História A Regra - O Jogo - Capítulo 53


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags A Regra, Ana, Andrew, Daniel, Gbt, Máfia
Exibições 25
Palavras 2.356
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção, Policial, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Demorei??? Mas voltei!!!

AVISO: Nada aqui contido é inspirado em acontecimentos reais, não aprovo os atos aqui contidos portanto não incentivo uso de drogas, armas e etc... Todos os personagens são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 53 - Capitulo IV


Fanfic / Fanfiction A Regra - O Jogo - Capítulo 53 - Capitulo IV

–– Ele te deixou em casa e foi só isso? –– Luccas joga a cabeça para trás segurando a risada - Sério? Não aconteceu nada antes? - Balanço a cabeça negativamente e dou mais um soco no boneco a minha frente, o corpo do mesmo vai para trás e volta a posição inicial antes que eu desfira mais uma série de três socos –– Que grande decepção...

–– Acho que ele não deu conta do recado –– Reviro os olhos quando Luck tira a camisa em um gesto mais do que obsceno e a joga no canto olhando fixamente para mim, ele pode ser muito irritante quando quer!

–– Os outros? –– Desfiro um último soco e viro-me para Luccas, ainda ignorando Luck sentado sobre a mesa de pôquer.

–– Will e Isaac foram pegar o carregamento de armas da Itália, ou seja, somos só nos três nos próximos cinco dias já que seu irmão e nosso chefe foi fazer negócios com a máfia japonesa e não vai voltar tão cedo como podemos prever.

–– Que ótimo, eles vão viajar e eu sou obrigada a ficar aqui com dois pés no saco de brinde... –– Abro o zíper da jaqueta e a tiro completamente, ficando apenas com o top e o shortinho enquanto jogo-me sobre o sofá da garagem, uma garagem muito grande por sinal, há uma mesa de pôquer e sinuca, três grandes sofás, cinco motos paradas em um dos cantos do lado oposto ao nosso improvisado estúdio de tatuagem.

–– Dois não –– Luccas bate em meu ombro de leve exibindo um sorriso que mal cabe em seu rosto –– Um!

–– O que? Você também?! Mas que saco!

–– Com Ethan fora alguém precisa cuidar dos negócios pessoalmente.

–– Mas essa é minha função –– Levanto em um salto.

–– Essa era a sua função, antes de ser passada para a operação seduzir Cromwell. E por sinal, te desejo sorte nisso - Pisca e acena antes de abrir a porta do R8.

Droga.

–– E agora somos só nós dois... –– Luck para diante de mim, ainda sem camisa, mas agora com os braços fortes e tatuados cruzados sobre o peito.

–– Se você está esperando um pedido de desculpas, pode esquecer.

Encaro seus olhos por alguns segundos antes de levantar e dar um passo, porem sou impedida quando suas mãos, mais rápidas do que nunca afastam-se do seu corpo e seguram meus braços, mantendo-me em meu lugar.

–– Que se foda as suas desculpas...

Boca, mãos, pele e suor. Tudo ao mesmo tempo trabalhando para o prazer mútuo no instante que seu corpo levanta o meu e minhas pernas contornam sua cintura, prendendo-o ainda mais a mim. Arrasto minhas unhas por suas costas e ouço o seu gemido rouco por entre o desejo voraz que nos ronda, a sensação de necessidade pura e crua nos preenchendo a cada instante, a excitação crescendo.

–– Ninguém conhece você tão bem quanto eu, Skye. Ninguém pode fazê-la mulher como eu –– Meu corpo é sentado sobre a mesa de pôquer enquanto sua boca desce por meu pescoço e minhas mãos afundam-se necessitadamente em seus cabelos.

–– Estamos esquecendo quem manda aqui Baby... –– Puxo seus cabelos com mais força dessa vez, fazendo seu rosto vir para trás e seus olhos encararem os meus - Não estamos?

Afasto seu corpo empurrando seu peito, respiro fundo e solto meus cabelos até então presos em um rabo de cavalo. Balanço a cabeça de um lado para o outro e então pulo da mesa de pôquer, dou a volta em seu corpo e empurro-o para onde eu estava. Agora ele é que está sentado na mesa de pôquer.

–– Você sabe... –– Mordo os lábios sugestivamente enquanto um de meus dedos passa entre sua pele e a cueca exposta pelo tecido baixo da calça –– Não é a primeira e não será a última vez que terei que fazer serviços desse tipo... Ainda assim, você continua sendo o meu preferido!

–– Sk...

–– Shiii - Aperto seu pau duro através da cueca e sorrio maliciosamente –– Não queremos que isso se torne uma brincadeira sadomasoquista perigosa, queremos? –– Luck nega –– Perfeito.

Por mais que eu odeie admitir, somos uma boa dupla. Luck mais do que qualquer um consegue entender o que sinto e mais ainda, as minhas necessidades estranhamente enlouquecedoras, porém, por mais desgraçadamente gostoso que ele é não consigo sentir nada além de desejo.

