História A Proposta - Capítulo 12


Escrita por: ~ e ~LuCardoso

Postado
Categorias Sou Luna
Personagens Luna Valente, Matteo
Tags Realidade Alternativa, Romance, Sexo, Sou Luna
Visualizações 240
Palavras 3.279
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Olá pessoinhas!!! Desculpem a demora, mas você sabem que minha rotina diária é osso, e com as aulas na faculdade e estágio, to ficando exausta. Porem, nem que só poste uma vez na semana eu vou postar... Chega de papo e bora ao capítulo que tá show *--* Bjs e boa leitura!!!

Capítulo 12 - Capítulo 11


Luna dormia tranquilamente enroscada em meu corpo. Já tinha amanhecido e eu estava acordado há um tempo olhando-a, a noite tinha sido intensa e maravilhosa, estar com ela é tão incrível, amá-la me completa de uma forma tão inexplicável que me assusta, mesmo no começo do meu namoro com a Fernanda quando eu achava que a amava não me sentia assim, Luna realmente me completa e me fascina, se eu tinha uma quedinha por ela antes agora estou loucamente apaixonado, e é mais do que só paixão... É amor!

Eu amo o jeito que ela sorri, tímida ou maliciosa quando estamos nos amando, o jeito como morde os lábios quando está nervosa, o jeito como ela me toca, amo seu corpo, seus beijos, seu cheiro, seu sabor... Eu amo essa mulher e apesar do modo confuso como começamos nosso relacionamento eu farei de tudo para sempre tê-la ao meu lado.

Fiquei aliviado quando Miguel nos apoiou e mesmo sabendo que teremos que enfrentar Lili, Vinicio, além de Nina e Fernanda, eu nunca estive tão feliz.

Eu tinha que levantar, Simón estava me esperando na oficina onde tínhamos algumas coisas para ajeitar já que queríamos abri-la nos próximos dias, mas era tão gostoso ficar ali na cama, com Luna em meus braços que me aconcheguei mais em seu corpo e beijei seu pescoço, nós ainda estávamos nus e só com uma coberta sobre nossos corpos.

Não resisti e continuei beijando seu pescoço até que ela se remexeu e abriu os olhos lentamente me olhando.

-Tão gostoso acordar assim. – sua voz estava rouca de sono, seus cabelos bagunçados e os lábios ainda vermelhos e um pouco inchados de todos nossos beijos deixando ela ainda mais irresistível.

-É gostoso acordar com você tão perto de mim. – sorri colando ainda mais nossos corpos.

Ela riu afundando o rosto no meu pescoço e me beijando.

-Mas antes que eu fique ainda mais animadinho é melhor me levantar, tenho que trabalhar. – mesmo muito contrariado me afastei dela.

-Tudo bem. – ela fez um muxoxo e agarrei sua cintura beijando seus lábios.

-Você me enlouquece. – me levantei e ela gargalhou enquanto fui praticamente correndo para o banheiro ou eu não conseguiria sair daquela cama tão cedo.

Tomei um banho e fiz minha higiene calmamente, quando voltei para o quarto enrolado em uma toalha Luna estava terminando de arrumar a cama.

-Você vai trabalhar o dia inteiro hoje amor? – ela perguntou distraidamente ajeitando os travesseiros na cama e eu parei olhando-a.

Pode parecer bobo, mas ouvi-la me chamando de amor, enquanto estava ali toda linda com uma camisola arrumando nossa cama, fez meu coração disparar.

-Matteo? – ela se virou para mim quando eu não respondi.

-Eu devo trabalhar até de tardinha, meu amor. – me aproximei dela abraçando seu corpo e beijando seus lábios docemente.

Ela sorriu e corou um pouco, mas manteve os olhos fixos nos meus.

-Vem almoçar em casa?

-Não sei, vou tentar, mas eu ligo avisando ok?! – acariciei seu rosto e ela assentiu.

-Ta... Sabe, eu tenho que arrumar um emprego. – ela se afastou indo pegar suas roupas e eu fiz o mesmo começando a me arrumar. 

-Não precisa se preocupar com isso agora.

-Eu sei, mas vou tentar arrumar alguma coisa, não posso ficar aqui sem fazer nada e sem ajudar também. – ela deu de ombros.

-Faça como você preferir, mas não precisa se apressar com isso ok?! Acho que temos outras coisas para ir resolvendo antes. – terminei de vestir minha blusa e me sentei na beira da cama para calçar meus sapatos.

