História A Proposal - Capítulo 4


Escrita por: ~

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Categorias Fifth Harmony
Personagens Ally Brooke, Camila Cabello, Dinah Jane Hansen, Lauren Jauregui, Normani Hamilton, Personagens Originais
Exibições 195
Palavras 3.081
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ficção, Romance e Novela
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Oiii, meus amores!
De 3 em 3 dias vou está postando, mas claro que posso postar antes algumas vezes.
Bora para o capítulo...
Boa leitura!

Capítulo 4 - Coincidências ou Destino?



Lauren estava estática olhando para a latina parada em sua frente.

"Ela não. Ela não. Ela não..." essas mesmas palavras martelavam na cabeça da morena. Uma enorme vontade de sair correndo dalí, bateu na de olhos verdes.

Camila à fitava preocupada ao mesmo tempo curiosa, e Dinah com a testa franzida.

— Moça, você está bem? — Camila perguntou, se aproximando de Lauren que só à olhava. — Vem, senta-se. — A latina puxou uma cadeira, e Lauren se sentou. A morena já nem tinha controle sobre suas ações naquele momento.

— O gato comeu sua língua? — Dinah perguntou, recebendo um olhar repreendendor da amiga.

— Dinah, por favor... Pega um copo de água. — A loira fez o que Camila pediu, olhando um tanto desconfiada para Lauren. — Você está bem?

"Não, nada estava bem. Com tanta pessoa no mundo para ser a prima de Keana, tinha que ser logo a garota gentil que lhe dera a flor..." pensava Lauren.

— E-Estou... é... preciso ir. — Lauren se levantou da cadeira.

— Você entra aqui, passa mal do nada só de olhar para Camila e vai embora assim? — Dinah questionou. Ela não estava entendendo a morena estranha em sua frente.

— Desculpa! Minha pressão caiu. Volto outra hora.

— Volte sempre que quiser. — Camila falou gentil, sorrindo para Lauren.

— Por mim, essa maluca pode ir e nunca mais voltar. — Dinah murmurou mais para si mesma, mas Lauren pôde escutar um pouco.

— Sim, voltarei. Desculpa o incômodo.

— O que é isso, você não precisa pedir descul... — Camila começara a falar, mas foi interrompida por Dinah.

— Está desculpada. Passe bem. — A loira falou com um olhar de poucos amigos para Lauren, que encolheu os ombros, saindo às pressas dalí. — Eu em... Maluca. — Camila chegou até a porta, acompanhando Lauren com olhar, até a mesma virar à esquina, suspirando e se virando em direção à amiga, lhe fuzilando com o olhar.

— Dinah, o que deu em você?

— Não fui com a cara dela.

— Mas você nem conhece ela.

— E você conhece?

— Se não tivesse assustado ela, eu teria tido a oportunidade. Poxa, Dinah, eu pensei que nunca mais à veria depois daquele hospital. Aí por coinci...

— Como assim hospital?

— Ela é a mulher dos olhos verdes. Dinah, tem noção? Nunca mais vou vê-la de novo.

— Oh... desculpa aí, Chancho. Mas tipo, se ela interessou por você, ela voltará.

— Duvido. Mas deixa pra lá.

— Eu não gostei dela de qualquer maneira. Você viu a expressão dela? Parecia com medo.

— Também com o jeito que você olhava para ela.

— Não. Ela parecia esconder coisas. — Camila balançou a cabeça negativamente, dando de ombros, indo mexer em seu notebook, enquanto Dinah estava concentrada em seus pensamentos.

Enquanto isso...

Lauren dava umas voltas, pensando em várias coisas ao mesmo tempo, chegando a conclusão de o quanto a sua vida é uma vida filha da puta. Matar alguém... a morena sabia que se fizesse aquilo mesmo, nunca mais dormiria bem com a consciência pesada.

Camila. Camila. Camila... Ela parecia tão doce e encantadora. Não tinha cara de quem se importava com heranças e essa merda toda. Lauren tinha uma leve certeza que Keana não quer matá-la pelo simples fato de dividir um dinheiro com a prima, afinal, a mulher podia negociar com a outra. Ela queria saber verdadeiro motivo.

E falando nela... havia mandando uma mensagem, perguntando se estava dando certo. Se Lauren conseguira uma aproximação.

"Droga..." pensou a morena.

