta sobre a criança que eu perdi e quando falo, ela sai correndo. Estava perturbada, suja e chorando muito.

- Eu acordei na Okija, não sabia nem onde eu estava Konan. Minha cabeça doía muito, estava tonto e com muita sede. Mei me disse que eu bebi muito esperando por Karin e que nós dois acabamos tendo relação.

- Como pode Suigetsu? Não acredito no que estou ouvindo de você, esperava isso de qualquer um, mas não de você! – A princesa entrega a criança para a pajem e segue até o general mostrando toda sua indignação.

- Eu não me lembro princesa, juro a você que não me lembro de nada que aconteceu. A última coisa que me lembro foi de estar bebendo sozinho no quarto, esperando Karin e depois de acordar ao lado de Mei hoje. Parece que ela viu eu e Mei juntos e saiu desesperada segundo uma Maiko. – Ele olha para Konan desesperado, sem saber o que fazer.

- Você é um canalha Suigetsu! – A princesa vai lhe dando as costas. – Eu vou achar minha irmã e levar ela para bem longe de você e de toda essa sujeira. – Konan segue até o castelo com o intuito de pedir ajuda para o cunhado.

Suigetsu fica observando a esposa de Itachi se afastar, ele senta-se em um dos bancos e coloca a cabeça no meio das pernas, desesperado e com nojo de si mesmo não sabe para onde correr ou o que fazer.

- Se acontecer alguma coisa com você, eu me mato minha Deusa! – lagrimas molham seu rosto e um rugido de dor sai de seus lábios.

- O que está acontecendo Suigetsu? – O albino levanta o olhar perdido e se depara com Sasuke a sua frente.

- Eu fiz merda! Karin está sumida, por minha causa.

- Temos algo mais importante agora para tratar Suigetsu!

- Você não está entendendo Sasuke, eu trai minha Deusa com Mei, ela viu e sumiu! Ninguém sabe dela.

- Idiota! Por que fez isso?

- Eu não me lembro Sasuke, só o que me recordo é que estava bebendo sozinho no quarto de Karin, esperando por ela e hoje acordei em outro lugar com Mei sobre mim, dizendo que nos bebemos e eu pedi para ela ser minha, como ela havia bebido também se entregou.

- Você não lembra de nada, mas a vagabunda lembra! E você não acha que há alguma coisa errada?

Suigetsu encara o moreno que está com semblante sério.

- Acha que ela armou tudo?

- Vá à ala médica e faça um exame, mande que procurem substancia em seu sangue, assim irá conseguir o perdão de Karin quando a encontrar.

- Vagabunda, por isso estava se fazendo de amiga nossa. Como eu não desconfiei de toda bondade dela? Da mudança repentina?

- Não me faça questionar minha decisão de escolher você como General do meu exército. Você está se mostrando mais burro e ingênuo do que o normal.

- Preciso achar ela Sasuke! – O moreno suspira, mas diante dos fatos e do olhar destruído do albino ele não tem escolha.

- Vou estar fora por dez dias, queria que você ficasse de olho no exército e converse com os homens a respeito de como se deu suas contratações e os salários, me faça relatórios de tudo.

- Por quê?

- Solde tudo e quando eu voltar faremos uma reunião. Faça o que for preciso para achar Karin, eu autorizo tudo.

- Posso fazer um interrogatório com Mei?

- Se o exame de sangue acusar substancias em seu sangue, pode sim!

- Obrigado!

O moreno sai a passos largos em direção ao palácio, precisa conversar com sua esposa o quanto antes.

REINO DE SUNA

A noite passa e a madrugada chega, Ino está queimando em febre e o Herbalista não consegue achar o antídoto certo, o que leva Gaara ao desespero. Nem por um minuto ele sai de perto de Ino, que delira e chama pelo Ruivo desesperadamente.

- Gaara... eu te amo! Te amo! – Ela fala baixinho se contorcendo na cama, o ruivo não suporta mais ver ela naquele estado e ainda dizendo que o amo com pouco de forças que lhe resta.

- Raio de luz, aguente firme! - ele beija a face fria dela. O Herbalista entra no quarto e o Imperador se põe em pé.

- Conseguiu? Não sei até quando ela vai suportar!

- Lamento Gaara-sama, não conseguimos identificar o veneno, parece que não é nada que conhecemos aqui em Suna. Só um milagre para salva-la. - Gaara senta-se na beira da cama e sua mãe pensa em ir até ele lhe oferecer consolo.

- Não pode ser. Tem que haver alguma coisa que a salve, por favor faça alguma coisa, me diga alguma coisa.

- Uma bruxa, uma feiticeira talvez possa fazer uma poção para ajudá-la meu senhor, pela medicina não posso fazer nada sem saber qual o veneno.

- Sakura! Ajude-me, por favor. – O gemido de Ino faz Gaara se virar e encarar a esposa deitada praticamente desacordada na cama, então ele se lembra do que Sakura lhe entregou antes de partir do Fogo.

- Sakura é claro! – O Imperador se levanta e sai às pressas do quarto voltando em seguida com um frasco verde nas mãos, Gaara levanta a cabeça de Ino e a ajuda beber todo aquele liquido, ela tosse e ele tenta acalmá-la.

- Querida, Sakura mandou para você, me disse que se você se sentisse mal era para tomar tudo. Você vai ficar bem, ela sabia o que estava para acontecer de certa forma.

Ino mesmo quase inconsciente entende o que o marido lhe fala ao pé do ouvido e se esforça para tomar tudo que Gaara está lhe dando para beber. O imperador não sai do lado da esposa durante toda madrugada, os estrategistas e o general estão a caça da pessoa que envenenou a imperatriz.

Quando o sol começa a nascer Ino ainda está respirando, com certa dificuldade, mas não se entrega tão fácil, a febre cedeu e ela parou de gemer.  Durante todo o dia o Herbalista tenta reproduzir o que a futura Imperatriz do Fogo mandou, mas não consegue, não entende o que seria aquela mistura. A mãe de Gaara e ele não permitem que dêem mais nada a loira, no período da tarde Ino respira mais tranquilamente o que causa um alivio enorme no ruivo.

- Precisa tomar um banho e dormir querido, você não saiu do lado dela!

- E nem vou sair enquanto ela não acordar!

- Eu trouxe algumas coisas suas e coloquei na casa de banho, eu estou aqui, vai lá tomar uma banho.

Gaara mesmo hesitante sai do lado da cama e segue para casa de banho, minutos depois volta barbeado e de banho tomado, o jantar está servido em uma mesa no quarto, mas ele não come.

- Enquanto ela não acordar eu não comerei nada!

- Ela precisa que você esteja forte e saudável para cuidar dela filho, desse jeito ficara doente.

- Cuidar dela mãe? Eu acho que ela me quer bem longe dela, principalmente depois de tudo isso.

A mãe de Gaara sai do quarto e deixa o casal sozinho, Gaara alisa os longos cabelos loiros esparramados no travesseiro.

- Me perdoe Ino, se puder me dar uma segunda chance eu juro que irei mudar.

Na manhã seguinte, o ruivo é chamado às pressas pela mãe. Enquanto os médicos e o Herbalista examinam Ino, que continua desacordada, ele vai até seu escritório e encontra seu general e sua mãe com uma empregada, uma das damas de companhia de sua esposa.