Luna se aproximou com uma muda de roupas nas mãos e assentiu.

-É, ainda tem Vinicio e minha mãe né?! – ela fez uma careta.

-E Nina e Fernanda... – imitei sua careta e ela riu me beijando.

-Vou tomar um banho, me espera antes de sair pra gente tomar café juntos?

-Claro. – sorri e ela foi para o banheiro.

Terminei de me arrumar e fui para a cozinha, meu pai estava saindo.

-Bom dia pai.

-Bom dia filho, cadê a Luna?

-No banho... Eu vou para a oficina, e onde está a Flor? – ele já tinha feito café e eu me servi.

-Não voltou ainda, deve estar na casa do Gastón. – ele revirou os olhos.

-Ela foi dormir lá ontem mesmo. – ri.

-Eu vou sair, agora que estou de férias lá dos  Valente uns vizinhos pediram para eu cuidar dos jardins deles e depois vou ver um jogo, não venho almoçar em casa.

-Não consegue parar quieto né?! – brinquei e ele revirou os olhos saindo de casa.

Arrumei a mesa com o que tinha por ali para um bom café da manhã e estava me sentando quando Luna entrou na cozinha, os cabelos molhados pelo banho.

-Vem cá. – estiquei a mão e ela veio sorridente e se sentou em meu colo.

-Não tem mais ninguém em casa? – ela perguntou enquanto começávamos a comer.

-Não, meu pai acabou de sair e Flor ainda não chegou na casa do Gastón... Mas fique a vontade ok?! Essa casa é sua também agora, minha irmã não deve demorar muito.

-Tudo bem, não se preocupe.

Terminamos nosso café da manhã e eu a ajudei a arrumar a cozinha, depois ela foi comigo até meu carro, infelizmente eu tinha mesmo que ir para a oficina, eu adorava ficar lá, mas daria tudo para ficar mais tempo ao lado da minha mulher agora.

-Eu queria muito ficar aqui com você. – puxei ela colando nossos corpos e beijei seu pescoço.

Luna riu enterrando o rosto em meu peito e me abraçando fortemente.

-Eu também queria ficar com você, o tempo todo, mas sei que você tem que trabalhar, vai tranquilo, e não esquece de me ligar avisando se vem almoçar comigo ok?

-Pode deixar... – segurei em seu rosto e beijei seus lábios.

Ficamos mais um tempo nos beijando até eu entrar no carro e ir para a oficina. Era uma sensação boa saber que Luna estaria ali quando eu voltasse.

Cheguei rápido e Simón já estava lá no escritório me esperando.

-Bom dia. – ele sorriu assim que entrei.

-Bom dia Simón. – me sentei em sua frente.

-E aí, como está a vida de casado?

-Maravilhosa, foi um sacrifício sair de perto dela para vir pra cá agora. – confessei e ele riu se recostando na cadeira onde estava, mas logo seu sorriso sumiu e ele suspirou pesadamente.

-Está acontecendo algo?

-É que enquanto você teve dificuldade para sair de casa e vir trabalhar,  e quanto a mim, se eu pudesse ficava o tempo todo aqui.

-Problemas com a Nina? – perguntei já sabendo a resposta, conheço bem a minha irmã.

-Você nem imagina, a gente já andava brigando muito, você sabe o gênio que ela tem, mas agora está bem pior, ela está me enlouquecendo com essa história do seu casamento com a Luna, não aceita o que você fez com a Fer.

-Nina precisa parar de se meter na minha vida, mas que coisa chata essa proteção toda com a Fernanda.  – resmunguei e ele assentiu.

-Sim, e até parece que a Fernanda se importa tanto com ela assim.

-A Fer não se importa com ninguém, ela não está nem a aí pra mim, só está com o orgulho ferido, só queria que ela partisse para a França de volta.

-Ela não sai lá de casa. – ele falou meio hesitante e o olhei intrigado.

-O que foi?

-Nada, por quê?

-Porque você ficou estranho, tem acontecido mais alguma coisa?

Ele me olhou por uns instantes e depois se levantou.

-Nada importante, mas vamos esquecer tudo isso e trabalhar?

Dei de ombros e assenti, não queria mesmo ficar falando daquilo.