–– Não quero ouvir nem mais uma palavra sobre David ou quem quer que seja, ok? –– Sorrio sem mostrar os dentes subindo as mãos por sua barriga, deixando três marcas vermelhas pela mesma –– Eu já disse Baby, não sou sua, mas você... Você sim é meu... Todo e completamente meu, cada pedacinho.

Subo em seu colo, com seu corpo ainda sob a mesa de pôquer retiro sem a menor delicadeza o top por minha cabeça, puxando logo em seguida seu rosto para um beijo, sua pele nua em contato com a minha, a crescente humidade no meio das minhas pernas em fricção com o volume rígido protegido pela sua maldita calça.

Faço o caminho por seus braços sempre usando minha unhas, demarcando o território enquanto sua boca desce para meu pescoço, meus ombros e então meus seios. Uma serie de beijos é deixada no vão entre eles para então sua boca abocanhar um por completo, sugando, rodeando e lambendo, quase uma simulação do que ele faria com minha boca e não apenas com ela.

Deixo meu rosto cair em seu ombro, subindo e descendo em seu colo mesmo sem um contato mais real, mais viril e sem panos insignificantes atrapalhando.

–– Vamos acabar logo com isso –– Sussurro mordendo o lóbulo de sua orelha.

Apoio minhas pernas na mesa e fico em pé em cima da mesma, retiro p short juntamente com a calcinha enquanto Luck faz o mesmo com sua calça e cueca. Volto a me sentar, sem delicadeza dessa vez, seu comprimento me preenchendo enquanto gemidos escapam por nossas bocas.

–– Porra Skye...

–– Nem comecei ainda Baby...

Seguro em seus cabelos com força puxando sua cabeça para trás enquanto começo a rebolar, lenta e sedutoramente, de um lado para o outro, para frente e para trás, subindo e descendo. Intercalando entre subir e descer, rápido e lento. Suas mãos seguram minha bunda com força, auxiliando nos movimentos, levantando-me mais alto toda vez que subo e fazendo-me descer com mais força e velocidade a cada investida. Respirando cada vez com mais dificuldade, com os batimentos aumentando gradativamente levando a adrenalina por minhas veias retiro as mãos de seus cabelos e as trago para meus seios, apetando e estimulando os mesmos, as suas saem de minha bunda e veem para meu ventre, descendo pelo meu monte de Vênus e e tão acariciando meu clitóris, para frente e para trás, rodeando e beliscando.

A onda de espasmo que me atinge é tão avassaladora que finco minhas unhas em seus ombros para me equilibrar, incapaz de continuar com os movimentos Luck continua o trabalho por mim, investindo até ele mesmo alcançar o orgasmo, que veio em ondas tão profundas quanto as minhas.

–– Pode dizer que não, mas você é e sempre será minha...

Estou sem energias para responder, por isso apenas nego com a cabeça ainda de olhos fechados, para só depois me levantar e pegar minhas roupas com os olhos dele sobre mim. Hora de evitar possíveis consequências, pílula!

 

–– Como assim você não pode? –– Praticamente grito quando saio do closet já totalmente pronta em meu traje de mulher gato sexy com maquiagem provocante e combinação de penteado e saltos matadores.

–– Entenda que agora estou no comando de tudo, não posso simplesmente largar essa posição e ir até o outro lado da cidade... Luck pode ficar no meu lugar, além de meu irmão gêmeo, o que é claro, ajuda muito, vocês têm isso... Sabe? Essa química louca.

–– Não me irrite Luccas Thompson!

–– Isso me faz lembrar que tenho um encontro com os traficantes poloneses... Não se irrite e dê uma chance a ele antes que...

–– Antes que eu envenene a cabeça do meu irmão contra você e ele pare de bancar o bonzinho e parta para outra.

É claro que a relação de Ethan e Luccas é muito mais conturbada que a minha e a de Luck. Eles têm essa química louca ainda bem mais presente que nós, eles têm o olhar, o sentimento e até mesmo a emoção. Bizarro!

–– Não seja tão má Skye, seu irmão e eu temos uma história, muito antes de nos conhecermos.

Claro que meu irmão conhecia metade do mundo antes de eu descobrir o que ele realmente fazia e o obrigasse me deixar participar disso, o que não foi muito opcional na época, ele precisa de ajuda, da minha ajuda. Foi quando conheci os meninos, Isaac Gilles. Will Drew. E Luccas e Luck Thompson.

–– Vá para a sua reunião... Tomara que seu carro exploda no meio do caminho.

Desligo o celular arremessando o mesmo no sofá mais próximo. Fecho os olhos e respiro fundo, com calma. Um. Dois. Três. Quatro...

–– Pronta? –– Luck está escorada ao lado da porta, com o tronco nu e os braços cruzados, exibindo o seu melhor angulo em um calça de couro sintético preto e botas do mesmo material, os cabelos precisamente arrumados em um topete no alto de sua cabeça e as tatuagens sobressaindo-se sob seus músculos evidentes.

–– Você já sabia disso? –– Digo entredentes.

–– Em partes, Luccas nunca foi muito preciso quanto ao dizer o que os outros precisam fazer. Ele é péssimo com liderança.

Bufo revirando os olhos.