- O que está acontecendo aqui?

- Essa mulher confessou ter envenenado sua esposa por vários dias e meses meu Imperador! – Os olhos de Gaara caem sobre a mulher que chora desesperadamente, ele avança sobre a dama de companhia de Ino e a segura pelo pescoço, levantando ela facilmente. A mulher se debate enquanto o Imperador está fora si.

- Porque envenenou sua Imperatriz? – Ela está quase sem ar, seu rosto vermelho e seus pés pararam de se mexer.

- Imperador se matar ela, não teremos as respostas que precisamos. – Gaara solta a mulher que cai no chão levando a mão ao pescoço onde a marca vermelha já está ficando roxa.

- Me responda! – O ruivo dita com autoridade.

- Shion! – Ela fala num sussurro, a mãe de Gaara coloca a mão na boca, o general encara seu senhor enquanto Gaara dá um passo para trás.

- Pense bem no que está falando mulher.

A dama de companhia de Ino olha para ele e sorri de forma maliciosa.

- Eu sei que vou morrer meu senhor, mas não vou pagar por isso sozinha. Shion sempre quis se livrar de sua esposa, e quando vocês brigaram e a Imperatriz passou a fazer as refeições no quarto, ela achou então o que tanta precisa para dar um fim a vida de minha senhora. Ela me ofereceu dinheiro, jóias e que eu seria alguém grande dentro desse palácio quando ela se casasse com o senhor e não mais uma empregada. Ela conseguiu com a irmã dela um veneno da aldeia da Pedra, algo que ninguém nunca descobriria, eu colocava um pouco todas as manhãs no café de sua esposa, no suco, na comida, isso já faz mais de meses.

- Busquem Shion agora! – Grita Gaara andando como um animal encurralado.

- Porque se entregou? – O ruivo pergunta a mulher que continua sentada no chão.

- Ela disse que ninguém descobriria, que me protegeria, mas quando soubemos que a Imperatriz estava fora de perigo e que os guardas estavam revirando tudo no palácio atrás do culpado eu sabia que iriam me achar, afinal eu estava com ela todas as manhãs, eu cuidava das coisas dela. De quem mais iam desconfiar? Ela não contava com sua fúria e quando a procurei para perguntar o que íamos fazer, ela disse que não sabia de nada e mandou que eu não dirigisse mais a palavra a ela, era a palavra dela contra a minha, a palavra de uma simples empregada contra a palavra da amante preferida do Imperador.

-Maldita! - A mãe de Gaara mostra toda sua fúria.

- Tire ela daqui e leve aos calabouços, eu mesmo irei interrogar Shion!

- Filho, não acha melhor seu general ficar?

- Não mãe, eu tenho que colocar um fim nisso, mande que os guardas esperem do lado de fora.

Minutos se passam e ele escuta a voz de Shion gritando.

- Quem vocês pensam que são para colocarem a mão em mim, seus imundos!

A porta se abre e ela está sendo segurada por dois guardas enormes que a empurram para dentro do local.

- Malditos! – Ela se recompõe e volta-se para o ruivo que não está com a cara boa.

- Querido, você me parece tão cansado. - Shion caminha até Gaara e tenta tocá-lo, ele agarra de forma violenta seu pulso.

- Como pode ser tão baixa?

- Do que está falando querido? – Ela se assusta com tom de voz dele e a fúria que vê em seus lindos olhos verdes.

- Nunca pensei que você seria capaz de tentar matar minha esposa, esperava que você tentasse colocar ela contra mim, tentasse se insinuar na frente dela, jogar na cara dela que era minha amante, tentasse me seduzir, mas envenenar uma pessoa inocente? Que tipo de pessoa é você? – Gaara segura ela firme, enquanto a mesma se apavora, ele está apertando o pulso dela com força.

- Está me machucando Gaara! – Fala já começando a chorar.

- Poupe suas lagrimas, elas são inúteis diante do que você fez.

- Eu fiz em um momento de desespero, não agüentava mais ver você sofrer ao lado dela, você não é mais o mesmo, se tornou alguém que não conheço, ela te enfeitiçou. Fiz por amor, por nosso amor!

O ruivo a encara e compreende que Shion é alguém perversa, desequilibrada, sínica.

- Como eu nunca vi isso? – Ele a solta e ela cambaleia para trás.

- Eu também não sei como você não viu o que ela estava fazendo antes meu amor! Ela está tentando acabar com nosso amor, nossa história. Mas nós vamos vencer, porque nos amamos. – Shion está muito nervosa e age de forma descontrolada, suas mãos apertam o vestido com força e sua respiração está descompassada.

- Como eu nunca percebi a pessoa sínica que você é? Você é desprezível Shion e diante de tudo que eu descobri sobre sua tentativa de matar minha esposa, não tenho escolha, eu vou condená-la a morte.

- O que? – Ela não acredita no que está ouvindo, mas o ruivo se coloca atrás da mesa tranquilamente.

- Você tentou matar minha esposa e eu não vou perdoá-la. Não permitirei que você e sua comparsa tenham um julgamento porque não darei mais nem um dia a vocês, ambas serão executadas em praça pública e seus delitos serão citados para que todos saibam o que eu farei a qualquer um que tente fazer mal a minha família.

- Gaara, você não pode estar falando sério, meu amor. Olha para mim, sou eu, sua Shion, pare com essa brincadeira estou ficando nervosa...

- Cala a boca desgraçada! Eu não sou seu amor, seu querido! Já deixei isso bem claro a meses atrás, antes do meu casamento, mas você insistiu numa coisa que nunca existiu Shion e eu fui burro o bastante para não ver quem você era, mas não vou cometer o mesmo erro duas vezes, você não terá a chance de fazer mal a minha esposa novamente.

- Aquela vaca, desgraçada tirou você de mim. Você não entende meu amor, eu fiz por nos dois, você é só meu Gaara, como pode não ver que fomos feito um para outro.

- Chega Shion! – Ela se joga aos pés dele chorando, agarrando em suas calças.

- Eu a amo! - Ele fala em alto e bom som.

Nesse instante a mulher jogada no chão para de se agarrar as pernas do ruivo e senta-se sobre os próprias pernas e o encara, o rosto molhado pelas lagrimas.

- Não! Nãooooo- Grita ela desesperada.

Ela grita alto, seguido por urros de dor como se tivessem cravado um faca em seu coração, o ruivo vendo que não adianta mais conversar com ela e tendo sua decisão tomada se dirige para porta, enquanto Shion fica gritando e chamando por ele.

- Levem ela para calabouços, sem visitas e a mantenha algemada.

Gaara segue até o quarto de sua esposa e encontra ela acordada conversando com sua mãe que segura sua mão. Mãe e filho se olham e a mais velha se despede de Ino, saindo do quarto em seguida.

Em passos lentos e hesitantes ele se aproxima da cama, eles se olham e o coração já ferido de Gaara se quebra mais um fez ao ver os olhos azuis que ele tanto admira sem brilho.

- Me perdoe! – Ele fala baixo, seus olhos mostram a loira toda sua dor.

