História A Raposa Guardiã - Capítulo 19


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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Bishoujo, Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Ecchi, Escolar, Famí­lia, Fantasia, Ficção, Ficção Científica, Josei, Lírica, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Policial, Romance e Novela, Saga, Sci-Fi, Shoujo-Ai, Super Power, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Visual Novel
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Canibalismo, Drogas, Estupro, Incesto, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Pansexualidade, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 19 - Filho do Gobi


Me sinto melhor depois de um chá, vou para o meu quarto descansar, vejo em meu computador um nome. Acel Bourgeois querendo falar comigo? Espere esse nome, ao acionar vejo um rapaz loiro com cabelo ondulado e olhos azuis mais velho do que eu.

-. Olá.

-. Oi – digo olhando para ele, confusa seu rosto parece um pouco com o de Chloe.

-. Eu sou filho do Gobi.

-. Como conseguiu, meu e-mail? – pergunto seu cabelo é igual de Chloe pelo tom, mas é ondulado e tem olhos azuis.

-. Eu consegui pela Chloe.

-. Você é parente da Chloe?

-. Primo, minha mãe é a tia dela, você é filha do 9 caudas, não me impressiono em ser uma garotinha.

-. Eu tenho a mesma idade que a sua prima, isso é irrelevante queria me conhecer?

-. Talvez, é realmente forte 9?

-. Dúvida das minhas capacidades? – pergunto para ele olhando em seu rosto friamente.

-. Duvidar é algo que posso lhe dizer obviamente que sim, mas... ainda estou curioso em  porque minha prima tem ciúmes de você – diz debochando de mim, o primo de Chloe é um ser que debocha de mais espere a Chloe com ciúmes de mim? Isso não me impressiona muito.

-. Já que estou em Paris vamos nos encontrar.

-. Está me chamando para sair? – pergunta o rapaz.

-. Não, não me interesso por alguém que é parente da Chloe – digo olhando para ele.

-. Tudo bem, então vamos nos encontrar, no museu as 16 horas.

-. Entendido que dia?

-. Final de semana, não se atrase – diz desligando o chat de conversa olho para Mokona.

-. Ele é a versão da Chloe que mais me irrita – digo para meu amiguinho.

-. Mokona, não gosta dele, poof! – diz com os bracinhos cruzados e virando a cara.

-. Mas ele é um filho do Gobi, precisamos conhece-lo – digo para Mokona, me levanto da cadeira e recebo uma mensagem dos meus amigos, não quero responder nenhum deles, estou um pouco aflita no que aconteceu com a Saya.

Na escola folheando os livros distraída pensando, em Saya, minha mãe, meu pai em quase tudo apenas o que eu penso não é logico para mim.

-. Lacie – ouço alguém me chamar viro para a voz é o Adrian me levanto fechando o livro que nem sei o conteúdo apenas peguei para brincar com as páginas.

-. O que foi? – pergunto confusa olhando para ele.

-. Lembra que falaria com a sua mãe sobre, a minha mãe alguma coisa sobre.

-. Eu esquece, me desculpe... eu vou falar com ela – digo esquecendo o que Adrian me contou com uma expressão triste -. Nossa nem pensei nisso, me desculpe mesmo Adrian.

-. Sua mãe deve estar em casa, posso falar com ela? – pergunta com um tom sério olhando para ele.

-. Nos Domingos ela descansa, existe um jeito de falar com ela no domingo – digo para ele.

-. Como?

-. Minha mãe, aproveita em visitar o castelo de Versalhes pode ir lá as 14:35 dentro do castelo, vocês dois podem conversa apenas você e ela – digo para ele, lembrando da visita do castelo.

-. Entendi no domingo, 14:35 castelo de Versalhes, obrigado por me ajudar – diz me dando um abraço, eu o empurro.

-. Sem abraços, você não faz meu tipo Adrian apenas amizade ok – digo sorrindo de forma amigável.

-. Desculpe, não foi de proposito – diz ele, explicando o mal entendido até fazer uma expressão triste -. O que foi?

-. Queria entender mais a minha mãe, as vezes não gosto quando esconde coisas de mim mesmo não querendo falar para mim, eu mesma descubro tudo sozinha – digo para ele ao sair da biblioteca.

-. Você tem sorte, sua mãe está com você – diz ele com a voz alegre, sinto que estamos no mesmo barco, pai deixando quando nasci, mãe deixada alguns um ano.

-. Você que tem sorte, seu pai está com você e...

-. Ele não é tanto um pai que desejei ter, mas... mesmo me dando tudo só queria o...

-. Afeto, eu compreendo mesmo com o afeto da minha mãe e a proteção dela, sinto que estou presa ainda não me sinto livre – digo ao sentarmos nas escadas.

-. Meu pai sempre está trabalhando eu me tornei modelo apenas pra me aproximar dele, mas... sinto que estamos distante mais ainda desde que a minha mãe foi embora.

-. Eu vivi quase 15 anos em um templo no Japão, sempre querendo conhecer melhor o mundo, mas com a minha mãe sinto que as vezes mesmo o carinho dela sinto que ela é uma completa estranha quando estamos nos duas mesmo se esforçando em ser uma mãe – digo pensando nos seus esforços.

-. Queria que me pai se esforça-se como a sua mãe se esforça – diz Adrian, até escutar uma voz masculina e antiga.

-. Senhor Agreste, senhorita Fushimi, o que fazem aqui nas escadas? – pergunta o diretor olho para ele confusa até dizer -. Parece que estou vendo como antigamente.

-. Do que está falando? – pergunta Adrian se levantando, eu me levanto junto.

-. Seu pai e a mãe de Lacie, eram muito competitivos além de sua mãe – diz o diretor com um sorriso maroto.

-. Eu não sou a minha mãe que compete pra ser a melhor – digo para o diretor.

-. Não sou o meu pai, ainda bem – diz ele aliviado, até nos dois rimos.

-. Mas sempre bons amigos, como vocês dois – diz nos levando a sala de troféus mostrando a minha mãe e o pai do Adrian no campeonato de esgrima, minha mãe ficou em primeiro lugar no feminino e o pai do Adrian em medalha também.

-. Uma foto da minha mãe mais nova, espere Adrian olhe – digo mostrando uma pessoa até ele ver.

-. A minha mãe fazia esgrima também?

-. Foram duas de ouro no colégio – diz o diretor olhando para aquelas duas jovens amigas -. Senhora Fuushimi e a Senhora Agreste, foram muito amigas sempre as duas excelentes alunas as melhores.

-. Obrigada – digo para ele ao deixarmos a sala do diretor.

-. Incrível, minha mãe fazia esgrima – diz ele alegremente -. Agora quero falar com a sua mãe e saber o que aconteceu de verdade.

-. Espero que consiga encontrar alguma coisa – digo gentilmente ao deixar o corredor, olho para o canto esquerdo e vou em direção ao corredor até dar um susto -. Oi garotas, o que estão fazendo?

-. Lacie! Nós estamos conversando? – pergunta Marinette para Alya, ao dar um sorriso pidão.

-. Sei, posso conversa com vocês? – pergunto para elas.

-. Lacie, o que vai fazer no castelo de Versalhes as 14:35? – pergunta Alya curiosa com um olhar curioso, correspondo seu olhar.

-. Isso é algo que descubra sozinhas – digo com uma piscadela.

-. Lacie! Aonde vai? – pergunta Marinette se aproximando.

-. Eu? Ia pro museu, por que?

-. Ahhh... eu vou com você – diz ela me acompanhando.

-. Tudo bem – digo confusa, ao ver o Gil esperando aceno para ele confusa.



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