História A Rebelde Apaixonada - Capítulo 76


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Categorias Amor Doce
Personagens Personagens Originais
Tags Amor Doce, Amor Doce Castiel, Castiel, Ruivo
Exibições 329
Palavras 3.577
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Escolar, Hentai, Luta, Musical (Songfic), Romance e Novela
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oi geeente! Raparigas, eu tentei fazer uma merda de um especial, mais não sei se deu certo. Essa história não tem nada a ver com a "Rebelde Apaixonada". Só os personagens. Mais Enfim

Boa leitura!

Capítulo 76 - Especial de Halloween : Um amor diferente.


Fanfic / Fanfiction A Rebelde Apaixonada - Capítulo 76 - Especial de Halloween : Um amor diferente.

Como todos os outros dias, ele estava lá. No lugar dele, no fundo da sala, sozinho, quieto… isolado.

Tudo o que sabemos dele é que se chama Castiel Collins, de resto, ainda é um mistério.

Nunca o vi conversa com alguém, a não ser o Lysandre, que é outro que fica mais na dele.

Apesar dele ser a assim, desse jeito, é o famoso da escola. Não famoso como… pegador, ele não faz nada, não fala nada e tem todas as meninas ao seus pés. Exceto eu. Confesso, os traços do seu corpo são muito bem feitos, realmente, ele é lindo. Eu o acho lindo, mais não a ponto de ficar ajoelhada no milho por causa dele como a maioria das meninas.

Eu estou com medo, não medo dele, acho que estou com medo da sensação de ser observada todo instante. Essa sensação vem ocorrendo semanas depois de sua chagada na escola. Ou talvez eu esteja com medo do seu olhar sobre mim todas as aulas. Seu olhar é penetrante e sombrio ao mesmo tempo, um olhar profundo e perfeitamente sinistro.

Todas as vezes que o pego olhando pra mim, eu o encaro. Mais ele não é como os outros garotos, em vez de corar ou simplesmente desviar o olhar, ele continua me olhando sem reação nenhuma. Pelo menos eu não consigo decifrar sua reação, é como se ela tivesse guardadas a setes chaves somente pra ele.

O que deveria acontecer deu o ver me olhando, eu deveria continuar o encarando até ele desviar o olhar, ou somente mostrar o dedo do meio com o meu sorriso provocativo, mas não… É como se eu não conseguisse encarar aqueles olhos cinzas por mais de cinco minutos. Eu desvio o olhar toda vez, fingindo que ele não estava me encarando.

Pode me chamar de paranóica, mais eu juro que já vi seu olhar mudar de cinza pra vermelho, juro também que já o vi na minha varanda. Deveria seguir o conselho da minha mãe e ir ao psicólogo.

Agora vamos voltar ao tempo atual, na aula de história, a tão chata aula de história.

Deixei minha caneta cair sem querer, bufei virando pra trás procurando a caneta, olhei de relance pro fundo e lá estava ele me encarando novamente do fundo da sala.

Dessa vez não, não irei desviar o olhar, o encarei da mesma forma, sem me mexer, assim como ele.

Acho que quando me referi ao medo, realmente não referi a ele, e sim ao seus pensamentos. Daria tudo pra saber o que se passa naquela cabeça, não sei por que, mais do mesmo jeito que eu tento o entender, parece que ele faz o mesmo comigo.

O sinal do fim da última aula foi o que interrompeu nossas trocas de olhares, eu achava que ele ia continua me encarando esperando eu arrumar meus pertences e ir embora, mas o que me surpreendeu foi que ele desviou o olhar primeiro.

Rapidamente ele arrumou seu material na mochila e saiu da sala sem olhar pra trás…. Ou quase.

 Lembra quando eu disse que deveria está paranóica? Eu tinha razão, eu tou paranóica. E o que me fez tirar essa conclusão foi ver ele me olhar de relance e dar uma risada baixa antes de sair da sala. Foi uma risada baixa, mais foi um risada. Primeira vez que o vi sorri, ou rir. Isso de alguma forma me deixou feliz.

- Terra para Bea! - vi a Rosa estalar os dedos no meu rosto.

- Já era Rosa , ela morreu de olhos abertos. - dessa vez era o Alexy.

- Ah Oi gente… - sai do transe vendo que todos da sala já tinha se retirado.

- Tava no mundo da lua mona? - Alexy perguntou.

- Acho que esse mundo é o mundo Castiel, não é ele que vem tomando seus pensamentos?

- Não… - Sim.

- Já falamos pra você se afastar dele Bea! - Alexy exclamou.

