História A Princesa e o Sapo (Versão Carrossel) - Capítulo 5


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Categorias A Princesa e o Sapo, Carrossel
Personagens Adriano Ramos, Alícia Gusman, Bibi Smith, Carmen Carrilho, Cirilo Rivera, Clementina Soares, Daniel Zapata, Davi Rabinovich, Diana Ayala, Firmino Gonçalves, Jaime Palillo, Jonas Pallilo, Jorge Cavalieri, Kokimoto Mishima, Laura Gianolli, Marcelina Guerra, Margarida Garcia, Maria Joaquina Medsen, Mário Ayala, Paulo Guerra, Personagens Originais, Rabito, Valéria Ferreira
Tags Amor, Beijo, Carinha De Anjo, Carrossel, Cumplices De Um Resgate, Descobertas, Fernanda Concon, Filme, Love, Lucas Santos, Lufer, Maísa, Paulicia, Princesa, Sapo, Sbt, Sexo, Transformaçao, Vida, virgem
Visualizações 60
Palavras 1.900
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Magia, Mistério, Musical (Songfic), Poesias, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Estupro, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Boa leitura! ❤

Capítulo 5 - De quem é a culpa?


Fanfic / Fanfiction A Princesa e o Sapo (Versão Carrossel) - Capítulo 5 - De quem é a culpa?

No pântano...


- Vem cá, e esse seu restaurante vai servir o que? - Jaime perguntou para Alicia. Eles conversaram muito sobre o restaurante dela.


- Ué, muita comida. Sopa, pizza, lasanha, panqueca, e outras coisas! - Alicia respondeu fazendo os dois ficarem com água na boca. 


- Vocês dois, parem, eu já tô ficando com fome. - Paulo disse. Um mosquito passou perto de Paulo e a língua dele esticou e depois voltou para a boca. - Hum... Interessante. - Paulo saiu de cima de Jaime mergulhando no rio.


- O que você tá fazendo? - Alicia perguntou para Paulo ainda em cima de Jaime.


- Shiiu, vai espantar a janta. - Alicia fez uma cara de nojo e Paulo tentou pegar um mosquito com a língua, porém acertou em um galho e o galho grudou na língua dele, fazendo com que o galho batesse na boca de Paulo. Alicia riu. Um mosquito passou por perto de Alicia, a mesma ficou olhando ele pousar em uma planta, logo em seguida a língua dela também se esticou e voltou para a boca. - Ah não... Não, não, não, não, não... De maneira alguma eu vou beijar um sapo e comer mosca no mesmo dia! - A língua dela se esticou mais ainda fazendo ela sair de onde estava e cair no rio, Alicia foi levada pela língua a força. Paulo também estava olhando para o mesmo mosquito que Alicia, ou melhor, a língua de Alicia tentava pegar. A língua dele foi em direção ao mosquito, mas quando ele foi pegar, o mosquito voou e sem querer, as línguas de Paulo e Alicia se engancharam uma na outra e os dois se grudaram, com as bocas grudadas. 


- Olha o que você fez! - Paulo falou com a voz estranha por causa da língua. 


- Eu? Tá doido? Eu só ia pegar um mosquitinho. - Eles começaram uma discussão para ver de quem teria sido a culpa, Jaime não aguentou mais a "DR" deles e falou:


- Esperem aí, o Jaimão vai ajudar! - Jaime disse e pegou os dois, ele esfregou um no outro e enrolou ainda mais a língua deles, no fim das contas, Alicia e Paulo ficaram ainda mais enrolados.


- Acho que podia melhorar. - Alicia falou com a voz estranha por causa das línguas. 


- Eu vou pegar uma vareta pra poder desenrolar vocês, esperem aí! - Jaime disse e correu para longe à procura de uma vareta. Os sapos ficaram enrolados. Alicia e Paulo voltaram à a mesma discussão de antes quando viram um vaga-lume se aproximando deles.


- Ih, garota. Você e o seu namorado se amarraram um no outro. - O vaga-lume disse rindo.


- Não, não, ele não é meu namorado. - Falou um pouco nervosa. Paulo e ela começaram a discutir NOVAMENTE. O vaga-lume revirou os olhos. 


