História A Profecia Perdida - Capítulo 11


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Categorias Harry Potter
Personagens Draco Malfoy, Harry Potter, Hermione Granger, Personagens Originais, Ronald Weasley
Tags Aventura, Harry Potter, Personagem Original, Romance, Triângulo Amoroso
Visualizações 86
Palavras 1.252
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Aventura, Magia, Mistério, Romance e Novela
Avisos: Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Spoilers
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


N/A: Oi gentes!! Voltando com mais um capítulo de APP pra vocês!
Não esqueçam de dar a opinião de vocês nos comentários!
:****

Capítulo 11 - Capítulo 11


Fanfic / Fanfiction A Profecia Perdida - Capítulo 11 - Capítulo 11

   Após o encontro de Sarah com Draco em Hogsmeade, poucas coisas mudaram. Os dois continuaram em seu relacionamento torto e, por mais que fosse difícil para ela admitir, havia começado a se afeiçoar ao loiro, que agora a procurava pelos corredores com mais frequência.

   Harry por outro lado, acabou se afastando um pouco de Cho depois de seu dia dos namorados com a oriental não ter sido dos melhores. As aulas de oclumência haviam parado depois que ele acidentalmente conseguiu invadir a mente de Snape.

   Com o tempo vago diminuindo a cada dia, a preocupação da maioria dos alunos do quinto ano se dividia entre uma grande quantidade de deveres diários, estudos para os NOM’s e, reuniões da AD para uns e missões da Brigada Inquisitorial para outros.

  A chegada da primavera trouxe de volta a possibilidade de momentos nos jardins e descanso na beira do lago. Na opinião de Sarah, aquela tarde de abril estava agradável demais para ser desperdiçada. Com isso, a morena sugeriu ao trio que fizessem as lições do dia junto ao lago.

   Tentava explicar para Harry o porquê da pele de baiacu desidratada ser um dos principais ingredientes da poção para desinchar. Estavam tão compenetrados, que não perceberam a aproximação de Pansy Parkinson e Emilia Bulstrode.

— Não basta ser mestiça, ainda se mistura com sangues-ruins e traidores de sangue... – Pansy disse com a sua voz esganiçada — Draco deve ter perdido o juízo.

   Não demorou muito para que a escola inteira ficasse sabendo que Draco Malfoy estava saindo com Sarah Standish. O relacionamento dos dois tinha sido o assunto mais comentado na escola no mês de fevereiro e, teria sido o do mês de março, se Augusto, um aluno do sétimo ano, não tivesse sido pego traindo sua namorada.

   Desde então, ataques de alunos da sonserina eram normais para Sarah, uma vez que, além de ser Grifinória e mestiça, a menina era vista cada vez com mais frequência com o trio de ouro.

   Assim que ouviu as palavras de Pansy, Sarah encarou os amigos como se pedisse desculpas e após pedir licença, foi em direção à outra.

— Algum problema, Parkinson?

— Na verdade, sim. – Respondeu sem rodeios — Gostaria de saber que tipo de magia usou em Draco.

— Acho que esse tipo de baixaria não combina comigo. – Ela disse dando ênfase na última palavra.

— Ele sabe que você está aqui fora grudada no Potter?

— Vai saber quando você for correndo contar, não é?

— Draco merece alguém melhor que você ao lado dele.

— E eu suponho que essa pessoa seja você... – Comentou a morena com os braços cruzados — Olha, se você tem tanta certeza disso, por que não vai dizer a ele? – Indagou despreocupada — Só nos deixe em paz, pois ao contrário de você, eu e meus amigos não somos desocupados. – Concluiu se virando de costas em seguida, voltando a se sentar com os amigos.

— Não sei como você aguenta isso. – Comentou Hermione em voz baixa.

— Eu simplesmente ignoro, dar trela é pior.

— Eu não sei é como você consegue aguentar o Malfoy, isso sim! – Exclamou Rony.

— É tudo uma questão de paciência – Respondeu Sarah — E nesse quesito, eu tenho a paciência de um lufano! – Brincou levando todos as gargalhadas.

(...)

   Os quatro continuaram com seus afazeres a beira do lago. A tarde já passava da metade quando Sarah deixou seu livro de lado para descansar um pouco. Estava ao lado de Harry e observava Rony e Hermione pelo canto do olho. Rony tentava convencer Hermione a copiar a parte final de um de seus deveres, mas tudo que havia conseguido era um imenso sermão sobre responsabilidades.

