História A Princesa e a Plebeia - Capítulo 3


Escrita por: ~

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Categorias Fairy Tail
Personagens Gray Fullbuster, Juvia Lockser, Lucy Heartfilia, Natsu Dragneel
Tags Gabehloxar, Gruvia, Nalu
Exibições 108
Palavras 1.856
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Hentai, Musical (Songfic), Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Estupro, Insinuação de sexo, Mutilação, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


-okay, agora as cosias começam a ficar meio pesadas
-sim, a partir daqui as historia fica diferente do filme
-Não tem musica nesse cap, pq nao consegui imaginar nada para Jose cantar(alias, nem consigo imaginar ele cantando)
-Tem gente nova aparecendo

Capítulo 3 - Ato Três


Fanfic / Fanfiction A Princesa e a Plebeia - Capítulo 3 - Ato Três

♦♣O Monstro♠♥

 

 

O cavalo trotou até parar próximo a taverna na estrada. De cima dele, Jose Porla olha com repugnância para o local ao qual viera. Desmontou e guiou o animal até uma arvore, onde o prendeu seguramente. Alguém poderia lhe roubar o alazão e ele detestaria ter que voltar a pé para Magnolia.

Se encontrava na Taverna Sabertooh, fora da cidade, cruzando uma estrada pouco movimentada que levava para as montanhas. Ali era um centro de criminosos foragidos, bandidos, ladrões, assassinos, e aquilo que ele havia ido procurar, Mercenários.

Trajou para aquela ocasião, roupas comuns, pois não queria demonstrar pertencer a nobreza. Ele queria encontrar alguém que estivesse disposto a aceitar os termos dele não pelo ouro, mas sim pelo prestigio.

Quando entrou no lugar, poucos olhares foram dirigidos a ele, que caminhou sem demora para o bar. Pelo caminho, percebeu que muitas mulheres seminuas andavam pelo local, e muitas delas estavam transando com os sujeitos bêbados. Uma musica irritante era tocada por um grupo desafinado no palco no centro do estabelecimento, e muitos poucos pareciam notar, já que estavam mais interessados nas bundas rosadas que desfilavam pelo local. No bar, um rapaz jovem de longos cabelos loiros e usando um chapéu com plumas servia bebidas. Porla pediu por uma dose, e logo um copo foi preenchido e posto a sua frente.

-Eu procuro alguém que esteja disposto a trabalhar.- Porla comentou com o barman que sorriu de canto. Seus olhos negros cintilaram.

-Que tipo de trabalho? Não existe ninguém que minha memoria não vá se recordar que não aceitará um pedido.- O jovem ajeitou a aba do chapéu e logo em seguida puxou um banco para si, sentando-se de frente para Jose.

-Trata-se apenas de um sequestro.- Ele virou o copo, e pediu por mais uma dose. O rapaz loiro sacou uma garrafa de baixo do balcão e preencheu o recipiente vazio.- Entretanto, não pode haver mortes, e não haverá um pedido de resgate.

O barman pareceu pensar um bocado a respeito. Seus olhos vagara pelo salão, procurando aqueles cuja memoria lhe saltaram. No fundo do bar, próximo aos banheiros, um sujeito loiro sorridente e com o olhar malicioso era cavalgado por uma jovem de cabelos brancos, enquanto um outro sujeito de cabelos negros observava a cena, sendo chupado por uma outra moça de cabelos brancos.

-Certamente que eu recomendaria os Dragões Gêmeos. – O sujeito no bar falou e gesticulou para os dois rapazes. Jose observou os dois. Aparentemente o rapaz moreno tinha gozado, enquanto o loiro afundava a cabeça nos seios da jovem que o cavalgava.

-Parecem rudes.- Ele se virou para o barman tomando a dose a sua frente.

-Aparentam ser, mas garanto que fazem um trabalho bem feito. Sabem seguir ordens e caso não os pague adequadamente... bom, provavelmente eles vão cobrar de uma forma diferente.- O rapaz loiro no bar sorriu.- Espero ter ajudado.- ele saiu assoviando e logo em seguida indo atender outro cliente que chegava.

Jose Porla deixou algumas moedas de prata sobre o balcão e rumou em direção ao dois depravados que pareciam já satisfeitos das duas jovens albinas. O rapaz loiro ajeitava a calça enquanto o moreno recostava-se no banco, apreciando a musica ruim.

-Senhores.- Porla se pronunciou e as duas jovens semi nuas se apressaram em sair dali. O rapaz loiro estava em pé e cruzou os braços ao perceber a presença de Jose no lugar. – Creio que sejam mercenários.

