História A Rainha e o Espelho - Capítulo 7


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Categorias Lendas Urbanas
Tags Espelho, Magia, Maldição, Rainha, Rei
Visualizações 4
Palavras 553
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Ação, Fantasia, Ficção, Mistério, Misticismo, Violência
Avisos: Heterossexualidade, Mutilação, Necrofilia, Nudez, Sadomasoquismo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir culturas, crenças, tradições ou costumes.

Capítulo 7 - Capítulo 7


O rei e mais quatro cavaleiros partiram para a gruta das fadas, onde a magia do espelho é contida. O rei estava disposto à tentar libertar o reino das possíveis maldades da rainha. Com o manto abençoado, o espelho foi retirado da gruta e levado ao castelo.

- Rainha Monique, preciso falar com a senhora. - Jean bate na porta do quarto de Monique.

- Sim? - Monique abre a porta e olha diretamente nos olhos de Jean, ela nunca perde a postura.

- Começamos com o pé esquerdo, não acha? 

- Um rei que queimou uma mulher acusada de bruxaria, falando superstições sobre azar e sorte, que ironia. - Monique sempre tinha uma resposta.

- Desculpe, desculpe. Esqueça isso, quero te presentear com um espelho, para ver como é bonita, e também é um pedido de perdão.

- Que surpresa.. - Monique colocou seu dedo indicador com seu anel garra no rosto de Jean, mas não o machucava. - Por mais que o rei tenha cinquenta e cinco anos, ainda é belo como eu. Por que não pega o espelho para você? - Monique sabia do que aquele espelho se tratava.

- Não, o espelho foi feito para você.. 

Monique olhou para o objeto coberto.

- Por que está coberto? - Monique se diverte com as mentiras de Jean.

- Para não sujá-lo. É um espelho muito fino e valioso.

- Coloquem na parede vazia do meu quarto, e não quero incômodo a partir de agora. - Os cavaleiros colocaram o espelho na parede e saíram do quarto. - Obrigado pelo espelho.

- Te vejo na próxima reunião política. - Jean se despede e torce para que a magia do espelho exista de verdade.

Monique fecha a porta do quarto e anda em direção ao espelho. Com um movimento da rainha, o tecido é retirado do espelho e o reflexo de Monique é refletido.

- Magia branca. Isso me enoja. - Monique fala quando pega o tecido abençoado.

Monique joga o tecido na lareira e chega bem perto do espelho.

- Que estranho. Não era para eu sentir uma poderosa tristeza e sofrimento que me fariam se matar? Mas não acontece nada. Esse espelho não é tão poderoso como dizem por aí.

De repente, nas profundezas do espelho amaldiçoado, uma voz sai do objeto.

- Sou capaz de destruir o mundo com a magia da alma suicida. - A voz era de um homem. 

- DE ONDE SAIU ESSA VOZ? - Monique, por mais que má, se assusta com o acontecimento.

- Do espelho, no qual você chamou de FRACO!

A rainha não deixa de ser imponente nem por um minuto.

- Eu só falei A VERDADE! Eu ouvi que qualquer pessoa que visse seu reflexo no espelho, se matava por sentir tamanha tristeza e desespero.

- Isso realmente acontece. Mas você é uma feiticeira negra. Maldições não funcionam com seres satânicos como você.

- Está me dizendo que sou imune à essa maldição? Isso é perfeito.

- O rei tentou matá-la com a maldição. Se vingue agora com o mesmo poder. Agora eu pertenço à você. - O espelho fala, encorajando a rainha.

- É tentador. Mas não vai me satisfazer por completo. O rei fez coisas terríveis à mim. E eu quero que ele sinta a dor que eu senti.



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