História A Profecia - Capítulo 8


Escrita por: ~

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Categorias Saint Seiya, Yu-Gi-Oh!
Personagens Freya, Hades, Hyoga de Cisne, Ikki de Fênix, Joey Wheeler (Katsuya Jonouchi), Mokuba Kaiba, Mu de Áries, Radamanthys de Wyvern, Saga de Gêmeos, Saori Kido (Athena), Seiya de Pégaso, Seto Kaiba, Shiryu de Dragão (Shiryu de Libra), Shun de Andrômeda, Yugi Muto
Tags Amor, Camusxmilo, Hades X Shun, Prideshipping, Saint Seiya, Shakaxmu, Traição, Yu-gi-oh!
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Palavras 2.864
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Ecchi, Lemon, Luta, Magia, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shounen, Yaoi
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Aqui está o capítulo prometido.
- Saint Seiya pertence a Masami Kurumada.
- Yu-Gi-Oh pertence a Kazuki Takahashi.

Capítulo 8 - Capítulo 7


Shun sentiu por um momento que estava flutuando no ar e fechou seus olhos para apreciar melhor a sensação, mas durou pouco segundos e seus pés já estavam em terra firme novamente e abriu os olhos.

- Bem-vindo a Giudecca. – disse Hades formalmente.

Shun apreciou a imponente estrutura a sua frente, não havia marcas das batalhas ocorridas em alguns meses atrás. Deu uma olhada rápida ao redor lembrando que aquele vasto reino havia sido seu por algum momento.

- Você reconstruiu tudo sozinho? – a curiosidade cresceu dentro do menor.

- Hai, depois de reviver todos os cavaleiros de ouro e assinar um acordo de paz com Atena, comecei logo a reconstrução do meu reino. – respondeu enquanto guiava Shun para dentro do castelo.

Espectros que estavam de guarda se inclinavam respeitosamente, mostrando sua obediência diante do Imperador do Inferno. Shun acenava timidamente para alguns ali presente. Hades o levou até a gigante biblioteca onde encontraram Pandora ajeitando alguns livros e logo percebeu o cosmo do seu senhor.

- Meu senhor, precisa de algo? – fez uma reverencia esperando qualquer ordem de Hades.

- Não Pandora, vim apenas dar algumas instruções a Radamanthys. – informou o maior.

- É claro... Oh! Shun, você aqui! Está tudo bem? Precisa de alguma coisa? Quer comer algo? – Pandora o encheu de perguntas e passava suas delicadas mãos pelo rosto virginiano.

Shun corou com tanta atenção que a bela mulher lhe dava.

- N-não, mas obrigado Pandora. – segurou carinhosamente as mãos dela e mostrou um sorriso radiante, ela lhe lembrava Ikki.

- Pandora, eu e Shun passaremos a tarde nos Elíseos e quero que você se encarregue de que ninguém nos importune. Entendido? – o deus não queria ninguém atrapalhando seu passeio com Shun.

- Entendido meu senhor. – fez outra reverencia e saiu do recinto com um sorriso misterioso nos lábios.

Depois disso, Hades deixou Shun na biblioteca para falar com o primeiro Juiz do Inferno, não demorou muito, já que não teria muito tempo e no fim da tarde deveria voltar para o Santuário. Voltou até a biblioteca para buscar o menor para irem até os Elíseos.

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Novamente Shun via aquele lugar e não pôde evitar ficar encantado com a beleza daquele lugar, sentia o amor, a paz, a harmonia invadindo-o.

Hades observou cada gesto que o rosto do menor mostrava, seus olhos iluminados com brilho especial, um sorriso bonito adornava seus lábios, sentia-o feliz. E ficou contente por isso.

- Esse lugar é lindo! Você reconstruiu tudo! – exclamou o menor admirado.

- Hai, não poderia deixar um lugar tão bonito ficar destruído. – explicou.

