História A quarta filha de Michael Jackson - Capítulo 22


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Categorias Michael Jackson, Originais
Personagens Michael Jackson, Personagens Originais
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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Luta, Musical (Songfic), Poesias, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Linguagem Imprópria, Nudez
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 22 - Ivo Valentim Michael Jackson


Era noite madrugada quando Michael chegou em casa.

A reunião tinha sido longo e ainda estenderam para um restaurante onde jantou com os diretores artísticos do Cd que eram amigos de longa data, bebeu um pouco de vinho que somou com o cansaço e acabou um pouco bêbado mas não muito.

Michael bebeu um copo de água na cozinha e foi ler a correspondência.

Uma carta de um hospital lhe chamou a atenção então pulou as anteriores e leu aquela.

Prezado senhor Jackson,

Nos do hospital Santa Mônica solicitamos que venha buscar seu filho vítima de abandono materno, o menino nasceu dia 14 de Fevereiro.

    Diretor Hospitalar

                               Evandro MacLaine.


Michael pensou que poderia ser um trote, mas lembrou que a sua última transa havia sido a exatamente 9 meses atrás e ele tinha exagerado na dose de vinho e nem se lembrava o nome da mulher, apenas sabia que eles haviam passado 2 noites juntos e que ela era irmã de um técnico de som que trabalhou uma vez em seu show.

Michael pensou bem, " Eu não posso abandonar uma criança, ainda mais tendo o meu sangue em suas veias!".

Michael começou a andar de um lado para o outro, e pensou.

" Mas...oque meus filhos vão pensar de mim?, que tem um pai bêbado que não lembra nem o nome da mulher que se relacionou?".

Mas logo depois outro pensamento tomou sua mente.

" Mas...é se essa criança crescer e ir para um orfanato onde maltratam crianças?".

Com esse pensamento uma coisa aguda tomou seu coração e sentiu falta de seus filhos bebezinhos que dependiam dele e da babá para se alimentarem e se limparam.

Sem perceber Michael perceber suas pernas já estavam o levando para o carro do motorista particular, o carro dos seguranças já estava atrás, ao chegarem no hospital deram sorte que estava meio vazio.

Michael preencheu a ficha, mostrou a identificação, fez exame de DNA para verem se era realmente o pai da criança, o exame deu positivo e autorizaram a saída da criança junto a Michael do hospital.

Ao invés de irem para casa Michael resolveu ir até o shopping, estava de madrugada então Michael nem se importou em tão ar o rosto do bebê.

Comprou roupinhas, carrinho de bebê, chupeta, mamadeira, brinquedinhos e outras coisas.

Ao chegar em casa deu um banho no pequeno e vestiu a fraldinha e uma roupinha quente.

Enrolou em uma manta e desceu, preparou uma mamadeira e deu ao filho.

Colocou o menino para arrotar e começou a andar pela casa com o menino no colo cantarolando bem baixinho para faze-lo dormir.

Blanket desceu as escadas para ir até a cozinha fazer um lanchinho da madrugada e se deparou com a cena do pai com fazendo um bebê dormir, sorriu e se aproximou do pai perguntando.

- Quem é esse?.

- Não tem nome ainda, mas vvi penar em um!.

- Atá, vim fazer um lanchinho!.

- Está bem...como foi a escola hoje?.

- Foi bem, fora as bola das que levei na educação física!.

- Am?.

- Papai, nem todo mundo nasceu com o talento nos esportes, o único esporte que me dou bem é a corrida!.

- Ummm...isso é ruim?.

- Se for a corrida que estou acostumado sim!.

- Porque?.

- Correr das bolas no queimado!.

- Quer que papai vá no Colégio conversar com a diretora sobre?.

- Tá pirado é?.

- Porque eu estaria pirado?.

- Se você for no Colégio todos vão me zoar de filhinho do papai!.

- Está bem, desculpe então...eu ja disse que você é seus irmãos vão voltar a estudar em casa, dessa vez não vai adiantar Paris chorar, Prince fazer um escândalo e você e Becky fazerem pirraça!.

- Porque quer tanto nos tirar da escola papai?.

- Não acho seguro e eficaz, eu e meus irmãos sempre fomos educados em casa!.

- Mais fácil seria comprar 4 bolhas gigantes, assim pode isolar a gente do mundo Mike!.

- Não estou gostando do jeito que está se dirigindo a mim Prince Michael Jackson II!.

- Desculpa pai, eu só...não queria ter que abandonar meus amigos sabe?, era chato ter que estudar em casa!.