- Não foi culpa sua, nem estava aqui! – Ela está muito fraca e geme ao tentar conversar.

- Não se esforce, por favor! – Gaara senta-se ao lado dela na cama, Ino fecha os olhos e ele não tenta puxar assunto, apenas fica ali em silencio zelando por ela.

Minutos se passam Ino cochila, as empregadas entram com o almoço para o Imperador e uma sopa para a Imperatriz.

- O médico disse que ela precisa comer Gaara-sama!

-Eu vou tentar dar a ela, podem se retirar.

- Nós podemos fazer isso Imperador, enquanto o senhor almoça, vossa majestade não come desde que sua esposa adoeceu. – O ruivo se levanta e vai até elas pegando o prato contendo a sopa.

- Não se preocupem eu estou bem, agora saiam!

Elas se retiram e ele se aproxima da cama puxando uma cadeira para lado da cama de Ino, Gaara se acomoda e chama por ela de forma calma e carinhosa.

- Querida, precisa comer! –A loira abre os olhos, estava acordada o tempo todo, escutou o que as empregadas falaram e agora escutou a forma carinhosa que seu esposo a chamou, mas não sabe o que aquilo tudo pode significar. Sua sogra já havia contando que ela havia sido envenenada e que seu esposo não havia saído de seu lado, não havia dormido e nem se alimentado preocupado com ela, que só não estava ali porque tinham achado o culpado e ele estava interrogando a pessoa pessoalmente.

- Não consigo!

- Precisa tentar, eu vou te ajudar!

Gaara coloca o prato em cima do criado mudo e ajuda ela a se sentar encostada nos travesseiros macios, remove os cabelos de seu rosto e pacientemente começa a lhe dar de comer. Ela consegue comer bastante e ingere uma quantia boa de água, o ruivo ajuda ela se deitar e depois de muito tempo em silencio ela tenta falar.

- Quero que você almoce Gaara, enquanto uma das empregadas me ajuda a tomar um banho. – Ela fala de forma seca e fria, ele pensa em dizer que ele a ajudara no banho, mas diante da situação e da forma que ela está se comportando o ruivo não insiste. Ele se levanta e chama uma das empregadas e em seguida sai do quarto deixando o almoço na bandeja, o ruivo segue para seu quarto desnorteado, se sentindo perdido.

Ino se banha com ajuda de suas empregadas, durante o banho ela não toca no assunto, as empregadas apenas se olham e ficam preocupadas com a Imperatriz. Durante a tarde a sogra de Ino aparece e tenta conversar com ela, mas a loira pede para ficar sozinha, não deseja conversar com ninguém. O ruivo vai várias vezes ao quarto, mas é ignorado pela esposa que nem o olha, ele percebe que ela se irrita com a presença dele, então Gaara decide apenas perguntar por ela para o médico e para sua mãe, que tenta se aproximar da loira, sem ter sucesso.

Dias se passam e o conselho foi reunido e Gaara fez prevalecer o que ele havia decidido. Todos concordam com a execução de Shion e da empregada de Ino. Gaara tem ido até o quarto de Ino, mas ou ela está dormindo ou apenas o ignora, até que depois de dez dias ele recebe o recado de uma empregada que sua esposa deseja vê-lo. Ele segue ansiosa para o quarto dela, bate na porta e escuta ela dar autorização para que entre.

Ino está com um vestido azul claro, seus cabelos soltos e sua face ainda mostra como está frágil e como sofreu.

- Mandou me chamar Ino? – Ele pergunta com cuidado, ela está sentada em uma poltrona lendo um livro.

- Sim Gaara, eu preciso lhe falar. – Ele se aproxima e senta –se na outra poltrona que há ao lado da de Ino.

- Sou todos ouvidos querida! – A forma que ele a olha, o tom de sua voz e a forma carinhosa a fazem tremer, mas ela se mantem firme diante da decisão que tomou.

- Eu estou indo embora Gaara! – Ela fala de uma vez só e sente seu coração quase saltar pela boca, Ino vê os olhos verdes ficarem marejados, ela não sabe como reagir diante disso, não esperava ver nos olhos dele sofrimento - Não consigo mais, eu lamento!

O ruivo se levanta e depois de um silencio enlouquecedor ele fala.

- Seus pais estão vindo te buscar, estou certo? – A voz sai magoada e com uma tristeza imensa, Ino se levanta quer abraçar ele, consola-lo, mas se mantem distante.

- Eu escrevi para eles e pedi que viessem me buscar, quero ir para casa, não há mais nada aqui para mim, nunca ouve!

O ruivo não sabe o que fazer, não sabe o que dizer para ela mudar de ideia. Ela está errada, mas como provar isso depois de tudo que ele fez, ela quase morreu por culpa dele.

- Se é o que deseja eu aceito, eu já te fiz mal demais!

Ele sente suas pernas faltarem e antes que fraqueje diante dela sai do quarto, deixando ela mais uma vez magoada. Ino se joga na cama chorando, mesmo tendo tomado a decisão ela esperava que ele lhe tomasse nos braços e dissesse que a amava, que ela não iria a lugar nenhum, mas ao invés disso, Gaara aceitou calado e a deixou sozinha mais uma vez.

Os dias se passam e os pais de Ino chegam para leva-la embora, a conversa entre o pai de Ino e Gaara não é nada amistosa, ambos estão alterados, Gaara vem bebendo nos últimos dias além da conta e o pai de Ino diz a ele que seus conselheiros já estão cuidando do divórcio e que não quer mais ele perto da filha. Gaara aceita e depois que o imperador sai do gabinete o ruivo se tranca no local e começa a beber desesperadamente.

 Durante o jantar Ino nota a falta do Gaara e da mãe dele, preocupada sai à procura da sogra e não encontra em lugar nenhum onde costuma acha-la, perguntando para um empregada a loira é informada que a mãe de Gaara está no quarto do Imperador e ela segue para lá, seu coração dispara e ela sente suas mãos suarem ao entrar no local encontra algumas empregadas e a sogra limpando o quarto e abrindo as janelas apesar de já ter anoitecido. O cheiro de bebidas faz Ino se sentir enjoada, a passos lentos ela adentra o local, seus olhos varrem o quarto e ela percebe que está tudo fora do lugar, alguns objetos quebrados, bebidas no chão, roupas espalhadas parece que um furacão passou por ali e o cheiro forte de bebida e vômito faz o estômago da loira se revirar.

- O que aconteceu aqui? – Ela pergunta com uma mão na barriga e outra na boca contendo o vomito.

A mãe de Gaara olha para nora, mesmo sabendo de tudo que o filho aprontou seu coração não consegue aceitar que Ino desistiu tão fácil.

- Não se preocupe, não deveria estar aqui não é mais de sua conta!

A forma que a mulher se dirige a Ino a faz se sentir mal, a mulher que a meses vem sendo como uma mãe para ela, agora está distante e nem a olha mais.

- Me desculpe! – Ela sai do quarto e desce as escadas às pressas em buscas de seus pais, quando passa diante do gabinete de Gaara escuta ele gritar lá dentro e bater em alguma coisa ou em alguém.