Shun apenas assentiu e começou a caminhar.

- Está feliz? – perguntou o maior depois de alguns momentos em silêncio.

- Muito! Precisava sair um pouco do Santuário, dispersar os pensamentos negativo... Acha que vou superar isso? – perguntou olhando diretamente nas jades do maior.

O poderoso deus ficou surpreso com a pergunta, mas iria responder.

- Sim, porque cada lágrima que derramou será recompensada, porque as pessoas de coração justo sempre serão felizes mesmo depois de momentos ruins. Você vai superar Shun, porque isso é uma lição para toda a sua vida. – finalizou dando um sorriso.

- Obrigado, você tem razão. – agradeceu.

- Não me agradeça, apenas disse a verdade. – disse relaxado.

- Acha que venceremos a guerra? – perguntou mudando de assunto.

- Não sei Shun, mas posso lhe afirmar que farei o melhor possível para ajudar Atena. – declarou com convicção.

- Eu sei que nos ajudará. Posso sentir no meu coração que você realmente mudou. – confessou surpreendendo Hades.

- Confia em mim Shun? – precisava tirar essa dúvida.

O virginiano corou levemente com a pergunta.

- Sim, eu confio em você. – respondeu timidamente.

O deus apenas sorriu.

- Ótimo, não queria que desconfiasse de mim como os outros fazem, não que eu me importe com a opinião dos humanos, mas eu tenho uma exceção, você Shun. – disse enquanto acariciava ternamente o rosto do menor.

O rubor no rosto do Andrômeda aumentou com a intensidade do olhar de Hades, sentia que podia se perder naquelas jades e não se importaria se isso acontecesse. Uma pergunta surgiu em sua mente... estaria sentindo algo pelo Senhor dos Mortos?

Hades percebeu que Shun estava perdido nos pensamentos. Afastou a mão do rosto do virginiano e chamou a atenção dele.

- Shun, está tudo bem? – perguntou

- Hã... estou sim, desculpe, eu me distraí – ficou envergonhado.

- Não se preocupe... venha, vamos nos sentar perto daquela árvore. – guiou o menino até o local indicado.

E como todo cavalheiro, colocou sua capa de seda negra no gramado para que Shun ficasse mais confortável.

O deus contou outras histórias mitológicas a Shun, que ficava maravilhado com as anedotas que o maior contava com seu habitual humor negro. Mas perceberam que estava ficando tarde.

- Vamos, precisamos voltar. – disse Hades.

- Oh! É claro, Ikki já deve estar preocupado e ele vai me dar um sermão. – Shun ficou um pouquinho triste, o tempo passava tão rápido.

Avisaram Pandora que já iriam voltar para o Santuário e disse que deixou instruções para o primeiro Juiz sobre a guerra. A mesma apenas assentiu e disse que teria uma conversa com Shun em particular quando ele voltasse ao Submundo.

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Já de volta ao Santuário, Hades fez questão de deixar Shun no sexto templo, não iria desperdiçar o tempo que ainda lhe restava.

- Aqui o deixo, espero que tenha gostado do passeio.

- Eu gostei muito. – respondeu entusiasmado.

- Que bom, tenha uma boa noite – o imponente homem deu um beijo perto da boca do pequeno para ver o que acontecia.

O Andrômeda ficou surpreso com beijo, mas não fez nenhuma reclamação, pelo contrário, havia gostado.

- Você também. – e entrou no Templo de Virgem.

O que Shun não sabia, era que o poderoso deus do Submundo havia tomado a decisão de conquista-lo, de que iria ajudar a curar o seu coração ferido.

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Dominó City – Japão

Camus e Shaka tinham chegado trinta minutos antes do torneio começar e mesmo assim havia poucos lugares disponíveis e ainda tinha muita gente do lado de fora da arena da Kaibaland. Acharam um pouco estranho o formato da arena, parecia que o dono do parque de diversões era um tanto excêntrico. Estavam procurando pelo jovem egípcio, quando uma aparente “discussão” chamou a atenção deles.