Ela precisava falar pra Keana tudo o que houve depois. Se ela contar que simplesmente fugiu, a mulher ficaria puta. Ela precisava dar um jeito. Voltar lá, talvez. Mas tinha a amiga de Camila. Lauren sabia que a mulher não gostara nada dela. É o que dizem sobre o sexto sentindo feminino. E a loira estava certa. A morena não estava lá com boas intenções.

Lauren respirou fundo... Desisto ou não desisto? A partir de agora entra uma nova Lauren, como Keana falou.

Lauren deu meia volta, e retomou o caminho de volta para a floricultura.

Assim que adentrou o local, Camila parecia sozinha, estava atendendo um rapaz. Dinah havia saído para fazer uma entrega.

Camila olhou para Lauren e abriu um largo sorriso ao ver que a mulher havia voltado. Mas a voz de sua amiga ecoou em sua mente.

"Cuidado com quem entra aqui, Chancho."

Lauren sorriu de lado para Camila e começou à olhar algumas flores enquanto a latina terminava de atender o cliente.

Alguns minutos depois, Camila parou ao lado de Lauren que olhava algumas espécies de orquídeas.

— Gosta de orquídeas? — A latina quebrou o silêncio, até confortável, entre elas.

— Não entendo muito de flores. É... obrigada novamente pela flor.

— Oh, não tem o que agradecer. Eu gosto de colocar nem que seja um sorriso ou um brilho de alegria nos olhos das pessoas. — Lauren queria não gostar da mulher à sua frente, não ir com sua cara, ou coisa do tipo, mas à cada palavra que saia de sua boca, e que boca... Lauren só encantava mais pela latina.

"Isso não está certo. Acorda nova Lauren, vamos lá..."

— Isso é muito bonito da sua parte.

— Achava que nunca à veria novamente.

— Eu também não. — Lauren olhou nos olhos amendoados de Camila, se sentindo fraquejar novamente.

"Infelizmente você é quem eu não gostaria quem fosse." Lauren pensava.

— Coincidência ou destino? — Camila perguntou mais para si mesma.

— Você acredita em destino?

— Sim, eu acredito. Acho que todos nós temos um. Você não?

— Não. Acredito em coincidências. A vida nos prega algumas peças.

— Isso é verdade. Mas é assim mesmo. — Lauren sorriu de lado. Camila à olhava. — Estamos aqui à um tempo e ainda não sei o seu nome.

— Lauren. Meu nome é Lauren.

— Bonito! O meu é Camila. Karla Camila.

— Karla e Camila... sexy e fofo. — Lauren falou e sorriu largamente.

— Você tem um sorriso lindo. — Camila falou e mordeu o lábio inferior. Lauren corou levemente.

— Obrigada! O seu não fica pra trás. Lindo! — Lauren estava se vendo perdida naquele sorriso. E agradeceu aos céus por seu celular começar a tocar.

A imagem de sua irmã piscava na tela. Lauren logo atendeu.

"Oi, TayTay!" — Camila se afastou um pouco para lhe dar privacidade.

"Laur, Louis está chorando muito pra tomar o remédio. Não quer que eu dê a ele." Lauren pôde ouvir o choro do filho.

"Tay, passa o celular para ele."

"Okay. Louis, sua mama está no celular, fala com ela..."

"Mama..." Sua voz de choro estava perceptível.

"Oi, meu bebê. Tia Tay disse que você não quer tomar o remédio."

"Não quelo, mama."

"Mas você tem que tomar, filho. Escuta, a mama vai pra casa daqui a pouco. Se você tomar o remédio direitinho, eu vou te levar um doce. Que tal?" — Camila ouvia Lauren falando com a voz toda dengosa, com um sorriso bobo nos lábios.

"Sim, mama." — O pequeno ficou animado.

"Então, ótimo. A mama ama você, bebê! Até daqui a pouco." — Lauren desligou o celular logo em seguida. Olhou para Camila que ainda à encarava encantada.

— Então você tem um filho? — O sorriso de Lauren se alargou.

— Sim. Meu tesourinho. Ele tem três aninhos.

— Achei tão lindo o jeito de conversar com ele.

— As vezes Louis é manhoso. Mas meu filho é coisa mais linda e doce que possa existir. — Lauren falava com orgulho.

— Seu marido deve se orgulhar também. — A latina comentou.