- Esse garoto é problema, e você sabe disso. - Completou Rosa.

- Tem razão. - Não, vocês não tem razão. E eu vou provar isso.

(...)

Depois de me despedir dos meus melhores amigos, sai da escola com uma certa pressa, afinal, minha faculdade era a noite, as ruas já estão vazias.

Os únicos barulhos daquela rua escura era os grilos, e talvez os barulho do meus saltos, se eu estivesse usando um ao invés dos meus preferidos All Star.

Novamente a sensação de ser observada preenche meu corpo, puta merda. Acelerei os passos sentindo essa “presença” se aproximar.

Veio uma coragem não sei da onde então eu me virei esperando encontrar algum ladrão ou qualquer coisa do tipo, mas não tinha nada. Suspirei, devo está paranóica, realmente. Me virei pronta para voltar a andar mas acabei batendo em algo. Ou melhor, alguém.

Eu ia cair, mais sentir minha cintura ser rodeada por um braço forte e ser puxada contra ele mesmo.

Subi meu olhar por esse ser, até ver seus cabelos ruivos. Era ele..

- Deveria tomar mais cuidado. - falou olhando dentro dos meus olhos azuis, mesmo que meu coração esteja quase saindo pela boca, não irei demostrar isso.

- Oque? Foi você que esbarrou em mim! - É devo ter exagerando..

- Não estou falando disso. - ele me soltou, agora eu percebi que ainda estávamos com os corpos colados. Essa foi nossa maior aproximação. Ele pegou algo na mochila. - Esqueceu na escola. - ele mostrou meu caderno.

- Quê? Eu jurava que tinha posto na mochila.. - estreitei os olhos. - E jurava também que você saiu primeiro da sala.  

- Posso ter saído primeiro da sala, mais não da escola. - sorriu de lado, isso! Mais um sorriso!

- Bom, de qualquer forma. Obrigada. - peguei meu caderno de sua mão.

Um silêncio foi instalado ali, ele continuava me olhando, mais sem a parte do sinistro, de um jeito profundo. Como se tentasse entender algo.

Uma brisa forte passou, mais em vez do vento jogar meus cabelos ruivos pra trás, fez ao contrário os jogando pra frente fazendo minha visão ficar embaçada.

Vi Castiel inspirar pesadamente e se virar rápido ficando de costas pra mim.

- Ei, você tá bem? - perguntei colocando levemente minha mão no seu ombro.

Ele se virou rápido fazendo minha mão sair do seu ombro, sua respiração estava ofegante.

- Eu tenho que ir. - Foi a última coisa que ele disse antes de correr virando a esquina.

Eu fiquei paralisada sem entender porra nenhuma, corri até a esquina mais quando a virei, não o vi.

(...)

- Cheguei mãe. - falei entrando em casa

- Finalmente! - ela correu até mim me abraçando. - Por que demorou tanto?! Fiquei preocupada.

- A aula demorou mais pra acabar, não aconteceu nada. Não se preocupe. - Não iria falar pra ela da minha estranha conversa com o Castiel.

Depois de recusar o jantar da minha mãe, eu subi pro meu quarto exausta e confusa.

Hoje foi um dia… Diferente.

Assim que entrei, vi a janela da minha varanda aberta. Isso nem me assusta mais, é como se já tivesse me acostumado com isso.

Poderia afirma que foi o vento, mais ele não teria tanta força a ponto de abrir a janela. Poderia achar que foi minha mãe, mais ela não entra no meu quarto. Não sei mais o que pensar sobre isso.

Tirei minhas roupas pronta pra um banho, sensação de ser observada novamente. Bufei indo sem roupa mesmo até a varando a fechando rápido.

  (...)

Faltava pouco pra começar a aula, eu estava pegando meu material no armário.

Assim que o fechei me virando dei de cara com o Ruivo encostado de lado no armário próximo ao meu me olhando com um sorriso.

- Oi. - disse simples e eu fiquei surpresa. Afinal, eu achava que nossa estranha conversa de ontem não iria mudar nada em nossa relação.

- Oi..

- O que foi? Por que está surpresa?

- Nada... - estreitei os olhos.

- Vamos pra sala, a aula já vai começar. - ele nem esperou eu dizer algo, me puxou pelo pulso sem força e entramos na sala.

Se a sala não tivesse vazia, com certeza chamaríamos atenção. Me sentei no lugar de sempre, no meio. Invés de sentar no fundo, isolado, Castiel se sentou ao meu lado. Me deixando novamente surpresa e confusa.

