História A Princesa E O Plebeu - Capítulo 5


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Palavras 877
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Drama (Tragédia), Escolar, Romance e Novela, Terror e Horror, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Estupro, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Finalmente, provas passaram, tudo mais tranquilo agora. Bem, por em quanto, porque daqui a pouco chega mais provas.. Então, espero que gostem.

Capítulo 5 - Recordações


Nós continuamos a conversar e cada vez mas a nossa conversa ficava sem rumo. Típico nosso, a conversa começa animada e termina uma bosta. Já era 15:00 quando ela disse que iria para casa porque a mãe dela iria ficar preocupada. Então eu fiquei sozinha em casa, sem ter nada pra fazer. Acabei pegando no sono.
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18:00

Acordei com o celular tocando ao meu lado, peguei ele com os olhos semi-abertos e nem olhei quem era, apenas atendi.
*Ligação on*
Hannah - Alô? - disse sonolenta
? - Oi, filha
Hannah - Pai? - olhei para o relógio - Ainda não chegou? Aconteceu alguma coisa?
Pai - Não, mas eu liguei pra avisar que vou ter que ficar alguns dias fora, não sei exatamente quantos mas quando eu tiver certeza eu te falo. Vou passar aí de madrugada pra pegar algumas coisas e depois vou ir pro vôo.
Hannah - Ah... Entendi.
Pai - Se você quiser, pode passar esses dias na casa de alguma amiga, sem problemas.
Hannah - Ok, obrigada.
Pai - Sei que quando eu passar aí você vai estar dormindo, então tchau, filha. Até daqui alguns dias, te amo.
Hannah - Também te amo.
*Ligação off*

Legal! Ele vai viajar, denovo. Bom, ao menos vou me divertir um pouco, melhor pra mim. Pensei em ficar na casa da Raquel, mas logo me veio o Gabriel na cabeça. Tratei de espantar esses pensamentos porque seria impossível eu ficar na casa dele, afinal a familia dele nem me conheçe.
Levantei-me da cama e tomei um banho longo, a água estava ótima e não queria sair dali, mas tive que sair. Coloquei uma camiseta roxa e uma calça larga preta. Sequei meus cabelos com a toalha e prendi em um rabo de cavalo desajeitado. Escorreguei pelo corrimão da escada mas ouvi o barulho da campainha, então pulei no chão, perdi o equilíbrio e quase caí, mas saí andando como se nada tivesse acontecido. Abri a porta e fiquei surpresa ao ver quem era. Na verdade nem tão surpresa, mas eu não esperava vê-la agora.
Hannah - Mãe?
Mãe - Oi, filha, posso entrar?
Ela diz isso como se nunca tivesse morado aqui na vida.
Hannah - Pode.
Ela entrou e eu fechei a porta. Depois que ela se mudou, o nosso relacionamento entre mãe e filha mudou muito. Eu caminhei até o sofá e sentei, ela veio logo atrás de mim.
Hannah - Não esperava te ver hoje. A senhora não vai vir no fim de semana?
Mãe - Sim, eu vou. Mas quis vir pra saber como foi o seu primeiro dia de aula na nova escola.
Hannah - Foi legal. Com certeza não é igual a outra escola mas tudo bem.
Mãe - Mas você vai se adaptar, logo acostuma. Então, cadê seu pai?
Hannah - Aah.. Ele teve um problema no trabalho e vai ficar até um pouco mais tarde - menti
Mãe - Entendi.
O silêncio tomou conta da sala.
Mãe - Alguma idéia do que vamos fazer no final de semana?
Hannah - A gente decide na hora.
Percebi que ela ficou decepcionada com a resposta.
Mãe - Algum problema, filha? Você tá tão distante.
Hannah - Não é nada - respondi de um jeito meio grosso
Mãe - Tá legal - se levantou - acho que a conversa encerrou por aqui, melhor eu ir em bora.
Eu levantei e abri a porta, esperando ela sair.
Mãe -Tchau - me abraçou e deu um beijo na minha bochecha.
Eu continuei imóvel.
Então ela virou as costas e foi em bora, chateada. Eu bati a porta e me joguei no sofá. Não sinto mais o mesmo amor por ela.
Peguei meu celular e mandei uma mensagem pra Raquel, explicando tudo e alguns minutos depois ela respondeu, disse que eu poderia ir pra lá agora mesmo se quisesse. Eu pensei, pensei, pensei e acabei indo. Peguei algumas roupas e outras coisas minhas e coloquei numa mala pequena. Chamei o André, que me levou até a casa dela e quando cheguei ela me esperava no portão.
Nos divertimos bastante, mas aquela chata dorme cedo. Sinceramente falando, eu não consegui dormir. Não sei se foi porque eu dormi á tarde ou são por conta dos milhares de pensamentos que tomam conta da minha cabeça. Sou mais a segunda opção. Estava uma noite fria e logo começou a chover, então eu me levantei e abri a janela, logo veio um vento gelado no meu rosto e eu fiquei sentindo o aroma da chuva. Esse cheiro me fez lembrar da minha infância, eu adorava tomar banho de chuva. Quer saber? Isso não precisa ficar apenas nas lembranças. Eu posso fazer isso agora mesmo. Subi na janela com cuidado e pulei na terra molhada do jardim. Mesmo com frio, continuei na chuva, olhando o céu nublado e a luz da lua entre as nuvens. Logo as recordações vieram novamente, quando eu, meu pai e minha mãe fazíamos a mesma coisa que agora no momento eu estou fazendo sozinha. Por que tudo teve que mudar tão radicalmente? Eu sentia os pingos da chuva escorrendo sobre meu rosto mas entre tantos, um deles se destacou. Não era água, mas sim uma lágrima. Começei a chorar feito uma criança indefesa.


Notas Finais


Cap sem graça, sorry. Criatividade tá 0 😂 Mesmo assim, espero que tenham gostado, até amanhã


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