— Não tenho marido. O pai do meu filho morreu sem nem saber que teria um filho.

— Oh, eu sinto muito, Lauren.

— Tudo bem. Já faz tempo.

— Meu sonho é ter um filho, mas nem ao menos o amor da minha vida eu achei ainda.

— Você pode ter um filho sem outra pessoa.

— Eu sei, mas iria querer a família completa. Eu quero uma mulher, e fazer dela minha esposa, entende? — Lauren não estava surpresa por Camila dizer que quer uma mulher, ela até ficaria se já não soubesse.

— Eu compreendo. Uma família é importante. — Camila assentiu. — Minha mãe, minha irmã e meu filho são tudo que eu tenho. Faço qualquer coisa por eles.

— Eu entendo você perfeitamente. Eu tenho minhas melhores amigas e sei que sem elas eu não sei viu... Elas me mantêm firme aqui. Meu avô está doente e só de imaginar que ele pode morrer, eu já me desespero. Ele é meu pai, minha mãe e meu avô numa mesma pessoa. — Os olhos de Camila marejaram. — Estou custando suportar a ideia de que posso perdê-lo. Eu tenho uma prima, mas ela me odeia sem motivos convincentes. — O coração de Lauren apertou nesse exato momento. — Tudo que ela quer é a herança. Parece até que torce para que meu avô morra. Deseja a morte do próprio avô.

— Ela é realmente uma víbora. — E Lauren também estava se sentindo assim.

— Não vamos falar dela. Não quero estragar meu dia. — Camila começou à fitar Lauren. — Me fala mais de você.

— Não tenho muito o que contar. Vamos falar de coisas alegres.

— Tipo o seu sorriso? — O rosto de Lauren corou violentamente. — Seu sorriso é tão lindo que me deixa alegre.

— Isso foi uma cantada? — Lauren levantou uma sobrancelha, olhando divertida para a latina.

— Digamos que poderia ser.

— Você é boa. — Elas riram, e depois ficou um silêncio. — Err... eu preciso ir.

— Não vai querer comprar nada?

— Poderia ser uma rosa laranja? — Lauren sorriu, fazendo Camila morder seu lábio inferior.

— Claro. — A latina foi até onde se encontrava às belas rosas, pegando uma e entregando à Lauren.

— É quantos?

— Não precisa me pagar por ela.

— Eu faço questão, Camila.

— E eu faço questão que você aceite. — Camila se aproximou mais de Lauren, ficando a alguns centímetros uma da outra. Lauren engoliu em seco por tanta aproximação.

Camila enfiou a pequena rosa atrás da orelha de Lauren, entre algumas mechas do cabelo da morena. Lauren à fitava admirada.

— Linda!

— Obrigada! Preciso ir.

— Irá voltar? — Camila havia adorado a companhia da dos olhos verdes.

— Talvez.

— Err... me dá o seu número? — Camila estendeu seu celular na direção de Lauren, que pegou o aparelho e digitou seu número. — Posso te ligar?

— Pode. — Camila sorriu, depositando um beijo demorado na bochecha de Lauren.

— Até mais.

— Até. — Lauren sorriu uma última vez, se retirando dalí. Suspirando assim que saiu. Seu coração palpitava no peito. Camila Cabello era uma mulher incrível.

Lauren estava pensando se conseguiria matá-la... Ela precisava de um tempo.

Depois de uns cinco minutos que saiu da floricultura, seu celular começou a tocar. Número desconhecido. Lauren já imaginava que seria ela...
 

"Alô?"

"Oi!" — A voz doce de Camila soou do outro lado. — "Ligando só para ter certeza que é seu número mesmo."

"Achou que iria te passar a perna?" — A morena questionou rindo.

"Vai saber. Mas que bom que não mentiu. Te ligarei depois. Tenha uma ótima tarde, Lauren. Até mais. Beijos!

"Desejo o mesmo. Até. Beijos!"



As duas mulheres encerraram a ligação. Lauren fitava o celular com uma expressão confusa, e Camila sorridente.

Lauren acabou se lembrando que tinha que responder a mensagem de Keana, porém a mesma ligava pra ela naquele exato momento.

"Lauren, deu tudo certo? Conseguiu se aproximar dela?"

"Sim, Keana."

"Ela caiu na sua lábia?" — Lauren revirou os olhos.

