História A Psicopata - Capítulo 4


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Psicopata Terror Suspense
Exibições 5
Palavras 1.473
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Mistério, Romance e Novela, Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Olá Galerinha, kkk to parecendo o yudi *aquele do PlayStation*

Capitulo novo, o satanás saiu do PC da Mona e agora ta tudo certo, obrigada Jesus...

Bom vamos Lê? Vamos sim

Espero que gostem

Boa leitura, espero vocês nas notas final.

Capítulo 4 - Sem saída


Abri os olhos, mas não consegui enxergar nada, minha cabeça estava dolorida como se alguém tivesse me atingido bem naquela região. Sentei-me e tentei levantar, mas uma dor horrível me fez deitar novamente, meus pulsos estavam amarrados por uma corrente bastante pesada e quanto mais eu mexia mais dolorido ficava. Desesperada procurei algo que pudesse tirar as correntes, mas não enxergava nada, sai apalpando o chão, mas no meio do caminho ouvi passos acima de mim, fiquei por alguns minutos ali parada, na esperança de que alguém tivesse me encontrado e estivesse vindo me tirar daqui, mas os passos cessaram.

- Socorro! - Gritei na esperança de alguém me ouvir. - Socorro, alguém me ajuda! - Esperei alguns minutos, mas ninguém apareceu. Meu desespero foi crescendo cada vez mais, já se podia ouvir as batidas de meu coração, minha cabeça latejava, minha garganta estava cada vez mais seca, meus olhos lacrimejavam, o cheiro de lixo e mofo faziam meu nariz arder.

O que aconteceu... Onde eu estou... Não conseguia me lembrar de nada além de estar naquela balada... O homem! Aquele homem que me segurou quando estava prestes a desmaiar, e mesmo com a visão embaçada conseguir ver seus lábios se mexer em um “boa noite cinderela”! Ele deve ter colocado alguma coisa no meu drink. Meu Deus como pude ser tão burra, agora estou presa em um lugar horrendo.

As lágrimas caiam em meu rosto, o que vai ser de mim agora, aposto que ninguém o viu sair comigo dali.

- Socorro! Alguém me ajuda, por favor!? - Gritei choramingando. - Alguém? - Sem sucesso.

Tentei me levantar mais uma vez, mas assim que consegui ficar de pé ouvi um ranger de porta.

- Socorro! Me ajude! - Uma luz forte se acendeu e eu cai com tudo no chão, olhei pra frente e lá estava ele... Mesma camiseta e jeans, o cabelo desgrenhado como se ele tivesse acabado de acordar.

- Despertou bela adormecida. - Disse fechando a porta. - Seus gritos me acordaram e, sinto lhe dizer, mas eu odeio ser acordado antes das três, fico muito irritado quando isso acontece.

- Me tira daqui agora! - Gritei com raiva.

- Calma, a gente ainda tem muita coisa pra fazer, a propósito podemos começar agora, o que acha?

- Não ouse chegar perto de mim.

- Nossa, pra que essa raiva toda?

- Me tire daqui agora!

- Não. - Disse chegando mais perto. - Podemos brincar só um pouquinho antes que ela chegue, o que acha?

- Ela quem? - Sem resposta, gritei novamente. - Ela quem!

- Espere e verá, você é tão linda. - disse passando o dedo indicador em meu rosto. - Pena que não ficará assim por muito tempo. - Disse me dando um tapa que me fez virar o rosto. - Vadia de merda.

Abriu o zíper da calça, e colocou seu membro para fora, eu sabia o que estava prestes a acontecer e estava com medo, desejava que aquilo tudo fosse apenas um sonho, mas era real. Enrolou meu cabelo em sua mão e puxou com força.

- Faça o seu trabalho querida, sei que você sabe fazer isso ser o mais prazeroso possível. - Disse me olhando nos olhos.

Se é isso que ele quer, é isso que terá. Abocanhei seu pênis e o chupei com vontade, o vi suspirar de tesão. Coitado, espero que ele esteja preparado para o que eu irei fazer... Com todas as minhas forças, ou as que restaram, lhe dei uma mordida na cabeça de seu pênis.

- Ai! Vagabunda! - Caiu gemendo de dor, me xingando de todos os nomes que conhecia, me levantei e lhe acertei dois chutes na costela, procurei algo que servisse como taco para que eu acertasse sua cabeça e a única coisa que encontrei foi uma barra de ferro que não estava muito perto, corri para pegá-la e quando cheguei perto e tentei segura-la vi que era muito pesada. Meus pulsos latejavam e não ajudavam muito, desisti da barra de ferro e me pus a procurar alguma outra coisa.

- Cachorra maldita, você tem problema, vadia de merda! - Disse aos berros. - Ela vai acabar com a sua vida desgraçada!

