História A Raposa Guardiã - Capítulo 18


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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Bishoujo, Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Ecchi, Escolar, Famí­lia, Fantasia, Ficção, Ficção Científica, Josei, Lírica, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Policial, Romance e Novela, Saga, Sci-Fi, Shoujo-Ai, Super Power, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Visual Novel
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Canibalismo, Drogas, Estupro, Incesto, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Pansexualidade, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 18 - Sentimentos não correspondido


Chegando a torre de Paris, sinto um vento em meu rosto até olhar a cidade, Saya Kisaragi uma vampira que vive a luz do dia e uma caçadora de monstros chefe da antiga divisão de minha mãe, o que será que trás a Paris.

-. Antigamente, Saya Otonashi prometeu nunca mais pisar em Paris ao matar sua própria irmã, já que se arrependeu por ter cometido esse pecado, foi em um salão aconteceu uma grande baderna quando acabou dormindo e Yuna teve que exterminar cada chiropteran em sua frente por causa da irmã de Saya junto com o chavier dela.

-. Yuna Nightlood, pensei que ela fosse uma lenda?

-. Ela fundou essa organização como a imperatriz Augusta II anos atrás, mesmo no futuro nada mudou, os chiropteran estão escondidos agora como também os contratantes ilegais, a família Baskerville são guardiões do Abismo e você é uma guardiã do abismo em treinamento.

-. Sim, mas ainda preciso ser mais forte.

-. Então ainda não tem a Kotowari?

-. Eu ainda não mereço a Kotowari, minha mãe tem a Saika, ela disse que a Kotowari pertenceu ao meu bisacô Ichigen Miwa, passou para Kuroh Yatogami, eu só poderei ter a Kotowari quando estiver pronta – digo lembrando da lamina que é protegida por um gigante no lago, quando Kuro me mostrou mesmo sendo meu antigo mestre, eu estou respeitado o seu desejo, apenas vou obter a Kotowari quando for a hora certa.

-. Entendo, quando estiver pronta e obter a Kotowari, quero que me procure estarei no distrito 13 no Japão em uma loja abandonada um elevador de emergência funciona, até agora apenas vim lhe dizer um oi, sabe estou querendo preparar um esquadrão com os filhos das feras gigantes, seria bom para o que estamos enfrentando do que um homem que perdeu uma pessoa que amava e usa pessoas para obter um brinco patético e um anel bobo.

Deixando a torre de paris, olho para a cidade luz pensando no que Saya me contou, Mokona salta em cima da minha cabeça.

-. Yoko! O que foi?

-. Estou pensando, por que? Saya está me motivando em pegar a Kotowari? Apenas não peguei essa espada, por medo... meu mestre disse que estou pronta, mas ainda assim tenho medo do meu futuro, posso ver o futuro apenas de forma curta, mas... eu me concentrei em uma vez no futuro tão distante e triste, eu vi algo ruim e nunca contei para ninguém o que eu vi nesse futuro.

-. Yoko, o que pode ser esse futuro? Poof!

-. Eu penso o seguinte, todos nos escolhemos para saber o nosso futuro, se fizer uma escolha ao perceber que é a errada, acontece algo de ruim nesse futuro... então eu decidi parar de escolher – digo olhando para o céu fixamente, preciso saber a verdade então o que será que estão me escondendo?

-. Lacie, finalmente te encontrei vamos voltar a sua mãe-

-. Gil, por que tenho a sensação de que estão me escondendo algo? – pergunto olhando para ele, desconfiada.

-. Yoko... – ao se aproximar sussurrando em meu ouvido -. Aqui não, vamos para casa.

Entendi vou com Gil para casa, chegando ao quarto, Gil retira um revolver e mira nos cantos de cada parede atirando com a arma, terminando de desfazer de cada tiro.

-. O que está acontecendo? – pergunto diretamente para ele.

-. Você não é idiota e nem estupida, eu vi... Yoko, as indústrias Abstergo é controlada por Juno – diz Gil com um olhar calmo.

-. Eu sei, por que?

-. Você todos que tem seu sangue, compatível para Juno... eu conheci Aiko Miwa sua avó, ela era compatível a Juno – diz Gil me lembrando, olho para ele.

-. Eu sei, meu mestre me contou a história toda... o começo e porque minha avó fez tudo isso, matou meu bisavô depois, entrou para os templários para destruí-los, mas quando Juno tentou possuir o seu corpo, ela falhou e ficou mais fraca como um programa.

-. Sim, mas não é isso que ainda mais o que vir, Yoko... a abstergo, está quer usar as habilidade de sua mãe para restaurar Juno e...

-. Minha mãe, quer me usar como hospedeiro para Juno? – pergunto com uma dor no meu coração e magoada.

-. Não sua mãe, jamais faria algo disso... ela está ajudando-os, mas ela jamais te faria um hospedeiro para Juno, confie em mim... sua mãe te ama, ela daria seu corpo como hospedeiro do que em você.

-. Juno me quer, eu sabia disso... mas por que minha mãe está trabalhando para eles? Por que?

-. Eles ameaçaram expor seu pai, se eles contarem que você é filha do demônio de 9 caudas, eles te colocariam numa jaula como um animal, você sabe que não minto Yoko – diz Gil me segurando mesmo sentindo essa dor.

-. Mas, ela continua lá isso não muda nada! – digo sentindo meu peito doer, até Gil me abraçar eu o abraço com força chorando mais e mais, desde criança quando queria chorar, Gil sempre ficava do meu lado para ouvir meus sentimentos como um pai para mim.

-. Tudo bem, eu estou aqui se precisar de mim... eu vou sempre estar aqui do seu lado, Yoko – diz gentilmente com um braço, até nos meus pesadelos Gil ficou do meu lado e sempre me salvou dos meus medos.