"Eu não sei."

"Como não sabe?"

"Por favor, Keana. Só conversei com ela uma vez."

"A primeira vez que conversei com você, fomos para cama."

"Porque ela não é uma idiota que nem eu." — Lauren falou e desligou o celular na cara da mulher. Que soltava fogo pelas ventas.

A morena foi para o ponto de ônibus, e alí esperou pelo mesmo. Chegou em casa bem na hora do almoço. Taylor chegou da escola junto na mesma hora, entrando as duas juntas em casa.

— Como foi na escola? — Lauren perguntou.

— Foi tranquilo.

— Não está tendo nenhum crush não? — Taylor abaixou a cabeça, mordendo o lábio, segurando Lauren, à parando antes de entrarem dentro de casa.

— Não. Laur, estou atraída por uma garota. — Lauren ficou surpresa, mas feliz. — Você acha errado?

— De maneira alguma, TayTay. Não é errado. Você tem o direito de gostar de quem você quiser. — Ela sorriu.

— Obrigada, Laur. — Lauren abraçou a irmã e assim foram para dentro de casa.

Clara tentava fazer Louis comer e largar um pouco o seu brinquedo.

— Lou, deixa o Bob um pouquinho e come.

— Ele tá com fome, vovó.

— Ele é um brinquedo, amor. Não tem fome, mas você precisa comer. — Clara pegou a pelúcia de seu neto e colocou na mesa ao seu lado. — Ele vai ficar olhando você comer.

Lauren olhava a cena admirada. Taylor havia ido até seu quarto trocar de roupa.

— Cheguei... — Lauren falou, adentrando a cozinha.

— Mamaaa... — Louis desceu da cadeira que estava sentado, correu até sua mãe com os bracinhos abertos. Lauren o pegou no colo.

— Oi, meu pequeno. — Lauren o encheu de beijos, fazendo ele rir sapeca.

— Resolveu às coisas que tinha para resolver, filha? — Clara perguntou, colocando mais dois pratos sobre a mesa e talheres.

— Sim, mamãe. Agora eu tenho a tarde inteirinha para aproveitar com o meu bebê. — A morena depositou um beijo na testa do filho, passando a mão em seus cabelos.

Ela se sentou, com Louis em seu colo.

— Dá aviãozinho, mama... — O pequeno pediu. Lauren pegou um pouco de arroz e feijão...

— O aviãozinho vai pousar, Lou. Abre a boquinha... — O pequeno abriu a boca, recebendo a comida, sorrindo enquanto mastigava o alimento.

— De novo, mama. — Ele bateu as mãozinhas, divertido. E assim Lauren fez várias vezes.

[...]

Depois de alimentar o filho, e se alimentar. Ela decidiu dá uma volta no parquinho com seu pequeno, aproveitar o máximo, pois ela nunca tinha tempo. Louis ficou super animado.

Ela decidiu colocar uma blusa de frio no pequeno, pois o tempo havia esfriado.

— Dos minions, mama. — O pequeno pediu animado. Lauren pegou a blusa, e o vestiu.

— Vamos, bebê. — Lauren o pegou no colo, indo para a sala. — Mamãe, já vamos.

— Preparei um lanche pra vocês. Coloquei banana também, porque sei que Louis ama. — Ele bateu palminhas.

— Obrigada, mamãe. Lou, dá um beijo na vovó. — Ele depositou um beijo na bochecha de Clara e logo em seguida mãe e filho saíram.

[...]

Enquanto isso...

Camila e Dinah terminavam de comer as pizzas que elas haviam pedido.

— Isso estava uma delícia. — A latina comentou, bebericando um pouco de coca.

— Você comeu quase tudo, sua bunduda. A comida deve descer toda para sua bunda. — Camila deu um tapa no ombro da amiga.

— Pizza é a melhor coisa do mundo.

— Pensei que fosse mulher?

— Também. — Elas riram. — Agora, tenho uma entrega pra fazer próxima ao parque.

— Vai lá. Ficarei de olho aqui.

— Ok! — Camila depositou um beijo na bochecha de Dinah, e foi arrumar às coisas.

Depois de alguns minutos, ela chegou no local. Era em frente a pracinha, onde havia várias crianças brincando, e os pais atrás. Camila deu uma olhada no movimento, mas depois entrou no local da entrega.

