História A Proposta - Capítulo 8


Escrita por: ~

Postado
Categorias Eliane Giardini
Personagens Eliane Giardini
Exibições 47
Palavras 866
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Famí­lia, Festa, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 8 - Relembrando o passado


Narrado por Fabiana

Acordei ainda estava nos braços do Marcelo, logo me despertei totalmente do meu sono e me levantei, sentei em minha cama.

Comecei a me lembra quando eu tinha 14 anos de idade. Eu era uma adolescente normal, morava com meus pais minha mãe meu irmão e minha irmã. Morava no interior de Brasília. Minha cidade é bem pequena todo mundo Conhecia todo mundo. Meus pais tinha muita amizade todos tinham acesso em meu lar.

Nessa noite meus pais haviam feito um churrasco em minha casa e estavam todos seus amigos e amigas meu pai bebeu todas minha mãe logo quando a festa acabou ela fechou a porta me lembro que ela procurou pela chave da porta, mais não encontrou então ela apenas fechou a porta dos fundos. Meu pai estava muito bêbado ele deitou no sofá e ali apagou. Me deitei na cama da minha mãe e ali dormi com ela.

Era madrugada, acordei com desespero mais não podia gritar uma mão tampou minha boca e me pegou pelo colo não deu pra ver quem era. Eu sentia muito medo e pavor. Vim meu pai deitado no sofá mais não podia gritar estava imobilizada. Eu queria muito pedi socorro mais não dava.

Esse cara me jogou em seu carro e me amarrou atrás, olhei para ele e é era o amigo do meu pai. Emanuel nunca me esqueço dele.

Ele me mandou calar a boca se não ele iria me matar,vi que és pele pegou uma estrada de uma fazê da que eu não conhecia.

Chegando lá ele me tirou de dentro do carro me mostrou sua espingarda e disse que se eu reagisse ele me mataria assim eu não ia gritar nunca mais. Ele tirou seu membro nojento pra fora e ordenou que eu o chupasse. Foi o que fiz eu chupei. Senti ânsia de vômito, logo ele me mandou tirar toda minha roupa. Eu implorava para ele não fazer nada comigo. Eu chorava e pedia enquanto ficava nua. - por favor não faça isso eu sou virgem. Eu emplorava para ele. Mais aquele sebuso estava me olhando com muita sede. Quando fiquei nua ele me jogou no chão e subiu em cima de mim. Eu senti a pior dor da minha vida, achei que iria morrer de tanta dor. Comecei a ficar tonta e senti sangue escorrendo entre minhas pernas. Parecia que estava me enfiando uma faca em minha intimidade. Eu gritava tão alto que nem percebia. Ele me usou até gozá dentro de mim. Quando terminou e saiu de cima ele pegou um banco acendeu um cigarro  e se acentou em minha frente.

Eu não tinha força pra chorar estava imobilizada e não parava de sangrar. Ele ficou me observando. Após horas ele veio em minha direção novamente e me pegou de quatro. Mentalmente eu gritava. Ele me penetrou em minha bunda  sem dó nem piedade. A essa hora já era 12:00, ele me usou muito tempo. Desde de 06:00 da manhã estava sobre o domínio dele. Pois saímos da cidade era madrugada quando chegamos na fazenda era 6:00 da manhã. Após me abusar ele me mandou vesti meu vestido. Com muito custo eu vesti ele é minha calcinha. Ele continuava sentado na cadeira.

 - olha preste atenção, eu vou te dar uma chance de sair daqui livre, tá vendo aquela cerca ali? Eu vou te esperar você chegar até lá Quando você chegar lá, eu vou correr atrás de você se você consegui se livrar fica viva se eu te pegar você morre. Ande ! Saia agora !.

Eu sai andando com muita dificuldade,tentei correr mais todo dentro de mim doía.  Quando finalmente cheguei no local ele se levantou com a espingarda e veio correndo.

Não sei como tive força pra correr mais corri, e foi em vão pois ele me alcançou eu cai no chão ele mirou em meu coração e disparou um tiro. 

Mais nesse instante a camionete do meu ti veio em nossa direção ele saiu correndo minha mãe desceu da camionete para me socorrer e quando ela me alcançou eu desmaiei.

Quando dei por mim estava no hospital. O médico havia me custará do pois ele me rasgou toda, o dr também retirou a bala que pra minha sorte ou azar pegou perto do coração.

O cretino foi morto pelo meu tio que não teve piedade dele, depois de dias naquele hospital eu voltei as aulas e prometi pra mim mesma que nunca mais homem nenhum me tocaria. Eu me formei, hoje sou quem eu sou por meus esforços mais nenhum homem nunca me tocou novamente.

Eu só amo minha família, não sinto amor por ninguém, pelo contrário tenho ódio de todo e de todos.

Após relembrar tudo isso, me levantei e fui tomar meu banho pois teria que ir trabalhar.

Sai do meu banho e Marcelo não estava  mais na cama, melhor assim se não teria que o espulsar de lá. 

Me arrumei calmamente, passei um baton vermelho escuro, vesti um vestido preto até o joelho calcei meu salto e peguei minha bolsa quando cheguei na sala Marcelo já estava lá.  

- vamos logo que hoje temos muito o que fazer. Falei passando por ele e sentindo seu perfume exalando a sala. Ele apenas se levantou e me seguiu.



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