- Ahh Kaiba! Você nunca mais vai me chamar de cachorro! – exclamou um loiro alterado.

- Humpf! Não tenho tempo pra você Wheller, preciso dar início ao Torneio e você está me atrapalhado. – o rapaz de elevada estatura também parecia irritado.

- Já chega Joey, você quer ser desclassificado antes mesmo de duelar? – um outro rapaz de cabelos castanhos escuros segurava o loiro que se chamava Joey.

- Tsc! Já chega, e além disso onde está Yugi e o Faraó? – perguntou friamente.

“Faraó”! Aquilo chamou ainda mais a atenção deles e resolveram se aproximar do grupo de amigos para ouvir melhor a conversa.

- Eles já estão vindo pra cá, parece que tiveram um pequeno problema no caminho... Ah! Ali estão eles! – o garoto de cabelos negros e brinco de dado apontou na direção de dois tricolores que quase pareciam iguais, salvo por alguns detalhes que os diferenciavam.

Assim como o grupo olharam na direção onde o rapaz mostrava, Shaka e Camus também fizeram o mesmo. Ali estava a pessoa que procuravam! O jovem de tez morena e impressionantes olhos cor sangue, completamente vestido de negro e uma pirâmide dourada invertida atada a uma corrente que descansava orgulhosamente no seu bem formado torso, a beleza dele não passou despercebida pelos dois cavaleiros. Devido a aproximação dele, sentiram com clareza a aura obscura que o rodeava, mas pensaram que a fonte dessa aura, seria o Item Milenar.

- Devemos falar com ele agora? – perguntou o indiano ao seu companheiro.

Camus viu que ainda faltava alguns minutos para começar a competição.

- Devemos, ainda temos alguns minutos de sobra e quanto mais rápido resolvermos isso, melhor será para nós. – o francês respondeu já andando na direção do antigo faraó.

Para a sorte deles, o grupo já estava se despedindo do tricolor maior, assim teriam um pouco mais de “privacidade”.

- Yami Mutou? – Camus perguntou ao rapaz que estava de costas pra ele.

- Sim, sou eu. Quem são vocês? – Yami perguntou analisando os dois homens de bela aparência a sua frente.

Por que sentia uma energia diferente dentro deles?

- Meu nome é Camus e este é Shaka, somos historiadores e estamos estudando sobre o Egito Antigo e ficamos sabendo que alguns artefatos egípcios estão aqui nesta cidade, então viemos atrás e fomos informados de que você é dono do Enigma do Milênio, um desses artefatos. – mentiu Camus.

- E o que desejam de mim? – a voz varonil do faraó soava um pouco desconfiada.

- Queremos que você nos deixe estudar seu Enigma, será apenas por uns dias, um mês no máximo. Será bem recompensado. – a voz suave do indiano se fez presente.

A desconfiança de Yami aumentou e se pôs em guarda sutilmente, seu instinto avisava que aquilo era mentira. O que eles queriam na realidade?

- Sinto muito, mas não posso deixar que vocês levem meu Enigma do Milênio. – disse secamente.

Os dois cavaleiros perceberam a pequena mudança na postura do jovem. Não conseguiram convence-lo e isso era um problema. Voltar para o Santuário sem o Item Milenar não era uma opção.

- Pense jovem, sua colaboração será muito importante e será muito bem pago. – Shaka tentaria uma última vez, se caso não der certo, teria que tomar uma drástica atitude.

O tricolor iria responder, mas ouviu a voz de Joey e Yugi lhe chamando.

- Yami, a competição vai começar! – gritou o loiro

- Podemos conversar depois que o evento acabar? – Camus perguntou atraindo mais uma vez a atenção do egípcio.

- Hai. Onde encontro vocês? – iria inventar algo para que os dois homens desistissem da ideia.