Assim que saiu, ela entrou em seu carro, antes de dar ré, seu olhar foi novamente para a praça, onde ela viu uma silhueta conhecida. Forçou mais a visão, e pôde reconhecer Lauren no meio daquelas pessoas. A mulher ria, enquanto balançava o filho no balanço.

Camila mordeu o lábio, sorrindo, saiu do carro, indo em direção à morena.

— Acho que nossos encontros não estão sendo coincidências. — A latina falou, chamando a atenção de Lauren. A morena sorriu de lado.

— Talvez eu comece à acreditar em destino. — Lauren falou sorrindo.

— Quem é ela, mama? — Louis perguntou curioso.

— Uma amiga, filho.

— Então esse é seu filho?! Ele é lindo, que nem você. — Lauren ficou corada mais uma vez com um comentário da latina. Já estava sendo normal isso acontecer.

Camila agachou para ficar da altura de Louis, que já havia saido do balanço.

— Meu nome é Louis, mas pode me chamar de Lou. — O pequeno estendeu a pequena mãozinha educadamente, fazendo Camila sorrir ainda mais encantada.

— O meu é Camila, mas você pode me chamar de Mila. — Camila apertou sua mãozinha, depositando um beijo em sua bochechinha gordinha. — Seu filho é encantador. — Camila ficou de pé, olhando para Lauren que sorria.

— O que faz por aqui?

— Vim fazer uma entrega aqui perto. — Camila falou sorrindo.

As duas trocavam olhares, até que o pequeno puxando a barra da calça jeans de Camila lhes chamam atenção.

— Mila, vai na gangorra comigo? — Louis pediu com os olhinhos suplicantes.

— Filho, a Camila vai se sujar, é melhor não. — Lauren adverte.

— Não se preocupe com isso, Lauren. Eu brinco sim, Lou. Vamos... — Ela pegou em sua mãozinha e eles saíram correndo até o brinquedo.

Camila parecia uma criança, enquanto brincava com o pequeno que gargalhava o tempo inteiro. Lauren observava tudo com um sorriso no rosto, ao mesmo tempo que com o coração apertado. Camila continuava se mostrando uma pessoa maravilhosa.

Depois de brincarem, os três decidiram dar uma volta.
Lauren resolveu se sentar um pouco em um dos bancos vazios, com Louis em seu colo e Camila ao seu lado.

Elas conversaram algumas coisas aleatórias... Louis tinha seu olhar fissurado em um vendedor de algodão doce, não precisamente no algodão, mas nos balões em formato de alguns personagens de desenhos que o mesmo vendia. Lauren havia percebido, assim como Camila.

A latina se levantou, fazendo Lauren à olhar confusa, e pegou Louis no colo.

— Você quer algodão doce, pequeno? — Ela perguntou.

— Sim sim... — Ele respondeu com um enorme sorriso nos lábios, e os olhos brilhando.

A latina caminhou com Louis até o homem.

— Senhor, um algodão doce por favor. E... Louis, quais dos balões você quer? — Os olhinhos do pequeno brilharam ainda mais.

— Do minion, Mila. — Ele se balançava todo contente.

— Eu também adoro os minions, sabia?! — Camila fez cosquinhas em sua barriguinha, fazendo o pequeno gargalhar.

O homem entregou ao Louis o algodão e amarrou levemente a cordinha do balão em seu pulso, para que o pequeno não o deixasse ir embora. O sorriso não saia de seus lábios. Camila pagou o senhor, e voltaram até Lauren, que à olhava com o coração aquecido no peito.

— Mila comprou pra mim, mama. Ela comprou pra mim. Obrigada, Mila! — Depois de depositar um beijo na bochecha de Camila, a latina o colocou no chão, que pulava animado.

— Camila, eu... nem sei como agradecer.

— Não tem que agradecer, Lauren. Seu filho é adorável. Eu amei conhecê-lo. Ver esse sorriso em seus lábios, me fez tão bem. Imagino como maravilhosa deve ser a sensação de ser mãe.

— Eu amei sua companhia. — Lauren confessou.

— Essa foi a melhor tarde que passei em minha vida! — Camila disse sincera, olhando nos olhos de Lauren e depois para Louis, que comia e brincava ao mesmo tempo...


Notas Finais


É isso aí... espero que tenham gostado! Comentem o que acharam...
Bjss*-*


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