Até sentir a mão do Gil em meu ombro olhando em meus olhos, seu rosto começa a corar até sair do quarto vou em direção a porta confusa.

-. Gil, o que foi? Está tudo bem? – pergunto abrindo a porta vendo-o de costas, Gil está tudo bem com ele?

-. Estou bem só que eu preciso ir com licença – diz andando as pressas, o que será que deu no Gil?

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Rosyuya.

Olá pessoal como vão, vim aqui para acrescentar o caminho de Gil ao escritório de Ayane, vou continuar seus passos são apressados quanto seu coração martelava, Ayane em seu escritório olhando os papeis percebe pelo toque da batida pela porta de madeira.

-. Entre – diz com um tom frio em sua voz suave, Gil abrindo a porta apenas com uma mão.

-. Ayane-sama.

-. Vejo, que seu rosto está vermelho Gilbert acha que pode mentir para mim? – pergunta Ayane se levantando de sua cadeira e olhando pela janela com as mãos atrás perto da sua cintura.

-. É difícil me segurar perto dela.

-. Yoko te vê como um pai, ela nunca te viu como você a vê... mesmo designado em protege-la, sei que sente falta de Oz e Alice – diz virando para o rapaz de olhos amarelo.

-. Yoko tem algo de especial, eu sei que ela ama o Leo... mas não consigo suportar esse sentimento.

-. Você ama a minha filha, Gilbert? Não como uma filha, mas como uma mulher – diz Ayane afirmando com um rosto calmo -. Quando foi isso?

-. Quando a vi crescer, mesmo não estando perto dela, fiquei em seus momentos mais difíceis... eu a amo, mesmo ela amando outro – diz Gilbert determinado em silencio, Ayane com uma expressão fria.

-. Se algo acontecer comigo, Gilbert tire Yoko daqui e a leve para longe, você é o único que confio para cuidar dela... protege-a como fez com Oz e Alice.

-. Eu jurei protege-la desde que eu a conheci... ela tem o rosto e as feições de Lacie, mas ela é diferente de Lacie... Leo a ama também, mas eu a conheço desde criança... ele não sabe o que Yoko é...

-. Por isso, você é o único que pode entende-la... se Yoko sofresse e desperta-se os olhos ia ser você e não eu... você é o que está mais chegado a ela – diz Ayane se aproximando de Gilbert.

-. Eu não vou faze-la sofrer... só não conte para ela – diz ele com o rosto para baixo.

-. Hm, quando te conheci parecia um garotinho pela diferença de idade, Yoko é que nem você... as vezes, por isso se dão tão bem e quero que continue assim... e mais, mostre mais um lado adulto se gosta da minha filha, lute por ela – diz Ayane com um sorriso nos lábios.

-. Por que, está me dizendo isso?

-. Ainda continua infantil – diz ao dar uma cutucada em sua testa e voltando a poltrona -. Kurama era desse jeito quando me apaixonei por ele.

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-. O que deu, no Gil? Mokona

-. Não sei, Mokona quer doce! – diz meu amigo no ombro esquerdo.

-. Claro, vamos a cozinha – digo decidida, chegando a cozinha vejo um rapaz de cabelo escuro bagunçado com olhos vermelhos, bebendo um copo de agua com 1,78 de altura magro, com uma suerte roxo escuro e um jeans velho, ao virar para mim.

-. Yoko?

-. Onii-chan! – grito dando um abraço nele -. Quanto tempo, bem vindo – me afasto dele até dar um cutucão com seu dois dedos em minha testa.

-. Vejo que cresceu e saiu daquele lugar, bom te ver agora pode me largar?

-. Senti sua falta – digo abraçando com carinho.

-. Está tão grudenta assim?

-. Não fique tímido, eu te adoro demais – digo acariciando sua cabeça até levar um dedo na testa me afastando.

-. Você não mudou nada – diz ele debochando de mim, esse é o meu 8º irmão Ichigen Fushimi, temos quase a mesma idade, mas ele estuda fora e vivi sempre andando por ai. Ele é amigável, mas quando tem uma garota bonita, ele fica malicioso e se diverti com ela, esse é o meu irmão mesmo.

-. Viu o Gil, saiu correndo quando perguntei no que deu nele?

-. Sobre ele, então está indo para escola e virou refém que mentira você contou não acreditei muito – diz deixando o copo na pia e com um suspiro olha para mim.

-. Você continua o mesmo – digo me aproximando da geladeira para pegar o doce de Mokona e entregar para ele na mesa que começa a saborear o doce.

-. Tá escondendo alguma coisa de mim?

-. Sim, por isso não te conto – digo para ele, maliciosamente.

-. Vejo que está muito bem, eu vim para cá porque tédio, não quero mais ficar em Boston – diz deitando no sofá.

-. Entendi, bem foi bom te ver, vou procurar o Gil, sozinha – digo deixando a cozinha, onde será que o Gil está? Será que está, vou em direção ao tumulo do relógio, chegando ao tumulo vejo Gil observando a cruz de mármore.

-. Sabia que estaria aqui, você é muito obvio em seus rastros.

-. Lacie... – diz chamando meu segundo nome -. Desculpe, eu te deixei preocupada.

-. Ainda está cumprindo a promessa do Oz e da Alice – digo olhando para o tumulo.

-. Quando me designaram a você, eu vivi do jeito certo, você me deu uma vida que comecei a gostar e muito, mas queria esses dois aqui para aproveitar mais – diz Gil deixando flores no tumulo -. Vem vamos voltar.

-. Fiquei preocupada por que saiu daquele jeito? – pergunto para ele.

-. Não deve ser nada... Yoko, quer tomar chá? – pergunta Gil com um sorriso amável.

-. Sim.



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