O loiro fez uma careta.

-Talvez.- Ele estralou os dedos das mãos, e o moreno o pescoço.- depende do trabalho.

Jose jogou sobre a mesa um retrato de Lucy.

-Conhecem?- perguntou sínico. Dificilmente alguém não conheceria aquele rosto angelical. Na foto, ela sorria e acenava com uma das mãos.

-Lucy Heartfillia.- O moreno comentou e o loiro concordou com a cabeça.

-Deve ter uns belos de uns melões.- O loiro gesticulou com as mãos, fazendo o moreno virar os olhos. Jose agarrou o rapaz pela gola da camisola que usava.

-Não nego.- Jose deu sorriso largou.- Quando ela ainda era jovem, confesso que a vi algumas vezes nua. Os Dragões se entreolharam, confusos.- Talvez eu deva me apresentar.- Jose curvou-se brevemente na direção dos dois e então retirou se deu bolso no casaco velho que usava, seu relógio contendo o brasão da família real: Uma chave de prata com o símbolo de uma cruz, representando a constelação do  Cruzeiro do Sul.- Sou Jose Porla, conselheiro da Rainha Layla e logo Rei de Fiore.

Os dois pareciam estupefatos. O que alguem na nobreza fazia em um lugar como aquele?

-Podemos nos sentar?- Jose recolheu o relógio, escondendo-o em outro bolso do casaco maltrapilho. O rapaz loiro recuperou-se do assombro e deu espaço na mesa para que o ruivo se sentasse.

-Acho que não começamos muito bem.- o loiro começou.- Chamo-me Sting e este é meu irmão Rogue. – Porla assentiu com a cabeça.- De que veio tratar em um lugar como este?

-A minha querida rainha decidiu que ira casar a princesa- e cutucou a foto com uma das unhas compridas e bem cuidadas.- com o rei de Bosco daqui a cinco dias.

-Não é supressa. Com a pobreza do reino... – O rapaz chamado Rogue comentou, apoiando os braços na mesa para ouvir melhor o que o sujeito queria.

-Não está em meu planos que a princesa se case. É ai que você entram.- Ele arrastou a foto de Lucy pela mesa.- eu descobri uma coisa muito interessante enquanto tentava perfurar um poço de água em uma de minhas propriedades fora do reino. Algo muito caro e estimado fora de Fiore. Isso salvaria o reino, é claro. Mas não quero entregar de mão aberta o meu maior trunfo.- Ele alisou o rosto de Lucy na foto, e Sting sentiu um arrepio. – Quero que sequestrem a princesa, enquanto eu dou um jeito de afastar o rei de Bosco. Quando o casamento for cancelado, eu irei resgatar a jovem, e pedir ela em casamento, oferecendo minhas terras como dote.

-Você quer se tornar Rei?- Sting parecia supresso com o plano audacioso do Conselheiro.

-Eu passei mais de 20 anos guiando o Reino!- Ele deu um soco na mesa, fazendo os copos vazios de Sting e Rogue tombarem.- O reino já me pertence a muito tempo!

-E o que ganhamos com isso? Não terá ouro para nos pagar.- Rogue cruzou os braços, não gostando da ideia.

-Vocês entram como meus guarda costas. Fingiram que vieram de Seven, onde estão minhas terras.- Ele fez uma pausa recolhendo a foto de Lucy e guardando-a no bolso junto com o relógio.- Eu andei viajando por duas semanas e só voltei agora. Sequer retornei ao castelo. Quando soube do plano da rainha, bolei o meu próprio para tomar o reino.

-Não nos disse o que ganhamos.- Sting entrou na marra do irmão e cruzou os braços. Parecia-lhe arriscado o plano para ganhar alguma coisa pequena.

-Vou nomeá-los cavaleiros e lhe darei terras em Fiore.- Jose esperou pela reposta deles.- Se não aceitarem minhas propostas, eu lamento, mas não saíram pela porta.

Os dois não se sentiram ameaçados. A proposta era tentadora, e a recompensa alta. Tudo o que precisariam fazer era sequestrar a princesa, e permanecer alguns dias com ela, até que Jose a “salva-se”. Os dois irmãos se entreolharam e discutiram mentalmente os prós e contras.

-Quando começamos?- Sting estendeu a mão para Jose, que sorriu satisfeito.

