História Profecia entre Mundos I - Capítulo 7


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Fofo, Romance, Yaoi
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Palavras 613
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Ficção Científica, Lemon, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Saga, Shonen-Ai, Sobrenatural, Suspense, Universo Alternativo, Violência, Yaoi
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Mutilação, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


LEIA AS NOTAS FINAIS, POR FAVOR , OBRIGADA. :)
Essa parte se passa em outro lugar.

Capítulo 7 - Capítulo 7


Capítulo 7

 Estava acontecendo uma reunião na sede do Refúgio Mascarado, ao Sudoeste de Mercenia, nas profundezas mais escuras da Floresta das feras. Reuniões como essa estavam se tornando cada vez menos frequentes, ao ritmo que o líder perdia suas esperanças de retorno.

  O líder estava sentado em seu lugar no centro da gigante mesa de formato circular e feita da madeira de diversas árvores prateadas ao redor da floresta onde estavam. O líder usava um manto de guerra cinza com uma capa negra caindo sobre seus ombros, ao estilo mertariano, um dos reinos de Mercenia. Seu rosto ,que depois da expulsão do Rei, agora sempre ficava oculto por uma meia máscara que escondia suas cicatrizes, ela fazia com que seus olhos cinzas se tornassem vibrantes junto a sua pele clara, mantendo seu longo cabelo negro amarrado a uma faixa cinza que caia junto ao comprimento do rabo de cavalo.

- Não é possível, tem que haver um jeito.- disse o líder.- Já se passaram três anos!

- Já lhe dissemos milhares de vezes!- se irritou mais uma vez a caçadora, que vestia sua malha negra com colete de couro preso com um cinturão onde guardava suas armas, estava com o rosto escondido por uma máscara negra que a cobria do pescoço ao nariz, deixando seus olhos à mostra, especialmente o olho direito que era cego  e cheio de cicatrizes, dando um toque ameaçador. Seus cabelos pretos fugiam do seu capuz, os deixando com aspecto rebelde.- O único capaz de abrir a fenda, sem ser o celeste Rei, foi o Olavo, e ele está morto!

  Os outros máscarados que estavam sentados ao redor da mesa, olhavam para a caçadora e para seu líder, esperando a discurssão que se repetia durante todas as reuniões que faziam, terminar.

- Deve existir alguma maneira, eu preciso voltar!- disse o líder.- Eu deixei minha vida lá!

- Nós já sabemos, você não cansa de dizer sempre a mesma coisa, estamos fazendo o possível.- disse a caçadora apoiando suas mãos na mesa circular.- Olavo te trouxe para nos salvar, mas ele não pensou nas consequências.

- Eu não me arrependo de ter salvo vocês dele. É só que...

- Você sente falta e quer voltar.- compreendeu a caçadora, cruzando os braços e suspirando.

- É isso.- concordou o líder.- Bom, ainda temos que manter a ordem nos reinos de Mercenia. Sombra, os celestes demonstraram alguma reação?

- Não, desde que o Rei foi expulso eles não se moveram.- disse um garoto albino de asas brancas, chifres de marfim e uma longa cauda de plumas. Ele vestia o típico traje longo e branco dos rapinos, povo localizado na região noroeste de Mercenia.

- Parece que eles precisam do Rei para comandá-los, e como não o matamos, eles continuam a existir.- disse o líder pondo sua mão no queixo.- Não iremos confiar tanto em teorias, fique atento.

- Como queira.- respondeu Sombra.

 O líder cruzou os braços e se recostou na cadeira, dizendo em seguida:

- Essa reunião está encerrada, voltem ao seus postos.

 Os cinco que estavam em volta da grande mesa se dispensaram, deixando seu líder sozinho com seus pensamentos naquela grande sala de madeira negra.

 O líder olhou para seu braço direito e suspendeu a manga do seu manto, analisando mais uma vez  seu bracelete que recebera nos últimos dias que estivera em seu mundo, além de que era sua única lembrança dele. O bracelete era de couro e as luzes das tochas nas paredes refletiam um brilho nos pingentes em forma de A e C. Depois de um tempo olhando os detalhes do bracelete em silêncio, ele disse para si:

- Anthony, por favor, esteja bem.


Notas Finais


Sei que foi curto pra caramba.
Eu vou postando até um limite, porque até agora eu só tinha escrito 14 capítulos e sinceramente, essa história está bem longe de acabar.


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