- Neste mesmo local. – respondeu o indiano.

- Ok. Vejo vocês mais tarde. – se despediu e foi em direção aos seus amigos.

- Você acha que ele sabe sobre os poderes que há no Enigma do Milênio? – Shaka não parecia muito confiante.

- Não sei, talvez não. Me parece um garoto bem normal. – respondeu o francês andando até a entrada da arena com Shaka ao seu lado.

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- Senhoras e Senhores, hoje essa arena se tornará um campo de batalha onde apenas os mais fortes irão sobreviver, os fracos gritarão de agonia, mas apenas um dará o grito da glória. Que comecem os Duelos! – bradou Kaiba de forma arrogante.

A multidão gritou extasiada. O computador selecionou quem iria lutar com quem, no total, foram formadas 27 chaves, todos os duelos aconteceriam simultaneamente e seriam transmitidos para o mundo inteiro e claro, não passou despercebido para ninguém que o Rei dos Jogos não iria participar das lutas, mas ainda assim todos ficaram entusiasmados com a presença dele.

Horas depois...

Já era quase nove horas da noite, a última partida já estava acontecendo, e como era esperado pela maioria ali, os dois duelistas que tinham chegado na final era Yugi e Joey, o loiro estava com uma vantagem de duzentos pontos de vida, mas sabia que não podia subestimar o pequeno tricolor, ele era tão forte quanto o Faraó. Os dois tinham monstros em cada lado do campo prontos para atacar.

- Vamos Yugi, sei que deve estar escondendo alguma jogada espetacular... Me mostre do que é capaz! – Joey estava muito confiante de que iria vencer.

- Não tenha pressa Joey, aproveite o duelo... Coloco duas cartas viradas para baixo e jogo o Silent Swordsman em modo de ataque e termino minha vez. – Yugi havia preparado uma armadilha para o amigo.

- Já que é assim.... Red Eyes, ataque o Silent Swordsman e acabe com os pontos de vida do Yugi. – Joey ordenou.

O tricolor sorriu.

- Estive esperando esse momento! Carta mágica ativar, Turn Jump! – iria acabar o duelo naquele turno.

- Nani!? – exclamou surpreso, havia pensado que as duas cartas viradas eram monstros.

- Você sabe o que essa carta faz, além de pular o turno de batalha, ele faz com que o Silent Swordsman evolua até quatro níveis! Silent Swordsman ataque o Red Eyes com Silent Sword Level Four! – O duelo já estava decidido.

O Silent havia ficado com 3000 pontos de ataque, com vantagem o suficiente para vencer com facilidade o Dragão de Joey. E assim que o ataque foi concluído, o loiro ficou com apenas 200 pontos de vida.

- Marshmallon, ataque o jogador diretamente!

Havia ganhado. Seu monstro tinha 300 pontos de ataque, o necessário para lhe dar a vitória.

- O duelo acabou! E o vencedor é Yugi Mutou. – Isono finalizou a partida.

O público aplaudiu de pé, havia sido uma partida espetacular.

Do seu lugar privilegiado, Yami olhava os dois com orgulho, observou que os dois melhores amigos duelaram com todo o coração e era isso que importava! Desceu ao lado de Kaiba para o centro da arena para entregar o prêmio e declarar seu Aibou campeão.

- O torneio terminou, Yugi Mutou é o vencedor! Agora chamo até aqui o Rei dos Jogos para entregar o prêmio. – Kaiba entregou o microfone para Yami.

- Quero felicitar a todos que participaram da competição, mesmo que não tenham chegado na final, sei que todos batalharam com todo o coração e isso é o mais importante e espero que todos tenham aprendido alguma coisa nova e que sempre continuem acreditando em suas cartas. – o discurso de Yami foi bastante aplaudido e finalmente entregou o prêmio.