- Eu sou um desgraçado mesmo! – Soco forte. – E agora seu maldito, que você estragou tudo, o que vai ser da tua vida sem ela. – Outro soco e um barulho forte, algo caindo no chão. Ino coloca a mão na maçaneta da porta e gira devagar abrindo uma brecha apenas da porta, mas que já lhe dá a visão de seu marido de joelhos se agarrando na mesa tentando levantar e na outra mão um vidro de bebida. Gaara conversa com ele mesmo.

- Você estragou tudo, ela te odeia, vai achar alguém que consiga dizer que a ama, que ela é o centro do universo dele e você seu imbecil vai sofrer o resto da vida. – Soluçando ele balança o braço, se levanta e cai de joelhos largando a garrafa no chão, no tapete. Gaara começa a chorar como uma criança pequena, leva as mãos ao rosto e se encolhe no tapete molhado pelo álcool em posição fetal. O som de mais soluços invadem o cômodo e Ino se desespera, sente suas pernas fraquejarem diante do que presencia, ele está sofrendo, está sofrendo por ela.

Sem saber como agir, ela sai em busca de seu pai para ajudar, mas o Imperador das Aguas Claras diz a filha que ele que se vire, homens como Gaara nunca mudam e que ele está fazendo esse show para que ela mude de ideia. Ino é levada para seu quarto às pressas, sua mãe passa a noite com ela para garantir que ela não mude de ideia, a loira não consegue dormir, anda pelo quarto a noite toda, escuta a movimentação e durante a madrugada pede que sua mãe vá saber notícias de Gaara, a Imperatriz volta dizendo que ele já está na enfermaria dormindo.

- Filha se desistir agora, em pouco tempo tudo voltara a ser como era!

- Não sei se consigo sair daqui depois do que eu vi, ele está sofrendo mais do que eu.

- Preste atenção Ino, é hora de você tomar as rédeas da situação. Você precisa ser forte e ir embora daqui, se ele te ama mesmo como disse, se está sofrendo, vai mudar, vai pensar em seus erros e vai lutar por você, então você poderá decidir se retorna ou se segue sua vida, mas se ficar aqui agora ele vai achar que basta ele mostrar que sofre e você perdoa. Se você quer ser feliz, precisa fazer isso por vocês dois, Gaara só vai mudar se sentir de verdade sua falta, se pensar que te perdeu mesmo, ele precisa amadurecer muito e isso infelizmente só vai vir pelo sofrimento.

A Imperatriz de Suna passa a madrugada pensando no que a mãe disse e chega à conclusão que ela tem razão, ela precisa fazer isso por mas que seja difícil. Gaara precisa cair na realidade, acordar para vida e só uma separação pode fazer isso, Ino tenta pensar que está fazendo o certo, essa é a última tentativa para salvar seu casamento. O dia amanhece e após tomar o café da manhã no quarto com sua família chegou a hora da despedida.

Os empregados falaram a Imperatriz de Suna que após beber muito Gaara se cortou com um pedaço de vidro, o que ela não entendeu é que ele tentou se matar por conta da bebedeira e do desespero, ela só compreendeu a situação quando chegou a enfermaria e viu os pulsos enfaixados. Ino não conseguiu se conter e começou a chorar diante da cena, o ruivo estava pálido, com hematomas no rosto, lábio cortado e os pulsos enfaixados.

- O que foi que eu fiz?! – Ela fala para si mesma, sua sogra que está ao lado da cama a olha suplicando que ela mude de ideia.

- Se não veio dizer a ele que mudou de ideia é melhor ir embora, ele não vai suportar ver você dizer adeus!

Sem saber o que fazer ela se sente mal, sua cabeça gira, seu estomago se revira, mas antes dela responder duas orbes verdes se abrem.

- Eu desejo que você seja feliz Raio de Sol! Só peço que não me odeie, que possa me perdoar algum dia.

- Porque fez isso? Porque se feriu dessa forma Gaara?

Os olhares se encontram e a passos lentos ela se aproxima da cama tocando a mão fria dele.

- Mesmo que você não acredite Ino, você foi a melhor coisa que aconteceu em minha vida. Eu apenas tive medo de viver esse amor e acabei por destruir ele, porque não entendia meus sentimentos, porque tive medo.

- Está me dizendo que me...

- Eu te amo Raio de Sol!

- Como pode me dizer isso agora?

- Porque não posso deixar você ir sem ao menos uma vez te falar a verdade. Nunca existiu ninguém como você e depois do no nosso noivado não ouve mais ninguém para mim. Eu falei coisas que te magoaram, mas eram todas mentiras, mentiras que eu usei para me proteger desse amor que queria me dominar.

- Você espera que eu acredite nisso agora?

- Não querida, não posso te pedir isso, mas quero que saiba que se eu tivesse forças me ajoelharia ao seus pés e te pediria perdão.

- Não vou ficar Gaara!

- Eu sei Ino, mas não poderia deixar você partir achando que não tem meu amor, meu respeito e minha gratidão. Eu não sei o que vai ser da minha vida de agora em diante, mas sei que nunca te esquecerei.

- Adeus Gaara!

- Adeus Raio de Sol!

Ela se vira para ir embora, Gaara chama por ela.

- Raio de Sol!

-Sim!

- Me daria um último beijo?

Ela segue até o lado do leite ignorando sua sogra que apenas escuta e assiste a tudo sem se pronunciar, abaixa seu rosto e seus lábios macios tocam os lábios feridos do ruivo. Um beijo cálido, um simples tocar de lábios faz os dois sentirem seus corações se destroçarem. Ela sai às pressas da enfermaria, seguindo para saída do palácio onde seus pais a esperam.

A carruagem segue para fora dos muros do palácio e ao passar no centro de Suna uma evento chama atenção da família real, o cocheiro para sobre a ordem do Imperador.

- Essas duas mulheres foram condenadas pelo crime de tentativa de assassinato contra nossa amada Imperatriz. Com todo o poder que possui, nosso Imperador decretou que elas devem ser executadas em praça pública sem direito a um julgamento, pois há não possibilidades de alguma delas serem inocentes sendo que as mesma confessaram o crime. – O carrasco diante de todos manda que as duas mulheres que estão em pé sejam levadas as posições necessárias para a execução. Ino de dentro da carruagem não acredita no que seus ouvidos escutaram e no que olhos seus olhos veem, Gaara ordenou que executassem Shion.

- Filha é melhor irmos embora!

- Não mãe, essa mulher me tirou tudo que era mais precioso e quase tirou minha vida. Eu quero assistir e ter a certeza que ela nunca mais vai se meter em meu casamento.

Elas se ajoelhem e se inclinam para frente o povo grita, xingam elas e em segundos a guilhotina desce separando a cabeça do corpo. Ino olha tudo e vê o exato momento que Shion fecha os olhos e recebe o impacto lamina, ela se joga no colo da mãe e chora.

- Não sei mais o que pensar, ele está sofrendo e mandou executar ela. Achei que ele ir mandar ela embora do Reino, ia prender ela e depois soltar, mas ele mandou ela para execução sem a julgar. Todos me contaram tantas coisas dele nesse tempo, ele me disse que me ama.

- Calma querida!