- Você não ia lanchar?.

- Perdi a fome, vou voltar para cama! 

- Volte aqui já!.

Blanket se aproximou do pai novamente, Michael suspirou e disse.

- Você não me deu um beijo hoje!.

Blanket bufou e aproximou o rosto ao do seu pai, Michael se curvou e deu um selinho no filho e disse afagando sua bochecha com a mão livre enquanto a outra junto ao braço seguravam o bebê.

- Me desculpe por te tratar assim, eu estou meio cansado só isso, me desculpa?.

- Sim, Boa noite te amo!.

- Te amo mais! 

Blanket sorriu e subiu as escadas.

Como de costume Michael não dormiu por com da insônia.

Sentou no sofá da sala de TV ainda com o filho adormecido nos braços e ligou a TV em seu filme preferido, "Peter Pan".

Do nada passou um comercial anunciando um show de um cantor novo chamado Ivo Nicozesck, Michael olhou para o bebê e pensou.

" Ivo é a sua cara filho!" 

O bebê abriu os olhos e deu um sorriso mostrando a gengiva desdentada, Michael se derreteu todo, o menino tinha a pele parda e uma vasta cabeleira negra.

Seu rosto lembrava um pouco Michael.

A final todos os filhos de Michael tinham um pouco deles.

Blanket que quando pequeno não tinha nada de Michael e uns até questionavam se era realmente filho de Michael, quanto mais crescia mais parecia com Michael, seus lábios eram de Michael, seus olhos e cabelos negros.

Prince tinha os olhos e o formato das sobrancelhas.

Paris tinha o sorriso e o formato do rosto.

Becky tinha os cabelos castanhos escuros mas não chegavam a ser negros, tinha os lábios não tão finos e não tão carnudos, tinha os olhos e o formato do rosto.

Quando o sol bateu na sala, Michael se deu conta de que não tinha dormido e não tinha sono.

Por sorte não tinha nenhum compromisso naquele dia e poderia curtir os seus filhotes o dia todo.

Bateu uma tristeza em lembrar que estava brigado com os seus dois mais velhos e que não tinha planos de fazer as pazes nem tão cedo.

Logo lembrou que o aniversário de Blanket estava chegando, dia 21 de Fevereiro seu garotinho faria 8 anos.

Michael se levantou com o filho nos braços e o acomodou em um bebê conforto ao lado do sofá, foi até a cozinha e preparou uma mamadeira.

Pegou o bebê conforto e foi para sala de estar, ligou para Samy avisando que não precisava ir trabalhar.

Michael resolveu não deixar as crianças irem para escola pois ele queria o dia todo com elas perto dele.

Assim que as quatro criaturinhas estavam na mesa do café, Michael entrou na sala onde estava a mesa com o filho no colo, Paris levantou dizendo.

- Ai que fofo!, Posso segurar?.

Michael colocou o filho com cuidado no colo da filha e disse.

- Eu gostaria de conversar com os 4! 

Os quatro filhos olharam para Michael que se sentou na ponta da mesa, Michael pegou Ivo no colo e disse.

- Esse é o mais novo membro da família, meu filho e irmão de vocês!.

Becky levantou da cadeira e começou a pular dizendo.

- Ebaaaaaa eu não sou a mais novaaaaaa urul, abalou banguuuuuu!, la la la ebaaaaaaa!.

Michael sorriu e ganhou um selinho de Becky.

A menina sentou na cadeira novamente, Blanket sorriu e se aproximou do pai e perguntou.

- Posso?.

Michael sorriu e entregou Ivo para Blanket, o menino antes de pegar o irmão mais novo no colo prendeu o cabelo em um elástico de cabelos que estava em seu bolso e pegou Ivo no colo.

Brincou com sua bochecha e disse.

- Oi,eu sou seu irmão sabia?, tomara que cresça logo número 5, assim vamos poder jogar videogame!.

Michael ria com conversa entre os dois, mas fechou o sorriso quando Prince saiu marchando da mesa e foi para fora da casa.

POV Prince.

Eu não queria ser egoísta, mas...Eu Não gosto de ser o mais velho e ter que competir a atenção do meu pai.

Não sei, parece que agora que esse garotinho chegou o meu pai vai me ignorar totalmente, isso de certa forma de me machuca, muito!.

Sai da mesa porque não queria chorar de raiva na frente do meu pai e dos meus irmãos, sai correndo sem nem olhar para trás.

Agora estou olhando meu reflexo na água, a mesma coisa de sempre, cabelo loiro na altura dos ombros e expressões de idiota.

