História A protegida - Capítulo 4


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Categorias Jigoku Shoujo
Personagens Ai Enma, Honne-Onna, Ren Ichimoku, Wanyuudo
Tags Amor, Drama, Enma Ai, Jigoku Shoujo, Luta, Magia, Maldição, Triste
Exibições 7
Palavras 940
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Fantasia, Ficção, Ficção Científica, Harem, Hentai, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Super Power, Survival, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Canibalismo, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 4 - A lenda de Jigoku Shoujo


Fanfic / Fanfiction A protegida - Capítulo 4 - A lenda de Jigoku Shoujo

_ E por que eu...? Por que só agora?

Ren perguntou atordoado.

_ É como uma tradição, sua familia carrega essa lenda a muitas gerações. Ela acontece a cada 400 anos e só vocês, da linhagem Sentarô, foram capazes de deter a Jigoku Shoujo.

Wanyuudo disse sem sair das sombras. Ichimoku ficou a pensar sobre tudo que o homem dissera.

_ Onde estão meus pais? Por que eu nunca conheci a minha familia?

_ Seus pais morreram numa batalha, eles trabalhavam para nós e eram parceiros de missão. Nós preferimos poupa-lo de saber disso quando criança, mas acho que você já é um homem e tem plena consiencia de que este é um dever de um guerreiro.

_ O dever de um guerreiro é morrer?!

Ren perguntou indignado.

_ Não, é proteger custe o que custar. Seus pais morreram acreditando nisso.

Respondeu o velho. Ichimoku abaixou a cabeça, sentia que não devia aceitar a missão, mas que escolha tinha? Wanyuudo tinha razão: O dever de um guerreiro é proteger, e se esse mal era mesmo tão grande, seus dever era lutar contra ele. Suspirou.

_ É uma grande honra para mim, Ichimoku Sentarô Ren, aceitar esta missão e representar a "Instituição".

Ren disse se prostrando a frente de Wanyuudo e ficando de cabeça baixa.

_ Você é um bom guerreiro, Sentarô...

Ichimoku estranhou ser chamado de Sentarô, seria possivel que aquele homem soubesse algo sobre a misteriosa menina que abitava seus sonhos? Ren nada perguntou e o homem proceguiu.

_ A Jigoku Shoujo, por enquanto, é apenas uma criança, mas não deixa que sua aparencia o engane e tenha muito cuidado. Sua missão é ficar com ela e protege-la até chegar a hora de mata-la.

A pesar de ser um guerreiro experiente, Ren não pode deixar de ficar supreso com o tom frio nas palavras de Wanyuudo.

_ Me desculpe senhor, mas não entendo como uma criança pode ser tão perigosa. Ela é alguma especie de youkai?

Perguntou Ichimoku. Apesar de não gostar da ideia de ter que matar uma criança, se ela era humana, que mal poderia haver nela? O velho suspirou.

_ A muita eras atras, uma jovem fez um pacto com um youkai para se vingar das pessoas queriam mata-la, em troca, ela o acolheria em seu corpo para que ele pudesse espalhar a sua ira pelo Japão, mas antes que eles pudessem fazer isso, um jovem chamado Sentarô a matou, sacrificando sua vida para isso. Porém, ela reencarna a cada 400 anos e só um guerreiro da linhagem Sentarô consegue mata-la.

Ren tinha a ligeira impressão de que o homem omitira algumas partes da história, mas acentiu.

_ E como saberei a hora de mata-la?

_ Quando a marca brilhar...

_ Marca? Que marca?

Ichimoku indagou, mas a luz se apagou e, quando voltou a acender, o homem já não se encontrava-la, apenas deixará um mapa e um endereço.

                                                                     ***

Ren bateu na porta da casa, era ali o endereço que Wanyuudo deixara. Bateu de novo, porém não obteve resposta. Olhou pela janela e viu que as paredes estava ujas de sangue. Arrombou a porta e entrou na casa, apesar de ter sangue nas paredes, não havia nenhum corpo. Ichimoku subiu as escadas e ouviu o choro de uma criança. Empunhou a espada e entrou no pequeno quarto infantiu de onde vinha o choro. Ele não pode acreditar no que via! Havia um casal deitado no chão em uma poça de sangue e uma menina debruçada sobre os corpos e chorando. Ren não pensou duas vezes antes de pega-la no colo e conforta-la.

_ Quem são eles?

Ele perguntou a criança. Ela o fitou com imensos olhos vermelhos, o rosto estava sujos pois as lagrimas eram tão escarlates quanto os olhos. Ao perceber o cor dos olhos da menina, Ichimoku a colodou no chão e ajoelhou a frente dela.

_ Eles eram meus pais.

Ela disse ainda chorando.

_ Qual é o seu nome?

_ Enma Ai e o seu?

A menina pereceu se acalmar um pouco. " Esse nome..." Pensou Ren.

_ O meu é Ichimuko Sentarô Ren, mas pode me chamar como quiser. Quantos onos você tem?

_ Tenho sete, tio Sentarô.

Ela respondeu enchugando as lagrimas. " Por que logo Sentarô? " Pensou outra vez.

_ Quem fez isso?

Perguntou ele.

_ O monstro que mora aqui dentro.

Ela disse apontando para o proprio peito e voltou a chorar.

_ E por que ele fez isso?

_ O papai disse que eu não podia conversar com ele por que ele é mal, mas ele não parava de pedir...

_ Pedir o que?

_ Para brincar, mas ele machucou o papai.

Ichimoku pegou-a novamente no colo e pôs-se a descer as escadas. Ela era só uma criança, não merecia ver aquela cena.

_ Onde vamos?

Ela perguntou já sem chorar.

_ Titio Sentarô vai cuidar de você, esta bem?

_ Sim.

Ele continuou a andar para fora da casa.

_ Titio Sentarô, a mamãe e o papai estão bem?

Ren parou de andar e fitou a pequena criatirinha em seu colo. O olhar inocente o fez sentir um profundo remorso, então preferiu mentir.

_ Eles vão ficar bem, mas você ficará com o titio daqui por diante.

Ela acentiu. Ichimoku não entendia como de sete anos conseguiu matar os próprios pais. Olhou para o pequeno bracinho direito da menina e viu uma marca estranha, era uma pequena chama dentro de um circulo. " Então essa deve ser a marca" Pensou. Ren suspirou, que tipo de youkai usaria uma pobre criança? Aquilo o indignou. " Juro que matarei esse youkai asqueroso" Prometeu a si mesmo.


Notas Finais


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