História A Rebelde Apaixonada - Capítulo 81


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Categorias Amor Doce
Personagens Personagens Originais
Tags Amor Doce, Amor Doce Castiel, Castiel, Ruivo
Exibições 412
Palavras 1.454
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Escolar, Hentai, Luta, Musical (Songfic), Romance e Novela
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Boa leitura!!

Capítulo 81 - Pressentimento Ruim.


Fanfic / Fanfiction A Rebelde Apaixonada - Capítulo 81 - Pressentimento Ruim.

- CARALHOO, me solta!! - gritei segurando a cama com força. - QUERO DORMIR MAIIIS!

- Levanta logo, Bea! - gritou a Rosa ainda me puxando.

- Que eu saiba ainda tou de férias! Pra quê acorda tão cedo?!

- Você sabe que é hoje que vamos pegar o avião de volta à Paris, sabe também que vamos passar antes na casa da sua mãe! - voltou a me puxar.

- Ah é..  verdade ^^ - me soltei e isso fez nois duas caí no chão.

- Aiiii! - reclamou pela queda.

- Foi mal. - disse rindo me levantando.

- Nunca mais te acordo. - resmungou saindo do quarto.

Ué, nem sou esse trabalho todo pra acorda.

Entrei no banheiro tomando um banho rápido, e logo me vesti.

Pentiei meu cabelo molhado, o deixando solto. Assim que terminei de me arrumar o Castiel entrou no quarto.

- Ja tá pronta? - perguntou vindo até mim me dando um selinho.

- Pronta. - sorri e ele retribuiu logo me beijando novamente, só que dessa vez, demorado. - Ei, nois tem que descer. - ri o afastando. Ja sabia onde aquele beijo quente ia levar.

Ele bufou fazendo um certo bico, deu mais cinco selinhos rápidos e o último demorado me fazendo ri.

- Tudo bem. - suspirou. - Mais depois você não me escapa. - piscou o olho direto indo até as malas já prontas em cima da cama.

Eu ri, acho que ele tá assim por causa da greve que eu fiz :v Sim! Eu fiz uma greve de sexo e beijos. Ele me prometeu nunca mais me trocar por nada nesse mundo. Quem mandou XD ? Assim ele aprende que a vingança das mulheres são pesadas.

Na verdade, eu só o perdoei ontem XD. Quando ele fez uma lasanha só pra mim *-*. So assim eu o perdoei.

Descemos as escadas indo até a sala com as malas nas mãos. Encontramos o povo já na sala.

- Eita demora. - comentou Alicy. - Tavam se comendo?

- Quase, mais a chata aqui. - apontou pra mim. - Não quis. - Diz Castiel. Eu o olhei mortalmente.

Alicy riu. - Ainda tão com essa greve?

- Não mais tou pensando em voltar. - estreitei os olhos direito no Castiel.

- Que isso, Love. - me abraçou por trás com um sorriso forçado. - Eu tava brincando. - falou fazendo os outros rirem.

- Sei... Vamos logo então.

Saímos do chalé indo até o portão principal, onde os táxis já estavam nos esperando junto com o Marcelo.

Nem vou falar como foi ruim eu dar tchau pro Sen e pro Bart. Mais o Marcelo me assegurou que ia cuidar deles.

Assim que o Marcelo nos viu, abriu um  meio sorriso.

- Bom, foi divertido enquanto durou. - falou assim que chegamos.

- Relaxa, em outra férias nois vem te ver. - me apoiei no seu ombro.

- Ou não... - resmungou Castiel. Eu inguinorei.

- Temos que ir. - comentou Lys. - até mais, Marcelo. - eles apertaram a mão.

- Até. - sorriu. - Até breve, Marrenta. - ele se virou para mim.

- Falow. - sorri dando um leve soco no seu ombro. Ele ia vir me dá um abraço se não fosse o Castiel.

- Ah! Olha as horas! - olhou o pulso. - Temos que ir, Tchau Marcelo. Foi um desprazer te conhecer! - sorriu cínico enquanto me puxava até um táxi.

- Qual é, hein! - cruzei os braços já sentada no banco de um dos táxis. - A gente nem se despediu direito. 

- Pra mim se despediram até demais. - resmungou emburrado.

Começamos uma discussão e o taxista só ria olhando pelo vitror.

Mais paramos quando Alicy e Pedro entraram no carro mostrando que a Rosa e o Lys iam no outro sozinho.

Aí eu te pergunto, e a Tia Agatha? Certo, aquela doida foi na frente, faz dois dias que ela ja foi. Nem falou o motivo da preça, doida né? Pois é.

Assim que o carro movimentou, eu abri a janela olhando pra trás vendo o Marcelo acenar com um sorriso.

Sorri triste, vou sentir falta daqui. Se eu já tou assim, imagina minha mãe quando nos despedimos?

(...)

Pagamos o táxi, e saímos dele logo em seguida.

Vi minha mãe sentanda em um dos bancos do aeroporto falando no telefone bem nervosa.