Ficamos por horas trabalhando ali, as coisas na oficina já estavam bem adiantadas, se tudo continuasse assim conseguiríamos abri-la na semana que vem, já tínhamos os funcionários que iriam trabalhar com a gente, todos nossos amigos de infância, um deles inclusive era irmão da Fer, o Pablo, mas o moleque era totalmente o oposto da irmã, ainda não tive oportunidade de conversar com ele sobre tudo que está acontecendo, mas sei que ele me entenderá.

Mas tinha algumas ferramentas que precisávamos comprar, e que tinham em uma loja no centro, então seria bom vermos isso logo hoje.

-Eu vou, aproveito e levo a Luna para almoçarmos por lá. – falei e Simón assentiu.

-Tudo bem, eu vou ficar aqui mais um pouco.

Sabia que as coisas estavam complicadas entre ele e Nina e decidi que iria conversar sério com ela depois, ela fica se preocupando tanto com minha vida que está se esquecendo da dela.

-Qualquer coisa me liga, eu não volto mais hoje ok?! – ainda estávamos no escritório onde ficamos a manhã toda e me levantei pegando minha carteira e chaves que estavam na mesinha na minha frente.

-Pode deixar, ah e temos que marcar algo, os caras querem conhecer sua esposa. – Simón falou brincalhão.

-Vou ver isso depois. – sorri e sai dali rapidamente.

Mas quando estava saindo da oficina esbarrei na última pessoa que eu gostaria de ver agora...

-Fernanda. – resmunguei, mas ela só sorriu.

-Matteo, que sorte a minha esbarrar logo em você.

-Bom, mas eu já estou de saída então tchau. – tentei passar por ela para chegar até meu carro, mas ela ficou na minha frente.

-Ei, você fez tudo aquilo comigo e agora ainda me trata assim? – o sorriso tinha sumido dos seus lábios e ela estreitou os olhos com raiva.

-Eu estou com pressa Fernanda e não temos mais o que conversar... Sinto muito se não terminei com você antes como devia ter feito, mas seja sincera consigo mesma e admita que não existia mais uma relação entre a gente, nem fiel a mim você era mais.

-Isso não tem nada a ver Matteo, eu só fiquei carente e acabei me envolvendo com alguns homens, mas não senti nada por eles, nunca deixei de te amar.

-Isso é ainda pior, porque você me traia não por ter se apaixonado por alguém, mas só porque estava carente, realmente isso mostra o quanto você me amava. – revirei os olhos.

-Você fez muito pior, se casou com outra.

-Mas com a Luna não é só sexo, eu não te troquei só por carência, eu realmente me apaixonei por ela, e não posso fazer nada em relação a isso.

-Me da uma chance e eu provo que você ainda me ama... Aposto que ainda consigo te enlouquecer Matteo. – ela sorriu novamente, agora de maneira sensual.

-Você é uma mulher linda Fernanda, mas não mexe mais comigo, não desperta mais nada em mim... Eu realmente amo a Luna e é só ela que eu quero. – ela viu a sinceridade das minhas palavras, porque eu realmente estava sendo completamente sincero. –Volta para a França, você tem uma carreira incrível pela frente e vá ser feliz.

-Eu realmente vou voltar para lá Matteo, porque meu lugar não é nesse lugar ridículo, mas antes vou te mostrar a mulher que você está perdendo, vou te provar que eu posso ter qualquer homem na hora que quiser.   

-Desde que você deixe minha esposa e eu em paz. – revirei os olhos o que só a deixou mais irritada e me afastei dela entrando em meu carro.

Arranquei logo dali sem nem olhar mais na direção dela, não via a hora dela ir embora.

Liguei o rádio baixinho e decidi ligar para Luna avisando que estaria passando para buscá-la para irmos a centro de Buenos Aires, mas quando procurei meu celular me dei conta de que o tinha esquecido na oficina.

-Droga! – resmunguei e dei meia volta, ainda estava bem perto da oficina então achei melhor voltar e pegar logo.

Parei o carro onde ele estava antes e corri rapidamente até o escritório já que o celular só podia estar lá, mas quando abri a porta vi algo que realmente me surpreendeu...

Simón estava sentado no pequeno sofá que tínhamos ali e Fernanda estava ao seu lado, se debruçando sobre ele, praticamente em seu colo, ele parecia confuso e hesitante, mas ela sorria maliciosa.

-Ei... – pigarreei para eles me notarem.

Simón se levantou no susto, mas Fernanda nem se abalou e continuou sentada me olhando e sorrindo, ficou claro que ela estava jogando ali e na hora me lembrei do que ela falou que faria... “Iria provar que poderia ter qualquer homem na hora que quisesse!” Oh, merda!    