- Parem de discutir! Eu ajudo vocês, deixa só eu ascender meu bumbum. - O vaga-lume balançou um pouco o bumbum e a luz não ascendeu, ele balançou com mais força e ascendeu. Ele se aproximou de Paulo e Alicia e os dois fecharam os olhos, por causa da claridade do vaga-lume. - Gente, eu não vou explodir. Eu não sou uma bombinha! É só o meu bumbum que brilha. - Ele disse. - As meninas adoram caras que têm um popozão (n/a: CONCORDO). - Ele entrou no meio de Paulo e Alicia à procura de uma das pontas das línguas para desenrolar os dois, ele encontrou e puxou, Paulo e Alicia finalmente se separaram. - Então, eu vou me apresentar. Me chamo Mário John. Mas só me chamam de Mário mesmo. - Ele falou sorridente. 


- Eu sou o Paulo, príncipe de Kausópolis, e ela é a Alicia. - Mário arqueou uma sobrancelha.


- Príncipe? - Ele perguntou. 


- Sim, nós fomos transformados em sapos por um feiticeiro Voodoo. - Alicia encarou Paulo. 


- "Nós"?! - Ela perguntou. 


- Que seja! 


- Bom, e o que vocês estão fazendo aqui? - Mário perguntou. 


- Estamos procurando a tal de... Mamãe... O quê? - Paulo não se lembrou do nome. 


- Mama Odie*. - Alicia corrigiu rindo. Mário ficou pensativo. 


- Mas a casa dela é para o norte, aqui é o sul! - Mário informou. - Quem foi o burro que mandou vocês virem por aqui?! - Na hora Jaime apareceu com uma vareta.


- Achei a vareta! - Falou ele animado e Alicia e Paulo o encararam sérios. 


- Jaime, o Mário disse que você levou a gente pela direção errada. - Jaime sorriu amarelo e jogou a vareta fora.


- Sabe o quê que é, é que eu fiquei atrapalhado na hora da música, aí eu acho que errei o caminho. - Jaime falou e Alicia bateu na testa.


- Não tem problema, eu e o bonde dos popozões que brilham vamos levar vocês até lá! - Mário deu um assobio e várias luzes apareceram no local, na verdade eram milhares. Eram milhares de vaga-lumes espalhados por todo lugar. No pensamento de Paulo, aquilo estava muito romântico, ele encarou Alicia que corou levemente, afinal ela também achou aquele ambiente romântico. 


Os vaga-lumes se formaram em uma enorme fila e seguiram em frente, enquanto Paulo, Alicia e Jaime os seguiram.


Enquanto isso...


O Homem da Sombra estava em sua casa conversando com seus amigos espíritos. 


- Então, queridos... Eu sei que estou em dívida com vocês, mas, o príncipe sapo fugiu. Eu não conseguirei encontrá-lo sozinho, vou precisar de ajuda. - As esculturas fantasmas ficaram com os olhos acinzentados. - Já sei, o que vocês ganham? Bom, quando eu finalmente me livrar do sr. Junior, eu terei toda Nova Orleans na palma da minha mão. E, vocês irão ter todas as almas dessa cidade, até saciar a fome de vocês. E então, vão me ajudar? - A maior das esculturas ficou com os olhos brancos e abriu a boca, da boca dela saíram milhares de sombras vivas, elas ficaram encostadas na parede esperando o comando do Homem da Sombra. - Temos que encontrar o príncipe sapo, de pressa! TODOS VOCÊS TÊM QUE ENCONTRAR ELE SEJA LÁ COMO FOR! AGORA! - Gritou ele e todas as almas saíram da casa, elas passaram pela cidade toda farejando e procurando o sapo. Elas finalmente foram no caminho do pântano. 


No pântano...


- Tchau, gente! Avisem pra a Laura que eu desejo boa sorte! - Gritou Mário para o resto de vaga-lumes que iam embora. Mário iria ajudar Paulo, Alicia e Jaime à encontrar a Mama Odie. 


- É a sua namorada? - Alicia perguntou.


- Não. A minha namorada é a Marcelina... - Falou suspirando.


- Hum, não conheci ela hoje. Ela é legal? - Alicia perguntou sorridente. 


- Ela é muito legal, eu falo com ela toda noite. No começo ela é tímida, é meio calada. Ela mora um pouco longe de mim, mas eu tenho certeza que um dia vou ficar junto com ela... Só nós dois. - Disse Mário olhando para a estrela mais brilhante. Alicia não pensava que Marcelina estava morta, então continuou sorrindo. 


- Ah, que lindo, Mário. - Elogiou as palavras dele.


- É, é muito lindo. Mas vê se não dá bobeira, por que o mundo tá cheio de vaga-lume fêmea por aí. - Paulo falou de um jeito atrevido e Alicia revirou os olhos. 


- Gente, vamos parar de melação aí que eu tô com fome! - Jaime disse. (N/a: na vida eu sou o Jaime.)


