História A psique foi queimada - Capítulo 5


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Categorias Originais
Tags Bukowski, Hemingway, Lucifer, Originais, Pensamentos Aleatórios
Exibições 6
Palavras 180
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Drogas, Linguagem Imprópria, Suicídio
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Se fosse outra tragédia qualquer, seria doloroso, seria triste. Mas como uma fã do futebol, a dor é a mesma que perder alguém da família. E, merda, são setenta e um familiares. A sensação é de vazio, de algo que não está certo. Parece que não existe mais jogo nenhum, ou sequer um motivo para tal.
Só que, depois de ver tudo o que isso criou, cada pessoa, fã ou não do esporte, vejo que há todos os motivos para o jogo. A necessidade do futebol está aí. Afinal, nunca foi, não é e jamais será apenas um jogo.

Que possamos, a partir disso, nos unir, não só com uma tragédia. Que sejamos sempre assim, com brincadeiras, zoações e corneta, mas, de forma alguma, cultivadores do ódio.

Este texto não é sobre o futebol, nem sobre jogadores. Isto é algo sobre algo muito mais valioso e curto: a vida.

Capítulo 5 - Um Sopro


Fanfic / Fanfiction A psique foi queimada - Capítulo 5 - Um Sopro

Está tudo bem, mas então não está mais. As coisas vêm no suor, demoram para chegar, só que vão depressa, sem chances para um simples adeus. Quando percebemos, não nos restou nada.

E aí ficamos paralisados, sem saber o que fazer. Não acreditamos, não queremos acreditar. É tudo tão frágil... mas tudo tão valioso. Não podemos perder. Mas perdemos, todos os dias. E não há nada que possamos fazer. A não ser... viver.

É tudo uma questão de tempo. Só que não temos tempo. O ontem não existe mais, o amanhã, ainda nem surgiu. Só temos o agora, só devemos pensar no agora, que por quase nada pode não mais existir.

Então vamos aproveitar, dizer o que temos para dizer, fazer o que queremos fazer, ser o que sonhamos ser. E hoje, agora! Pois temos todo o tempo do mundo, ao passo que não temos tempo algum. Num segundo, tudo, no outro, nada.

Não passamos de velas simples, com nosso brilho fosco na mais densa escuridão. E só basta o mais fraco sopro para que não sobre uma luz sequer.



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