-Esqueci meu celular. – olhei para o Simón e fui em direção a mesa onde meu celular estava.

-Ah, tudo bem. – ele estava meio nervoso. –Fer já estava indo.

-Estava? – ela sorriu, mas se levantou. –Tudo bem, eu já vou.

Ao passar ao meu lado ela acariciou levemente meu braço...

-Tchau Matte. – e então se virou para o Simón.  -Até mais Simón.

Assim que ela saiu eu fechei a porta e me vire para ele que se jogou no sofá onde estava quando cheguei.

-O que foi isso cara? – guardei meu celular no bolso da calça e peguei uma cadeira colocando de frente para ele e me sentei.

-O que?

-Simón... – arqueei uma sobrancelha e ele deu de ombros.

-Nada, ela veio atrás de você.

-Eu esbarrei nela quando estava saindo, a Fernanda sabia que eu não estava aqui. – falei e ele respirou fundo.

-Você viu... Ela estava...

-Se insinuando pra você. – completei sua frase e ele assentiu.

-Desde quando? – tentei ficar calmo, estou pouco me lixando para Fernanda, mas Simón é casado com minha irmã e mesmo estando chateado com a Nina eu a amo demais para permitir que seja magoada.

-Ela não sai lá de casa agora, mas só hoje ela foi meio direta do jeito que você viu.

-Você não ta caindo nesse joguinho dela né?! Porque isso é só um jogo para a Fernanda, ela disse que ia me provar que podia ter o homem que quisesse.

-Matteo, você sabe o quanto eu amo a Nina. – ele desviou o olhar.

-É, mas eu também sei que vocês não estão numa fase boa e conheço muito bem a minha irmã.

-A gente já andava brigando muito, estava ficando insuportável e agora ela pirou com seu casamento.

-Simón eu conheço muito bem o gênio dela, sei como a Nina consegue tirar a gente do sério, mas ela ama você cara então não cai no jogo da Fernanda, ela só está mostrando o quanto é baixa. – o alertei.

-Eu sei cara, e eu também amo a Nina, mais que tudo... Mas ela está me deixando louco.

-A Fernanda é uma mulher linda e sabe usar toda essa beleza dela, eu sei cara, namorei por ela durante muito tempo... Então toma cuidado ok?! Ela só quer se vingar e está mostrando o quanto não presta, já que é tão amiga da Nina e estava aqui dando em cima de você. – me levantei e ele me olhou.

-Eu sei. – ele baixou a cabeça e eu dei um tapa de leve em seu ombro e saí do escritório.

Não conseguia acreditar que a Fernanda estava mesmo fazendo aquilo, a Nina está se preocupando tanto em se meter na minha vida e enquanto isso a amiguinha dela, que ela tanto defende, está dando em cima do marido dela, como se eu já não tivesse coisas demais para me preocupar.

Entrei no meu carro irritado e fui para casa, assim que cheguei e entrei vi Luna na cozinha.

-Matte. – ela sorriu e correu em minha direção se jogando em meus braços.

Ri erguendo-a e beijando seus lábios.

-É muito bom ser recebido assim. – acariciei seu rosto.

-Você não ligou, então fiz uma comida simples e rápida, mas está boa, podemos almoçar logo, Flor e o seu pai não voltaram.

-Eu ia te ligar, desculpa, mas aconteceu umas coisas... Eu tenho que ir em ao centro, vamos comigo? Podemos almoçar lá.

-Tudo bem então, vou deixar a comida ali para sua irmã e e seu pai, espera eu me trocar rapidinho?

-Ta, vou te esperar no carro ok?! – lhe dei um selinho e ela assentiu correndo para o quarto. 

Voltei para meu carro e fiquei esperando por ela enquanto pensava nessa situação agora com Fernanda e Simon, eu sei o quanto ele ama a Nina, mas as coisas não estão nada boas entre eles e há um bom tempo, e não da para negar que a Fernanda é um mulherão e sabe ser sensual e sedutora quando quer, me preocupei de verdade do Simón cair na armadilha dela e fiquei enojado, ela estava mesmo jogando sujo.

-Pronto amor, podemos ir. – Luna me despertou dos meus devaneios entrando no carro.

Assenti dando partida, mas logo ela percebeu que eu estava estranho.

-O que foi? – ela me olhou mais séria e eu suspirei diminuindo a velocidade do carro.