- Eu também tô, vamos comer alguma coisa? - Mário perguntou.


- Eu vou fazer uma sopa do pântano! - Alicia falou pegando alguns cogumelos. 


- Gostei, primeiro vou querer uns petiscos e depois a sopa, obrigado. - Falou Paulo se deitando em cima de uma folha.


- Ah, nada disso, Alteza Real - Zoou Alicia. - Você vai cortar os cogumelos. - Falou ela puxando ele de cima da folha e dando pra ele um pedaço de ferro que ela achou e um cogumelo. Paulo bufou e começou a cortar. - Rápido! - Exclamou ela.


- TÁ BEM! - Gritou Paulo. Alicia fez o fogo e colocou uma abóbora em cima, para servir de panela. Paulo cortava com dificuldade, Alicia percebeu e resolveu ajudá-lo. 


- Quer ajuda? - Ela pegou um cogumelo e cortou rapidamente. Paulo arregalou os olhos com a rapidez de Alicia. Ela chegou por trás dele e pegou em sua mão com a faça,  cortando junto com ele. - Aprendestes? 


- Aprendi. - Continuou cortando sozinho. - Olha, eu nunca havia cortado nada. Lá no castelo eles fazem tudo pra gente, é sempre assim. Dirigem seu carro, vestem sua roupa, até escovam seus dentes. - Alicia riu.


- Nhá, tadinho do bebêzinho. - Fez uma voz fininha. 


- Mas depois que meus pais cortaram a minha mesada eu me toquei que... Que eu não seu fazer nada. - Falou um pouco frustrado e Alicia foi até ele. Ele já tinha cortado tudo perfeitamente. Alicia sorriu para ele. 


- Olha só, você sabe cortar cogumelos. - Falou pegando os cogumelos picados. 


- Você acha? - Paulo perguntou sorrindo. 


- Acho. - Respondeu ela.


Tempo depois...


- Essa sopa tá uma delícia! - Jaime elogiou se lalambuzando com a sopa.


- Tá muito bom mesmo! - Mário elogiou também. 


- Valeu, gente! - Respondeu Alicia visivelmente feliz.


- E aí, Mário! Por que você não fica com outras meninas além da tal Marcelina? Eu fico com várias em um dia só! - Paulo perguntou e Alicia respirou fundo e se segurou para não revirar os olhos.


- Não, cara. Não posso ficar com mais ninguém, por que eu amo só ela. Só ela. - Mário voou alto e começou a cantar. 


Exagerado sim

Sou mais você que eu

Sobrevivo de olhares

E alguns abraços que me deu


Alicia olhou para Paulo no fundo dos olhos dele, Paulo sentiu seu coração acelerar com este pequeno ato. 


O que vai ser de mim?

E o meu assunto que não muda

Minha cabeça não ajuda

Loucura, tortura


Paulo se aproximou de Alicia e pegou em sua mão. 


- Dança comigo? - Perguntou de forma carinhosa o que fez Alicia se derreter por dentro.


- Eu... Eu não sei dançar. - Ela falou e saiu de perto dele. Paulo deu sorriso sincero.


- Por favor... Se eu sei cortar, você dança. - Pediu se aproximando dela. Ela acabou não resistindo e cedeu à uma dança. 


E que se dane a minha postura

Se eu mudei, você não viu

Eu só queria ter você por perto

Mas você sumiu


Paulo estava claramente encantado com Alicia, seus olhos se perderam no olhar dela, ambos com o coração acelerado. 


É tipo um vício que não tem mais cura

E agora, de quem a culpa?

A culpa é sua por ter esse sorriso

Ou a culpa é minha por me apaixonar por ele, só isso

Não finja que eu não tô

Falando com você

Eu tô parado no meio da rua

Eu tô entrando no meio dos carros

Sem você a vida não continua

Não finja que eu não tô falando com você

Ninguém entende o que eu tô passando

Quem é você que eu não conheço mais?

Me apaixonei

Pelo o que eu inventei

De você.


Paulo e Alicia finalizaram a dança, Alicia estava sorrindo muito e Paulo, nem se fala. Ao perceber que ainda estava muito perto de Paulo ela se afastou, desmanchando o sorriso bruscamente. 


- Ér... A Valéria vai gostar muito de dançar com você. - Forçou um sorriso e virou de costas, Paulo queria falar algo, mas foi puxado por uma sombra.


- ALICIA! - Gritou ao ser arrastado rapidamente. 


- PAULO! - Jaime, Mário e Alicia correram atrás dele.


Notas Finais




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