- Precisa dar um tempo para você filha, e Gaara precisa aprender a mostrar seus verdadeiros sentimentos. Eu conversei muito com os conselheiros a respeito de sua separação e escutei tudo que eles tinham para me dizer. Segundo o que me falaram e me mostraram, você tem muita importância para Gaara, suas atitudes mudaram ele, mas ainda assim não foram suficientes para ele admitir que te ama e te valorizar.

-Eu sei pai!

- Então agora deixe ele dar o primeiro passo, você sempre correu para ele. Dessa vez deixe ele correr até você, deixe ele lutar por vocês dois.

-Obrigada pai!

Ino segue para seu Reino com seu coração despedaço, enquanto o ruivo após dias trancafiado no quarto, pensando em sua vida decidi que vai lutar por ela. Ino desde muito pequena sempre lutou por ele, sempre fez coisas para chamar sua atenção, para agrada-lo e ele nunca retribuiu. Pensando no que fazer, ele vai até uma caixa de madeira e começa a ler os poemas que ela escreveu para ele, os bilhetes românticos e então ele começa a escrever uma carta de amor para ela.

Querida Ino

A vida em Suna está difícil, a cada dia que passa eu tenho certeza que estou vivendo em uma noite sem fim. Queria saber como você está, espero que bem, espero que esteja sentindo minha falta como eu sinto a sua.

Estava deitado em meu quarto uma noite dessas pensando em você, seus alunos fizeram uma serenata de amor para uma das empregadas do castelo, várias músicas que eles tocaram e cataram me lembraram você, mas uma em especial expressou exatamente tudo que venho sentindo e vivendo desde que você se foi.

 

SE VOCÊ SE VAI

Se você se vai 
Pode levar meu coração 
Eu sem você 
Que fazer dessa paixão? 

Se você se vai 
Eu vou sempre te lembrar 
Se fico aqui 
É só pra te esperar 

Se você se vai 
Essa dor vai me tomar 
Um dia mais .. 
Você vai ter que voltar 

As lágrimas teimam em rolar 
Como rios para o mar 
Sem saber como parar 
Eu estou 
Imaginando esse final 
Pois me dá medo pensar 
Que esse dia vai chegar 
E você se vai 

Se você se vai 
Nada mais vai ter valor 
Eu só sei que 
Nunca vou ter outra igual 

Se você se vai 
Essa dor vai me tomar 
Um dia mais ... 
Você vai ter que voltar 

As lágrimas teimam em rolar 
Como rios para o mar 
Sem saber como parar 
Eu estou 
Imaginando esse final 
Pois me dá medo pensar 
Que esse dia vai chegar 
E você se vai ... 

Você se vai ... 
Você se vai ... 
Você se vai ... 

As lágrimas teimam em rolar 
Como rios para o mar 
Sem saber como parar 
Eu estou 
Imaginando esse final 
Pois me dá medo pensar 
Que esse dia vai chegar 
E você se vai 

Você se vai 
Você se vai ...

Seu Esposo

G.

Ino lê mais de cinco vezes a carta, tentando compreender aquelas palavras, seus lindos olhos ficam molhados pelas lagrimas pressas, durante toda viagem de volta ela passou mal, chegou a desmaiar por conta do calor, quando chegou ao seu Reino foi examinada por vários médicos e descobriu estar gravida. A alegria que lhe preencheu o peito foi intensa e ela só pensava em contar a Gaara que o herdeiro tão desejado estava a caminho, mas seus pais a acalmaram e pediram que ela esperasse para ver se haveria alguma mudança nele.

Diante da carta em suas mãos a vontade dela é correr para seus braços, mas ela sabe que o perdão e reconciliação são coisas bem diferentes, eles tem um longo caminho a percorrer e Gaara deu o primeiro passo. Ela aperta a carta contra o peito e sua mãe sorri ao ver depois de dias sua filha sorri verdadeiramente.

REINO DO FOGO

Sasuke achou sua esposa conversando com Hinata, a esposa de Naruto está a cada dia pior, além da tristeza e a saudade que sente do loiro, a culpa está lhe tirando o sono, a vários dias que ela mal se alimenta e não dorme direito. O moreno pede que a rosada lhe acompanhe, a mesma se despede da cunhada e segue o marido até os aposentos de ambos.

- O que está acontecendo Bashert? – Sakura percebe como ele está cansado, Sasuke retira os sapatos e se joga na cama cobrindo seus olhos com o braço, a futura Imperatriz também tira seus delicados sapatos e se aconchega nele colocando um braço sobre a barriga e repousando sua cabeça no peito largo.

- Estamos com muitos problemas Mihira!

- Quer falar sobre isso?

- Quero! Quero que você saiba de tudo, que me ajude, me aconselhe, você é muito sábia e além do mais é pessoa que mais confio nesse mundo. – Sakura se emociona com as palavras dele e então o aperta mais contra ela.

- Estou aqui querido!

- Estamos com problemas no Reino, Naka e os conselheiros vêm roubando descaradamente o Reino a anos.

Sakura sente que ele fica tenso ao pronunciar tais palavras, ela se levanta e fica sentada sobre suas pernas ao lado dele.

- Me conte tudo!

O futuro Imperador conta tudo para ela, cada detalhe, após escutar tudo a rosada o abraça forte e pensa em como poderá ajudar ele.

- Enquanto você está fora talvez eu possa ajudar seu pai com as investigações aqui.

- Tem as obrigações do palácio, já são muitas querida!

- Eu sou sua esposa e a Futura Imperatriz, posso fazer isso, eu quero dividir a carga com você amor!

Sasuke acaricia as costas dela e se permite relaxar nos braços de sua esposa. Após um longo suspiro ele se pronuncia.

- Existe algumas coisas que eu planejo já algum tempo, e agora diante desses problemas acho que se eu conseguisse viria a cair bem.

- O que?

- Temos dois portos fechados a muitos anos, era através deles que nossa agricultura fazia suas vendas para os Reinos mais longes onde as terras não eram produtivas como as nossas.

- Porque fecharam?

- Ai que está pequena, meu pai fechou eles porque os agricultores pararam de produzir, o que produziram mal dava para sustentar nosso Reino.

- E porque a agriculta caiu tanto?

- Eu estive pesquisando, antes meu pai ajudava os agricultores com insumos trazidos de Reinos amigos, trocávamos insumos para tratar a terra e produzir mais por alimentos, mas essa parceria acabou e os portos foram fechados.

- Você sabe porque essa parceria acabou?

- Naka! Ele começou a roubar os Reinos que nos forneciam os insumos e eles cortaram relações com nosso Reino.

- Você pode provar isso?

- Tenho os livros alterados e o testemunhos de algumas pessoas, depois que descobri isso comecei a investigar mais coisas e descobri obras fantasmas que custaram uma fortuna a nossos cofres e nem existem, descobri que o que está nos relatórios financeiros não é o que é realmente gasto com nossos funcionários e principalmente com o exército.

- Sasuke isso é muito sério!

- Só não estamos na ruina porque nosso Reino é muito forte, mas se continuar assim não conseguiremos mais reverter a situação, por isso estou indo visitar esses vilarejos com seu pai, fazer reuniões, descobrir a verdade e levar esperança e a certeza ao povo que as coisas vão mudar.