- Parabéns aibou, foi um duelo incrível! E parabéns a você também Joey, sei que deu o melhor de si e pude ver que aprendeu bastante. – felicitou seus dois amigos.

- Obrigado mou hitori no boku! – agradeceu emocionado.

- Haha! Valeu faraó, sei que aprendi muita coisa nesse duelo! – fez o sinal positivo com polegar.

- Ei Joey! Yugi! – gritou o restante dos amigos que vinham correndo na direção deles.

- Turma! E aí? O que acharam do duelo? – apesar de ter perdido, Joey estava feliz de ter lutado com seu amigo.

- Cara, vocês foram demais! – comentou Duke abraçando os dois.

- Concordo, uma jogada melhor do que a outra. – Tristan concordou com Duke.

- Foi muito legal! – disse Tea.

- Hum... Já acabaram de comemorar? Preciso conversar com o Faraó em particular. – Kaiba chegou interrompendo o momento.

- Je! Kaiba sempre de mau humor. – comentou Joey.

- Kaiba, será que pode esperar um momento? – Perguntou Yami.

- Por quê? Vai fazer alguma coisa nesse momento? – Kaiba parecia “enciumado”.

- Hai, dois homens apareceram querendo “estudar” meu Enigma do Milênio e disse que iria falar com eles assim que acabasse o torneio. – explicou dando de ombros.

- Nós vamos com você mou hitore no boku! – Exclamou Yugi.

- É isso aí! Vai que seja alguma roubada. – Joey falou apoiando o tricolor menor.

- Hmpf! Vou com você, já que os advogados estão atrasados e não tenho nada melhor pra fazer. – falou um tanto consternado.

- Advogados? – perguntou Tristan.

- Depois eu explico. – respondeu Yami.

Todos seguiram Yami para encontrar os dois homens.

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Os dois cavaleiros decidiram esperar o egípcio em uma cafeteria que ficava perto da arena de batalhas. Viram que a competição já havia acabado, agora, só restava esperar o rapaz.

- Estou preocupado com o Santuário, não tivemos nenhuma notícia até agora. – Shaka iniciou a conversa.

- Também estou, não sabemos o que está acontecendo lá, mas não podemos fazer nada, estamos presos aqui por enquanto. – Camus estava atento a chegada do Rei dos Jogos.

- Nossa espera valeu a pena, ali vem ele. – o loiro indicou sutilmente na direção onde Yami vinha acompanhado por seus amigos.

- Se ele não aceitar nossa proposta, teremos que contar a verdade. – Camus disse com receio.

- Hum... infelizmente é o certo a fazer. – falou o cavaleiro de virgem com pesar.

- Boa noite! – cumprimentou o tricolor assim que chegou.

O restante do grupo ficou em outra mesa.

- Boa noite, sente-se por favor! – pediu Camus.

- Então, pensou sobre o que nós falamos? – perguntou o loiro depois de tomar um gole de café.

- Pensei... Mas a minha resposta continua sendo não. Talvez não entendam, meu avô me entregou este artefato. Ele é muito importante para mim e não posso deixar que o levem. – não deixaria que ninguém levasse seu Enigma, nem que tivesse que enviá-los para o Domínio das Trevas.

- Sei que deve ter um valor sentimental muito grande para você, mas quero que entenda que estas pesquisas são muito importantes para o Egito. E nos pouparia bastante trabalho se nos ajudasse. – insistiu Camus, estavam ficando sem opções.

- Desculpe, realmente gostaria de ajudar, mas não posso. Tenham uma boa noite. – se levantou elegantemente da cadeira.

Camus e Shaka trocaram olhares, teriam que dizer a verdade, por mais absurda que ela parecesse.

- Espere jovem... se não nos ajudar, o mundo estará correndo um grande perigo! – bradou o cavaleiro de Virgem.

Yami ficou estático!


Notas Finais


Espero que tenham gostado.
Até a próxima.
Beijos de Nutella *-*


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