As vezes eu queria ter nascido em outra família, ou talvez nem ter nascido.

Não, perai, se eu não tivesse nascido não teria a Kendall, e eu acho que não conseguiria viver sem o papai Mike , eu os amo muito.

Tabom, Tabom eu também amo meus irmãos e oque estou sentindo deve ser...ciúmes.

Eu não sabia oque fazer, então apenas tirei meus sapatos e esvazieei meus bolsos e pulei no  rio.

Nadei até o fundo e fiquei um tempo lá prendendo a respiração de olhos fechados, mas logo senti uma mão me puxar com força para cima.

Sem querer bebi um pouco de água e comecei a tossir quando fui largado na grama que rodeava o rio.

Não estava entendendo nada até ouvir a voz natural Serena e calma do meu pai que se esforçava para deixar a voz como se estivesse bravo mas não teve efeito e acabou saindo mais suave ainda.

- Está querendo se matar meu filho?, se você se mata eu Morro!.

- N-não você não entendeu eu apen...

Tentei me explicar mas fui cortado por meu pai me abraçando e dizendo.

- Sabe quantos metros de profundidade tem esse rio?,sabe para onde puxa essa correnteza?, não faça mas isso comigo meu filho, eu não iria suportar viver sem você!.

Eu ia contestar mas fui cortado com um "Shhhhh" do meu paio que me abraçou ainda mais forte.

Eu fechei os olhos aproveitando as o dar de carinho que abrangia em torno de nossos corpos abraçados e sem perceber acabei dizendo.

- Eu te amo tanto papai!.

Ele se afastou e olhou nos meus olhos e disse.

- Eu te amo muito mais!.

Eu ri o abracei de volta.

Depois de um tempo chorando meu pai me ajudou a levantar, uma brisa fria de vento bateu meu disse enquanto me enrolava no casaco que o mesmo tinha tirado antes de pular no rio atrás de mim, ele sorriu e me deu um beijo na testa enquanto pegava meu celular, carteira e sapato da grama.

Colocou a mão no meu ombro e fomos andando até a casa.

Subimos as escadas para os quartos, antes dele entrar no dele me entregou meus pertences e me deu um beijo na testa e disse.

- Eu te amo, não se esquece, para de ciúmes bobo!.

Eu assenti e entrei no meu quarto.

Tomei um banho demorado e me vesti, quando sai do meu quarto fui até o do meu pai, entrei sem bater como sempre, papai estava deitado em sua cama lendo um livro grosso chamado "O Apocalipse" e o bebê conforto com Ivo estava em seu lado, Ivo chupava uma chupeta e estava quase dormindo.

Quando fiz menção de sair por achar que estava atrapalhando o lazer do papai.

 Papai abaixou o livro para me olhar, eu corei ao perceber que o bebê também olhou para mim, os dois eram parecidos ao extremo!.

Quando eu ia colocar a mão na maçaneta para gira-la, papai adverteu.

 - Não não, vem aqui filho!.

Disse ele dando tapinhas em um espaço vazio em sua imensa cama de casal.

Eu fui até a cama,ele levantou a coberta dando espaço para eu me alinhar ao seu corpo, feito isso papai marcou a página e colocou sobre o criado mudo e me envolveu com seu braço, me deu um beijo na testa e começou a acariciar o meu coro cabeludo.

Aquilo estava bom demais, estava quase dormindo quando papai levantou dizendo.

- Já volto cabeça de maçã!.

Eu assenti, papai pegou Ivo já adormecido e o colocou no berço na extremidade da parede, foi até o banheiro e como de costume não fechou a porta então pude ouvir o barulho do xixi na privado, depois o barulho da descarga, o barulho da torneira abrindo, o barulho do papai apertando a embalagem de sabão líquido, lavando a mão, fechando a torneira, secando a mão e por fim vindo para cama.

Me alinhei ao seu corpo novamente e ele ficou fazendo cafuné na minha cabeça enquanto cantarolava a minha canção de infância predileta, incrível como ele ainda lembrava.

" Você é assim, um sonho para mim e quando eu não te vejo..eu penso em você desde o amanhecer até quando eu me deito, teus olhos meu clarão, me guiam nessa escuridão, meu riso é tão feliz contigo e o meu melhor amigo é o seu amor, você é assim um sonho para mim...você é assim..."

Eu sorri e perguntei.

- Como ainda lembra dela, a canção?.

Ele acabou minha bochecha e disse.

- Coisas lindas e puras a gente não se esquece meu anjo!.

















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