- Por que você está surpresa? - perguntou me olhando

- Nada... É por que... Achei que você se sentaria lá no fundo

- Se minha presença a incom-

- Nada disso, sua presença não incomoda. - o interrompi. Realmente, não me incomoda nem um pouco e sim me agrada de certa forma. Vi ele sorri.

- Eu não iria sair daqui, mesmo que te incomodasse.

Acabei rindo por causa da sua falta de modéstia. Ele me olhou atentamente e abriu mais o seu sorriso.

- Por que ta me olhando assim? - finalmente tive coragem de perguntar o que eu tanto queria.

- Eu gosto dos seus olhos, da sua risada... E do seu sorriso. - Corei violentamente. Eu não esperava por isso, na verdade não esperava por nada disso.

Depois disso ficou um silêncio, até a sala se encher. E como esperado, as pessoas estranharam nossa aproximação. Não se impressione queridos colegas, eu mesmo ainda estou impressionada.

Durante a aula vi ele de olhos fechados ouvindo música com seus fones, posso não ter amor a vida, mais eu quero ouvir também.

Fui devagarinho com a mão até sua orelha querendo pegar um dos fones, mais levei um susto quando ele segurou minha mãe e abriu os olhos.

Ele soltou minha mão, Aff. Bufei voltando a prestar atenção na aula, até ouvir música da banda Queen soar nos meus ouvidos e sentir um dos seus fones na minha orelha. Sorri.

(....)

        ~ dias depois ~
   

Minha relação com o Collins mudou muito, eu sabia, ele não era um cara mau. Mais ele tem comportamentos estranhos, na verdade, muito mal estar, eu falo pra ele ir no médico, mais ele nunca vai.

Rosa e Alexy pararam de pegar no meu pé, mais continuam dizendo pra eu me afastar. Só que eu não quero me afastar, na verdade, eu não consigo me afastar. Comigo, ele é brincalhão e carinhoso e as vezes frio, mais com os outros, ele é rude.

No momento eu estou o seguindo na escola, quero saber onde ele fica no intervalo.

O vi descer uma escadinha, assim que ele a desceu eu também desci entrando em uma porta.

A abrir tento a visão de uma espécie de porão, o vi sentado em um sofá com uma guitarra em mãos. Eu sabia que ele tocava, mais nunca assistir.

- Ah então era aqui seu lugar secreto durante as aulas? - perguntei com um sorriso me aproximando.

Ele olhou pra mim e sorriu, como se já soubesse que eu iria vir.

- Que feio seguir os outros, Ruivinha. - sim eu o dei a intimidade de me chamar assim e.

- Que feio nunca tocar guitarra pra mim, Collins. - sentei ao seu lado.

- Por que eu tocaria guitarra pra você? - perguntou sorrindo e me encarando.

- Ahn... - pensei. - Por que eu sou especial..?

Ele riu. - Ok, vou deixar essa desculpa válida.

Ele começou com um solo que mesmo sendo de guitarra, eu o conheço bem.

Just a dream, minha música favorita. E  ele sabe disso. Sem me segurar acabei cantando junto com ele.

Quando menos percebi, não estávamos mais cantado, e sim compartilhando um beijo quente e desesperando. Como se fosse pra acontecer isso faz tempo.

        ~ algumas semanas depois ~

Lembra toda a minha curiosidade sobre o Castiel? Queria que ela nunca tivesse existido. Descobri que por trás do cara quieto da sala, tinha um canalha como qualquer outro.

Depois do beijo, Castiel se afastou, e por algum motivo, isso me machucou muito. Ele me evita, e até frequenta pouco a escola.

Não sei o motivo disso, pra mim o beijo teve significado, mais pelo visto, pra ele não. Eu me apaixonei pelo cara mais misterioso de Sweet Amoris.

Minha família e amigos, não sabem o motivo do meu estado, ninguém sabe. E é melhor assim.

Ja estava de saída pra casa até passar por uma sala e escutar uma conversa.

- Eu já falei, você precisa comer. - era o Lysandre.. - Cara você não pode ficar assim! - Com quem ele falava..? - Você está morrendo, Castiel. E se não der logo um jeito nessa cede, já era. - O que?! Castiel está morrendo? Cede?

Sem pensar muito eu entrei com tudo naquela sala fazendo Lysandre se assustar e desligar rapidamente o telefone e disfarçar.

- Como assim o Castiel está morrendo? - perguntei desesperada.

- Ele não está morren-

- Lysandre! Nao adianta. - eu o interrompi. - Eu ouvi tudo! Onde ele está?

- Na casa dele..

- Onde é?