♦♣O Rei♠♥

Quando amanheceu, Gray Fullbuster se encontrava na frente do palácio de Fiore, nos arredores da cidade de Magnolia. O castelo era cercado por montanhas e uma floresta tomava-lhe a retaguarda. O reio percebia ao longe, uma trilha suntuosa que seguia para o topo de uma das colinas da montanha. Lá no alto, um mirante fitava a cidade logo mais a frente.

-Acha certo fazer isso?- Seu conselheiro observou o castelo em tom verde claro. O jardim na frente do pátio estava florido e um jovem de cabelos róseos parecia anotar algo em um pergaminho. Este mesmo jovem, percebeu a carruagem se aproximando e com olhar triste, fitou uma das torres do castelo. O conselheiro seguiu o olhar o jovem, e pode notar a jovem Princesa a fitar a estrada.

-Eu não quero parecer deselegante Gajeel. Muito menos me casar com uma desconhecida. É por isso que estou aqui.- Ele ajeitou o colete que usava. Trajava uma roupa muito semelhante ao que os criados usavam, pois naquele momento, fingia ser um Pajem, acompanhando o Conselheiro do Rei, Gajeel.

-Eu entendo, Meu Rei.- Gajeel fez uma mesura com a cabeça.

A carruagem parou ao ser abordada por um guarda e Gajeel pós a cabeça para fora.

-Eu sou o Embaixador de Gray Fullbuster e trago um presente para a Rainha.- o guarda assentiu com a cabeça e logo os deixou passar.

-Eu tenho um mal pressentimento quanto a este casamento Gajeel.- Gray coçou o cabelo preto.

-Creio que deve ser apenas um mal estar.

-Queria que Lyon tivesse vindo junto. – Ele limpou o suor da testa.- Ele seria um Pajem melhor do que eu.

-Devo lembra-lo, meu Rei, que seu irmão é bastardo do Senhor seu Pai, e não possui os direitos que você tem.

-Isso não faz diferença para mim.- Gray observou a paisagem do lado de fora.- Ultear adoraria vir. Gostaria de não ter tomado esta decisão precipitadamente.

Gajeel permaneceu quieto. Do banco da frente, um gato negro saltou para o colo de Gray, pedindo por carinho e atenção, e assim que Gray lhe fez um cafuné, o gato miou e saltou para a cabeça de Gajeel. Os dois riram, o que fez a tensão de Gray diminuir.

-Eu gostaria muito de conhce-la.

♦♣O Tutor♠♥

Natsu bateu duas vezes na porta do quarto de Lucy. Ela disse que ele poderia entrar e assim o fez. Encontrou a jovem lendo um livro sobre a cama grande e espaçosa.

-O Embaixador esta aqui. – ele disse, parando a alguns metros da cama.- Ele disse que trouxe um presente para a Rainha e para a Princesa.

Lucy franziu o cenho.

-Eu devo realmente descer?- ela fechou o livro e ficou de pé na cama.

-Deve demonstrar que é educada, Alteza.- Lucy fez uma careta com a fala de Natsu.

-As vezes eu gostaria de não ter essa marca de nascença na minha mão.- Ela revira os olhos enquanto Natsu lhe ofereceu o braço.

-Creio que ela diga quem você é de verdade. – Natsu comentou.

-Mas ela é estranha!- Lucy disse.- Não parece uma estrela! Nem um coração... nem sei dizer com o que é que isso parece e...

Natsu parou a fala dela colocando um dedo sobre os lábios da jovem.

-Ela representa você. Deve se orgulhar de pertencer a família real. Batalhe por seu povo, viva por eles. Seja você em todos os momentos.

Lucy enrubesceu e em sua mente uma frase ficou ecoando: “só sou eu mesma com você, Natsu”

Eles dizem que nós somos o que somos
Mas não temos que ser
Eu tenho um mau comportamento, mas eu faço isso da melhor maneira
Eu vou ser o observador da chama eterna
Eu vou ser o cão de guarda de todos os seus sonhos febris


Notas Finais


-Eu quis diferenciar um pouco e colocar outros pontos de vista alem da Princesa e da Plebeia, então, tivemos Jose, Natsu e Gray.
-Coloquei um trecho de uma musica que acho que combina com este capitulo, só pra nao dizer que nao teve musica u.u - Immortals- Fall out boys
https://www.youtube.com/watch?v=l9PxOanFjxQ

-Não coloquei links nesse capitulo (das roupas) pq elas pouco aparecem. Mas fica a dica, Lucy adora rosa, Jose roxo, Natsu corres neutras, Juvia azul, e Gray preto.
-Amo vocês ><


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