- Posso ajudar seu pai por aqui, mas queria poder fazer mais querido!

- Organize minha posse Mihira, o mais rápido possível!

- Mas precisamos de seis meses de casamento!

- Estamos completando quatro meses meu amor, até eu voltar serão quase cinco e vamos dar a desculpa que meu pai precisa se afastar para cuidar de minha mãe e o bebe.

- Você precisa assumir o Império para trocar o conselho?

- Sim!

- Já pensou nas pessoas que irão substituir os conselheiros de seu pai?

- Estou pensando nisso, quero conversar com seu pai antes.

- Não deixe seu pai de fora Sasuke!

- Ele não será meu primeiro conselheiro.

- Shisui?

- Sim pequena, mas não vou deixar meu pai de fora ele será o segundo conselheiro, já havia pensando nisso.

- Jiraya quer vir morar aqui, porque Akemi não quer ir para Folha.

- Já estou ciente disso, já pensei nele também.

- Akemi tem ideias maravilhosas para o hospital, ela é muito inteligente e tem força de vontade.

- Sakura vou deixar essa parte social por sua conta, analise, vá atrás das pessoas e veja o que é preciso mudar e como, quando estiver com relatórios em mãos sentamos e analisamos a situação.

- Eu soube que o orfanato está passando por certas dificuldades – Ela fala receosa com os olhos baixos.

- Luz da Minha Vida, olhe para mim! – Ele levanta o rosto dela e as esmeraldas encontram aqueles olhos ônix que ela tanto admira.

- Tsunade errou feio com você, e fazendo isso prejudicou a mim, a sua família a nossos Reinos, mas eu conheço você e sei que sofre por não ter perdoado ela. Eu sei que você já perdoou na verdade, mas não consegue admitir isso, porque não entende como conseguiu perdoar ela sendo que ela não merece, mas te digo que você é uma pessoa pura e jamais vai conseguir odiar alguém, ou guardar magoa por muito tempo. Se ela está fazendo algo bom e precisa de ajuda, não conheço ninguém mais capaz para cumprir essa tarefa do que você, mas se quiser ajudar e não aparecer diante dela, quando eu voltar faço isso, vou até ela e vejo tudo que está faltando.

A esposa de Sasuke se emociona com as palavras dele, ele a conhece melhor do que ela mesma.

- Obrigada pelas palavras Bashert, mas eu preciso enfrentar essa situação e como você mesmo disse, ela está fazendo algo muito bom e precisa de ajuda.

- Então ajude e não esqueça que eu estou aqui!

Eles se abraçam e ela suspira, a cumplicidade que há entre eles é algo maravilhoso.

Após o jantar todos já estão cientes da partida de Sasuke no outro dia, pelo menos as pessoas que precisam saber. A rosada se retira na hora do chá logo após seu marido sair com seu pai para ver os últimos detalhes. Ela segue até o quarto e veste sua roupa de odalisca vermelha cheia de pedras preciosas correntes de ouro penduradas na saia e no busto.

Durante o jantar as empregadas arrumaram o quarto fechando as cortinas, colocando as velas e o incenso no quarto, arrumando a cama como Sakura ordenou e deixando ali uma bandeja de frutas a disposição deles bem como uma Champanhe bem gelada.

A futura Imperatriz deixa a música tocar alto no ambiente enquanto espera por seu esposo, ela dança sensualmente após beber algumas taças de espumante para relaxar.

A música está rápida e alta, Sakura está dançando sensualmente se movendo de um lado para outro nas pontas dos pés, o moreno entra no quarto e se depara com a cena de sua esposa balançando os quadris sensualmente enquanto o lenço vermelho faz movimentos sedutores no ar ao comando dela. Sasuke cruza o quarto em passadas largas e Sakura apenas o observa se insinuando, ele senta-se na cama como da última vez e sorri maliciosamente para ela, ele está encantado com a forma que ela mexe o corpo de um lado para outro, como uma serpente perigosa. A rosada veem em sua direção até ficar bem a sua frente e então começa a retirar o lenço que cobria seu rosto e a parte superior de seu corpo, o lenço cai como uma cascata no corpo que agora fica exposto, ele já desvendou o corpo dela, mas sempre se surpreende com o desejo que sente toda vez que a vê, que a toca.

Sasuke ao ver a roupa dela sente sua boca ficar seca e seus olhos se arregalam, seu coração dispara e suas pupilas dilatam, ela está mais sensual que da última vez, ele ama a cor vermelha, cor da paixão. Sakura está apenas com uma saia feita de lenços vermelhos e parte que prendem eles é dourada toda bordada, suas pernas estão à mostra, mas a parte superior que estava coberta é bem mais ousada. Usando apenas uma espécie de sutiã vermelho sangue de renda cheio de pedras e correntes de ouro pendurados ela deixa a mostra toda sua barriga e abdômen fazendo o moreno se remexer na cama sentindo seu sangue ferver e seu corpo esquentar com a visão das curvas de sua esposa.

Ela possui um corpo perfeito, seios medianos que cabem na mão dele perfeitamente, a cintura muito fina e o abdômen definido seguido de uma barriga lisa e delicada, os cabelos soltos e muitas joias em seus braços e pescoço dão o ar de luxuria. O corpo de Sakura é perfeito para Sasuke, eles se encaixam perfeitamente na hora que estão fazendo amor, apesar dele ser uns 30 centímetros mais alto que ela e pesar uns 50 kg a mais, é incrível como ela aguenta a selvageria dele e tudo que faz com o corpo dela.

O moreno sente suas mãos suarem quando ela passa o lenço para parte de trás do corpo e começa a movimentar os quadris de forma sensual, colocando uma perna a frente totalmente exposta, ele sente sua boca salivar e a vontade apertar as coxas definidas e roliças dela o fazem segurar com força a manta de sua cama.

Ela mexe os quadris para ele se insinuando enquanto seus braços balançam o lenço vermelho de um lado para outro, Sakura começa a girar corpo rápido e leva junto com o lenço fazendo movimentos misteriosos com o corpo, ela para e segue até ele envolve o lenço no pescoço de seu amado que está preste a pular nela, a princesa se afasta e ergue seus braços para cima, fazendo movimentos de ondas e ao mesmo tempo com seu corpo, indo até o chão e voltando.

O príncipe observa tudo encantando e excitado, as mãos dela giram fazendo acrobacias sensuais e seu corpo acompanha se movendo de acordo. Ela fica naquele ritmo alguns minutos girando o quadril encolhendo e soltando a barriga mantendo-se no mesmo lugar, fazendo uma batida lateral onde transfere o peso de um lado para outro do quadril, os braços dela movem-se graciosamente às vezes como um pássaro voando e as vezes como um serpente, Sasuke está arrebatado e hipnotizado com os movimentos dela.

Ela pega um morango da bandeja ao lado da cama, mergulha no chocolate e coloca em sua boca, a rosada se inclina e coloca o morango na boca de Sasuke que morde a fruta suculenta deixando o suco da mesmo escorrer pelo rosto, Sakura lambe toda extensão da boca até o queixo do marido arrancando um gemido estrangulado dele.