- Ela quem filho puta? Me fala seu monstro! - Peguei uma tira de madeira que encontrei por de trás de um tambor de lixo e ameacei bater nele. - FALA!

- Eu. - Olhei para trás e a vi entrar, fechando a porta sem trancar, seus cabelos loiros inconfundíveis, seus olhos negros, seu corpo bem desenhado, ela continua linda... Mas o que ela está fazendo aqui?

- Lillian... O que você esta fazendo aqui? - Perguntei, mas já sabendo qual seria a resposta.

- Vim te visitar Natasha, saber como está se saindo. - Olhei para o lado, e vi o cara que eu acabara de morder se levantar com as mãos entre as pernas.

- Essa vadia me mordeu! - Disse chorando.

- Ela é assim mesmo, igual bicho do mato. Tudo tem que ser do jeito dela, não é Natasha? - Disse sem esperar a resposta. - Mas nem todo mundo é como eu, nem todos são trouxas como eu fui. Você se tornou uma garota muito má Natasha, gostaria de saber o que aconteceu com a minha menininha que pedia para eu escovar seus cabelos antes de ir dormir, que adorava assistir filmes de romance comendo sorvete de flocos, particularmente, eu gostava mais dela. - Olhou para mim e sorriu. - Bruno saía, preciso ter uma conversa com Natasha.

- Ela mordeu meu pau! - Reclamou... Garoto birrento.

- Bem feito, eu faria pior. - Disse ainda olhando para mim.

- Mas...

- Nada de “mas” Bruno! Suba agora e se eu precisar de você chamarei. - Dessa vez o olhou com aquele olhar que sempre fazia quando estava irritada. Bruno se virou para ir embora, mas antes paro na porta e olhou mais uma vez para nós, abriu a porta e partiu.

- Okay, bom menino. - Falou voltando o olhar para mim. - Como está seu pulso?

- Está dolorido demais... Lillian, por favor, deixe-me sair daqui. - Olhei em seus olhos e fiz um biquinho que sempre a fazia derreter, mas hoje foi diferente, ela mal me olhou, tocou nas correntes e respondeu sem pressa.

- Não, você é uma mulher forte, sei que aguenta mais um pouco, terá que usá-las até que eu as tire. A propósito Natasha, ela virou um belo acessório - Sorriu com desdém e andou até um tambor de metal.

Vi ela tirar de lá de dentro uma mala, mas não era uma mala qualquer, era como um estojo de ferramentas hospitalar.

- Hum... Eu amo esse estojo aqui sabia, nele contém meu hobby predileto, por mais que eu nunca tenha praticado sempre gostei da idéia de usá-los em alguém. - Disse abrindo o estojo e mesmo estando longe, conseguir ver algumas coisas como alicates, tesouras, bisturis e vários outros. Eu estava em choque, nunca tinha visto Lillian daquele jeito, ela parecia atrapalhada, derrubou umas sete ferramentas no chão e enquanto pegava uma, deixava outra cair.

- Lillian... O que você está pensando em fazer? - Ela olhou para mim e abriu a boca, mas a fechou em seguida e continuou a catar as últimas ferramentas que restavam no chão. - Lillian me responda, o que vai fazer com essas coisas?

- Ué?... Vou usá-las bobinha! Você sempre foi uma garota muito esperta, ficou burra de repente foi? - Falou se virando para me encarar.

- Lillian... Vamos conversar e resolver isso numa boa, por favor, não precisa de tudo isso.

- Ah... Agora você quer conversar? Seu tempo de conversar acabou Natasha! Eu me cansei te pedir explicações e você não me responder, cansei de mostrar o quanto te amo e você não dar a mínima! - Disse gritando.

- Tentar se matar é uma forma de mostrar o quanto você me ama Lilian? Se jogar na frente do carro é demonstrar amor? Isso é amor pra você? Você é louca! Uma hora alguém vai me... - Fui interrompida por Lillian que pegou um bisturi e passou em meu rosto com toda força.

- Cala a boca! Eu não to nem ai pro que é amor! Foda-se o amor! Você vai ficar comigo por bem ou por mal e mais cedo ou mais tarde, verá que eu não estou brincando. Esse corte não é nem o começo... Você ainda tem muito o que sofrer Nathy. - Falou com o bisturi ainda no meu rosto. - Sínica. - Disse se afastando.

Coloquei a mão no corte que estava queimando minha pele, as lágrimas salgadas faziam meu rosto arder ainda mais... Essa garota está louca! Preciso sair daqui o mais rápido possível! Eu só não sei como fazer isso.


Notas Finais


E ai? Gostaram... Espero que sim
Obrigada a todos que estão lendo e gostando da fic.

Beijo pra vocês e até o próximo capítulo..


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