- Não tem como você ajudar, Beatriz.

- Me fala onde ele mora!

- Não...

Ah mais ele vai falar sim..

(....)

Após pagar o táxi, desci do carro procurando o número da casa do Castiel que o Lysandre falou.

Eu sou uma idiota mesmo, ele me beija, se afasta e eu vou ver se ele está bem.

Após achar a casa, toquei a campainha. Nada. Toquei de novo. Nada. Toquei infinitas vezes até ouvi um resmungo e ver a porta ser aberta me dando a visão de um Castiel acabado.

- O que você quer? - perguntou. 

- Queria ver como estava. - respondi fria.

- Eu estou bem. - ele ia fechar a porta mais eu pus meu pé impedindo. - Mais alguma coisa?

- Eu estou vendo que você não está bem, Castiel. - eu já estava irritada, eu venho ver como ele está e é assim que ele me trata?

- Beatriz... Só... So vai embora, Ok? - falou em forma de sussurro.

- O que?! Nao! - gritei. - Por que vem me inguinorando desse jeito?! - eu entrei na casa dele.

- Olha..

- Olha nada! Depois do beijo você voltou a ser o Castiel frio de sempre! Se afastou da escola! Se afastou de mim! - novamente eu gritava segurando o choro.

- Eu só quero te proteger tá legal?! - dessa vez ele gritou.

- Proteger de quê?!

- De mim.. - sussurrou mais eu escutei.

- Você quer me proteger me machucando desse jeito?! - as lágrimas há caíam sem parar.

- Que droga Beatriz! Você não entende!

- Entender o que?!

- Por que você não tem medo de mim garota?!

- E por que eu teria?!

- Por que eu sou do mau, garota!!

- Não, você não é!

- Você - ele parou de falar quase perdendo o equilíbrio se encostando na parede. Tinha esquecido que vim aqui pra o ajudar e não pedir explicações.

- Castiel! - corri até lá indo o segurar, mais ele se distanciou.

- Não chegue perto de mim. - ele virou de costas.

- Mais... Por que? - as lágrimas caíam novamente.

- Por isso... - ele se virou mostrando seus olhos vermelhos, e seus dentes caninos maiores que o normal.

- V-você... É um... V-vampiro? - eu me assustei.

- Sou. - ele tinha uma expressão triste. - Tem medo de mim agora?

Eu suspirei. - Não..

Em uma rapidez incrivelmente me vi contra parede pelo Ruivo.

- O que você quer do meu mundo, garota? Uma menina boa como você, quer o que de um cara mau como eu?

O puxei pela gola da sua camisa lhe dando um beijo mais desesperado que o primeiro.

Ele ficou surpreso, mais logo retribuiu colocando suas mãos em minha cintura.

O beijo era lento, carinhoso, apaixonado. Como se ele quisesse transmitir pra mim que os mesmo sentimentos que eu sentia por aquele Ruivo, ele sentia o mesmo por mim.

Estava bom, perfeito era mais adequado dizer, até ele se afastar novamente.

- Eu não posso... Se você não sair dessa casa, eu irei te machucar Bea.  - falou se distanciando. Ele gemeu de dor colocando a mão na barriga e eu me desesperei novamente.

- Castiel o que você tem?

- Cede.. mais eu não quero machucar ninguém. Sem beber sangue, minha garganta seca e eu vou morrendo, de pouco, em pouco..

Agora eu entendi.

Eu tinha certeza, sou uma doida masoquista.

Tirei minha jaqueta jogando ela de lado vendo o olhar dele sobre meus movimentos.

Abaixei a alça da minha regata deixando um dos ombros expostos.

- Pode beber o meu... - ele arregaleu os olhos se afastando.

- N-Não... Não quero lhe machucar.

Eu fui me aproximando dele vendo ele se afastar mais e mais. Era a primeira vez que o via fugindo de algo.

- Não irá machucar. - sorri tentando lhe dar confiança. Ele ficou contra a parede com a respiração ofegante. Parece difícil se controlar.

O puxei pelo pescoço colocando seus labios contra meu pescoço.

- Anda... Pode morder.

Ele hesitou, mais sentir ele cheirar meu pescoço e me apertar forte contra ele.

Agarrei fortemente seus ombros quando senti minha pele ser perfurada.

Fechei os olhos com força e mordi os labios pra não deixar nenhum gemido de dor escapar e ele se preocupar comigo.

A dor... É ruim, e diferente. Pois nunca sentir isso, mais de alguma maneira... eu estava... gostando?