Sakura se afasta e começa a desprender dos lenços que formam sua saia, ela joga eles para Sasuke que os pega e leva até as narinas para sentir o cheiro viciante de sua pequena, um a um ela tira os sete lenços e a cinta que os prende ficando diante de Sasuke com uma pequena calcinha de renda vermelha, o moreno já está enlouquecido sua calça já está lhe machucando pois seu membro grosso e longo pulsa dentro dela.

A rosada gosta do que vê nos olhos apaixonados do marido e continua o jogo de sedução sem palavras, ela gira o corpo de forma graciosa movimentando o único lenço que resta em suas mãos , começa a sacudir os ombros de um lado para outro rapidamente, flexiona os joelhos e o tremor começa a acontecer em todo o corpo da rosada, a princesa gira o corpo ficando de costa para ele, erguendo seus cabelos e sacudindo o quadril em uma batida rápida, soltando o cabelo que cai até a cintura, ela começa a descer até o chão usando suas mãos para fazer movimentos de ondas enquanto sua coluna se curva, o príncipe do Fogo abre a boca e deixa um gemido alto sair.

Sakura volta-se para ele lentamente e sensualmente sem parar os movimentos leva as mãos até o bustiê e abre o fecho removendo ele diante de Sasuke, os olhos do moreno estão vermelhos o Sharingan está ativado, ele quer gravar cada detalhe dela e ela gosta de ser admirada com tanta paixão e desejo pelo marido. O ar crepita em volta deles, a atmosfera está carregada pelo desejo e luxúria.

Sakura para e coloca uma perna a frente e se curva até acalcar os pés e olhando para ele, sobe com suas mãos percorrendo sua pele até chegar a sua cintura e depois seus seios expostos, com os mamilos entumecidos ela circula eles e Sasuke saliva, passa a mão em seu pescoço e cabelos colocando os braços para cima em forma de esfinge mexendo os quadris rápido agora, segurando o cabelo para cima na parte mais rápida da música ela fica nas pontas dos pés e começa a fazer círculos mexendo o corpo todo e batendo mais rápido os quadris, movimento junto os ombros e os seios duros, pesados pela excitação. A esposa de Sasuke faz giros rápidos com o corpo parando em frente ao moreno e se curvando ao termino da música.

O futuro Imperador enlaça a cintura da esposa e com um movimento rápido joga ela no meio cama, Sakura grita e ele fica mais excitado.

- Você me enlouqueceu Mihira, e agora vou retribuir o favor!

- Sasuke! – Ela está sem fôlego e mal tem tempo de falar algo, o jovem príncipe rasga a calcinha de renda e abre suas pernas, metendo-se entre elas e tomando seus lábios de forma feroz.

SAKURA POV

O beijo é luxurioso e profundo, enrosco as pernas nas dele, sentindo seus cabelos macios, sua pele deliciosamente quente e os músculos poderosos sob ela. As carícias suaves e ritmadas de sua língua me tranquilizam e me excitam de uma forma enlouquecedora, o poder de persuasão de sua boca é extremamente sensual, mas também carinhoso. Reverente. Seus lábios são firmes e macios ao mesmo tempo, e ele os usa para me provocar, passando-os de leve nos meus.

 

Minhas mãos ansiosas seguem até sua calça, ele está totalmente vestido, por cima do tecido fino de linho seguro seu membro, que cresceu ao meu toque, ele está tão duro. Sasuke grunhi, movendo o quadril na minha direção.

Ele toca com leveza minha barriga e apalpa meus seios. Aperta antes de seus dedos ágeis encontrarem o meu mamilo sensível. Com um conhecimento profundo do meu corpo, belisca com uma pressão constante que manda ondas de desejo por todo o meu corpo. Eu arfo, excitada. Desesperada. Minhas pernas se comprimem ao redor das dele, para que eu possa esfregar meu sexo úmido contra sua coxa musculosas e fortes.

- Sua bocetinha linda está sedenta, minha pequena? - Sasuke mordeu de leve minha boca enquanto dizia as palavras sedutoras.

- Do que ela precisa? Da minha língua? Dos meus dedos? Do meu pau?

- Sasuke! - Gemi sem nenhuma vergonha quando ele se afastou, estendendo os braços em sua direção enquanto se erguia sobre mim. Nossos momentos de intimidade estão cada vez mais intensos e arrebatadores. Sasuke é um homem muito viril, possessivo e dominador que presa acima de tudo o prazer de sua companheira e eu me entrego a ele sem medo, sem receios, quero dar a ele tudo que ele quiser, quando nos conectamos dessa forma nossa ligação fica mais forte, nosso amor aumenta e a confiança que temos um no outro estabelece novos padrões.

Sasuke em seguida me segura pelos quadris, me ajeitando na cama.

 

 - Você não respondeu o que eu perguntei Lua da Minha Vida. O que vai querer que eu enfie na sua bocetinha gostosa? Tudo o que falei?

 

- É! -Respondi ofegante. - Tudo.

 

Um instante depois minhas pernas estavam no ar, e sua cabeça morena se dirigia ao ponto sensível entre minhas coxas. Prendi a respiração, à espera. Da maneira como estava posicionada, não conseguia enxergar… Senti o toque quente e aveludado da sua língua no meu sexo.

-Ah! - Arqueei as costas.

 

Sasuke gemeu. Resisti tentando afastar os quadris do êxtase proporcionado por sua boca perversa. Agarrando minhas coxas, ele me manteve imóvel, saboreando-me no ritmo que queria, lambendo sem parar minha intimidade molhada e seus arredores… despertando meu desejo de ter sua língua dentro de mim. Seus lábios alcançaram meu clitóris latejante. Ele o sugou e passou a língua no pontinho sensível de prazer.

- Por favor… - Não me importava de ter que implorar. Quanto mais oferecesse a ele, mais teria em retribuição.

 

Mas Sasuke me fez esperar enquanto me saboreava, acariciando com os cabelos a pele fina da parte posterior das minhas coxas, massageando meu clitóris com uma leve pressão da língua. Segurei seu rosto com as mãos.

 

-Isso é uma delícia… Não para…

 

Minha boca se abriu quando ele lambeu mais para baixo, enfiando um pedacinho da língua na abertura trêmula do meu corpo… e depois um pouco mais para baixo, fazendo-me estremecer sob sua carícia sedosa.

 

-Ah! - Gemi, sem fôlego, quase enlouquecida com tantas sensações depois de tantas horas anestesiada. Seu grunhido reverberou dentro de mim. Meu corpo se contorceu quando ele enfim me deu o que eu queria, enfiando a língua na minha intimidade de forma lenta e deliciosa.

- Isso! – Falei -Me possua da forma que você quiser!

 

Sua boca era formidável, uma fonte de prazer e tormento, e sua língua eram implacáveis em seu ataque sensual, abrindo meus músculos delicados. Sasuke me chupou com uma determinação incansável, com tanta avidez e vontade que estremeci com o incrível êxtase que se abateu sobre meu corpo. Senti uma pressão, e então seu polegar acariciar meus ânus, eu fiquei tensa ele nunca havia feito isso, mas sei que os homens gostam desse tipo de sexo, Mei tinha clientes que pagavam para ter apenas esse tipo de relação, e ela sempre me contava que feito da forma certa dá muito prazer.