- Eu não acredito! Esse é o último dia dela aqui, e você nem vai vir pra vê-la?! - acho que eu já sei com que ela fala.. - Sempre essa desculpa! - ela nos viu e deu um sorriso. - Depois nois conversa, até. - desligou sem dar chances a outra pessoa responder. Vocês já devem a quem eu puxei.

- Ele não veio, não é? - fui direta e fria.

Ela suspirou. - Não, querida. Ele disse que a empresa precisa dele.

Bufei. - Como Sempre.

- Ele quem? - perguntou Castiel com um ar confuso.

- A pessoa que eu chamo de pai.

- Você nunca me falou dele.

- Pra que perder tempo falando dele? - resmunguei me sentando.

- Que isso, filha.. Sabe que ele se importa com você não é?

- E como se importa.. - ironizei bufando. Minha mãe abriu um sorriso um tanto estranho. - Qual é a desse sorrisinho, aí? - estreitei os olhos.

- Tava com saudades das suas ironias. - o sorriso dela se tornou triste após ouvimos a voz avisando que nosso avião já estava pronto. - Outra despedida.. - suspirou triste.

- Mãe.. - falei ao ver os olhos dela cheio de lágrimas, essa parte sensível dela eu não puxei.

Me aproximei a abraçando forte, bem forte.

- Vou senti sua falta... - sussurrou pra somente eu ouvi.

- Eu também vou.. - falei no mesmo tom. - Muita falta.

Apesar da minha mãe viver no trabalho, poxa ela é minha mãe. Eu a amo, sempre esteve comigo depois que meu pai nos abandonou.

- Gente esse momento tá lindo, mais vamos perder o voou. - falou a Rosa nos despertando do nosso longo abraço.

Nos sorrimos sem graça, limpei as lágrimas da minha mãe.

- Se cuida... - deu um beijo na minha testa.

Eu sorri me afastando, se eu ficar mais um segundo aqui eu me desmancho a chorar.

Deixei eles se despedindo da minha mãe, e fui andando na frente.

Mais logo fui abraçada de lado, olhei pra cima vendo a Castiel sorrindo de lado. Eu o abracei de volta sentindo uma simples e teimosa lágrima caí.

Não sei por que, mais um pressentimento ruim diz que será o último abraço que eu dou na minha mãe.

(...)

Relaxei meus músculos sentindo o avião subi, coloquei meus fones mais logo os tirei ao ver Castiel me olhando mordendo o lábio inferior nervoso e pensativo;

- Que foi? - perguntei.

- Posso.. - hesitou. - Posso te fazer uma pergunta?

Suspirei. - Sobre meu pai, não é? - ele concordou. - Fala ai. O que quer saber?

- Desde quando você vive somente com sua mãe?

- Desde que eu nasci. - ele me olhou supreso. - Meu pai sempre mandou dinheiro de onde ele mora, ele se separou da minha mãe pelo fato dela ainda ser pouco mais nova que ele. Ele vinha me visitar... Mais toda vez que ele vinha, discutia com minha mãe. Sei que antes dessa discurssao, tinha um beijo. Eu tinha uma certa esperança de que eles voltariam... Só que isso nunca aconteceu.

- Desculpa tocar nesse assunto.. eu..

- Tá de boa. - sorri o interrompendo. - Eu já superei faz tempo. - voltei a ouvir música e olhar pela pequena janela do avião.

Olhei dr relance o Castiel, vendo ele indo por um chiclete na boca.

Rapidamente peguei colocando na minha.

- Abusada. - resmungou pegando outro me fazendo ri.

(...)

- Tchauuu! - acenei sorrindo após sair do táxi com o Castiel.

- Vêm. - ele pegou algumas das malas indo até minha casa e logo a destrancando.

- Lar, doce Lar! - falei jogando as malas no chão e me jogando no sofá.

Suspirei fechando os olhos, mais logo minha respiração para quando Castiel subiu em cima de mim.

- Finalmente a sós. - falou dando beijos molhados no meu pescoço.

- Ah, Ruivo. Nem vem. - tentei empurrar aquele peitoral. - Tou cançada, quero dormir.

Ele choramingou. - Só vou deixar essa passar por que também tou com sono. - me pegou no colo.

- Woow! Ta me levando pra onde? - perguntei.

- Pra cama, Ué. Vamos dormir. - sorriu me jogando sem delicadeza nenhuma na cama.

Castiel começou a tirar sua roupa ficando apenas de box, mais eu estava pensando em outra coisa no momento pra ficar secando aquele corpo de deus grego.

Daqui 4 dias vão voltar as aulas, será que vai ter alunos novos?

Como eu estava no mundo da lua, nem percebi que o Ruivo tambem tinha tirado a minha roupa me deixando apenas de lingerie.

Por que essa ideia de alunos novos me dá uma sensação ruim?  Tenho a sensação de que vou usar bastante os punhos.

Alguma coisa me diz que essa volta as aulas será mais complicado do que o normal.....


Notas Finais


Vish, Vish... Será o que vem por aí?!


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