-Fernanda. – resmunguei e ela bufou.

-Ela te procurou? – Luna ficou irritada e eu sorri de leve.

-Mais ou menos, quando estava saindo da oficina eu esbarrei nela que veio com um papinho chato, enfim, eu a deixei lá e fui embora, mas no caminho procurei meu celular para te ligar, mas me dei conta de que tinha esquecido ele na oficina, aí voltei para pegar e quando cheguei lá encontrei ela dando em cima do Simón.

Luna arregalou os olhos me encarando incrédula.

-Simón seu cunhado, marido da Nina... – ela sussurrou.

-Esse mesmo, da para acreditar nisso? No quanto a Fernanda está sendo baixa?

-Ela está tentando se vingar de você ficando com o marido da sua irmã?

-Ela disse que ia me provar a mulher que eu estou perdendo e como ela pode ter o homem que quiser. – dei de ombros.

-Que filha da mãe e logo com o Simón, marido da melhor amiga dela... Nós temos que avisar a Nina. – ela parecia indignada.

-Ei minha linda, você acha mesmo que a Nina ia acredita logo na gente? A Fernanda se faz de amiguinha dela direitinho, minha irmã está acolhendo uma cobra dentro da casa dela.

-E essa cobra está pronta para dar um bote no marido dela. – ela suspirou se recostando em mim.

-Eu conversei com ele, espero que não caia no joguinho sujo da Fernanda, logo ela voltará para a França.

-Mas não vamos fazer nada?

-Eu vou tentar conversar com a Nina, sem falar sobre isso, só vou tentar deixá-la mais calma e fazer com que ela preste mais atenção no marido e cuide da vida dela... Ela ama muito o Simón, e acha que Fernanda é a melhor amiga dela, não me conformo dela fazer isso logo com a melhor amiga.

-E se falarmos com a Flor? Ela pode alertar a Nina. – Luna sugeriu e eu acabei rindo.

-A Flor?! Ela vai é torcer para a Fernanda passar mesmo a perna na Nina para ela ver como a amiguinha dela é.

-Não fala assim Matteo. – ela me bateu de leve e depois beijou meu pescoço.

-Não se preocupe com isso ta? Eu vou pensar em algo, o melhor talvez seja ter uma conversinha bem franca com a Fernanda, posso falar com Pablo também, irmão dela.

-Se você for falar com ela eu vou junto, já não gostava dessa mulher antes, agora que estou vendo o quanto ela joga sujo é que não confio mesmo nela.

-Sim senhora. – brinquei e ela me beijou sorrindo.

-Acho que podemos fazer uma viagem. – sugeri e Luna me olhou surpresa.

-Viagem?

-É, uma lua de mel... E aí fugimos desse povo louco. – pisquei e ela riu.

Eu pensaria em algo para fazer, mas teria que torcer muito para o Simón não cair em tentação, porque aí sim a coisa ia ficar feia e eu não queria nem lembrar de Lili e Vinicio, que andam quietos demais...

Talvez fugir com a Luna seja mesmo uma boa ideia! Pensei e sorri beijando rapidamente os lábios dela e voltando a prestar atenção na estrada.

 


Notas Finais


"To sarrando em você mentalmente, to... sarrando em você mentalmente"... - musica de MC Kevinho e Nayara Azevedo. ( tá parei porque a música tem nada haver com o capítulo, rsrsrs)
Gente, o tal centro que o Matteo tá indo , não é "centro" de macumba não tá?! rsrsrs. - falei porque não pode ou é correto fazer comentários no meio do capítulo, rsrsrs.
Alguém tá amando Lutteo na serie? gente eles tão tão fofo, pena que o limite de beijo lutteo é dois em cada temporada... Acho que a Disney pensa que as crianças não sabe que quem namora beija... Oh senhor... ( rolando os olhos)
Bom, vamos falar do capítulo... Fernanda é uma praga mesmo né? Falei que a vadia iria aprontar e advinha quem vai quebrar a cara??? Ganha um pavê de paçoca quem acerta que é Nina entrometida. EBA!!!! Pois é, a melhor amiguinha dela tá querendo dar pro marido dela, e ai senhora Nina? Abre teu olhos...
Matteo parece que não consegue esquecer dos outros inimigos que estão em silêncio... O que será isso... Presságio de Balsano??? Eita que a chapa ainda vai esquentar. kkkk
Comentem amoras , que logo tem mais. Bjs *--* Bom fds para vocês *--*


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