- Odeio ser a última a saber da coisas. Droga.

Luck arqueia as sobrancelhas.

- Vamos lá, o show vai começar –– Puxo-o pela gravata presa ao seu pescoço e quando do chegamos ao palco totalmente escuro ainda com as cortinas fechadas alguém anuncia o espetáculo, não demora para que os gritos, xingamentos e assovios comecem.

–– Não tenha uma crise –– Puxo sua gravata levemente e dou um beijo molhado em seus lábios.

–– Desde que nenhum deles encoste em você...

–– Eles não vão, pelo menos, não o suficiente.

Sorrio maliciosamente.

As luzes psicodélicas são acessas e a fumaça improvisada com gelo seco começa a subir assim como a essência de alguma fragrância viciante. Minha cabeça pesa no momento em que subo na cadeira e fico sobre as grades que montam o show de hoje, uma sela no meio do palco em uma apresentação que irá mexer com cabeça de todos.  

Quando as cortinas abrem a música com uma batida sensual e lenta aumenta gradativamente de volume. A garota presa às correntes dentro da jaula mexe-se de acordo com o som e uma série de pessoas começam a gritar "Rose Escarlate" em coro.

Essa história de Rose Escarlate começou como uma brincadeira, quando meu irmão não contava que era um mafioso, mas me permitia vir às suas baladas proibidas. Foi uma maneira de irrita-lo que acabou gerando mais grana que o planejado.

Luck sentado na cadeira agora têm suas mãos algemadas enquanto movimento-me cautelosamente sobre as grades e a garota logo abaixo, ainda presa continua dançando sensualmente. Quando o refrão libera o seu máximo junto ao Remix criado pelo DJ salto da jaula e retiro o macacão sexy, ficando apenas com a lingerie também de couro e o chicote preso a minha cintura. Retiro-o e bato-o contra o chão causando um estalo alto e agudo o bastante para arrancar mais murmúrios da plateia agitada e entusiasmada.

Quando dou a volta completa na jaula e abro a porta da mesma consigo retirar as correntes da garota que insinuando-se exageradamente me acompanha em uma dança erótica frente a cadeira de Luck, o mesmo estreita os olhos em minha direção visivelmente incomodado com os comentários alheios, ignoro e sento-me em seu colo com a garota ainda dançando atrás da cadeira, subindo e descendo rebolando no ritmo frenético.

–– Posso te recompensar mais tarde... –– Digo puxando sua gravata e retirando-a.

Sento-me dês costas para ele e imito os movimentos da garota atrás da cadeira, rebolando, subindo e descendo, mexendo minhas mãos na peruca loira e estalando o chicote contra o piso. Em um movimento involuntário meus olhos percorrem o salão escuro e para justamente no homem próximo ao open bar, com um copo de vodca em mãos girando e girando o líquido juntamente com os poucos pedaços de gelo que enviam um sinal de alerta por todo o meu corpo. É como se a música tivesse parado e as pessoas ao meu redor desaparecido, os olhos castanhos esverdeados fitando-me curioso a distância, com o mesmo sorriso da noite anterior, um pouco mais descontraído e sacana agora, mas definitivamente um sorriso de David Cromwell.

–– Hey... –– A garota cutuca meu ombro de leve, viro-me atordoada e só então percebo que o grande final chegou. O som da música ganha proporções mais altas e apoiando meus joelhos nas coxas de Luck fico de frente para ela ainda atrás da cadeira, nossas bocas se encontram em um beijo lento e ensaiado. A multidão explode, a música para, as cortinas fecham e as luzes voltam a acender por breves segundos agoniantes.

–– Já pode me largar garota - Empurro seu corpo para longe do meu e jogo os fios loiros caídos em meu rosto para trás.

–– Será que pode ne soltar agora? –– Luck encara-me entediado.

–– Você fica muito bem aí, sentado e algemado... –– Bem longe de David Cromwell, mas ele está a apenas alguns metros de distância - É excitante!

–– Vamos Skye, prometo que não vou quebrar a cara daqueles babacas que estavam comendo você com os olhos.

–– Promessa é dívida.

Sorrio e jogo as chaves em sua mão, ele sabe como abri mesmo estando preso. O camarim é grande e espaçoso e felizmente todo e inteiramente meu, visto o short jeans pouca coisa mais comprido que o macacão que estava usando e cubro o sutiã de couro com um top acinzentado já retirando a peruca e ouvindo a porta ser aberta.

Estava pronta para xingar quando virei e David Cromwell em pessoa estava ali, bem diante dos meus olhos com um expressão divertida nos olhos e nos lábios.

–– Como foi que... –– Sou interrompida.

–– Skye que porra...

Luck também e interrompido quando entra no camarim e vê David a pouco centímetros de mim, com as mãos nos bolsos da calça social e uma expressão de interrogação.

Merda!


Notas Finais


Mil perdões, eu tinha esse capítulo pronto até decidir mudar tudo e recomeçar... Ç_Ç
Mas bem, aqui estamos e espero que vocês gostem e comentem, comentem muito porque a pessoa aqui é movida a isso <3
Mil beijos <3


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