- Confia em mim Mihira?

- Sim Bashert!

- Eu te darei muito prazer, me deixa te amar da forma que eu sempre sonhei.

- Sim! – Meu corpo foi relaxando enquanto as palavras românticas e as juras amor saiam de sua boca e seus dedos acariciavam o local.

- Uma promessa de prazer, lembra?

- Bashert! – Eu não conseguia mais falar, minha mente estava em branco existia apenas ele e seus toques, nada mais importava e eu estava ansiosa para que ele seguisse em frente e tomasse tudo de mim.

 

 Quando meu amor percebeu que eu havia me entregado a seus desejos, suas caricias, ele escorregou para dentro da minha bunda e começou a penetrar a abertura frágil com delicadeza, a sensação é diferente de tudo que já experimentei com ele, no inicio meu corpo tentava expulsar seus dedos, mas com o passar dos minutos relaxei e meu corpo aceitou a caricia, meus gemidos altos o deixavam ainda mais sedento por mim.

 

O preenchimento contrastava com as investidas cadenciadas de sua língua em minha intimidade. Meu ventre se contraiu. Meu corpo estava tenso, flutuando à beira do orgasmo… Gritei seu nome, sentindo-me em chamas, com a pele quente e molhada. Estava viva, queimando de prazer. O clímax acabou comigo, deixando-me aos pedaços. Mas Sasuke não parou, continuou passando a língua no meu clitóris. O segundo orgasmo veio logo em seguida.

 

Soluçando e gozando com força e sem parar, levei as mãos fechadas aos olhos.

-Chega! - Eu pedi com a voz rouca, sentindo um tremor nos membros enquanto mais um espasmo emanava do ventre.

- Não agüento mais. Senti o colchão ceder quando ele se moveu, segurando um dos tornozelos com a mão. Ouvi o estalo do elástico quando abaixou a calça.

- Como você quer? - Meu marido perguntou malicioso -Devagar e com carinho? Depressa e com força?

Tive que me esforçar para arrancar as palavras dos lábios secos.

- Bem fundo. Com força.

 

Ele montou sobre mim, empurrando minhas pernas para trás até me deixar dobrada no meio.

- Eu te amo! - Ele falou com a voz rouca.

Grunhindo meu nome, Sasuke remexia os quadris, entrando e saindo, penetrando cada vez mais fundo.

 

- Está sentindo Mihira? Está sentindo como eu te desejo, você é minha e eu sou seu! - Ele falou, com a voz áspera de desejo.

- Você é tudo o que eu sinto! - Murmurei, precisando-me mover para senti-lo ainda mais. Porém, ele me mantinha imóvel, me possuindo de um jeito possessivo, acabando comigo.

 

Senti-lo daquele jeito… tão duro… suas investidas gostosas e incessantes… Meus dedos agarraram os lençóis. Meu sexo estremeceu freneticamente ao redor dele, envolvendo a cabeça larga de seu pau com um apetite impressionante. A cada vez que recuava, eu me sentia vazia, e cada centímetro de seu pau grosso lançava ondas de prazer pelas minhas veias como uma droga poderosa.

-Lua da Minha Vida. Minha nossa.

Seu lindo rosto estava contorcido, e seus olhos brilhavam de desejo por mim. Seus braços e seu tronco estavam rígidos, com os músculos tensionados.

- Se continuar sugando meu pau com essa bocetinha apertada vai me fazer gozar. É isso que você quer, minha pequena? Quer que eu preencha você todinha.

Ele remexeu os quadris, enfiando-se em mim, com a respiração ofegante.

-Você adora me ter dentro de você, não é meu amor! – Ele falava enquanto arremetia dentro de mim. Apoiando a mão sobre a cabeceira, Sasuke estendeu seu corpo sobre mim, com minhas pernas presas entre nós. Totalmente exposta e deleitada de prazer, eu não podia fazer mais nada além de vê-lo ajeitar os quadris e enfiar seus últimos centímetros em mim.

 

O som que isso produziu me fez gemer bem alto, sentindo um prazer tão intenso que chegava a doer. Ouvi vagamente meu marido soltar um palavrão, e senti seu corpo poderoso estremecer.

-Você está bem? - Ele murmurou entre os dentes.

Tentei recuperar o fôlego, expandindo os pulmões o máximo que consegui.

- Mihira. - Ele grunhiu meu nome. Incapaz de falar, estendi a mão até seus quadris e me agarrei à sua carne, gravando minhas unhas ali.

Sasuke me possuía, mexendo os quadris em um ritmo incansável, seu pau grande e grosso saindo e entrando até o fundo em estocadas rápidas. Sustentando todo o peso do corpo nos braços e nos dedos dos pés, ele se enterrou em mim, seu membro duro quase me pregando ao colchão.

Gozei tão forte que minha vista escureceu e ele me acompanhou, chegamos ao êxtase juntos, foi arrebatador.

Depois de recuperamos o folego, estávamos deitados nus virados de lado uma para outro apreciando o momento. Meu Bashert acariciava minha pele, seus dedos longos fazendo o caminho dos meus seios até meu ventre, minha pele se incendiava, queimava, nem parecia que havíamos nos amado intensamente a minutos atrás, estávamos famintos novamente, querendo ter mais um do outro.

Sasuke se ergue e beija minha barriga, meu ventre com carinho.

- Quero plantar meu filho aqui! – Sinto meu coração quase parar ao ouvir tais palavras.

- Filho? Você já os quer querido?

- Quero tudo com você minha pequena. Você não está tomando infusões de ervas para evitar?

- Não querido!

- Então em breve eu acredito que seremos abençoados com uma criança.

- No ritmo que estamos se continuamos assim, eu também acho! – Não contenho um risinho, ele me olha malicioso.

- Está reclamando esposa?

- Nunca! Aliás não sei como ficarei sem você esses dias todos. – Sasuke acaricia meus seios, puxando os mamilos enquanto olha para mim.

- Vai estar ocupada querida com tantas tarefas e quando eu voltar vamos continuar tentando fazer um filho!

- Vou esperar ansiosa pelo seu retorno!

E com essas palavras ele toma meus lábios de forma apaixonada e mais uma vez me possui.

 


Notas Finais


Era isso meus lindos, eu amo tanto vocês! Quero saber a opinião de vocês nessa fase decisiva da Fic, pode me falar eu aguento Rsrsrs. beijão até o próximo que não vai demorar.

Música Gaara e Ino

https://www.youtube.com/watch?v=KC6Zlkq97Xg

PREVIA DO PRÓXIMO CAPITULO

- Não!- Itachi sai correndo, mas Zetsu ergue com facilidade o corpo de Naruto e o jogo desfiladeiro abaixo, o futuro Imperador não consegue ajudar apenas assiste Naruto cair no precipício e seu corpo bater contra as pedras inúmeras vezes sendo engolido pelo mar em seguida. Itachi cai de joelhos, seus olhos vermelhos sangram, ele se levanta pronto para matar aqueles dois homens, mas antes que ele possa fazer algo ambos pulam desfiladeiro abaixo seguindo pelas pedras até chegar ao mar onde um barco os aguardava, um imenso barco negro surge com o símbolo da Akatsuki como bandeira.


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