História He is a Rainbow. ( Yaoi ) - Capítulo 2


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Exibições 17
Palavras 1.059
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Lemon, Romance e Novela, Yaoi
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Ola galera,agradeço novamente os favoritos <3

Capítulo 2 - I am storm part 2


- Alô?
Ouve-se a voz de Beatriz.

- Sra Beatriz,faz duas semanas que Dominik esta trancado no quarto,não sei mais oque fazer.
Diz a empregada em desespero.

- Ele está sempre no quarto é normal,eu estou viajando a trabalho,você consegue resolver isso sozinha.

E desligou.

A empregada caminha pela décima vez até a porta do quarto do menino e pela décima vez bate na porta e chama teu nome,o silêncio vem como resposta novamente e a mulher se vê sem saída ,volta para sala e então liga pra polícia.

Alguns minutos depois...

- Quanto tempo ele está aí dentro?
Pergunta o policial encarando a porta do quarto.

- Duas semanas.
Responde a mulher com a voz falha.

- Ele pelo menos tem comido?
Indaga novamente.

-Comecei a deixar na porta,mas ele não sai...
Disse quase chorando.

- Para trás.
Ordena o policial.

- Pai espera aí.
Surge um menino.

- Não pedi para que ficasse na viatura Yuri!?
O policial repreende o menino.

- Desculpe.
Diz o menino abaixando a cabeça e saindo.

O polícia chutou a porta próximo a maçaneta abrindo um buraco e abrindo a mesma pelo lado de dentro,adentrou o quarto escuro e bateu a mão pela parede a procura do interruptor e acendeu a luz.
Havia um menino pálido caído no canto  do quarto estava desmaiado,ao lado dele um frasco de comprimidos e lâminas,o policial assustado grita imediatamente para o outro do lado de fora que rapidamente apareceu na porta e entendeu o recado.

1 hora depois.....

Beatriz e Richard chegam ao hospital com aquela cara de sempre é são imediatamente abordados pelo médico.

- Responsáveis do Dominik?
Indagou ele aos dois.

- Sim,onde está meu subrinho? Eu tenho trabalho a fazer ainda hoje.
Responde Beatriz.

- Eu acho que a senhora não está entendo a gravidade do problema,seu sobrinho tem depressão e transtornos psicológicos,ele tentou suicídio e auto-mutilaçao.
Diz ele quase perdendo o controle.

- Onde ele está?
Pergunta novamente.

- Segundo quarto a esquerda.
Respondeu o Dr.

A mulher junto com o marido caminharam pelo longo corredor branco a passos largos,o barulho dos enormes saltos preto de Beatriz criava um enorme eco.
Finalmente chegando ao quarto,encontra Dominik deitado sobre a cama com aparelhos respiratórios,com ataduras nos braços e desacordado,caminhou até a cama e afastou a franja negra de sua testa e nesse momento seu celular toca.

- Alo? Só um minuto.
Diz ela se retirando do quarto.

Alguns minutos no telefone e ela sai a procura do Dr e o encontra no fim do corredor.

- Dr você pode dar alta pra ele agora?
Ela encara o homem.

O Dr sabia que não era o correto a se fazer,mas também não podia deixar o menino mo hospital sem os responsáveis junto a ele.

- Com uma condição.
Diz.

Beatriz revira os olhos sem paciência.

- Diga.
Fala irritada.

- Vocês vão tirar facas,comprimidos,tesouras ou qualquer outra coisa com que ele possa se ferir.
Fala encarando a mulher sério.

- Tá bom,já podemos ir?
Pergunta impaciente.

- Volte aqui as 20:00,ele irá ficar em observação até que acorde e conclua os exames.

Beatriz engoliu o ódio a seco e saiu marchando corredor a fora,passou por Richard e o conduziu pelo braço até o carro enquanto resmungava furiosa.




Dominik On

Meus braços ardem e minha cabeça roda,sinto a claridade contra minhas pálpebras ainda fechadas.
Abro os olhos lentamente e um feixe de luz em contraste com o ambiente inteiro branco invadem meus olhos,mantenho eles fechados novamente por mais algum tempo e os abro por completo.
Tudo que vejo é provavelmente um teto branco e alguns sons que não consigo identificar do que são,mas parecem vozes distantes. Viro a cabeça de lado lentamente e vejo uma porta de vidro que da para um corredor novamente branco,minha cabeça agora está latejando.

- Dr! Dr! O paciente Dominik acordou.
Diz uma mulher com uma prancheta em mãos.

Em menos de um minuto o tal Dr aparece na porta comentando algo com a mulher,afinal porque estou aqui? E como cheguei aqui?

- Sr Dominik Baskervillie ? Esta me ouvindo?
Pergunta o homem de idade.

- Minha cabeça dói...
Digo quase num sussuro.

- Ja peço para lhe buscarem um comprimido,além da dor de cabeça sente mais alguma coisa?
Ele diz enquanto caminha para mais perto de mim.

- Não.
Respondo fechando os olhos.

Sinto o calor de sua mão repousando sobre a minha testa.

- A febre baixou.
Comenta anotando algo em sua prancheta.

- Por que estou aqui?
Pergunto ainda sem abrir os olhos.

- Bem,você engeriu uma contia considerável de compridos e cortou os pulsos,não se lembra?
Reeponde o medico com um semblante confuso.

As memorias voltam como um flash em minha mente,lembro de me trancar no quarto por varios dias depois de uma "discuçao" com Richard,tambem lembro encontrar meus antigos remedios passados pela psicologa em minha gaveta,depois tudo escureceu.

- Sim,agora me lembro. Poderia trazer o comprido? Minha cabeça vai explodir.
Digo quase sussurando.

O medico sai porta a fora me deixando sozinho no quarto.

O silencio tomou conta do ambiente novamente,sera que Beatriz ira me matar por fazer ela perder tempo de trabalho? Richard vai me encher o saco durante um bom periodo de tempo,isso é certeza.

- Aqui esta os comprimidos - A mulher me entrega junto de um copo de agua e eu o bebo - Consegue levantar? O Dr disse que ja esta de alta e sua mãe esta te esperando para ir.

- Ela não é minha mãe.
Respondo cabisbaixo.

- Me desculpe,quer ajuda para levantar?
Pergunta ela.

Balanço a cabeça negando e me levanto meio camabaleante,agora percebo que estou com minha camiseta do Escape The Fate e um shorts preto largo,fico me perguntando que me trocou...

- Tudo bem,foi eu.
Diz ela ao perceber minha cara de confusão.

E ONDE ESTA TUDO BEM NISSO?!

Sentei no sofá de couro preto da sala de espera enquanto Beatriz preenchia alguns papeis na recepção,logo em seguida se dirigiu até a mim com uma cara de Merda imensa e sinalizou para irmos.
No carro não foi dito uma palavra,me sentia estranho por falta do meu celular e meu fone. Em algum tempo estavamos na frente de casa,desci do carro fechei a porta e entrei em casa sem olhar pra trás,la dentro não vi Richard e agradeci por isso,enfim me joguei na cama e apaguei.


Notas Finais


><


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