   Sarah suspirou e deu uma risada discreta enquanto observava os dois. Ao perceber que Harry a olhava curioso, quebrou o silêncio.

— Será que algum dia esses dois vão admitir que se gostam?

— Você também percebeu? – Harry perguntou um pouco surpreso.

— Qualquer um que tenha olhos consegue perceber... Menos esses dois patetas. – Comentou simplesmente.

— Os dois são teimosos, mas espero que um dia tomem uma atitude.

— Eles dois são completamente diferentes... – Disse Sarah calmamente — Mas mesmo assim, eu sei que darão certo.

— Ficar com alguém parecido com você deve ser um pouco tedioso, não acha? – Harry indagou pensativo.

— Acredito que sim... – Ela parou por um instante antes de prosseguir — Mas até onde o diferente não é nocivo? – Indagou mais para si mesma do que para o amigo.

   Antes que pudessem continuar com o assunto, foram interrompidos por um primeiranista da Corvinal.

— Com licença... – Ele começou um pouco incerto — Você é a Srta. Standish?

— Ah... Sim, eu mesma. – Sarah respondeu sem entender.

— Me pediram pra te entregar isto. – O menino disse ao entregar um pequeno pedaço de pergaminho a ela. Não deu chance a Sarah de falar alguma coisa, apenas se retirou.

Sarah abriu o pergaminho e deu um longo suspiro. Não percebeu que Harry a encarava com a cara fechada, já sabia de quem era o bilhete.

— Vou ter que ir agora. – Disse se levantando e tirando os pedaços de grama de seu uniforme — Vejo vocês mais tarde. – Despediu-se deixando os jardins e deixando os amigos para trás.

(...)

   Quando Sarah chegou à torre de astronomia o sol já começava a se pôr. Parou por um segundo e observou Draco, que ainda não havia percebido sua presença por estar de costas. Pensou na conversa breve que teve com Harry.

   Ela sabia que era diferente de Draco, mas não conseguia medir o quanto. Por mais que estivessem se vendo há quase três meses, o pouco que sabia sobre ele, era o que todos os estudantes de Hogwarts conheciam, o que a deixava levemente frustrada.

— Queria me ver? – Perguntou fazendo com que ele percebesse sua presença.

— Sim, queria. – Respondeu ele sem se aproximar.

— Então, o que quer falar comigo? – Ela incentivou, embora já imaginasse o assunto.

Sarah encarou o loiro, que se mantinha impassível. Ela tentava decifrar a expressão no rosto do rapaz, tentava adivinhar o que se passava em sua mente, mas simplesmente não conseguia. Por fim, resolveu tentar a sorte.

— Pansy foi falar com você, não é?

— Claro que foi. – Respondeu prontamente — Ela não conseguiria manter a boca fechada nem que sua vida dependesse disso.

— Percebi. – Disse ela em meio a um suspiro.

— Acredito que o Potter já tenha aconselhado você a se afastar de mim... Afinal, vocês vivem juntos agora - Disse cuspindo as palavras.

— Ah, então a conversa é sobre ele? – Indagou confusa — O que é, está com ciúmes, é isso?

— Eu? Com ciúmes do Testa Rachada? – Indagou rindo pelo nariz — Eu sou Draco Malfoy, não sinto ciúmes de ninguém.

— Pois devia. – Comentou Sarah — Confiança em excesso não é lá muito bom.

— Você ouviu o que eu acabei de dizer? Eu sou Draco Malfoy.

— Me pergunto o que isso significa. – Disse a morena com uma pontada de aborrecimento.

— Significa que eu sou rico, bonito e inteligente, por isso não preciso sentir ciúmes de ninguém. – Respondeu convencido.

— E você realmente acha que ser apenas rico, bonito e inteligente é algo bom? – Indagou Sarah totalmente descrente.

— O que quer dizer, Standish?

— Estou dizendo que, se ficar se escondendo atrás dessa imagem que os outros fazem de você... – Ela respirou fundo antes de prosseguir — Nunca vai conseguir se relacionar de verdade com ninguém.

— E quem disse a você que eu quero algo assim? – Questionou o loiro com um sorriso torto.

— Ninguém. – Disse ela prontamente — Eu só me recuso a acreditar que você seja apenas o que demonstra pra todo mundo. – Afirmou enquanto dava as costas para o loiro e o deixava sozinho na torre de astronomia.



 


Notas Finais


N/A: Espero que tenham gostado! Nos vemos no próximo!
:****


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