Senti meu corpo mole, me apoiei nele pra não cair. Meus olhos foi fechando, então eu apaguei.

(...)

Não conseguia abrir os olhos, eles pensavam muito. Meu corpo estava fraco, muito fraco. As lembranças de horas atrás vinham a cabeça. Nem sei se era horas, ou dias.

Ótimo, o cara que eu estou apaixonada é um vampiro. Mais ele pode ser o que for, eu estou certa de que o amo, e serei capaz de viver com ele sendo vampiro ou não.

Ia força abri os olhos, mais fiquei queta ao ouvir vozes

- Você quebrou a maior regra, Castiel! - era uma voz masculina, e grossa.

- Não tenho culpa, eu a amo! - esse era o Castiel.

- Jean.. Ela doou seu sangue a ele, acho que isso foi a maior prova de amor dos vampiros. - agora era uma voz calma e doce. Feminina, suponho.

As vozes se afastaram, e eu tomei coragem de abrir os olhos.

Estava em um quarto branco e vermelho, se eu não me engano estava na casa do Castiel. Suponho que esse seja seu quarto, é a cara dele.

Me movi a sentar na cama, mais meu pescoço doeu me fazendo dar um gemido de dor e força minha volta ao travesseiro.

- Está doendo muito? - levei um susto vendo o Castiel ao lado da cama com um olhar preocupado.

- C-Como você chegou aí? - inguinorei totalmente sua pergunta.

- Sou um vampiro lembra? Agora reponde, está doendo?

- Não... - Sim.

- Não minta.

- Um pouco.. - muito.

- Hm. - abaixou o olhar. - desculpe.

- Tudo bem. - sorri. - Valeu a pena. - vi ele sorri e se deitar me abraçando mais com todo cuidado do mundo. - Você já está bem, não é?

- Sim, Ruivinha. - saudades desse Ruivinha - Graças a você. - ele levantou me queixo delicadamente me dando um beijo com carinho. - Bebe isso daqui. - ele mordeu o próprio pulso fazendo sair sangue.

- Quê? Não! É noj- ele bufou e colocou seu pulso na minha boca me forçando a provar seu sangue. Automaticamente fiz uma careta esperando o gosto ruim, mais ele não se manifestou. Muito longe disso, era.. bom? Sim, era bom. Segurei seu pulso puxando mais aquele líquido estranhamente bom. Ele riu.

- Eita, que cede hein. - larguei seu pulso. A dor do meu pescoço rapidamente passou.

- Como isso consegue ser bom? - perguntei limpando com a língua o sangue que escorria no canto da minha boca.

- Não sei, como você consegue ser tão sexy e inocente? - perguntou rindo me fazendo corar.

- Vou te mostrar a inocente. - subi em cima dele o deixando surpreso por um instante e depois ele riu.

- Não é que ele tem atitude.

- Calado. - ordenei o beijando e forçando ele a ficar calado.

- Ei. - ele parou o beijo. - Eu te amo.

Eu sorri. - Também te amo Ruivo.

- Não você não tá entendendo. - riu. - Eu te amo já faz muito tempo, eu só não me aproximava. Apenas te observava de longe

- Então era vocêêêê!

Ele riu. - Sim Ruivinha, era eu. - me beijou.

  Naquele dia, eu tive a noite mais dolorosa, e quente da minha vida. Me chame de masoquista, por que eu gostei.

No outro dia, eu acordei mais dolorida do que o dia anterior.

Senti minha cintura sendo apertada e olhei pra trás vendo o Castiel dormir calmamente. Sorri lembrando da nossa noite.

Me livrei dos seus braços levantando com calma.

Fui até o banhiero, me olhei no espelho vendo todas as marcas dos seus dentes no meu corpo.

- Machuquei muito? - vi Castiel atrás de mim olhando meu corpo marcado.

Sorri.

- Não se preocupe, eu gosto. - o Abracei logo sendo retribuida pelo mesmo. - Cast?

- Hm? - resmungou me dando um selinho.

- Por que minha garganta tá seca e eu estou sentindo tanta cede?


Notas Finais


O que acharam? Gente falam a verdade por favor!

Eu mereço

" Você manja dos especial, continue assim!

Ou.

" Porra se concentre apenas na "Rebelde Apaixonada" por que seus especiais são uma merda."

Por que eu gosto de fazer um cap diferente, então preciso da opinião de vcs pra saber se continuou ou não. Então comentei, blz?

Amanhã, talvez , tenha um cap da Rebelde Apaixonada Ok? Beijos.


FELIZ HALLOWEEN!!! HUEHUEHUEHSHSHHE


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