História A Prisioneira - Capítulo 2


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Categorias Shingeki no Kyojin (Attack on Titan)
Personagens Annie Leonhardt, Armin Arlert, Beast Titan, Bertolt Hoover, Connie Springer, Eren Jaeger, Erwin Smith, Hange Zoë, Historia Reiss, Jean Kirschtein, Levi Ackerman "Rivaille", Marcel, Marco Bott, Mikasa Ackerman, Personagens Originais, Petra Ral, Reiner Braun, Rod Reiss, Sasha Braus, Ymir
Tags Yumikuri
Exibições 20
Palavras 812
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Ficção Científica, Mistério, Poesias, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo-Ai, Survival, Suspense, Universo Alternativo, Violência, Yaoi, Yuri
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Canibalismo, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


eaew! já tinha escrito os dois primeiros caps antes então facilitou... mas talvez eu demore pra postar o terceiro pq ainda tenho de desenvolver ele.
:T

Capítulo 2 - Jornada


Fanfic / Fanfiction A Prisioneira - Capítulo 2 - Jornada

P.O.V. Ymir on:

Ao amanhecer, vejo um grupo de pessoas encapuzadas andando à cavalo. Um enorme portão da muralha se abrir para eles entrei escondida. Um homem com roupa esquisita me abordou. Eu reconhecia aquela roupa, pessoas com aquela roupa já tentaram me matar.

-Ei! O que faz aqui? Esta é uma área restrita.

Saio correndo e me misturo na cidade. Finalmente me sinto livre, como se tudo funcionasse agora, como se tudo fizesse sentido. Sentia o chão sob meus pés, sentia o vento em meu rosto, me sentia viva! Depois de um tempo, percebi que estava parada no meio de uma feira, com os braços abertos, igual á uma maluca.

Quando um homem esbarra em mim e derruba alguns livros, me abaixo para ajudá-lo. O homem tinha olhos verdes e um par de óculos redondos. Tinha cabelos pretos que desciam pelo seu pescoço. Ele se assustou quando me olhou nos olhos enquanto se desculpava.

Ele vai embora e me pergunto o que o assustou tanto. Olho meu reflexo numa janela, minhas roupas estavam cobertas de terra e... sangue que lentamente evaporava e perto dos meus olhos haviam queimaduras

Eu preciso de roupas, mas antes, preciso comer algo. Vou até uma barraca da feira onde vendiam maçãs. Consigo roubar uma e dou uma mordida, aquele gosto doce na minha boca era um privilégio, por anos só comia coisa salgada, pior, só comia carne. Um guarda me flagra e segura forte o meu pulso, fazendo eu largar a maçã.

-Achei mais uma.

Ele me levou até uma carroça onde estava o guarda que falou comigo na entrada da muralha.

-Essa aí já tem um histórico ~ disse ele ~ vai pra Sina.

Eles amarraram minhas mãos e me colocaram no fundo da carroça. Eu sabia que era só uma questão de tempo até me prenderem. Na carroça, haviam crianças e jovens, pareciam sem teto, “delinquentes” como eu.

-Credo! ~ disse um deles ~ onde é que você mora? Num chiqueiro?

Puta que pariu! Será que você não sabe que vamos todos pro mesmo buraco, muleque?! Nem pra ser legal comigo...

-Tá mais pra açougue. ~ Eu ia pra cima dele quando um dos guardas me segurou.

Eles foram parando em vários lugares onde deixaram as crianças até que só sobrou eu. Acabei adormecendo.

Os guardas me puxaram até uma casa... sei lá. Me fizeram entrar numa sala onde haviam apenas uma mesa de madeira e duas cadeiras. Amarraram minhas cordas na mesa.

-Qual o seu nome? ~ um dele me pergunta e eu não respondo nada, apenas cuspo nele. Ele se estressa e me levanta, me dando um joelhada na barriga.

Os dois saem de lá e eu fico sozinha tentando recuperar o fôlego e pensando. Minha vida nova mal começou e eu já estou presa. Isso não é justo, eu merecia uma segunda chance... eu tive uma primeira chance? Sinto uma lágrima escorrer pelo meu rosto, e ele arde pois a lágrima passa pelas queimaduras.

Quando alguém abre a porta. Me assusto, era uma figura encapuzada. Fecho meus olhos, pronta pra receber outra surra. Mas ao invés disso eu ouvi uma voz, uma voz doce e acolhedora que disse:

-Não tenha medo ~ Eu abri os olhos e à minha frente estava uma garota.

Ela tinha cabelos pretos, a pele clara e os olhos de um azul tão leve, um azul pacífico como o céu sem nuvens. Era a coisa mais linda que eu tinha visto até agora.

-Estava chorando? ~ ela continuou se aproximando pra enxugar minhas lágrimas. Mas eu me afastei e enxuguei rápido, o que fez a queimadura arder. ~ o que foi isso no seu rosto? Quem fez isso com você?

Eu balancei a cabeça enquanto me afastava até quase cair da cadeira. Ela se sentou na cadeira ao minha frente e pegou um papel, e começou a lê-lo.

-Nome:desconhecido. Acusada de roubo e invasão de propriedade. ~ ela me olhou séria. ~ de onde você veio?

-... de fora. ~ tentei dizer com a voz rouca. Acho que eu nunca tinha falado antes, só escutava meus pensamentos, então prenunciar essas palavras foi um dificuldade.

Ela arregalou os olhos enquanto pegava um pergaminho, quando abriu, era um mapa.

-Consegue apontar  para o lugar de onde você veio?

Haviam  três círculos, um dentro do outro, eles deviam representar as muralhas. Apontei para o espaço fora dos círculos e ela se assustou. Depois se recompôs e eu continuei quieta, até sair da sala.

Quando ela saiu da sala, assim que a porta bateu, eu me levante e me estiquei o máximo que pude para ouvir a conversa do outro lado da sala:

-Eu quero a transferência imediata da prisioneira de cela 8 para a masmorra embaixo da mansão dos Reiss.

-M-mas senhorita... seu pai...

-Ele não precisa saber, quero ela na carruagem que eu trouxe ao anoitecer!

P.O.V. Ymir off


Notas Finais


:-) bjs
desculpa pelos erros de escrita :T


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